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O que é a Liga das Nações?

Jogar menos encontros particulares e acrescentar competitividade e emoção permanentes ao panorama do futebol europeu de selecções: poderíamos dizer que são estes, em linhas gerais, os objectivos da Liga das Nações, a nova competição da UEFA que terá início hoje. Perante as queixas apresentadas devido à monotonia dos amigáveis, o organismo máximo do futebol europeu decidiu criar uma nova prova para preencher o calendário entre as realizações de Mundiais e Europeus, que terá 4 aliciantes desportivos: o troféu para o vencedor da competição, um sistema de subidas e descidas de divisão, a atribuição de 4 vagas de apuramento para o Euro’2020 e a contabilização dos resultados verificados para os rankings de selecções que condicionam os sorteios de fases finais e de qualificação de Europeus e Mundiais. Mas vamos por partes.

As 55 federações-membro da UEFA foram divididas de acordo com o ranking de selecções do organismo a 11 de Outubro de 2017, realizando-se o sorteio da competição a 24 Janeiro de 2018. A Liga A e a Liga B são compostas por 4 grupos de 3 equipas cada, a Liga C por um grupo de 3 equipas e 3 grupos de 4 equipas e a Liga D por 4 grupos com 4 formações cada. Entre Setembro e Novembro disputar-se-ão os desafios de cada grupo, no formato clássico em que cada selecção joga contra todos os rivais do grupo em casa e fora. Quando esta fase terminar, os vencedores de cada grupo das Ligas B, C e D irão subir de divisão, ao passo que os piores de cada grupo das Ligas A, B e C descerão de categoria. Já os vencedores dos grupos na Liga A garantem a presença na fase final da Liga das Nações.

Os grupos da Liga das Nações

A fase final da Liga das Nações irá ser realizada em Junho de 2019, sendo o país anfitrião um dos países finalistas, designado em Dezembro de 2018. Como referido, na fase final da prova estarão os 4 vencedores dos grupos da Liga A, os quais se enfrentarão num sistema de meias-finais a uma mão, jogo de atribuição de 3.º e 4.º lugares e final, a qual ditará o vencedor da primeira edição da Liga das Nações. E a competição irá ficar “em repouso” até Março de 2020.

Entretanto, em Março de 2019, terá lugar o arranque da fase de qualificação para o Euro’2020. Nesta, haverá 10 grupos, sendo que os dois primeiros classificados de cada um deles garantem a presença no torneio que decorrerá em várias cidades pela Europa fora. Serão 6 grupos de 5 selecções e 4 grupos de 6 selecções, nos quais haverá partidas entre Março e Novembro de 2019. Assim, por esta fase de qualificação serão apuradas 20 selecções, ficando a faltar 4 para completar os 24 conjuntos que disputarão o certame. É aqui que a Liga das Nações “regressa”.

As 4 vagas em falta irão ser atribuídas através do playoff da Liga das Nações. Este será disputado em Março de 2020 pelos 16 vencedores de cada grupo da Liga das Nações, divididos, também, por liga, isto é, haverá um playoff para cada liga. Se o vencedor de um grupo já tiver garantido a presença no Europeu através da fase de qualificação, o seu lugar no playoff será atribuído à selecção com melhor ranking da respectiva liga entre as que não estão apuradas para o Europeu. Se numa liga não houver 4 selecções que não tiverem garantido presença no Europeu, então os lugares em falta serão preenchidos pelas formações da liga imediatamente inferior com melhor ranking nessa liga. Cada liga terá assim o seu playoff, com duas meias-finais (a serem realizadas na casa da formação com melhor ranking) e uma final (cuja localização será definida por sorteio) disputadas a uma mão, atribuindo-se assim os 4 bilhetes restantes para o Europeu. O ranking geral de cada liga é calculado com base nos pontos, diferença de golos, golos marcados, golos marcados fora, vitórias, vitórias fora, pontos disciplinares e coeficiente, pelo que cada detalhe irá importar no sentido de ter o melhor ranking geral possível e assim ter mais hipóteses de obter uma última oportunidade de estar no Euro’2020 caso a qualificação “tradicional falhe”. Haverá também um ranking geral da Liga das Nações, o qual determinará os potes dos sorteios para as qualificações europeias subsequentes, pelo que os resultados que se obtenham durante esta competição terão impacto nos próximos torneios. O sorteio da fase final do Euro’2020 está agendado para Dezembro de 2019, altura em faltará realizar o referido playoff. Desta forma, haverá grupos do certame com lugares condicionados, à espera do que suceda no último capítulo da Liga das Nações.

