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Mudança de Paradigma?

A reinvenção parece assumir-se como um fator fundamental para o sucesso duradouro de uma equipa de futebol. Não podemos alienar-nos desta premissa sob pena de tornarmo-nos previsíveis e obsoletos. No eterno Stade de France, a equipa das Quinas foi capaz de apresentar- se num elevado estado de maturação. A subida ao alto do sepulcro justificou-se, em larga medida, à capacidade de os jogadores reencarnarem em campo aquela mecânica matreira montada pelo engenheiro. Como resultado, o jardim à beira mar plantado viu-se inundado pela exaltação. Esta satisfação foi obviamente resultante de acontecimentos fatuais muito acima das expetativas pré-concebidas. Nem o mais fiel devoto estaria à espera de tão hercúlea conquista. E o futebol é também isto, um jogo de expetativas. Portanto, sustenha-se na memória, que a esmagadora maioria daqueles atletas era proveniente de equipas de menor expressão mundial. A exigência da época era por isso racional. Em três anos, muita coisa mudou. Mais conquistas, mais poder de escolha, mais exigência. A equipa portuguesa vê-se agora frequentada por atletas de craveira mundial, com mais estofo e conhecimento futebolísticos. No entanto, em Belgrado, frente à Sérvia, a filosofia do nosso estilo continuou assente no pragmatismo e calculismo de outrora. A circulação lenta, poucas unidades à frente da linha da bola e com a construção ofensiva a cargo da dupla Danilo-William. O jogo em largura dado pelos laterais a crescer em alternância, bem como com Ronaldo em movimentos de permuta com Guedes. Chegados até aqui, esta é uma reflexão, que pretende questionar o leitor acerca da necessidade que há em mudar-se de paradigma. Não só pelo leque de escolhas, como também pelas conquistas mais recentes, talvez tenha chegado a hora de elevar a nota artística. Veja-se até que a qualidade intrassectorial chega a ser excedentária. Receia-se, porém, que aquele puxar de lenço da mão em pano acastanhado, seja um simbolismo premeditado de Fernando Santos para o exterior. Estes sempre foram os meus princípios, se não gostam, bem… eu não tenho outros.

Visão do Leitor: Luís Couto

24 Comentários

  • E o que temos
    Posted Setembro 9, 2019 at 4:09 pm

    FS nao se vai reinventar com 64 anos. Também nao vai ser despedido após o Euro porque a FPF está mais interessada em continuar na mama do que tentar elevar o nivel da seleção logo vamos continuar a levar com ele e o seu fantastico duplo pivot defensivo (fora o resto das escolhas absurdas).

    • Amigos e bola
      Posted Setembro 9, 2019 at 5:01 pm

      E aquele mítico triplo pivot contra a superpotência Ucrânia?

    • Luis Sousa
      Posted Setembro 9, 2019 at 6:14 pm

      Elevar o nível? Nunca esteve tão elevado como hoje em dia, ganhámos títulos como nunca tínhamos feito e quem sabe quando ou se o voltaremos a fazer. Fintas bonitas e posse de bola sempre tivemos, mas prefiro de longe ganhar as taças. E até parece que o William ou o Danilo são algum Fernando Aguiar…

  • Amigos e bola
    Posted Setembro 9, 2019 at 4:16 pm

    Fantástico texto. Já tinha saudades destas análises sobre a seleção.

    Sobre o conteúdo, concordo em absoluto e já digo isto há anos.
    O Fernando Santos, por muito que tenha sido o primeiro a ter sucesso na seleção, não me convence.

    Com ele 8 em 10 jogos são mediocres, ficando sempre a ideia que é geral no VM de que “jogamos pouquinho”.

    E para uma seleção como Portugal, que se exige ser uma das melhores do mundo pelo seu estatuto adquirido e qualidade de que dispõe, tem que apresentar outro perfume no seu futebol. Ponto.

