Consumada a revolução na Série A. Os italianos querem melhorar a qualidade da selecção e inverter esta tendência de queda no Ranking de clubes na UEFA.
Menos extremista que Tavecchio pretendia, o presidente da FIGC queria arranjar uma maneira de haver uma obrigação dos clubes colocarem 4 a 6 jogadores italianos no Onze (uma regra que colide com as regras da UE) e reduzir o n.º de equipas, mas está consumada a reforma na Série A. A Federação italiana de futebol aprovou hoje um conjunto de medidas que visam valorizar o jogador transalpino. Entre as principais, que vão ser implementadas a partir de 2016, destaque para:
– Os plantéis vão ter no máximo 25 jogadores;
– Pelo 4 elementos do plantel devem ser da formação;
– E 4 jogadores tem de ser italianos;
Menos extremista que Tavecchio pretendia, o presidente da FIGC queria arranjar uma maneira de haver uma obrigação dos clubes colocarem 4 a 6 jogadores italianos no Onze (uma regra que colide com as regras da UE) e reduzir o n.º de equipas, mas está consumada a reforma na Série A. A Federação italiana de futebol aprovou hoje um conjunto de medidas que visam valorizar o jogador transalpino. Entre as principais, que vão ser implementadas a partir de 2016, destaque para:
– Os plantéis vão ter no máximo 25 jogadores;
– Pelo 4 elementos do plantel devem ser da formação;
– E 4 jogadores tem de ser italianos;
Quanto ao futebol de formação, os clubes só vão poder inscrever não comunitários desde que esse jovem já esteja a frequentar a escola em Itália há pelo menos 4 anos e acompanhado pelos pais.



0 Comentários
Tiago Tenreiro
É uma medida que há muito defendo e que gostava de ver implementada em Portugal, pois creio que o velho argumento de que o nosso Futebol é fraco com jogadores portugueses é, nos dias de hoje, descabido. Veja-se pelos recentes resultados das nossas selecções jovens e pelas prestações dos atletas abaixo dos 25 anos que representam clubes estrangeiros. Porém em Portugal a realidade no Futebol é algo diferente da italiana. Isso remete-me para um leque de questões: o intercâmbio entre equipas AA e BB dos clubes, o contrato dos atletas com um clube e o posterior empréstimo a outro clube do mesmo país, o critério para definir um jogador vindo da formação do clube ou até mesmo jogador nacional.
Apesar das questões não deixo de considerar de todo a medida, uma boa medida.
Brunofliiip
Penso eu que já é assim em Portugal há vários anos. 4 formados no clube e 4 ou 8 formados em Portugal. Na verdade não muda assim grande coisa visto que basta inscrever esses jogadores e continuar a usar os mesmos estrangeiros dado que não muda nada em relação aos jogadores nacionais em campo. Na minha opinião essa deveria ser a mudança em Portugal. Mas se não aconteceu em Itália, duvido que aconteça em Portugal. A menos que isto seja uma primeira fase, para aos poucos irem implementando pequenas mudanças até o jogador nacional ser mais valorizado nos clubes.
Seja como for, o mais importante seria no mínimo 3 ou 4 jogadores nacionais no onze obrigatoriamente. Quando isso acontecer em Portugal tiro o chapéu à federação! Não me parece que vá acontecer tão cedo, infelizmente.
Anónimo
Não é uma medida muito radical e acho que faz sentido porque os planteis inscrevem-se sob os mesmos moldes em que se inscrevem para as competições europeias que têm regras parecidas. Em Portugal podia adoptar-se uma medida do mesmo género.
Francisco Viana
João Dias
E a nossa paradinha sem fazer nada…
Que inércia atroz!! Até mete nojo! Que eu saiba a Itália também é da UE…
Mas parece que só em Portugal é que isso é problema…
Jose
Depois deste comentario é mais que certo que o senhor nao sabe interpretar frases, nem textos, e fala do que quer e não do que lá está escrito ou aconteceu.