A Liga das Nações não parece estar a reunir grande entusiasmo por parte do grande público, mas a verdade é que oferece partidas competitivas e equilibradas para substituir muitos dos amigáveis enfadonhos e com pouco sentido de que todos nos queixávamos, oferecendo interessantes recompensas desportivas. Para além da expectativa em saber quem irá arrecadar o troféu ou quem subirá e descerá de divisão, o prémio mais apetecível estará nos 4 lugares que atribui no Euro’2020. Se para muitas formações da Liga A só um cenário de descalabro na qualificação tradicional pode levar a ter de recorrer ao playoff, para conjuntos mais modestos a luta por esse playoff será férrea. Ah, e é bom lembrar que pelo menos uma selecção entre Geórgia, Letónia, Cazaquistão, Andorra, Bielorrúsia, Luxemburgo, Moldávia, São Marino, Azerbaijão, Ilhas Faroé, Malta, Kosovo, Macedónia, Arménia, Liechtenstein e Gibraltar estará presente no Euro’2020, pois com este sistema de playoff da Liga das Nações cada Liga garante, no mínimo, um representante na fase final do Europeu. Seja bem-vinda a nova prova de selecções.

Pedro Barata

32 Comentários

  • Canutinho
    Posted Setembro 6, 2018 at 10:34 am

    Bom texto Pedro. Esclarecedor e bem resumido. Congrats

  • Lopes da Silva
    Posted Setembro 6, 2018 at 10:34 am

    Muito bem explicado, Pedro!
    Então pode dar-se o caso trágico de o vencedor da Liga das Nações não ter sequer acesso ao Euro 2020? Se falhar a qualificação e depois falhar o acesso pelo playoff.
    É que no caso da Liga A vai haver na mesma um playoff em Março 2020? Não poderá a fase final de Junho de 2019, que dita o vencedor, servir como playoff? É que serão exactamente as mesmas equipas a participar em ambos, certo?

    • Lopes da Silva
      Posted Setembro 6, 2018 at 10:37 am

      Ah não, esqueci-me de que quem joga o playoff são os vencedores mas só se ainda não tiverem atingido o Euro pela qualificação, se não a vaga é de outro. Ainda assim, pode dar-se o caso de serem as mesmas equipas. E o vencedor da Liga pode não ir ao Euro na mesma.

      • Pedro Barata
        Posted Setembro 6, 2018 at 11:47 am

        Pode dar-se esse caso, sim.

        • Turiacus
          Posted Setembro 6, 2018 at 12:18 pm

          Não faria sentido o vencedor da Liga das Nações ter acesso direto ao Europeu ou isso estaria a roubar mais uma vaga?

          • Pedro Barata
            Posted Setembro 6, 2018 at 12:36 pm

            Eu julgo que a UEFA quis separar as coisas. Por um lado, a decisão do vencedor da Liga das Nações, feita na Final Four em Junho de 2019. Por outro lado, a atribuição das 4 vagas no Euro’2020 via Liga das Nações, feitas pelos playoff de cada Liga em Março de 2020. Se o vencedor da Liga das Nações tivesse acesso garantido ao Europeu, deixaria de haver playoff da Liga A e perder-se-ia uma vaga no Europeu via Liga das Naçoes.

