Ainda tem gás para voltar a lutar por uma grande Volta? Teve uma queda no Tour que o condicionou na 2.ª metade da época, e já na temporada passada também caiu no Giro, mas fez 2.º na Volta a França em 2019 e venceu-a em 2018.
Geraint Thomas renovou contrato com a INEOS por mais duas temporadas. O ciclista galês, de 35 anos, terminava contrato no final deste ano e especulou-se um pouco sobre a saída, até pela demora na renovação, mas vai assim continuar na equipa que defende desde 2010.


7 Comentários
Louco de Lisboa
Não me parece que lute por uma grande volta, nem que volte a ser o líder da INEOS no Tour, mas posso estar enganado (acho que Bernal tentará o Tour este ano).
Bio
Concordo, já não tem gás para isso.
Ainda pode lutar por uma prova de uma semana, graças ao bom CR que tem e equipa na qual está inserido.
Contudo, se ele não for trabalhar para outros líderes nas grandes voltas, parece-me um erro da INEOS. Gastam espaço na equipa para um elemento que podia contribuir mais por um preço mais baixo.
Sinceramente estava à espera que ele saísse para ser um dos líderes de uma das equipas a quem faltam corredores de topo e têm o hábito de apostar neste tipo de ciclistas em final de carreira.
RuiMagas
Bernal, Carapaz e Yates, existindo ainda Tao Hart e Martinez, dificilmente será lider em alguma GV e mesmo em algumas provas de 1 semana deve ter perdido a liderança. Além disso, esteve quase certo na Bahrain não sei o que se passou para o negocio ser cancelado. A equipa da INEOS para GV é incrivelmente assustadora o bloco que conseguem fazer. Imaginar um Tour com Bernal, Martinez, Dennis, Thomas, Yates/Carapaz, Kwia, Castroviejo e van Baarle. M E U D E U S!
Francisco Ramos
Tenho ideia que o Dennis saiu para o Jumbo.
RuiMagas
Sim, correto, esqueci-me desse pormenor haha mas há sempre Amador por exemplo, é surreal.
Sede de vencer
Roglic, dumoulin, kuss, vingegaard, van aert, dennis, Foss, Kruijswijk.
Não encontro bloco mais forte do que este. Nem Ineos, nem UAE se aproximam.
Talvez o da Ineos seja mais mediático, mas a coesão da jumbo é assinalável.
Da Ineos apenas o Martinez e o Hayter me suscitam interesse. O Richie Porte tem uma forma de correr que me agrada, mas já não vai para novo.
Jan the Man
Renovação surpreendente, pensei que acabasse por sair depois de meio ano para esquecer.
Mesmo sem Thomas, a INEOS apresenta um leque de opções muito bom para lutar pelas GVs e, com o crescimento de Ethan Hayter a juntar aos já bastante populares Adam Yates e Tom Pidcock, deixava de ser essencial manter mais um britânico com este nível de mediatismo, com todos os custos que isso acarreta.
Desde o Giro’20 (onde chegou como favorito à vitória final) nunca mais voltou à forma com que se tinha notabilizado e tem sido bastante inconstante.
Pode continuar a ser um nome importante dentro ds equipa para corridas de 1 semana, mas duvido que tenha capacidade para voltar a discutir uma prova de 3 (ainda para mais com os poucos kms de contra relógio que as GVs têm este ano).