Porque se soubesse tinha lido "queria colacar 4/6 elementos no 11, uma regra que colidia com as regras da UE". Uma regra que não foi aceite.
O que diz no texto é que na Liga Italiana os planteis vao ser de 25 elementos( como ja acontece na Inglaterra) e que tem que ter 4 jogadores da formaçao e 4 destes 25 tem que ser Italianos.
Logo um plantel de 25 elementos pode ter 21 estrangeiros e 4 jogadores italianos da formaçao, coisa que em Portugal normalmente todos os planteis tem. O problema é se vão ser aposta ou nao.
João Dias
Nesse caso porque é que Portugal não faz copy paste das medidas da Federação italiana?
Jose
Porque nao quer, como outros paises nao tem medidas tambem.
Mas nao é por ter 4 portugueses no Plantel que a seleçao vai melhorar se eles nunca jogarem.
Mike-UK
Uma dica: Paulo Lopes, Bebé, Andre Almeida, Ruben Amorim. Estão aí 4 portugueses.
Algum tira o lugar a Julio César, Maxi, Enzo ou Talisca? Então que diferença fazem os 4 nacionais em 25?
Rúben Cardoso
Metia facilmente o Amorim no lugar do Talisca, e jogava comm Lima-Jonas.
Jt matos
Isto não vai contra a Lei de Bosman, relativa à livre circulação de trabalhadores europeus no espaço comum? Ou seja uma violação do Tratado Europeu?
Alexis
Não porque eles não estão a impedir a entrada a ninguém. Estão a obrigar a apostar no atleta italiano. É diferente.
Anónimo
Violava se obrigasse no onze, assim não, são apenas regras de inscrição para poderes participar numa competição.
José
Kafka I
Alexis,
Estão a impedir sim, pois dizem que os jogadores (4 deles pelo menos) têm prioridade perante os restantes cidadões da comunidade europeia, o que vai contra os tratados em vigor…
Nenhuma empresa dentro da União Europeia pode ser obrigada a contratar cidadãos de um determinado País em detrimento dos restantes cidadãos comunitários, portanto tenho muitas dúvidas que esta a regra a ser verdade a Federação Italiana a consiga mesmo implementar..
"A livre circulação dos trabalhadores é um princípio fundamental consagrado no artigo 45.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia e desenvolvido na legislação secundária da UE e na jurisprudência do Tribunal de Justiça. Ao abrigo deste princípio, os cidadãos da UE têm direito a:
– Procurar emprego noutro país da UE;
– Trabalhar noutro país da UE sem necessitar de uma autorização de trabalho;
– Residir noutro país da UE para aí procurar emprego ou trabalhar;
– Permanecer noutro país da UE mesmo após aí ter deixado trabalhar;
– Usufruir do mesmo tratamento que os nacionais do país em questão no que se refere ao acesso ao emprego, condições de trabalho e todos os outros benefícios sociais e fiscais."
O último ponto é bem explicito e esta regra da Federação Italiana vai contra ele…agora veremos se a União Europeia deixa passar isto…
Kafka I
José
Admito estar a interpretar mal a lei (até porque não sou jurista), mas da forma como a interpreto, parece-me que vai contra o último ponto
Anónimo
Kafka, mas qualquer estrangeiro pode ser contratado, qualquer um, podem é não ser inscritos numa competição organizada por uma federação…mas podem ser contratados, receber salario, ter condições iguais às dos outros…ou estou a dizer errado? Um clube pode contratar um jogador e não o inscrever…ou és onrigado a fazer todas as actidades na empresa em que está? Este é o meu entendimento…
josé
Alexis
Kafka creio que estás a entender mal a lei. Para poder participar têm de cumprir a regra imposta. Não limita que os outros 21 jogadores não sejam estrangeiros. Apenas obriga a que uma % seja local. Assim como o parlamento está obrigado a ter uma % de mulheres por exemplo…
Anónimo
Se o facto de as regras dizerem que é obrigatório ter 4 jogadores italianos e se isso de facto for contra a lei, então não bastará fazer mais uma cláusula a obrigar também a que os clubes tenham 4 jogadores estrangeiros?
