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Europeu sub-21: Dany Mota e Fábio Vieira titulares

Rui Jorge muda o ataque apostando em Fábio Vieira e Dany Mota nos lugares que pertenceram a Trincão e Tiago Tomás na 1.ª jornada.

Portugal vai disputar a 2.ª jornada do Europeu sub-21 com: Diogo Costa; Thierry Correia, Diogo Queirós, Diogo Leite, Diogo Dalot; Florentino, Gedson, Vitinha; Fábio Vieira, Pedro Gonçalves, Dany Mota. Já a Inglaterra faz alinhar: Ramsdale; Tanganga, Godfrey, Guehi; Steven Sessegnon, Davies, Skipp, Ryan Sessegnon; Madueke, Smith Rowe, Nketiah.

8 Comentários

  • Gilles Binya
    Posted Março 28, 2021 at 6:50 pm

    Surpresa o Trincão no banco, espero que esta decisão do Rui Jorge corra bem… Preferia o Pedro Pereira neste jogo, já que defende melhor que o Thierry

  • Amigos e bola
    Posted Março 28, 2021 at 6:57 pm

    Trincão no banco. Mais uma do Rui Jorge para emoldurar.

  • Sombras
    Posted Março 28, 2021 at 6:58 pm

    Bem o Rui Jorge a tirar o nosso melhor jogador, não vá ganharmos sem querer. Devia ter saído TT por Dany Mota e Gedson ou Vitinha por Fábio Vieira, ficando o Pote ou o próprio Fábio no meio.

  • JJoker
    Posted Março 28, 2021 at 7:23 pm

    Tira Trincão…
    Rui Jorge neste momento não tem culpa nenhuma. A partir do momento em que não o tiram dali ele limita-se a manter o tacho.

  • coach407
    Posted Março 28, 2021 at 7:36 pm

    Parece um bom jogo para Portugal surpreender em termos de posse de bola novamente, mas a Inglaterra nesta disposição tática acaba por ser forte a defender tanto por dentro como por fora. Parece-me que seriam precisos outro tipo de laterais para realmente incomodar constantemente quando a Inglaterra estiver em organização defensiva.

    Ainda assim, Portugal tem apenas 2 indiscutíveis em clubes minimamente relevantes (Thierry e Pote) contra um 11 de Inglaterra com indiscutíveis na Premier League (Ramsdale, Godfrey), outros indiscutíveis no Championship que é o 6º melhor campeonato do Mundo à frente de Portugal (Guehi, Steven Sessègnon, Oliver Skipp) e os restantes têm uma utilização bem regular em clubes de topo da Premier League (Tanganga, Davies, Smith Rowe, Nketiah), no Hoffenheim (Ryan Sessegnon) ou no PSV (Madueke).

    Não existe 1 único jogador deste 11 de Inglaterra que nesta época tenham estado numa situação semelhante a Diogo Costa, Diogo Leite, Florentino, Gedson, Vitinha ou Fábio Veira nem em clubes de dimensão muito inferior como o Diogo Queirós ou Dany Mota.

    E se formos ao banco de Inglaterra continua a mesma lógica com:
    – Indiscutíveis no Championship (Max Aarons, Lloyd Kelly, Todd Cantwell)
    – Indiscutíveis na Premier League (Conor Gallagher, Eberechi Eze, Dwight McNeil)
    – Jogadores utilizados com uma regularidade fantástica para a dimensão do clube onde estão (Curtis Jones)
    – Rhian Brewster tem tido uma regularidade bastante interessante na Premier League

    Os guarda-redes suplentes e Ben Wilmot do Watford são os únicos convocados que não têm tido uma regularidade excelente num campeonato top 6 mundial.

    Recordo que ainda há pouco tempo o João Carvalho era a estrela dos nossos sub-21, o nosso super craque e tal e depois foi para o Championship e foi um flop. O Diogo Gonçalves dessa mesma geração também nunca calçou no Championship. O João Virgínia também foi um flop no Championship. O Tomás Esteves não joga no Championship. É muito difícil um jogador sub-21 ser titular indiscutível no Championship, muito difícil mesmo. O único português que me lembro de conseguir esse feito é o Rúben Neves. O Hélder Costa também se afirmou bastante novo… mas, lá está, estes jogadores quando brilharam no Championship não foram convocados para os sub-21, foram convocados para seleção A! Obviamente o mesmo raciocínio se aplica aos sub-21 portugueses que se afirmaram na Premier League (Pedro Neto ou Cristiano Ronaldo), não vão aos sub-21 de certeza.

    Tudo isto para concluir que estamos a comparar jogadores com um ritmo de jogo muito superior e em campeonatos realmente complicados, além de terem a qualidade necessária para serem indiscutíveis neste tipo de equipas. Ainda assim, Portugal, pela amostra contra a Croácia e no jogo anterior contra a Holanda, tem dinâmicas coletivas muito interessantes capazes de contrariar o poderio inglês em alguns momentos do jogo. E aí é que pode estar o equilíbrio deste jogo, naquilo que é o trabalho coletivo. Se a nossa seleção for coletivamente do mesmo nível que a Inglaterra então o resultado natural é uma derrota clara. Então se Inglaterra, além da superioridade individual, ainda for coletivamente superior… é goleada. Por acaso os treinadores portugueses costumam dar-se bem contra os ingleses.

    • Sporting1906
      Posted Março 28, 2021 at 10:19 pm

      O Championship não é o 6º melhor campeonato do mundo e é inferior à liga portuguesa em qualidade, mesmo que seja superior em dinheiro e competitividade.

      • Kacal
        Posted Março 29, 2021 at 12:49 am

        Em futebol jogado até pode não ser, mas em termos de dinheiro e competitividade e equilibrio é bem possível que seja. E mesmo em jogadores tem lá nomes que cá seriam grandes mais-valias. Todd Cantwell, Pukki, Sarr (Watford), entre outros. É, no mínimo, discutível mas não dá para afirmar que não seja. E mesmo que não seja o 6º, poderá ser top10 o que continua a ser relevante para uma 2ª Liga.

  • Abbas
    Posted Março 28, 2021 at 9:02 pm

    Um jogador frequentemente titular no Barcelona como suplente do Dany da Mota. Inacreditável.

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