Classificação da Premier League:
1. Chelsea 66 pontos/ 30 jogos
2. Manchester City 60/ 27
3. Liverpool 59/ 28
4. Arsenal 59/ 28
Mais equilíbrio era impossível, vamos ser se o Arsenal (defronta o Tottenham) e o Liverpool (embate frente ao Man Ud) dizem presente nesta jornada e dão ainda mais emoção à corrida pelo título. O Aston Villa derrotou o Chelsea com um golo espectacular de Delph (de calcanhar e numa posição complicada), resultado que permite a aproximação dos adversários de Mou. Encontro com poucas oportunidades (os Blues não tiveram nenhuma clara), mas a expulsão de Willian (Ramires também viu vermelho nos descontos) permitiu à equipa da casa ter mais espaço e chegar à vitória (prémio justo para Delph, que encheu o campo e ainda atirou à barra já perto do fim). Quem não falhou foi o City, apesar da expulsão de Kompany logo aos 10 minutos, os Citizens com um golaço de Silva e outro de Dzeko foram ao terreno do Hull ganhar por 2-0 e se vencerem todos os jogos até final da Liga sabem que são campeões (com a derrota do Chelsea, a equipa de Pellegrini, que ainda vai ao terreno de Arsenal, Man Utd e Liverpool, fica com alguma margem).



0 Comentários
NFM
Jogo muito fraco do Chelsea com muito poucas oportunidades de golo e no fim os jogadores a perder um pouco a cabeça…
O City ganhou bem apesar de estar desde os 10m com menos 1 jogador…
Destaque para os golaços de D Silva e Delph e para o facto de o Chelsea poder perder o 1 lugar e poder ver o Liverpool e Arsenal colarem-se…
PL ao rubro e o grande destaque vai para Brendan Rodgers pelo trabalho sensacional realizado em Anfield
João Lains
É difícil ser justo na análise de um jogo que à partida ficou condenado pela expulsão de um elemento. Se olharmos para o perigo que cada uma das equipas conseguiu criar junto da baliza adversária, então o City acaba por ser um justo vencedor, no entanto, a equipa do Hull City merecia muito mais, pela forma como procurou chegar ao empate mas de facto, os jogadores que saltaram do banco eram muito limitados. Falo do Fryatt e do Aluko, quanto ao Boyd esteve em dois lances duvidosos mas bem ajuizados pelo árbitro.
Sem dúvida, que o Rodgers tem realizado um excelente trabalho à frente do Liverpool. Neste momento, é a equipa que mais me entusiasma ver jogar. E ao contrário dos bebés chorões do Arsenal, tem um plantel bem mais curto e que tem sido igualmente atingido por lesões ao longo de toda a temporada, o que mais mérito lhe dá.
Rúben Cardoso
Tinhas que estragar tudo com mais uma boca ao Arsenal, não era?
Anónimo
Rúben Cardoso, não é uma boca ao arsenal mas sim a verdade, o liverpool é a equipa que mais entusiasma na premier league, uma equipa ofensiva que joga sempre para a frente, talvez esse seja o problema, se tivessem mais coesão defensiva estariam noutro patamar.
Zizou
Rúben Cardoso
Mas tinha que vir mandar a bicada dos "bebés chorões", com que necessidade?
Mário
Muita feia a atitude do Mourinho para mim pior que a do Jesus, foi-se meter com o treinador da equipa contrária e depois ainda entrou no campo como se fosse um rei para mandar vir com o árbitro.
Tiago Alves
Pior? Jesus empurrou o próprio adjunto, empurrou uma lenda do clube, barafustou com Rui costa e já para não falar o desentendimento com o treinador do Tottenham.