  • Luis Sousa
    Posted Setembro 9, 2019 at 4:28 pm

    Ganhámos um dos jogos mais difíceis da qualificação, se não o mais difícil, com 4 golos marcados. Ganhámos o europeu e a liga das nações. Mudar para quê? O que querem mais? Certo, podíamos ter feito mais no mundial. Mas isto é uma selecção, nunca terá as rotinas de um clube. Por muita qualidade individual que haja, não é possível criar rotinas que permitam uma qualidade de jogo como os melhores clubes mundiais. Não digo que não possa haver treinadores mais capazes que o Fernando Santos, mas neste contexto as suas opções para mim têm sido excelentes. Num grupo que se reúne com semanas ou meses de intervalo, mantém uma base o mais consistente possível e sem veleidades de querer usar todos os jogadores tecnicistas. Claro que tem que ter em conta o momento de forma dos jogadores, mas numa equipa sem entrosamento a consistência de uma dupla como Danilo-William é muitíssimo valiosa e permite muito maior liberdade aos restantes jogadores ofensivos. Todos vemos a qualidade e o potencial de alguns jogadores que não tem sido utilizados, mas seria péssimo desperdiçar um esquema de jogo que tem trazido resultados para apressar a inclusão de um ou outro jogador.

    • Tiago Silva
      Posted Setembro 9, 2019 at 5:06 pm

      Completamente de acordo! Temos ganho e até nem tem sido sempre 1-0 e assim, a nossa qualidade exibicional também tem melhorado. E concordo, não se conseguem criar rotinas em poucas semanas de trabalho.

      Os novos jogadores têm sido integrados com calma, a equipa anda a ganhar, o nosso grupo está forte. Se poderíamos jogar melhor? Claro, e é para isso que temos que trabalhar, mas não se deve fazer uma mudança profunda, alguns ajustes táticos de forma a aperfeiçoar o nosso jogo, isso claro.

      Agora espero que seja uma goleada à Lituânia, e de preferência com alguma rotação, mas não muita, temos que garantir a vitória. Apostaria em Patrício, Cancelo, Rúben Dias, Carriço, Guerreiro, Rúben Neves, Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Rafa, João Félix e Ronaldo. E gostava de ver, se estivesse a correr bem, jogadores como o Diogo Jota ou o Renato Sanches a entrarem.

    • Sirius86
      Posted Setembro 9, 2019 at 6:00 pm

      Concordo totalmente, a própria França ganhou o mundial com um futebol mais pragmático do que no Euro 2016. O segredo do sucesso de selecções como a Espanha e a Alemanha, e a Itália de há uns anos atrás é ter uma base fixa de jogadores.
      Nesta convocatória apenas acho que faltou mesmo um PL, o FS achou que a Sérvia ia tentar controlar o jogo e escalou um 11 para jogar em contra-ataque, vindo-se em ataque organizado Portugal sentiu-se perdido, jogou demasiado pelos flancos frequentemente sem ninguém na área a quem cruzar, mas corrigimos isso a tempo. Amanhã espero que Ronaldo tenha uma companhia mais próxima, André Silva desempenhava esse papel muito bem principalmente sem bola, Félix é melhor com bola mas ainda é uma incógnita em termos de compatibilidade com Ronaldo, contra
      Sérvia apareceram uma ou duas vezes a atacar o mesmo espaço, ainda assim espero que esteja no onze contra a Lituânia.

    • Pésquerdo
      Posted Setembro 10, 2019 at 2:33 pm

      Concordo contigo, embora não possamos tapar os olhos e dizer que jogamos bem, o facto é que ganhamos e temos uma selecção consistente e vencedora.
      O problema aqui, para mim, encontra-se fundamentalmente numa questão de clubismo do pessoal.

  • Antonio Clismo
    Posted Setembro 9, 2019 at 4:29 pm

    A FPF tem que definir que estilo de jogadores terá disponíveis para a selecção na próxima década. Eu diria que Portugal está a passar pela melhor fase de sempre no que toca à selecção e está a ser feito um excelente trabalho na formação (embora assente no trabalho de um clube apenas, mas pronto) e a pool de seleccionáveis é cada vez maior.

