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Alarcón é suspenso quatro anos por doping e perde os dois títulos da Volta a Portugal

Mais uma mancha negra no ciclismo português, sendo que os casos na equipa da W52-FC Porto já são recorrentes. Inclusive o próprio director desportivo foi apanhado nas malhas do doping.

Raúl Alarcón vencedor da Volta a Portugal em 2017 e 2018, foi suspenso por quatro anos por “uso de métodos e/ou substâncias proibidas”. Segundo a lista de suspensões atualizada na terça-feira pela UCI, os resultados desportivos do espanhol, da W52-FC Porto, são anulados entre 28 de julho de 2015 e 21 de outubro de 2019, pelo que ‘perde’ as Voltas a Portugal conquistadas. Recorde-se que Alarcón em 2017 ficou à frente de Amaro Antunes, e no ano seguinte bateu Jóni Brandão.

26 Comentários

  • Luis Sousa
    Posted Março 10, 2021 at 6:29 pm

    Quais foram os outros casos de doping na W52-FC Porto?

    • Pedro Barbosa
      Posted Março 10, 2021 at 7:33 pm

      De cabeça no nos últimos anos:
      – Edgar Pinto, na mesma lista de suspensões de Outubro em conjunto com o Alarcón
      – O César Fonte e o Rui VInhas em 2019, uso de Betametasona (um anti-inflamatório)

      • Luis Sousa
        Posted Março 10, 2021 at 11:37 pm

        Anti-inflamatório é doping? Não me recordo de o Rui Vinhas ter sido condenado! E as análises do Edgar Pinto não foram antes de estar na W52-FC Porto?

        • Pedro Barbosa
          Posted Março 11, 2021 at 8:25 am

          Os nomes que apresentei foram aqueles que me lembrei na hora de terem tido controlos positivos enquanto ciclistas da W52. Se calhar perguntavas quais os casos de condenação por isso vou ser mais correcto no meu post para que não pareça a quem leia que todos os casos de doping são iguais, que é o que parece quando só disse nomes e mais nenhuma informação. Uma suspensão preventiva após um controlo positivo a uma substância ou discrepâncias no passaporte biológico não quer automaticamente dizer que o ciclista seja condenado. Tenho ideia que a maioria dos ciclistas que tiveram controlos positivos acabam por conseguir justificar a sua utilização (tratamento de lesões é o mais vulgar) e são ilibados, no entanto não deixa de ser um positivo (algo que nenhum atleta quer ter).

          Dos quatro ciclistas, só o Raul Alarcón é que teve uma suspensão permanente por, assumo, não ter conseguido justificar os valores anormais no seu passaporte biológico. O Rui Vinhas e o César Fonte foram ilibados no processo (ambos foram a um hospital e tinham documentação por isso não precisavam de TUE), apesar de eu considerar pouco prudente continuarem a competir quando estão em risco de acusar. E tens razão em relação ao Edgar Pinto, fui ler e realmente diz respeito a amostras antes de ter sido contratado para a W52, erro meu pois não sabia os pormenores.

          A Betametasona é um corticoide e como tal é uma substância banida em competição, contudo há flexibilidade quando é por recomendação médica, apesar que depois é uma discussão imensa se a tal recomendação foi correcta ou não. Pessoalmente preferiria que as regras fossem mais simples e talvez devessem obrigar os atletas a retirar-se de prova se precisarem de tomar. Claro que é complicado porque poderia gerar efeitos perversos (como por exemplo compelir ciclistas a ignorar dores/lesões para se manterem em prova) mas acho que poder-se-iam criar medidas junto com as equipas que mitigassem isso.

  • Sombras
    Posted Março 10, 2021 at 8:44 pm

    Que surpresa. Quando eu dizia que isto era limpinho, era acusado de ser um hater, mas esta é a verdadeira razão porque o Porto não faz mais provas internacionais: porque estão dopados até aos cabelos.

  • NR7
    Posted Março 10, 2021 at 9:42 pm

    Nada previsível…

    O ponto negativo é que vão continuar a tratar esta bela modalidade como “isso é tudo doping”, quando estamos a falar da modalidade, provavelmente, onde existem mais testes de doping para os desportistas e equipas presentes. Esperemos que assim não seja e todos possam distinguir bem as situações da incrível modalidade em si.