            • Turiacus
              Posted Setembro 6, 2018 at 6:37 pm

              Visto dessa forma faz sentido, já que o vencedor da Liga das Nações não é necessariamente o vencedor do Playoff da liga em que se insere (corrige-me se estiver a dizer asneiras).

  • Estigarribia
    Posted Setembro 6, 2018 at 10:52 am

    Bom texto, Pedro Barata. Muito esclarecedor e muito bem resumido. Muitos parabéns.

    O facto desta nova competição de seleções ainda trazer algumas desconfianças é pelo facto de nós, adeptos, estarmos habituados às formas tradicionais de apuramento para Campeonatos da Europa (e, já agora, do Mundo) e de assistirmos aos típicos jogos amigáveis enfadonhos e sonolentos (que interesse tem em se ver um Portugal-Gibraltar ou um França-Kosovo, por exemplo? Só se for por eventuais goleadas épicas nesse tipo de jogos). Estou muito curioso por assistir a esta nova competição de seleções e que seja bem aceite por todos nós.

    Será engraçado uma das seleções “mais frágeis, em cima mencionadas, conseguir ir à fase final de um Campeonato Europeu e seria sempre histórico para uma seleção dessas, como, por exemplo, Gibraltar, Kosovo, Arménia, Liechtenstein ou Malta, ir a uma grande competição de seleções.

    P.S.1.: Aleksander Ceferin está mesmo empenhado em melhor o futebol europeu a todos os níveis e a Liga das Nações é mais um passo nessa melhoria.

    P.S.2.: Será que a FIFA também poderia criar uma competição deste género, mas para as qualificações para do Campeonato do Mundo. Penso que seria interessante e quebrava um bocado a monotonia das fases de qualificação para os Mundiais.

    Saudações Leoninas

    • Pedro Barata
      Posted Setembro 6, 2018 at 11:48 am

      Estigarribia, em princípio haverá Liga das Nações, no mesmo formato, entre 2020 e 2022, na antecâmara do próximo Mundial. Neste texto fiz sempre referência ao Euro’2020 para facilitar a compreensão e porque é a competição que “liga” com esta Liga das Nações, mas o que está previsto é que passe a haver Liga das Nações nos intervalos entre Europeus e Mundiais e Mundiais e Europeus.

    • SenyorPuyol
      Posted Setembro 6, 2018 at 11:49 am

      Mas os Portugal – Gibraltar e os França – Kosovo vão continuar a existir, não era nos amigáveis que eles aconteciam. ;)

      • Estigarribia
        Posted Setembro 6, 2018 at 12:22 pm

        SenyorPuyol, compreendo isso, mas eu acho que é diferente jogar uma amigável com o Kosovo ou Gibraltar e jogar um jogo oficial onde os jogadores costumam ser mais competitivos.

        • SenyorPuyol
          Posted Setembro 6, 2018 at 2:13 pm

          Nisso concordo, claro.
          Apenas quis dizer que os amigáveis, geralmente, não envolvem duas selecções tão qualitativamente distantes da mesma confederação. Lembro-me de jogarmos contra Gibraltar e Luxemburgo por exemplo, mas não me parece que esse tipo de amigáveis sejam tão regulares assim para os designar como típicos.

  • SenyorPuyol
    Posted Setembro 6, 2018 at 11:18 am

    Antes de mais, obrigado pela excelente explicação Pedro.

    Em relação à Liga das Nações, já tive oportunidade de manifestar o meu desagrado com esta nova “competição”. Na minha opinião, que valerá sempre o que vale, a Liga das Nações é completamente desnecessária e não acrescenta nada, portanto, falha os tais objectivos que se assumem na base da sua criação.
    Depois, se já fui contra o aumento do número de vagas para o Euro 2016 (apesar de ter forçado um formato que foi uma dádiva para nós, é certo), ainda mais desagradado fico se parte dessas vagas passar a ser atribuída a Moldávias, Andorras e afins (com todo o respeito aos países e suas selecções)… Não se querem jogos enfadonhos nos amigáveis, mas na fase final do Europeu já se querem?
    A minha previsão é que esta competição vai gerar, mais tarde ou mais cedo, tanto ou mais desagrado que os amigáveis. Espero estar errado.