    É importantíssimo ter influência para continuar a colocar os nossos melhores jovens jogadores em bons clubes das melhores Ligas. Olhem por exemplo o Thierry Correia, mesmo com dificuldades a acompanhar o nível do Sporting e quando já todos falavam de um empréstimo ao Estoril, eis que é colocado no Valência e terá assim contacto com o topo do futebol. Tais medidas fizeram com que o Bernardo Silva, Cancelo, Guedes, Semedo, Jota, Félix etc sejam os jogadores que são hoje porque quando se tem talento é mais fácil dar nas vistas num Mónaco, Valência ou Wolves do que ser emprestado ao Estoril ou Vit. de Setúbal, que era onde todos esses acabariam se o paradigma do passado ainda se mantivesse.

    É no entanto necessário ter atenção a certas posições em que escasseiam opções, como é o caso de Guarda Redes e centrais. Podem ganhar jogos com o talento do meio campo e ataque mas geralmente nunca irão longe nas competições internacionais sem GR e centrais de topo.

    Rui Patrício está com 31 anos, Pepe 36, José Fonte 35, Bruno Alves 37 e só ainda não chamam o Ricardo Carvalho porque pareceria mal.

    A integração dos novos elementos está a ser feita com calma e é assim que tem que ser feita porque os elementos mais velhos têm muita experiência para passar para os mais novos e não se pode revolucionar abruptamente uma selecção, pois o grupo ficaria logo descaracterizado.

    A FPF é hoje um organismo profissional e o espírito de equipa hoje não tem nada a ver com o espírito de equipa por exemplo dos anos 90 em que os jogadores iam à selecção fazer o que bem lhes passava pela cabeça, a maior parte das vezes iam fazer frete (se jogassem no estrangeiro) e os que jogavam cá estavam divididos entre Norte-Sul. O ambiente sempre foi de cortar à faca e a FPF estava geralmente na mão dos jogadores.

    Hoje em dia já não é bem assim. Os mais velhos passam uma mística de trabalho e amor à selecção que é contagiante para quem está a começar. Hoje em dia ir à selecção faz de um jogador um melhor jogador.

    Se os jogadores não se aburguesarem entretanto, e se mantiverem esta fome de futebol, não ficaria surpreendido se Portugal se voltasse a sagrar campeão europeu no próximo ano.

  • Kacal
    Posted Setembro 9, 2019 at 4:41 pm

    Acho que a saída de bola/construção de jogo no meio-campo e a falta de gente na área são dois problemas bem notórios. Talvez sejam resolvidos ao colocar um médio com outra qualidade em vez do Danilo como Rúben Neves ou até arriscar mais com Bruno Fernandes. E ter um Félix na frente com Ronaldo. Mas claro que a própria dinâmica colectiva precisa de melhorar e não sei até que ponto será com Fernando Santos essa melhoria. Gostava de ver Cancelo, Rúben Neves e Félix no XI contra a Lituânia!

    • Luis Sousa
      Posted Setembro 9, 2019 at 6:35 pm

      O Cancelo jogará certamente pela lesão do Semedo. Mas contra uma equipa forte fisicamente não tirava William, Danilo, Ronaldo nem o Guedes pelo menos. O Bernardo também faz toda a diferença. Mesmo o Bruno Fernandes pode ser importante pela meia distância num relvado sintético. Tirando o Semedo, eu mantinha o 11.

      • Kacal
        Posted Setembro 9, 2019 at 8:20 pm

        O físico não ligo muito, caso a equipa tenha atitude e defenda como um todo, o importante é ter bola, tendo bola conseguiremos dominar. Penso que jogar com William – Rúben Neves no meio-campo e o Bruno Fernandes a médio interior não seria mal pensado. Eu não o tirava. Tirava sim o Danilo e Guedes.

