O principal aliciante nesta reta final de temporada é a disputa pelo primeiro lugar da tabela ATP. Os dados estão lançados, os vários cenários estão em cima da mesa, mas a verdade é que o sérvio só depende si para fechar mais um ano na liderança. Contudo, o britânico promete não facilitar.
Andy Murray entra em ação no ATP 500 de Viena, na Áustria, na tarde desta quarta-feira, numa semana extremamente importante para as aspirações do britânico em alcançar ainda esta época o lugar mais alto da hierarquia mundial. Ainda que Novak Djokovic só dependa de si para fechar o ano como número 1 do Mundo, Murray disse o que precisa de fazer para destronar o sérvio.
“Ainda estou longe [do primeiro lugar]. Djokovic tem uma vantagem considerável, mas vou dar o máximo para terminar a época da melhor forma”, salientou o vice-líder do ranking, em Viena, ele que se encontra a 2,415 pontos de Djokovic.
O britânico de 29 anos sublinha que o estatuto de número 1 não se resume a um momento, mas a um longo período. “A chegada ao primeiro lugar [do ranking] tem que ver com a consistência durante um período de doze meses, onde é preciso chegar com frequência às últimas fases de torneios. Tenho feito isso nos últimos meses e, obviamente, vou tentar fazê-lo novamente nos próximos eventos”. Murray reforçou a sua ideia. “Não é tanto ganhar troféus, mas ser o melhor durante doze meses, em 17 ou 18 torneios”.
Esta é a segunda vez na carreira que Andy Murray marca presença no torneio austríaco, depois de em 2014 ter conquistado o troféu de campeão. O vencedor da medalha de ouro dos Jogos Olímpicos Rio 2016 defronta hoje o eslovaco Martin Klizan (35.º), naquele que será o primeiro duelo de carreira entre ambos.