Pedro
Kafka I
Admito estar errado, estar a interpretar mal a lei, e vocês estarem certos, até porque a Federação Italiana para ter avançado com a medida, deve ter consultado (como é óbvio) vários juristas…veremos como a União Europeia vai agir nesta situação.
Nuno FMS
Nada disso. Apenas vai obrigar a ter 4 italianos e 4 jogadores da formação. Todos os outros terão um tratamento igual, ninguém irá ser obstruido.
Anónimo
Custa-me a crer que esta legislação não vá contra as normas comunitárias assinadas em tratado.
Aliás, ainda mais quando leio comentários a dizer que isso não acontece simplesmente porque, obrigando os clubes a terem 4 italianos, "os outros terão um tratamento igual". Precisamente, é aqui que vejo o problema: Os outros.
Ora, o que está aqui escrito é que um italiano concorrerá a 25 vagas num plantel, e um francês só terá 21. Isto não é igualdade de direitos para cidadãos comunitários.
Admito que não sou jurista, e sou incapaz de acreditar que a federação italiana não tenha consultado os muitos especialistas na área do direito a que indubitavelmente terá acesso, mas ainda mais confusão me fará se as entidades comunitárias deixarem passar esta situação em claro.
João Malaquias
ps- apraz-me mais uma vez ler os comentários do Kafka. Invariavelmente os meus pensamentos vão ao encontro do que ele diz, ao ponto de por vezes nem sentir necessidade de comentar assuntos, por achar que apenas repetiria o que ele diz.
João Gonçalves
De acordo com o jogo de hoje a restrição implica 4 formados no clube e 4 formados em Itália o que seria diferente. . Seria mais credível assim mas não sei..
João Gonçalves
Melhor duzendo 8 formados em Itália dos quais pelo menos 4 têm de ser no clube, o mesmo que a uefa portanto. . Nada implica que não sejam todos franceses por exemplo. . Vi outra regra agora e essa pode ser bem mais impactante e que diz que para comprarem um não comunitário este tem de ter 3 anos como profissional o que torna mais difícil a aquisição de pérolas sul americanas e africanas..
Kafka I
João Malaquias
Obrigado :)
João Gonçalves,
Sendo assim dos 4 formados localmente e 4 formados no clube, já vai ao encontro do que tínhamos frisado, pois assim em momento algum vai contra as regras da União e de Schengen..
Kafka I
João Malaquias
Tenho a mesma interpretação da lei que tu
Diogo Palma
São boas medidas mas com pouco expressão porque as equipas podem continuar a não utilizar nenhum jogador italiano no 11 inicial.
Mais valia seguirem o exemplo do campeonato russo (não sou grande conhecedor mas conheço algumas das regras), não sei é até que ponto as leias da UE podem entrar em conflito com estas medidas a serem aplicadas em Itália e nos outros paises da UE.
Nuno R
Um ponto a reter é o do nº maximo de jogadores no plantel. Devia ser norma europeia, de modo a que não houvesse açambarcadores
Anónimo
Grandes medidas!!
Agora sim, as equipas da Serie A e a selecção italiana vão brilhar nas competições internacionais!! Aliás basta ver o êxito das equipas turcas e russas (campeonatos com medidas ainda mais restritas).
Enfim, quando se confunde nacionalidade com qualidade, nada a dizer.
Em vez de apostar no aumento da qualidade da formação de jogadores (diferente de conquista de títulos nas camadas jovens e muito diferente de arranjar salários p´ra velhas glórias) ou em controlo financeiro (que obriga a uma melhor selecção, tipo Bundesliga), coloca-se limites a estrangeiros!