Kafka I
Concordo Tiago Alves, o Mourinho apesar de mais uma vez ter sido ridículo como já é habitual nele, nada bate aquilo que o Jesus fez, é inadmissível e bem pior o que o Jesus fez…
João Lains
O Manchester City ficou rapidamente reduzido a 10 homens à passagem do minuto 10, mas David Silva, homem do jogo, deu vantagem com um remate fantástico e muito colocado. Ainda antes do intervalo, Zabaleta rematou à barra. No segundo tempo, o Hull City fez tudo o que estava ao seu alcance para chegar à igualdade mas foi um esforço inconsequente. Steve Bruce desmanchou o 3-5-2 e lançou no decorrer do desafio, três homens de ataque mas nenhum deles trouxe nada de relevante ao encontro. Boyd fez um remate inofensivo e esteve envolvido em duas situações onde a equipa da casa ficou a reclamar grande penalidade, mas o árbitro assim não considerou e bem. Apesar da insistência da equipa da casa, o Manchester City conseguiu sempre ser mais perigoso. Fizeram não mais que meia dúzia de remates mas todos eles excelentes oportunidades de golo. Fernandinho desperdiçou à boca da baliza e Dzeko no frente-a-frente com McGregor não conseguiu levar vantagem. Contudo, à entrada para o minuto 90, o bósnio viria mesmo a sentenciar o triunfo, com assistência de David Silva. O espanhol foi mesmo o principal destaque da partida e foi decisivo nos dois lances que ditaram o resultado. No lado do Hull City, destaque para o egípcio Elmohamady, uma verdadeira locomotiva ao longo de todo o corredor direito e que levou muito perigo à área do City através dos seus cruzamentos, a que Jelavic, não conseguiu dar consequência.
Kacal l
O Elmohamady em quase todos jogos é assim, desce e sobe com grande intensidade e é também bastante rápido, nem sei como aguenta.
LuisRafaelSCP
Este Kompany é uma besta, chocar contra ele não deve ser nada agradável…
Campeonato ao rubro, que Arsenal e Liver ganhem amanhã. Mou continua sem conseguir vencer em Villa Park… há campos assim!
Bruso
Este Delph é claramente um jogador a seguir. Muita intensidade, forte na pressão e no desarme, muito bom tecnicamente, com bom remate… Já conhecia de nome mas ainda não tinha visto nenhum jogo dele e fiquei surpreendido. Este Villa tem um ataque muito forte e só peca pela defesa…
Quanto ao Chelsea continua a ser uma equipa muito irregular. Aliás, continuam os jogadores a ter exibições muito irregulares. Matic hoje fez uma exibição muito abaixo do que nos acostumou no Benfica.
Agora é esperar a vitória do Liverpool para aumentar ainda mais as expetativas quanto à Premier League.
Kacal l
Bruso,
Sim, o Delph é um médio de grande qualidade, tem feito boas exibições e hoje voltou a fazer mais uma, é realmente um jogador a seguir.
Kafka I
Este Mourinho enfim, o que vale é que acho já ninguém liga mesmo às atitudes ridículas que constantemente vai tendo..
Quanto ao que realmente interessa que é o jogo jogado, que grande resultado do Aston Villa que me permite sonhar um bocadinho mais com o título para o meu Liverpool, apanham não podemos falhar de forma alguma este precalco do Chelsea…quanto ao jogo em si, foi mais um jogo fraco do Chelsea, sem grande oportunidades, mas desta vez falhou-lhes a habitual eficácia que custuma ser letal…felizmente perderam e o Liverpool pode sonhar mais um pouco, cada vez acredito mais que é possível, vamos lá ver se amanha não acaba já o sonho em Manchester…
No jogo do City, foi um jogo estranho e que ficou logo marcado pela expulsão aos 10 min do Kompany, e a coisa até podia mesmo ter corrido bem mal ao City, mas com o golo logo de imediato do David Silva, a equipa acalmou e limitou-se a gerir o jogo até ao fim…o que é certo é que neste momento são equipa com menos pontos perdidos em Inglaterra, e já só estando no campeonato (ao contrário do CHelsea) voltam (na minha opinião) a ser os principais candidatos ao titulo, a partir desta jornada, mas na Premier League tudo muda a cada fim de semana, portanto já nem digo nada…
Kafka I
Já agora a entrada do Ramires, enfim, lamentável
Kacal l
Confesso que não vi quase nada dos jogos de hoje, mas do que vi do Hull City vs Man City, não foi um grande jogo e o Man City fez uma exibição q.b. e ganhou com naturalidade, mas o importante são os três pontos e assim ganham algum margem de manobra para os três jogos que têm em atraso, o problema pode ser a expulsão do Kompany, é certo que não vai jogar contra o Fulham, mas esse não é o problema, com a atitude que teve na ida para o balneário, arrisca-se a falhar mais que 1 jogo, acho que não falha o encontro com o Man Utd porque é em atraso e não estava suspenso na altura (não sei se funciona assim?), mas arrisca-se a falhar o embate com o Arsenal no Emirates, com uma possível defesa com Demíchelis, Nastasic, Lescott ou Javi Garcia (2 deles), pode ser péssimo para o Man City, mas vamos ver se fazem alguma coisa quando ao que se passou.