    O ponto positivo é que o Sporting, em princípio, ficará aqui com um título. Sempre valeu a pena a decisão de se juntarem ao Tavira e de terem voltado ao mundo do ciclismo, apesar de tudo.

  • DNowitzki
    Posted Março 11, 2021 at 12:45 am

    O ciclismo é a modalidade que mais me apaixonou desde sempre. No início, estava entre o ciclismo e o hóquei em patins, despertado por aqueles fabulosos relatos via antiga Comercial, pelas vozes de Abel Figueiredo, Costa Monteiro e tantos outros, com equipas míticas como a Oliveirense, a Sanjoanense, o Carvalhos, o Infante de sagres, o Oeiras, etc.

    Depois, o ciclismo venceu, por causa do mitos como o canibal belga, que já não vi correr, mas de que ouvi e li as imensas proezas, sem esquecer, obviamente, o nosso Agostinho (queria lá saber se o Agostinho era do Sporting; para mim, era de todos nós e meu, em especial!), e Bernard Hinault, o ídolo de sempre. Aqueles anos 80 eram bem mais espetaculares do que os de hoje, porque as corridas eram mais selvagens, com muito menos controlo do que atualmente. Hoje, o Hinault atacava a meio da etapa e ganhava a minutos; amanhã, ia o Zoetemelg, ou o Lemond, ou o Raas, ou o Winnen, ou o Herrera e ganhava(m) 5.

    Nos anos 90, perdi um pouco o fio à meada, porque valores mais altos de levantaram. No final da década, apareceu o trapaceiro norte-americano, que sempre jurei que era isso mesmo: um embuste. Apesar de ver menos ciclismo, como já referi, ainda acompanhava sobretudo o Tour, e conhecia bem o boneco deste que começou a aparecer em corridas nos EUA, e sempre achei que ele não podia andar aquilo tudo. E afastei-me ainda mais.

    Só regressei com Contador: adoro aquele estilo, de sair disparado a meio das montanhas; o ataque e o contra-ataque, a luta, a sós, com a montanha… É também por isso que «detesto» a Sky. Mas mesmo este foi apanhado nas malhas.

    Hoje, vejo com expectativa, mas com medo aquele rapaz que se esbardalhou todo a época passada. Porém, tudo parece tão fantástico que dá para desconfiar.

    Para concluir, é difícil resistir a estas trafulhices todas, mas o homem e a bicicleta serão sempre uma paixão desmedida. E, nesta altura, espero que o frio de rachar se vá embora para me fazer também à estrada e aproveitar os poucos anos de vitalidade que me restam.

    • Filipe__Santos
      Posted Março 11, 2021 at 9:41 am

      Apesar de não estar tão ligado a nenhuma das modalidades dessa forma tão intensa, identifiquei-me bastante com esse comentário. Primeiro porque alguns dos momentos desportivos mais intensos que vivi in loco foram no mítico Caldeirão da Sanjoanense (vejam no youtube o vídeo do jogo da subida da ADS à primeira divisão em 2013 ou 2014). Ainda ontem houve um surpreendente Sanjoanense 4-4 Oliveirense/Simoldes. É uma rivalidade muito engraçada, principalmente no Hóquei.

      Depois quanto ao ciclismo, entre os meus 14 e 22 organizava a minha vida para ter sempre horário de ver o Giro, o Tour, a Volta e a Vuelta. Ao contrário de ti, nunca desconfiei do batoteiro.

      Agora com o teletrabalho tenho tido mais disponibilidade para ir pondo o olho com frequência. Para além do Remco (vamos ver se aquela queda não terá sequelas…), há uma panóplia incrível de ciclistas jovens que parecem ter condições para criar memórias fortes. A própria INEOS está a começar de abandonar o estilo controlador e deixar os seus jovens voar. mas do pelotão todo, destaco o Pogacar. Caraças. O que é aquilo?
      Esou predisposto a acreditar que esta geração está limpa, e que esta força se deve muito ao facto de ser a primeira a beneficiar realmente de todos os avanços da ciência humana e do desporto.

  • Leandro
    Posted Março 11, 2021 at 1:17 am

    E no futebol ?

  • Miguel Lopes
    Posted Março 11, 2021 at 9:57 am

    Eu sempre gostei de ciclismo, mas não sou crente para acreditar que não há doping no ciclismo. Sempre houve e sempre haverá, não é possível o corpo humano fazer provas de 200 Km várias vezes, subindo e descendo montanhas, sem tomarem algo que os ajude.
    Como é óbvio, muitos deles usam doping e nem sabem, ou utilizam produtos que ainda não constam da lista dos proibidos.
    Relativamente à W52, já havia histórico antes de fazerem o protocolo com o Porto.