Devia a Serie A reembolsar o Manchester United por formar Macheda? Ou o FPF deveria reembolsar o Man. City por formar Rony Lopes?
SG PROD
João Dias
Dizer que o City formou o Rony Lopes é para rir…
Jose
Quem o formou foi o Benfica e o City sim, aconcelho-o antes de comentar a saber bem as regras.
Alexis
E ja agora o City ser reembolsado por ainda por cima deter o passe de um jogador que em breve terá tudo para ser uma estrela mundial, é querer criticar por criticar.
luis bcn
Se o rony nao é formado pelo city…entao o ande gomes nao é formado no benfica.
Anónimo
P'ra mim formar um jogador pressupõe dar-lhe as ferramentas para ele ser um jogador sénior profissional ao nível das capacidades/potencial que apresenta em jovem.
O FCP não formou o Coelho (Inter, Benfica, Paços, …??), o SCP não formou o Paim, o Benfica formou o André Gomes!
Mas percebo o seu ponto de vista, e percebo ser um conceito dúbio. Aliás o CD Aves, por exemplo, recebeu uma % pelas transferência do Raul Meireles relativo a "formação" do mesmo.
SG PROD
João Gonçalves
Será que UE vai fazer vista grossa a esta decisão? É que isto vai claramente contra o acordo de Schengen.. Em nenhum momento uma instituição é obrigada a contratar pessoas da nacionalidade desse país, podendo apenas ser obrigadas a contratar comunitários! Agora o que é possível é a federação italiana proibir a inscrição de instituições (clubes) que não obedeçam a essa regra.. No entanto continua a ser uma decisão algo grave! De qualquer forma não tem grande impacto porque já é mais ou menos normal as equipas italianas terem 4 italianos e 4 jogadores formados lá.. No meio disto tudo a regra que mais me salta à vista é a da proibição de inscrever não comunitários nas camadas jovens!
Kafka I
Inteiramente de acordo contigo
Ainda não li a regra da Federação Italiana com atenção, mas tenho imensas dúvidas que o último ponto (obrigatoriedade de 4 jogadores Italianos) possa ser implementada, porque objectivamente como dizes é descriminar os restantes cidadãos da União Europeia, portanto a União Europeia duvido que deixe passar isto…
Anónimo
Acho que violaria no caso de serem no onze, isto são regras de inscrição numa competição..creio ser diferente..
José
Amílcar
Então as competições que tem limite de idade também estão contra as regras da União Europeia pois limitam a oportunidade de de pessoas com outra idade de participarem?
Pedro Maciel
Depende muito do que está consagrado na Constituição de Itália, que continua a ser apesar de tudo, a lei base do país, e todas as leis implementadas, na UE, não podem entrar em contra-ciclo com a constituição de cada um dos estados membros.
O R.U, por exemplo, pode aplicar as restrições que aplica, pois não assinou o tratado do espaço Shengen.
Flávio Trindade
A medida é ajustadissima e não viola absolutamente nada! A livre circulação no espaço Shengen (que diga se meio off topic tem os dias contados dadas as medidas altamente restritivas quanto à emigração que serão aprovadas na Alemanha) está salvaguardada e dizer isto é a mesma coisa que dizer que a UEFA está a violar alguma lei europeia. As equipes que disputam competições europeias já têm essas restrições (que são principalmente em Portugal contornaveis com as listas B).
Aplaudo a medida e faço votos para que seja aplicada em Portugal o quanto antes! É evidente que uma equipa pode ter 21 estrangeiros mas o simples facto de existirem imposições serve para mudar as mentalidades!
João Gonçalves
Amilcar não sei como te responder a esse comentário..
Pedro o acordo Schengen não é bem da UE, é externo e um país não é obrigado a ligar-se ele, mas ligando-se tem de o obedecer..
