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Vídeo: O livre na Ligue 1 que está a correr o Mundo

Armand Laurienté (Lorient) marcou um livre do outro Mundo frente ao Nantes, para a 30.ª jornada da Ligue 1.

8 Comentários

  • AlexanderSearch
    Posted Março 22, 2021 at 10:29 am

    Juninho Pernambucano és tu?

  • Day
    Posted Março 22, 2021 at 12:24 pm

    Também pensei no mesmo, Incrível.

  • coach407
    Posted Março 22, 2021 at 1:12 pm

    Ui é um golaço, mas a Uhlsport Elysia 2021 parece uma Jabulani 2.0, muito complicado prever a trajetória da bola.

    Não sei quando foi a última vez que se viu uma média de golos tão alta no campeonato francês, mas pelo menos neste século nunca se marcou tantos golos no campeonato francês. A Ligue 1, neste momento, tem uma média de golos superior à Premier League, o que é extremamente incomum.

    Um pouco off-topic:
    Claro que não se compara à Bundesliga que quem acompanha sabe que tem um futebol mais à holandês que propriamente de mestria tática. Claro que provavelmente não estão preparados para essa conversa e é muito complicado contrariar a formatação cultural de que na Alemanha é tudo super rígido e certinho. Não, a organização defensiva do futebol alemão tem-se vindo a tornar cada vez mais miserável, mesmo ao ponto de se comparar com o futebol holandês e não o futebol “rígido” que as pessoas gostam de pensar que é praticado na Alemanha. A média de golos na Alemanha na época passada foi de 3,21, um dos valores mais altos da história, apesar da Holanda há poucos anos ter feito uns incríveis 3,45.

    Aliás, não admira que a Alemanha contra Espanha apresente uma seleção cujo 11 inicial do meio-campo para a frente é Goretzka, Gundogan, Kroos, Gnabry, Sané e Werner (típico ponta de lança que se dá muito melhor em campeonatos como o alemão, holandês ou os sul-americanos) e depois na defesa tenha jogado com Robin Koch, Matthias Ginter, Nicklas Sule e Philipp Max. Depois na baliza voltam a ter opções fantásticas, guarda-redes com excelentes pés e com ótimo controlo de profundidade. Porquê? Uma das variáveis é que é complicado jogar na Alemanha sem controlar a profundidade e ter bons pés porque há sempre muita responsabilidade para o guarda-redes fora dos postes devido à forma como as equipas jogam. Claro que nunca existirá apenas 1 motivo e sempre existirão exceções.

    Aliás, não admira que o Weigl tenha de vir para Portugal, um futebol muito mais evoluído em termos defensivos, para realmente se tornar um médio defensivo digno do nome “defensivo”. Aliás, apesar da quantidade de médios brutais da Alemanha, a verdade é que o Weigl só não é o melhor médio defensivo alemão da atualidade porque existe o Kimmich que, mesmo assim, para vingar no futebol alemão teve de começar como defesa lateral e só depois de convencer nessa posição e ganhar muito estatuto é que regressou à sua posição natural e, mesmo assim, na final 8 da Champions passada o Bayern preferiu voltar a colocá-lo a lateral e jogar com um duo de médios (Thiago e Goretzka) que ao longos das suas carreiras sempre foram mais 8/10 que propriamente médios defensivos, o que demonstra bem o quão pouco apreciado/trabalhado é a posição 6.

    Outro jogador contratado na Bundesliga para vir jogar para Portugal foi o Waldschmidt que também tem sentido muitas dificuldades com a qualidade da organização defensiva em Portugal. Um caso muito comparável ao de Djuricic que também sentiu muitas dificuldades em se adaptar depois de ter brilhado… na Holanda. Na mesma posição, com os mesmos problemas físicos e de agressividade, cheios de perfume, mas “qualquer” defesa em Portugal os transforma em pólvora seca. Claro que quando estiver adaptado pode partir tudo, mas já sentiu o impacto de ser obrigado a um processo redobrado de adaptação.

    O mundo do futebol tarda a olhar para os reforços vindos da Alemanha com os mesmos olhos que os jogadores vindos do Brasil, Argentina ou Holanda. Claro que a qualidade individual da Alemanha é bastante superior, trata-se de uma Big Five, mas, ajustando essa diferença, o tipo de problemas é bastante semelhante.