  • Peter S
    Posted Março 11, 2021 at 12:00 pm

    Podemos fingir que o ciclismo não está há anos encharcado em doping. Podemos fingir que as vitórias eram só da W52 e os casos de doping são só do FCPorto. Podemos fingir que, se um ciclista se dopou, então toda a equipa de futebol se dopou também (até já vi escrito que o Porto só eliminou a Juve, porque estavam todos dopados).

    Podemos fazer isto tudo, claro, mas só se quisermos ser desonestos.

    • Rush
      Posted Março 11, 2021 at 4:11 pm

      Podemos também fingir que hoje em dia o controlo não é muito mais apertado que era há 20 anos, mas mais uma vez estaríamos a ser desonestos.

      O combate ao doping melhorou bastante e o número de casos baixou bastante (sobretudo no World Tour) e por isso não é verdade que o desporto esteja encharcado em doping. Agora quando falamos da Volta a Portugal a situação é completamente diferente e mais casos seriam descobertos se houvesse um controlo minimamente decente.

  • Antonio Clismo
    Posted Março 11, 2021 at 1:47 pm

    Ciclismo é um desporto individual em contraponto com o futebol que é um desporto colectivo. Certas práticas que são consideradas como doping no cliclismo já não o são no futebol, como por exemplo transfusões sanguíneas. Ou como acham que os jogadores estão sempre prontos e frescos para jogar jogos importantes de 3 em 3 dias?

    Porque acham que as pré-épocas são feitas de uma forma comum em altitude (o benfica costuma ir sempre para a suiça, por exemplo) para que esse sangue altamente oxigenado seja retirado e utilizado durante a época nas fases mais importantes e concentradas de jogos.

    Esqueçamos que em Portugal não exista controlo antidoping algum, ou que certos laboratórios estão na mão de certos clubes e que ninguém fala disto e nem sequer há vontade de alguém vir dar a cara para se queimar para sempre, mas pelo menos as transfusões são permitidas no futebol.

    Neste momento as equipas profissionais de futebol têm mais fisiologistas e cientistas de alto rendimento a acompanhar a equipa do que treinadores adjuntos e restante staff. E nada lhes escapa (pelo menos aos departamentos mais profissionais). Se um jogador comer uma maçã, o departamento de alto rendimento sabe; se um jogador comer uma bola de berlim, vão saber; se um jogador não tiver descansado o suficiente, vão saber também. Tudo são dados. Tudo é controlado.

    Os departamentos de alto rendimento dos clubes portugueses (pelo menos os 3 grandes) estão a anos luz de avanço do controlo anti-doping da liga e da FPF. Obviamente que nunca serão apanhados de forma nenhuma.

    • Joga_Bonito
      Posted Março 11, 2021 at 4:49 pm

      A tua fixação com o Benfica devia ser caso de estudo. Acaso sugeres que o Benfica se dopa? É que é a piada do ano, a equipa do Benfica tem níveis físicos miseráveis, a maioria não consegue jogar sequer 90 minutos em condições mínimas.
      Chega a ser ridiculo as tuas teorias, no Benfica se há coisa que não se suspeita é de doping, aqueles jogadores parecem meninos franzinos, que nem aguentam 90 minutos, onde é que vês doping? Se dopados são esta miséria física, então no estado normal eram ultrapassados por velhinhos de 80 anos não?

    • Louco de Lisboa
      Posted Março 11, 2021 at 4:53 pm

      Ah ciclismo, esse grande desporto individual…

    • Francisco Torgal
      Posted Março 12, 2021 at 3:49 am

      Sabes o tempo que é preciso estar a uma altitude bem maior do que a dos jogos na Suíça para ter a contagem de glóbulos aumentada o suficiente para fazer isso? Não é 1 semana ou 2. Sabes quanta quantidade de sangue é preciso retirar para durar a época toda?
      Sabes que os jogadores não fazem isso?

      Não sabes.