    • Antonio Clismo
      Posted Setembro 9, 2019 at 6:55 pm

      Em termos de renovação acho que Portugal está a fazer melhor do que a Espanha.

      Quando Sérgio Ramos abandonar a Espanha fica sem defesa. Em termos de centrais ainda estão piores que nós. A ver vamos se aquele tipo que o Jorge Jesus foi buscar para o Flamengo não chega à selecção a curto/médio prazo.

      • Kacal
        Posted Setembro 9, 2019 at 8:25 pm

        Sim, concordo. Em termos de renovação estamos a trabalhar bem e o talento está a despontar, o seleccionador é que a médio prazo terá que mudar para darmos o passo seguinte pelo menos, mas também não é fácil trabalhar um modelo de jogo reunindo a equipa de vez em quando, dá pouco tempo. Embora o FS já tenha anos há frente da selecção, claro. Mas concordo com o que disseste.

  • Joaquim O
    Posted Setembro 9, 2019 at 7:57 pm

    renovar é uma coisa, mas também precisamos de ter bons resultados nas competições internacionais, ora desde 2016 somos bastantes mediocres, apesar de ganharmos uns jogos áqui e ali.

  • Pormenor Tatico
    Posted Setembro 9, 2019 at 8:00 pm

    Nunca tivemos um seleccionador tão fraco como Fernando Santos, a melhor geração de sempre entregue a este homem, é preciso ter mesmo azar.

    Tinhamos selecção para vencer Euros e Mundials e com Fernando Santos vamos ficar sempre aquém, somos horríveis em todos os momentos de jogo, não jogamos um futebol apoiado, os setores estão sempre distantes, pressionamos pouco e mal, poucos apoios ao portador de bola e pouca gente na frente, uma transição defensiva muito fraca também, mal posicionados na perda e claro mais dificuldades para controlar o jogo.

    • Mike-UK
      Posted Setembro 9, 2019 at 9:07 pm

      Sem dúvida, andou o Scolari, campeão do mundo, a orientar coxos e a ganhar euros e mundiais e vem este actual seleccionador fraquíssimo com esta equipa de categoria (só a dupla de centrais é top-3 mundial) e nem uma taça da liga levamos para casa.
      Do que isto precisava era de um Salazar em cada esquina oh migo!

      • Amigos e bola
        Posted Setembro 9, 2019 at 9:30 pm

        Nem tanto ao mar nem tanto à terra.

        Quer um, quer outro não são nenhuns selecionadores fora de série

  • mcthespecialone
    Posted Setembro 9, 2019 at 8:42 pm

    A filosofia de Fernando Santos tem sido sempre esta na Seleção. Uma equipa que ataca a pensar no momento da perda. Obcecada em não se desiquilibrar. E enquanto ele for o selecionador esta irá manter-se. É aquilo que ele acredita aproximar mais a equipa da vitória. São as suas convicções e para todos os treinadores que treinam a um nível top, estas são inegociaveis. Andar ao sabor do que os outros acham nunca levou ninguém ao sucesso.

    Ao contrário da filosofia, o modelo de jogo de Fernando Santos tem se alterado bastante desde que assumiu a seleção. Já adotou tanto o 4-4-2 como o 4-3-3. Shifts que têm acontecido, a meu ver, mais pela queda de forma de alguns elementos (João Mário, Adrien, Renato, etc) e pelo surgimento de outros novos valores (Guedes, Félix, Bernardo Silva, Rúben Neves, etc) do que propriamente por iniciativa do FS. E nisso ninguém lhe pode apontar o dedo. Ele sabe no que é que cada um pode ser útil e procura aproveitar as caraterísticas dos jogadores (em melhor momento de forma) para criar o tal modelo que permita cumprir as premissas da sua filosofia ou seja, o calculismo e o pragmatismo referido pelo Luís Couto.

