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Sporting sai da Madeira no 5º lugar e a 8 pontos do Braga; Domingos (o pior treinador da história do clube leonino) voltou a levar um “banho” táctico, Patrício deu um “frango” e os leões foram derrotados por um Marítimo superior

Marítimo 2-0 Sporting (Benachour 21´ e Danilo Dias 59′ )

O Sporting perdeu justamente na Madeira e está cada vez mais longe dos lugares de acesso à Liga dos Campeões (aquele que é por motivos financeiros e pela capacidade de atrair melhores jogadores no defeso, o principal objectivo do clube leonino para esta época). Apesar do investimento de 40 milhões de euros, de apresentar jogadores da qualidade de Elias, Matias, Rinaudo, Schaars, Insúa, etc, a inércia do fraquinho não permite a Domingos ir além (nesta fase) de um 5º lugar a já 8 pontos do Braga e com a certeza (a manter este fraco nível exibicional, algo que dura deste o final de Novembro) que à semelhança de Paulo Sérgio/Couceiro (treinadores que não tiveram esta espécie de “onda verde” e este orçamento) vai ficar a mais de 20 pontos do 1º classificado no final da temporada. Por sua vez, o Marítimo (equipa que esta época perdeu Boeck, Kléber, Djalma e recentemente Baba, os 4 melhores jogadores e praticamente não se reforçou) ocupa um brilhante 4º lugar.

No que diz respeito à partida, foi uma 1ª parte de total domínio do Marítimo (os leões praticamente não atacaram e muito menos fizeram uma jogada com princípio, meio e fim). Depois de algumas situações ofensivas (sempre com bolas nas costas da defensiva leonina, aproveitando a velocidade do trio: Heldon, Sami e Danilo e a lentidão e postura táctica da defesa dos leões), Benachour fez o 1-0 com um remate à entrada da área que deixou Patrício mal na fotografia (ele que no lance anterior tinha feito uma defesa de grande nível). Ao intervalo o resultado até era escasso, considerando as boas oportunidades dos madeirenses. No 2º tempo, Danilo Dias aproveitou mais um deslize da defensiva leonina fez o 2-0 e até final o encontro praticamente não teve história. O Marítimo juntou as linhas, deu a posse aos leões, mas a verdade é que o Sporting mesmo com mais bola à excepção de um lance de Arias não criou perigo. Em suma, uma vitória justa do Marítimo, que traduz o maior domínio dos madeirenses a todos os níveis.

Destaques


Sporting – Mais uma exibição muito pobre, algo que tem sido frequente nos últimos 2 meses e meio (o que contraria a desculpa de que este conjunto é novo e necessita de tempo) e mesmo com Rinaudo (a ausência do argentino serviu como desculpa nos últimos tempos) o clube leonino volta a denotar alguns erros primários em termos de transição defensiva e ofensiva, juntando a uma falta de pressão, uma posse de bola sem critério e que nunca consegue sufocar o adversário. O actual 5º lugar apesar das desculpas da Cerelac, das lesões e das arbitragens roça o ridículo, e é apenas o espelho dos constantes erros de Domingos e das suas limitações.

Marítimo – Um 4º lugar que premeia o bom trabalho do técnico Pedro Martins. Hoje, mais uma vez soube explorar da melhor forma as deficiências do adversário, e mesmo com algumas ausências (Pouga e Olberdam) controlou sempre o encontro. Roberge e João Guilherme “secaram” os avançados leoninos, Briguel e Olim nas laterais anularam Pereirinha e Carrillo, Roberto Sousa foi um dos melhores na partida e mandou no meio campo, Benachour foi um dos mais interventivos na 1ª parte e fez mesmo o 1-0, Rafael Miranda equilibrou e ainda desequilibrou, Heldon emprestou velocidade, e Danilo Dias com o 2-0 e as suas acções ofensivas foi mesmo o melhor em campo.

Arias – O melhor elemento do Sporting. Seguro a defender, ainda deu profundidade ao seu flanco, aparecendo mesmo na melhor oportunidade dos leões.

Onyewu/Xandão – Tiveram muitas dificuldades com a velocidade dos avançados madeirenses (jogaram claramente mais subidos do que as suas características pedem). No entanto, Insúa e o próprio Rinaudo foram 2 elementos que pouco ofereceram defensivamente e que acabaram por condicionar ainda mais a acção dos centrais leoninos.

Patrício/Wolfswinkel – O guardião leonino fez algumas defesas de bom nível mas acabou por manchar a sua exibição com o “frango” no 1-0; já o avançado holandês voltou (à semelhança do que acontece desde Novembro) a ser uma nulidade. É facilmente anulado pelos centrais adversários, não consegue emprestar agressividade na frente quando a equipa não tem bola, e raramente conquista uma bola na área adversária.

Domingos –  Este encontro, a exibição (mais uma) do Sporting onde não existiu na 1ª parte, a juntar à inércia do técnico em contrariar os acontecimentos (hoje nem percebeu que 2 centrais lentos não podem jogar tão subidos perante avançados rápidos), como as suas opções (a titularidade de Pereirinha é apenas mais um exemplo) prova o que o VM já refere há muito: Domingos em termos técnicos, tácticos e psicológicos não apresenta condições para treinar o clube leonino. Considerando o super-orçamento do Sporting (40 milhões não chegaram para ir além de um 3º lugar na Taça da Liga atrás do Moreirense e do Gil Vicente e não chegam para que nesta fase o clube leonino passe do 5º lugar), a atmosfera (positiva) em torno da equipa leonina (estádios cheios e um “clima” de protecção ao técnico que Bento, Carvalhal, Paulo Sérgio, Peseiro nunca tiveram) e o naipe de bons jogadores do elenco verde e branco (é indiscutível que pelo menos para vencer o Moreirense B o plantel leonino é suficiente), Domingos é o pior treinador da história da turma de Alvalade. Apesar das constantes desculpas de Domingos (arbitragens, lesões, não conhece os jogadores, precisa de tempo, os objectivos não eram ganhar mas era qualquer coisa) e da presença na final da Taça, voltamos a referir o que sempre mencionamos em relação ao técnico leonino:
– Até contra equipas de divisões inferiores não conseguiu escamotear as debilidades defensivas e de organização;
– Com recursos muito superiores a Paulo Sérgio e Paulo Bento apresenta resultados miseráveis e inclusive inferiores (os leões nunca tinham terminado a Taça da Liga sem nenhuma vitória);
– Já deu para perceber que não consegue potenciar o bom plantel dos leões;
– Acrescenta zero em termos técnicos e tácticos e apresenta um futebol medíocre (algo que conseguiu esconder nos encontros em que o Sporting marcou 1 golo nos primeiros 10m);
– Psicologicamente demonstra um descontrolo total, e as suas constantes desculpas já roçam o rídiculo;
– Levou banhos tácticos de praticamente todas as equipas;
– Empata em Alvalade com uma equipa B da II divisão (o que seria motivo de motim se fosse outro treinador);
– Continua a culpar tudo e todos nas conferências de imprensa;
– Não consegue incutir nada em termos de agressivididade, mudança de atitude, etc…mas os culpados do Sporting estar a 16 pontos do líder, a 8 do Braga (clube que também mudou de treinador e foi alvo de sucessivas lesões), do futebol medíocre, e da equipa leonina ter ficado em 3º no Grupo A da Taça da Liga (em 3 jogos 2 foram em Alvalade e um deles com a equipa B do Moreirense) são os árbitros, a falta de sorte, a falta de tempo, etc.

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