  • Joga_Bonito
    Posted Março 11, 2021 at 4:44 pm

    Que me perdoem os muitos afficionados do ciclismo que aqui vejo no VM, mas eu já há muito tempo não sigo este desporto por conta disto. Adoro no desporto a criação de heróis que nos legam imagens de sacrifício e abnegação e todos os anos os fans acabam de coração partido com tantos casos de doping. Torna-se impossível torcer por alguém assim.
    Ainda por cima, com tanto doping pode-se sempre perguntar “às tantas até poderia ser um verdadeiro campeão, porque ganhou dopado contra outros dopados”, mas até para isso ser verdade todos teriam de estar ao mesmo nível dos “suplementos” que tomam. Como saberemos isso? Torna-se impossível seguir um desporto onde nem sabemos qual o nível real dos atletas.

    • Rush
      Posted Março 11, 2021 at 6:13 pm

      Começas por assumir que há muito que deixaste de seguir o ciclismo mas, logo se seguida, dizes que está cheio de casos de doping. Como é que podes então concluir que o ciclismo está infestado de casos de doping se não acompanhas o desporto?

      Faz lembrar aqueles que não acompanham desportos motorizados e, quando um acidente é noticiado, vêm logo dizer que é um desporto cheio de malucos e por em causa a sua segurança.

      No ciclismo continua e continuará a haver casos de doping, agora há que ser honesto e reconhecer que o desporto está muito mais limpo do que há 15 ou 20 anos e parar de tratar o doping como um problema que é exclusivo do ciclismo e por em causa toda e qualquer performance acima da média dos atletas, até porque há outros desportos com escândalos de doping muito mais recentes que não recebem nem metade das críticas.

      • Joga_Bonito
        Posted Março 11, 2021 at 7:16 pm

        Não é preciso seguir atentamente este desporto para saber o que se passa, basta abrir as páginas de jornais com casos constantes de dopings envolvendo campeões…sim campeões, não o tipo que fica em último. E isto é recorrente. Em nenhum momento disse que o ciclismo é o único que tem doping, mas que acho que o problema está descontrolado e com tantos campeões que são logo desqualificados fica difícil apaixonar-se pelo desporto.

        • Rush
          Posted Março 11, 2021 at 9:11 pm

          Dá-me um exemplo de um desses “campeões”. Diz alguém que tenha sido suspenso nos últimos 5 ou 6 anos depois de ter ganho uma grande volta, um momento, etc. (só nos últimos 5 ou 6 meses lembro-me de vários no atletismo por exemplo).

          Não é correto nem justo alguém que não acompanha a modalidade criticá-la com base no que se passava há 20 anos.

          • Joga_Bonito
            Posted Março 11, 2021 at 10:48 pm

            Exemplo de um dos campeões, quando o vencedor de duas voltas a Portugal perdeu os títulos? Estamos a brincar? Eu não disse que todos os campeões foram apanhados, mas vários têm sido e não só, muitos pequenos também o têm sido, o que coloca questões, porque se estão dopados e perdem, os que ganham hão-de estar limpos?
            Ninguém falou somente nas grandes voltas, nem o doping se vê pelas grandes voltas. Ou vamos esquecer que Armstrong e outros mentiram até ao final, foram protegidos e só depois de anos de processos é que caíram?
            Isso dos campeões que não foram suspensos deixou de valer depois do mítico argumento de Armnstrong que dizia que era o homem mais testado do mundo, tinha passado mais de 500 testes e depois foi o que se viu…

            • Rush
              Posted Março 12, 2021 at 12:27 am

              Ou seja, nenhum. Disseste que eram constantes os casos de doping com campeões mas quando te pedi um exemplo relativamente recente não o soubeste dar (e bem, porque não os há).
              Depois tentas desvalorizar este facto dizendo que não vale de nada não haver suspensões porque o Armstrong foi estado imensas vezes sem nunca dar (pelo menos publicamente) positivo, mostrando mais uma vez que tens de recuar 15 ou 20 anos para arranjar exemplos que sirvam a tua narrativa.
              Portanto, justificas o estado de descontrolo do ciclismo com casos de doping imaginários e, quando te vês sem argumentos, recorres ao clássico: “Ah mas o Armstrong…”.
              Quanto ao Alarcón basta leres o que já comentei mais abaixo. A evolução no combate ao doping no ciclismo português não é demonstrativa do que se passa lá fora, estando nós nesse aspeto mais próximos da América do Sul do que do resto da Europa. Como tal o positivo do Alarcón não serve para provar coisa nenhuma acerca do ciclismo internacional. Mais, se, como sugeres, as equipas do world tour não tivessem problemas a incorrer nessas práticas não achas que não o tinham vindo buscar depois dele ter despachado o Quintana na Volta às Astúrias e de ter ganho 2 Voltas a Portugal com números brutais? Não o fizeram porque qualquer pessoa com dois dedos de teste sabia que o que ele estava a fazer era absurdo e que em provas world tour era apanhado num instante.

