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Vieira não quer que Proença volte a apitar o Benfica; Jesus diz que assistente viu Maicon em fora de jogo mas não quis marcar

Como seria de esperar, o decisivo clássico do título está envolto em polémica. O Benfica queixa-se da arbitragem de Pedro Proença, considerando que teve influência no desfecho final. Pela voz do seu presidente, mostrou indignação não só por este jogo, mas também pelo de Coimbra. Luís Filipe Vieira afirmou que se o juiz lisboeta se sente condicionado em arbitrar jogos do clube encarnado, o melhor é que não o volte a fazer (a última vez que isto aconteceu foi com Olegário Benquerença, e a verdade é que não mais apitou jogos das águias). Por outro lado, Jesus aproveitou a conferência de imprensa de análise ao jogo para disparar em todas as direcções. Questionou a não marcação de falta sobre Witsel no lance que deu origem ao golo do empate portista (2-2), afirmando depois de forma incisiva que o auxiliar viu que Maicon estava fora de jogo, mas não quis marcar. Estas declarações do técnico encarnado são das mais graves no futebol português dos últimos tempos, pois questionam a seriedade e honestidade do árbitro de forma directa. Recordamos que por muito menos um clube foi alvo de boicote? Como se explica esta tentativa de JJ em desculpar-se apenas com a arbitragem (ele que em 3 jogos perdeu toda a vantagem que tinha no campeonato)? Conseguirá sobreviver no comando técnico do Benfica? E no que diz respeito a Vieira, ele que prometeu não falar em arbitragens esta época, o que o terá levado a mudar a sua própria política? Conseguirá o presidente encarnado afastar Proença (o árbitro que até é sócio do Benfica) dos jogos dos encarnados como conseguiu com Olegário Benquerença e Pedro Henriques? 

PS – “Há que dizer que foi uma arbitragem vergonhosa. Se quiserem encomendar já faixas, podem fazê-lo. Se querem levar uma equipa ao colo que a levem”, Vítor Pereira, após derrota em Barcelos. Conclusão? Os “grandes” quando perdem queixam-se sempre, ignoram o que referem no passado (os árbitros são uns heróis) e mais não fazem que tentar identificar um “bode expiatório” para o insucesso.

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