  • Turiacus
    Posted Setembro 6, 2018 at 11:27 am

    Muito bem explicado sim senhor, aqui está um bom texto para esclarecer quaisquer dúvidas sobre a Liga das Nações. Acho que é uma ideia bastante interessante e que vai ser uma competição empolgante de acompanhar, trará mais competitividade ao futebol de seleções e vão haver jogos bastante bons para acompanhar durante as semanas em que não há futebol de clubes (França x Alemanha logo a rasgar!).
    O sistema de descidas e subidas de divisão também dá alguma “pica” à competição e depois claro, a possibilidade de apuramento direto para um europeu. É uma oportunidade de ouro para equipas como o Kosovo ou São Marino poderem ir a uma fase final de um Europeu, sendo super aliciante para eles principalmente porque vão estar a competir entre equipas do mesmo nível e não vai ser goleada sim goleada sim jogo após jogo.

  • Antonio Clismo
    Posted Setembro 6, 2018 at 11:34 am

    Para o ranking não há melhor, amigáveis não dão pontos nenhuns.

    Daqui a 2 anos o top 30 serão apenas equipas europeias

  • J Silver
    Posted Setembro 6, 2018 at 11:36 am

    Então os jogadores vão passar a fazer quê? 70 jogos por época? A solução para os “amigáveis enfadonhos” é só acabar com eles. Não é preciso impingir nada no seu lugar que, na minha opinião, vai quebrar ainda mais o ritmo dos campeonatos nacionais. Isto para não falar nas vagas extra para o Euro. É que qualquer dia o Euro é com 55 selecções para ninguém ficar triste.

  • T. Pinto13
    Posted Setembro 6, 2018 at 11:37 am

    Excelente texto Pedro. Finalmente percebi a Liga das Nações, muito obrigado pelo esclarecimento.

  • DiogoC
    Posted Setembro 6, 2018 at 12:12 pm

    Boa explicação. Alguém que traduza e envie para o Maguire

  • Fernandes35
    Posted Setembro 6, 2018 at 12:51 pm

    Ótima explicação mas uma competição que só forçará ainda mais o cansaço nos jogadores e os tirará dos clubes. Sou defensor que competições de seleções só as tradicionais, isto é um aumentar sem necessidade. Pior que isso, só o aumento das vagas do Euro que é uma abominação.

  • Kacal
    Posted Setembro 6, 2018 at 12:59 pm

    Excelente texto, Pedro. Como é habitual. Ajudou-me a perceber o intuito desta competição. Muito Obrigado!

    Sobre a minha opinião, embora aumente o interesse e competitividade entre selecções em relação aos amigáveis e faça os jogadores quererem vencer devido aos ganhos e benefícios que traz, sempre é melhor que amigáveis que não contam para nada. Mesmo assim não me agrada e preferia que simplesmente não houvessem amigáveis e sim apenas os jogos de qualificação, mais nada. Pelo menos teríamos menos tempo de paragem para selecções e a mim interessa-me é os jogos a contar da selecção e os campeonatos e competições europeias de clubes. E depois o facto de acrescentar vagas ao Euro é desnecessário, só vai aumentar mais a competição, provavelmente. Não me aquece, nem arrefece como se costuma dizer. Mas pelo menos sempre é melhor do que amigáveis, claro.

  • Rui Miguel Ribeiro
    Posted Setembro 6, 2018 at 1:21 pm

    Boring. Não o texto, mas o esquema. Extinção das datas obrigatórias para amigáveis e ponto final. Campeonato da Europa “espalhado” por múltiplos países- disparate. Caminho para o acesso universal à fase final (???) uma imbecilidade. Finalmente, a proliferação de jogos das selecções, idem aspas, aspas.
    A proliferação de jogos e o aumento descontrolado das selecções que acedem às fases finais das provas irá provocar um enjoo de jogos e poderá matar a galinha dos ovos de ouro.