Flávio a UEFA impõe formados apenas e não da mesma nacionalidade do país, penso eu.. Continuo a achar muito estranho a federação italiana poder tomar esta decisão, mas admito que também não sou expert na área..
Na minha opinião e como adepto de clube pequeno espero que não façam isto em Portugal.. Os grandes já fazem scouting nos jovens levando grande parte dos melhores.. Se um lá fica e chega a senior, se for bom vai jogar para a equipa b de um grande e se for muito bom o J. Mendes leva-o para um dos seus clubes.. Suponho que sendo adepto de um grande isto seja tudo muito bonito mas os pequenos iriam ter dificuldades em arranjar os seus jogadores..
João
Se só viola se obrigar à utilizarão de jogadores no 11 inicial, podem estipular que todos os plantéis de 25 têm que ter 25 italianos.
Isso nem sequer faz sentido. Já agora Amílcar, não precisa que lhe explique a diferença entre nacionalidade e idade, certo? É que a Itália não assinou nenhum protocolo que proíbe expressamente a descriminação no acesso ao trabalho em função da idade, mas assinou um que o faz em relação à nacionalidade…
Anónimo
Não é de todo uma revolução nas é o primeiro passo em direção a mudança. a melhor medida e mesmo a que limita jogadores extra comunitários nos plantéis de formação. Gostaria de ver esta medida implementada em Portugal, esta da formação. Todas as outros penso que em Portugal traria um retrocesso e o mesmo poderá acontecer em Itália. Diga se o que se disser a verdade é que Portugal nunca esteve tão bem nas competições europeias como nos últimos dez anos. Eu sou um defensor do jogador estrangeiro em Portugal. Com a premissa que este deve sempre trazer mais qualidade que o Nacional. Para todos os outros que dizem o contrário pergunto, se o jogador português é tão bom assim porque é que nem as equipas pequenas apostam?? Fazia todo o sentido visto que até seria mais económico.
Nuno
medidas que podiam perfeitamente ser aplicadas na liga portuguesa
Alexis
Quase todas estas medidas deveriam ser aplicadas em Portugal.
So mudava a probição da inscrição dos atletas não comunitarios com menos de 4 anos de escola para 2. E isto apenas para os clubes profissionais.
Acrescentava apenas os moldes em que se realizam o campeonato. Defendo uma redução de 18 clubes para 12. Com liguilhas a decidir campeão, eurpa e relegados (4+4+4).
Maiores receitas, dado aumentar a competitividade, haver mais duelos dos ditos grandes, maior fatia de receitas da liga para cada clube. Somos um país pequeno, com poucas equipas de qualidade. Assim isto ia gerar um efeito bola de neve, em que os clubes relegados para as divisoes inferiores também as tornarão mais fortes e competitivas. E quem fica a ganhar com estas medidas todas em conjunto seria de facto o jogador português.
Não é de estranhar os ultimos anos com boas prestações a nivel internacional pelas nossas camadas jovens. O talento está lá.. falta aproveitar.
Kafka I
Concordo contigo, em especial na questão da redução do campeonato de 18 para 12
Jose Seabra
Também estou de acordo. Não temos condições para ter um campeonato com 18 equipas. E um campeonato com 12 seria o ideal.
Alexis
Sem dúvida. Bem sei que o conceito de liguilha pode ser injusto para alguns clubes pois a classificação antes e depois da liguilha será em muitos casos diferente. Talvez a melhor alternativa seria um campeonato a 4 voltas mais teriamos ainda mais 4 jornadas que agora, o que para planteis de 25 atletas é manifestamente muito.
Sem dúvida que o nosso futebol precisa de uma mudança radical de mentalidade e atitude. Terão é de ser bem pensadas e elaboradas e, o mais difícil de tudo, sem favorecer os lobbys estabelecidos há décadas no nosso futebol.