    Apesar de tudo, é possível jogar um futebol mais vistoso mantendo esta filosofia. Prova disso foram os jogos do ano passado (1-0 vs Itália e 2-3 vs Polónia). Nessa altura o futebol de Portugal foi muito elogiado. O que é mudou daí para cá? Tanto o modelo como a filosofia eram os mesmos de agora. Uma equipa de equilíbrios e a pensar sempre na segurança. A única coisa que mudou foram algumas dinâmicas também decorrentes de alterações (Pizzi, Rafa, André Silva, Rúben Neves, Cancelo, Pepe e Mário Rui estiveram nesses 2 jogos e neste jogo não foram titulares). Por exemplo, Bernardo Silva a jogar com Cancelo a subir nas suas costas é diferente de Bernardo Silva a jogar com Nelson Semedo a subir nas suas costas. O entendimento é diferente até porque o Bernardo conhece muito melhor o Cancelo em virtude da sua coexistencia nos tempos da formação do Benfica. Onde é que eu quero chegar com isto? O conhecimento entre cada jogador também influencia as dinâmicas criadas. Ainda mais numa seleção visto que que há pouco tempo para criar rotinas.

  • lavagante
    Posted Setembro 9, 2019 at 8:45 pm

    Que a minha imagem de perfil não vos iluda.

    É verdade que não jogamos nada por aí além desde que Fernando Santos assumiu o cargo, e que a velha máxima do “se jogarmos bem estamos mais perto de ganhar”, mas não jogando bem já vencemos duas competições de seleções!

    Deixo aqui uma questão que me parece pertinente: quem estaria interessado em assumir a seleção já amanhã? JJ, Mourinho?

    SL

    • lavagante
      Posted Setembro 9, 2019 at 8:51 pm

      *que a velha máxima do “se jogarmos bem estamos mais perto de ganhar” é totalmente verdadeira

  • Antonio Clismo
    Posted Setembro 10, 2019 at 1:07 am

    Portugal tem cada vez mais treinadores de qualidade mas para treinar a selecção são poucos os que reunem consenso.

    Para serem consensuais é quase que obrigatório ter passado pelos 3 grandes e estrangeiro (fernando santos é dos treinadores mais consensuais da história da selecção) o que faltou a carlos queiroz e ao paulo bento, por exemplo, nomes ligados ao sporting que os adeptos benfiquistas e portistas nunca deram um milimetro de espaço.

    Mourinho, jesualdo ferreira ou jorge jesus partiriam na linha da frente mas poderiam haver surpresas.

    Há caras novas que poderiam fazer um trabalho fenomenal à frente da selecção, sem nunca terem estado ligados a nenhum clube. Uma aposta de risco como foi Joachim low na alemanha.

  • Pésquerdo
    Posted Setembro 10, 2019 at 2:28 pm

    Bem, embora concorde e muito que jogamos pouco para o que temos à disposição, é um facto que ainda devemos ter uma conquista na Liga das Nações bem presente na memória.
    Não é um Mundial, um Euro, nem sequer uma taça das confederações, mas é uma conquista.

    Penso que aqui devemos ser pragmáticos. Esta Selecção vai apurar-se para o Euro e depois é esperar para ver como corre… penso que só depois daí podemos tirar ilações sobre o caminho que se deve seguir, de acordo com o nosso percurso na prova e opções disponíveis na altura.
    Assim como Fernando Santos se encontra em fase final da sua carreira, esta equipa está num ponto de viragem a nível de opções e de estilos de jogo nos atletas que a compõem. Quiçá seja mesmo o mais acertado uma mudança de mentalidade (ou “reinventar” esta equipa) mas nunca ocorrerá com o engenheiro no comando nem antes de meados de Julho de 2020.

    Até lá resta-nos desfrutar do pragmatismo desta equipa, que por um lado não nos encanta, mas por outro também sabemos que raramente nos deixa apanhar um banho de balde de água fria.

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