    Posso acrescentar mais exemplos familiares: Jovic não jogava no Benfica, foi para a Alemanha e marcou “300” golos. Depois caiu na realidade quando foi para Espanha. O André Silva, de repente, desatou a marcar golos e parece que encontramos o novo Lewandovski. Provavelmente se o André Silva jogasse no Bayern marcava uma quantidade de golos parecida com a do polaco…

    Depois claro que posso ser mais picuinhas e falar no Hany Mukhtar que aos 17/18 anos jogava na equipa principal do Hertha na Bundesliga sendo inclusive titular da Alemanha nos sub-19 (marcou na final a Portugal) e sub-20, posso ir ao Vitória e ver que o 2º jogador mais novo de sempre a estrear-se na Bundesliga (Yann Bisseck) tem 0 minutos, o Jonas Carls veio para ser titular e já é o 3º da hierarquia atrás do Mensah e do Sílvio tendo feito apenas 1 jogo e o Elias Abouchabaka nem na equipa B do Campeonato de Portugal é indiscutível.

    Ainda assim, estes 4 nomes não eram propriamente estrelas na Bundesliga, não se afirmaram portanto estes casos dou de barato. O problema é que TODOS os casos que me lembro de jogadores que passaram por Portugal e foram para a Alemanha ou o inverso acabam por me dar razão, sobretudo no caso dos defesas e pontas de lança que são os casos onde vejo mais diferença.

    Avançados do estilo do Aguero, Gabriel Jesus, Pato, Werner, Suarez, Aubameyang, Tadic, Gabigol, Firmino, Jovic e muitos outros são o tipo de avançado que surge para o futebol na posição 9 quase sempre nos mesmos sítios: Brasil, Argentina, Alemanha e Holanda (além de outros campeonatos periféricos, sobretudo a Sérvia onde até o Hugo Vieira consegue ser estrela a 9). Enfim, aqueles pontas de lança que fogem ao perfil normal de um ponta de lança. Depois, claro, há a exceção Guardiola que pega em jogadores como Messi, Phil Foden ou Ferran Torres e coloca-os a jogar a 9. Mas, enfim, o Guardiola é um ET no meio do futebol portanto é normal que as suas equipas tenham sempre muitas coisas “esquisitas” para os vulgares humanos.

    Claro que depois olhas para a convocatória da seleção alemã e vês que o único ponta de lança é o Werner e a alternativa à posição 9 vinha sendo o Waldschmidt.

    Olhas para os sub-21 e vês o prodígio Youssoufa Moukoko (que em Portugal de certeza que teria sido encostado à linha na formação), o Mergim Berisha, o Lukas Nmecha, o Florian Kruger e o Jonathan Burkardt sendo que o Berisha e o Nmecha são formados totalmente fora da Alemanha portanto não interessa para a discussão. O Moukoko é um ponta de lança muito pequeno para o habitual 9 e os outros 2 desconheço, mas pelos vistos também são o típico ponta de lança “total” que tem saído da Alemanha podendo jogar em qualquer posição do ataque, tal como o Moukoko e o Werner.

    Aqueles puros 9 como as lendas Mario Gómez ou Miroslav Klose estão em vias de extinção na Alemanha. Cada vez mais o avançado móvel funciona no futebol alemão portanto é natural. Ainda assim, um país como a Alemanha terá sempre jogadores formados noutros sítios do Mundo e portanto pode receber outro tipo de jogadores sem precisar de o formar. Claro que é menos provável de que se os formasse em casa, claro.

  • Hoffbauer
    Posted Março 22, 2021 at 1:33 pm

    Que remate surreal. Quando comecei a ver e vi a distância a que o livre ia ser marcado, pensei que o redes fosse ser mal batido, mas o remate é absolutamente inacreditável.

  • Antonio Clismo
    Posted Março 22, 2021 at 1:46 pm

    Parece uma bola de praia

  • Diogo Moura
    Posted Março 22, 2021 at 3:45 pm

    O Ronaldo há uns anos também mandava umas bombocas destas. Depois com o tempo desaprendeu e passou a mandar mísseis para a bancada ou bujardos contra a barreira.
    Contudo, belo golo. O homem estava cheio de confiança.

  • Joga_Bonito
    Posted Março 22, 2021 at 4:44 pm

    Que golo absurdo! Sem exageros, estará no top 5 dos melhores livres que já vi, incrível!

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