              Da próxima vez que saíres da toca para malhar no ciclismo tenta pesquisar um bocadinho antes para evitares trocar os pés pelas mãos.

              • Joga_Bonito
                Posted Março 12, 2021 at 1:37 pm

                Já ve viu que és um fanático que inclsuive distorce as coisas.Para haver provas de que há doping no ciclismo não tem apenas de apanhar os campeões das grandes voltas, porque durante anos, muitos dos peixes grandes nunca eram apanhados, mas sim os pequenos, e foi por aí que muita gente passou a questionar-se como é que era possível o pelotão dos de baixo estar dopado e os vencedores estarem limpos? Mas como és um dos fanáticos que quer ficar cego distorces as coisas, um elemento do senso comum dita que quando muitos, mesmos dos pequenos acusam doping, os que ganham mais têm de estar numa dada altura sob suspeita, mas vamos fingir que os campeões porque não são expostos estão limpos, argumento que desde o Armstrong não cola mais.
                Chegas ao ponto de distorcer as coisas e afirmares que eu falei de campeões das grandes voltas quando eu nunca disse campeões das grandes voltas, falei de campeões no geral, como em casos como os do Alarcón, mas fazes a táctica célebre de distorcer as coisas, finges que não percebes que eu disse campeões no geral, para puxares para os campeões das grandes voltas, em que têm sido pouco apanhados, para tentares passar a imagem que tens razão, fugindo para um critério que te interessa. Só que quem mete os pés pelas mãos és tu, porque isso é a típica táctica dos fanáticos, que puxam para os critérios que lhes interessam.
                Não interessa se o caso Armstrong tem 15 ou 20 anos, até poderiam ser 100 anos, o que me ficou na memória e de muita gente foram as sucessivas declarações veementes de negação dele, os mais de 500 testes que passou em que nada acusou, porque sabia como contornar os testes e mais tarde se percebeu que ele estava muito à frente do seu tempo. E não esquecer as substâncias que estão sempre a ser geradas e que já circulam nos atletas e que depois se perceberão que são dopantes, mas como nãao se pode punir com efeitos retroactivos, nada feito. Por isso alguém não acusar nada num teste conta ZERO! Um campeão de uma grande volta não ser apanhado publicamente conta ZERO, todos percebemos com o Armostrong o que se passou, ele foi protegido até ao fim porque dava imenso dinheiro em publicidade. Ele e muitos outros. Porque estes eventos contam com muito dinheiro e todos querem é audiências altas, e desde que alguém as dê o resto não conta.
                Desde o caso de Armstromng que qualquer pessoas com dois dedos de testa percebe como funciona os meandros deste desporto, mesmo que agora se tente controlar mais a questão.
                Se quer ser feliz a ver uma corrida que seja, mesmo que seja uma mentira, não venha é censurar os outros que têm o direito de rejeitar serem feitos parvos anos após anos.

                • Rush
                  Posted Março 12, 2021 at 4:05 pm

                  Não podes dizer o combate ao doping não evoluiu quando não segues o desporto. Vai ver as listas de suspensões anuais da UCI e vê como o número de casos no ciclismo de alto nível tem baixado ao longos dos anos. A grande maioria dos casos atuais ocorre na América do Sul e Central onde o combate ao doping está ainda muito atrás do que acontece na Europa e, com o sucesso de corredores como o Urán, Quintana, Carapaz, etc., os jovens ciclistas desses países começaram a ser muito mais acompanhados e a ter muito mais incentivo para recorrer ao doping.
                  Não venhas é por em causa tudo e todos quando não fazes ideia do que estás a falar. Não julgues os ciclistas de agora pelo que os de há 20 anos fizeram.

  • Pyros
    Posted Março 12, 2021 at 3:59 pm

    Isto não é um desporto, é um concurso de dopping. Por motivos diferentes faz-me lembrar a marcha – o vencedor parece-me ser quem não é apanhado a violar as regras (embora a natureza da violação seja muito diferente)

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