Kafka I
Alexis
Com 12 equipas, podiamos ter o modelo igual ao Escocês com 38 jornadas, ou seja, as 3 primeiras voltas entre todos contra todos (33 jornadas), onde depois os primeiros 6 fazem 5 jogos entre si (acertando assim a questão dos jogos em casa e fora, por exemplo o Celtic se nas 3 primeiras voltas jogou 2 jogos em casa e 1 fora contra o Dundee, na última volta automaticamente joga fora para acertar) e os últimos 6 fazem também 5 jogos entre si, ficando 38 jornadas
Joao
Espero bem que nunca imitem o modelo escocês
Alexis
Kafka obrigado pela informação. Admito que conheço muito pouco da liga escocesa (mesmo vivendo no UK). Parece-me um modelo interessante e com viabilidade no nosso campeonato.
Teríamos 38 jornadas muito melhor disputadas, com muitos mais portugueses (a rotação necessária assim o obrigaria) das camadas jovens.
Anónimo
Acabaram de estragar um dos torneios que mais apreciam… Medida completamente descabida! Enfim…
Marco Alexandre
Anónimo
Enfim, só mesmo em Portugal é que não se muda nada e a Itália por menos mudaram tudo radicalmente. Estou para ver o dia em que o Ronaldo sai da seleção…
Peter Griffin
João Dias
Não teremos nenhum Ronaldo ( quiça o Gonçalo Guedes, o Bernardo Silva ou o Bruma ) mas teremos vários Nani`s no futuro…
LuisRafaelSCP
Pode parecer pouco, mas é uma medida significativa e que pode ajudar bastante nos objectivos finais (neste caso, mais Italianos, mais identidade, melhorias na selecção). A acrescentar a estes pontos, era a obrigatoriedade de haver SEMPRE 2 italianos no mínimo em campo.
E depois claro, Portugal seguir o exemplo!
Anónimo
a medida de nao poder inscrever jovens na formaçao se nao tiverem pelo menos 4! anos de escolaridade em itália é de um racismo atroz e é um atentado aos direitos humanos basicos das crianças imigrantes. Se querem apostar em jovens italianos que apostem à vontade mas nao proibam uma criança que se tenha mudado para italia por necessidade de ter a oportunidade de fazer aquilo que gosta, deseja e que faz bem.
Joao
João
O pessoal leva isto para o futebol com alguma leviandade.. Daqui a uns anos, se quiserem emigrar para ter melhores condições de vida e regras como esta comecem a ser vistas como normais, que não vos seja vedada essa possibilidade e o acesso ao mercado de trabalho.
Por alguma razão foram criadas estas convenções. Porque a descriminação com base na nacionalidade não é menos grave que a descriminação com base no credo, na raça e por aí fora. Mas aí já se indignavam todos. Abram os olhos que isto é mais grave do que propriamente "era giro os clubes apostarem mais nos jovens portugueses", duvido que ainda tenham idade para raciocínios simplistas como esses.
Anónimo
Medidas absurdas! A Turquia tem estas medidas e os resultados em todos os escalões são o que são!
Quando há qualidade nos jogadores não tem de importar a nacionalidade…. o que imorta é os resultados ponto final. Ao contrário de muitos não quero isto em Portugal. Os clubes tem de ser livres na constituição dos seus plantéis. E não serem obrigados a por um ex-junior no plantel só para cumprir regras…não joga no clube nem pode dispensado ou emprestado para evoluir…
Rodrigo
Miguel Martins
Não é em Espanha que só permitem ter 3 extra comunitarios no plantel? Isso não vai contra as regras da UE também? Do meu ponto de vista é mais limitativo que esta regra da federação italiana, que eu apoio, e gostava de ver aplicada em Portugal.
Anónimo
Os nossos regulamentos já prevêem estas mesmas regras e infelizmente não faz diferença nenhuma!
https://www.ligaportugal.pt/media/6772/regulamento-competicoes.pdf
Secção III Artigo 57º
Ricardo Silva