Jogo tranquilo para o City diante de um adversário que havia empatado contra os campeões na 1.ª volta e que esta temporada já bateu Tottenham, Liverpool e Chelsea e empatou frente a Manchester United e Arsenal. Mais do que o golo madrugador de Gabriel, foi a expulsão de Boly logo aos 19′ a condicionar fortemente o plano de jogo de Nuno Espírito Santo. Com uma vantagem numérica e no marcador tão precoce os Citizens aproveitaram para efectuar um jogo em modo de gestão, não forçando muito a toada e aproveitando para dosear energias numa fase em que o calendário aperta. Destaque para Gabriel Jesus, que já fez tantos golos (7) em 3 encontros em 2019 como havia feito nos 24 desafios que realizou até ao ano novo esta temporada.
O Manchester City recebeu e venceu o Wolverhampton por 3-0, mantendo-se assim a 4 pontos do Liverpool na luta pelo título da Premier League. No duelo que fechou a jornada 22 da competição, Bernardo Silva foi titular nos da casa e Rui Patrício, Rúben Neves, João Moutinho e Diogo Jota actuaram de início nos visitantes (Ivan Cavaleiro, Hélder Costa e Vinagre não saíram do banco). Logo aos 10′, Laporte encontrou Sané com um passe fantástico e o alemão assistiu Gabriel Jesus para o 1-0. 9 minutos depois o antigo central de FC Porto e SC Braga Willy Boly entrou de maneira imprudente sobre Bernardo Silva e foi expulso, complicando a tarefa do Wolves. Apesar de estar com 10, a equipa de NES ameaçou o empate através de Jota mas foi o City a fazer o 2-0, num penálti convertido por Gabriel Jesus. No 2.º tempo a formação de Guardiola foi controlando as operações como quis, tendo chegado ao 3-0 final aos 78′ graças a um auto-golo de Coady. Com esta vitória o City chegou aos 53 pontos, estando em 2.º com menos 4 pontos que o Liverpool e mais 5 que o Tottenham, ao passo que o Wolverhampton é 11.º com 29 pontos somados.
XI do Manchester City: Ederson; Walker, Stones, Laporte, Danilo; Fernandinho, Bernardo Silva, David Silva; Sterling, Sané, Gabriel Jesus.
XI do Wolverhampton: Rui Patrício; Doherty, Bennet, Coady, Boly, Jonny; Rúben Neves, Dedoncker, João Moutinho; Diogo Jota, Jiménez.


9 Comentários
The Mo
A expulsão de Boly condicionou o Wolves, e a partir daí o jogo perdeu interesse.
Acho que não fosse aquela expulsão prematura e o jogo seria muito mais equilibrado.
E o que temos
Certo mas ali não há hipótese, é vermelho e o árbitro não pode inventar muito
T. Pinto13
O boly descuidou-se (entrada completamente despropositada) e acabou por condicionar os Wolves. Melhor para o City que geriu e aproveitou para se resguardar para os jogos que se avizinham.
Leandro
O 1º golo do City é uma obra de arte, a maneira como do nada surge um golo é assombrosa. Laporte (o central mais à Guardiola que o próprio teve, e que para mim começa a ser dos melhores do mundo) faz um passe descomunal que atravessa todas a linhas do Wolves (ataque, meio campo e defesa) e o mais impressionante é que o passe é feito pelo chão… Depois a rapidez de Sané e Gabriel fez o resto.
Fernando neves _36
O passe do Laporte para o 1 golo e o lance em que o Ederson sobe até ao meio campo são fantásticos.
RodolfoTrindade
O passe do Laporte é qualquer coisa de fantástico…
Ederson arriscou muito…
NunoLFC
Se o Boly se chamasse Kompany tinha ficado em campo. Ou então bastava ter uma camisola azul. Foi pena.
Fernando neves _36
Ou se ainda jogasse no Porto.
Eagle1991
Resolução de ano novo de Gabriel de Jesus: começar a marcar em catadupa! É como o Ketchup, custa é a sair