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Portugal nas meias-finais do Mundial depois de reviravolta espectacular…nos penaltis!

Portugal 0-0 (5-4 nas g.p) Argentina

Depois de mais um jogo pobre, com Portugal com sinal mais no 1º tempo a Argentina melhor na 2ª parte e um prolongamento cauteloso – mas sempre assente num futebol pouco atractivo – acabaram por ser as grandes penalidades a decidir e dar alguma emoção à partida. Os argentinos chegaram mesmo ao 3-1 (depois de Roderick e Danilo terem falhado os seus penaltis), tiveram duas oportunidades para “matar” a eliminatória, mas a barra e Mika operaram um autêntico milagre e Portugal conseguiu uma reviravolta espectacular (quando já ninguém esperava) e assim se qualificar para as meias-finais do Mundial sub-20.
Destaques

Portugal – Criticamos o futebol praticado, principalmente o treinador, mas também afirmamos (e fomos os primeiros a afirmar) que é assim que se vencem jogos e se ganham Mundiais. Hoje, mais uma prova de que não temos a selecção tecnicamente mais evoluída do Mundo, mas teremos certamente uma das equipas mais sólidas defensivamente, com mais garra e espírito de grupo. 

Nuno Reis – O rapaz tem 20 anos, é uma injustiça para o Peixe (que na nossa opinião foi o 2º melhor) mas é provavelmente o melhor (até este nível de formação) capitão da história das selecções jovens do futebol português. Além da sua liderança defensiva (tem sido um dos 2 melhores centrais deste Mundial e hoje foi o melhor em campo), transmite uma confiança e um espírito aos seus companheiros como há muito não se via. A maneira como uniu o grupo, festejou o golo, e foi “buscar” Roderick é notável. 

Mika – Um bom jogo e decisivo no momento chave: os penaltis. Não só defendeu o 5º da Argentina, como apurou (e lesionado) Portugal para as meias-finais. 

Cedric/Danilo – Tem sido 2 dos melhores elementos da selecção neste Mundial e hoje voltaram a demonstrar o porquê. O lateral “secou” Luque e não teve grandes problemas no seu sector; Já o trinco (ainda esta semana sugerido pelo VM) foi um tampão à frente da defesa. 

Caetano/Nélson Oliveira – O 1º é o único a dar algum virtuosismo ao jogo de Portugal. Foi pena o golo falhado na 1ª parte e o cansaço evidente a meio do 2º tempo; Já o avançado demonstra qualidades físicas e técnicas para ser uma referência no futuro. Apesar de jogar praticamente sozinho, é admirável a maneira como espera pelos apoios, sai a jogar, desequilibra, assume o jogo e muitas vezes organiza.

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