    • Kostadinov
      Posted Setembro 6, 2018 at 1:50 pm

      A minha opinião quase que poderia ser um decalque da sua, caro Rui. Realmente não vejo razão nenhuma para todas estas mudanças, que não seja claro a financeira.

      • Rui Miguel Ribeiro
        Posted Setembro 6, 2018 at 2:26 pm

        Claro meu caro, a avidez da UEFA e da FIFA dominam por completo a política das mesmas. A isto acresce a vontade de agradar a um número cada vez maior de federações dando-lhes o rebuçado de aceder “gloriosamente” às fases finais. É um fartar vilanagem!

  • Filipe_Carvalho
    Posted Setembro 6, 2018 at 1:27 pm

    Tenho uma opinião algo incoerente sobre esta competição. Acho que tem alguma piada competitivamente. À partida e como as equipas estão niveladas os jogos serão interessantes e competitivos e como a competição não tem um carácter assim tão importante até pode dar para lançar figuras menos conceituadas de cada selecção e ver o seu comportamento em jogos de maior dificuldade competitiva. Por outro lado aumenta os números de jogos, logo o cansaço dos jogadores e a probabilidade de mais lesões que prejudicarão os clubes. E depois irá banalizar as competições de selecções e tirará a habitual magia do campeonato Europeu. E depois não lembra a ninguém uma equipa da quarta ter direito a um lugar no Euro só enfrentando equipas de nível baixo.

  • TugadaBola
    Posted Setembro 6, 2018 at 1:35 pm

    com a subida das transferencias e salarios e com o controlo cada vez mais apertado do fairplay financeiro os clubes grandes são obrigados a formar planteis curtos mas com bons jogadores (veja-se o bayern).
    E a resposta a isso é meter mais jogos oficiais de selecoes o que vai obrigar qualquer jogador titular de um grande q jogue as 3 competicoes (europa liga e taca) e que dispute o europeu a fazerem + de 60 jogos oficiais por ano.
    A qualidade vai vazar em algum dos sitios.

  • Kostadinov
    Posted Setembro 6, 2018 at 1:49 pm

    Não acho grande piada à competição em si, mas o maior problema que tenho é mesmo o facto do Europeu se ir disputar em países diferentes, ainda por cima em 12. Não satisfeitos com o facto de cada vez mais os jogadores chegarem estoirados às fases finais por causa da crescente carga de jogos ao longo da época, decide-se juntar a isso toda a logística inerente a viagens, para não mencionar a necessidade de muitas vezes se ter de adaptar a climas algo diferentes. Parece que ultimamente se faz de propósito para mudar tudo em relação às tradições do futebol, mesmo aquilo que estava bem. Enfim, para mim tudo isto é absurdo.

    • Carlos S.
      Posted Setembro 6, 2018 at 4:43 pm

      Essa questão do cansaço vai ser sempre posta em causa, os grandes jogadores vão ter, cada vez mais, de realizar muitos jogos durante a época e em ano de uma grande competição de seleções vão ter de juntar mais uns quantos.
      Muitas dessas viagens e diferenças de clima de que falas não serão maiores do que as que aconteceram no último mundial na Russia por isso não acho que seja por aí.

  • RodolfoTrindade
    Posted Setembro 6, 2018 at 2:30 pm

    Muito esclarecedor este texto!!!

    Apesar de não achar piada, é 1 milhão de vezes melhor que os amigáveis.

  • johnny balls
    Posted Setembro 7, 2018 at 11:14 am

    antes de mais, não são mais jogos, os jogos serão disputados nas mesmas datas FIFA já existentes. a fase de qualificação “normal” é que tem menos jogos. segundo, tb não gosto. terceiro, acho positivo que em 24 selecções vá uma da quarta divisão, dá traquejo

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