O Chelsea perde com o Aston Villa, uma deslocação ao Villa Park é sempre muito complicada (eu e outros users avisamos sobre isso), depois parece-me que perderam a "cabeça", não é normal haver duas expulsões, cheira-me que foi um jogo em que o Aston Villa fez uma boa exibição e pressionou e o Chelsea acabou por ceder, alguém que tenha o visto o jogo pode falar melhor sobre isso, mas é um "deslize" que não podia acontecer nesta altura em que o Man City tem 3 jogos em atraso e pode dar uma "lufada de ar fresco" ao City para os jogos em atraso, com possíveis vitórias do Liverpool e Arsenal, a luta pelo titulo fica ao rubro.
Acrescento que o Delph não me surpreende, sempre achei que era um bom jogador e destaquei-o muito vezes quando falei dos jogos entre o Aston Villa e os "grandes", é dotado fisicamente (forte, rápido e resistente), tacticamente é bastante bom e depois não pára, defende e ataca bem e sabe marcar golos, é um médio de grande qualidade, não muito técnico, mas compensa com outros atributos, aprecio este jogador.
João Lains
Exibição muito bem conseguido por parte do Aston Villa. Bateram-se muito bem durante todo o encontro e embora o Chelsea me parecesse mais predisposto para o ataque no início do segundo tempo, a expulsão do Willian viria a condenar todas essas aspirações. Óscar foi inconsequente durante o período em que esteve em campo e Torres mais uma vez não conseguiu criar perigo e até perdeu algumas bolas de forma displicente. É uma pena que lhe falte o instinto goleador de outros tempos porque tenho dificuldade em encontrar um avançado que se mexa tão bem e saiba explorar tão as costas da defesa e a linha do fora-de-jogo. No entanto, os dois homens chamados para os seus lugares não fizeram melhor, Schürrle e Ba. Matic perdeu mais bolas do que é habitual, Hazard bem tentou explorar as diagonais mas esbarrava sempre na muralha montada pela equipa da casa e que permitiu que Guzan tivesse um jogo tranquilo. Benteke deu muito trabalho à dupla de centrais, Bacuna esteve muito forte nos duelos individuais, bela adaptação de um jogador que tem claramente um físico a lembrar um defesa e não um extremo, posição onde era utilizado nos primeiros tempos como jogador profissional. Todo o trio de meio-campo esteve impecável nas suas funções, com destaque em particular para o Delph que coroou a sua exibição com um belo golo. Já não é o primeiro jogo frente a um dito grande, que se exibe a este nível. Agbonlahor fez uma exibição muito pobre e é natural que tenha sido o primeiro elemento a ser rendido, por Albrighton que fez a assistência para o único golo do encontro.
Este desfecho alivia um pouco o peso sobre os ombros da equipa do Manchester City que só depende de si e ainda mais para chegar ao topo da tabela. No entanto, isto não são favas contadas porque como já se percebeu na Premier League tudo é imprevisível. Num dia, em que os citizens podiam perfeitamente ter perdido pontos e o Hull City fez por isso, acaba por ser o Chelsea a escorregar graças a estes lances que os treinadores não conseguem controlar, mas que alteram todo o rumo dos acontecimentos. Se o Liverpool está ou não na corrida pelo título, não sei, mas terá uma palavra muito importante na decisão deste campeonato e com a forma que a equipa atravessa, podem perfeitamente bater os dois cavalos mais fortes desta corrida nas últimas jornadas do campeonato, já que ambos visitam Anfield em jornadas consecutivas.
João-Pedro Cordeiro
“There's a good ball in for Albrighton. Oh, it must be and it is! It's Fabian Delph. ”
Que intensidade! Deve haver jogadores ainda a recuperar o folego nesta altura. El Ahmadi acabou de rastos. Jogo magistral de Delph. Aliás, Delph tem sido assim praticamente a época inteira, portanto esta exibição só será surpresa para quem, efectivamente, não acompanhar o Villa.
Vezes sem conta tenho sido crítico de Lambert pela construção da equipa e forma de jogar da mesma. Hoje quando vi um onze inicial com Baker e Bennett na defesa temi logo pelo pior. Mas a intensidade com que o Villa jogou, a cobertura de espaços e a pressão – mais alta na primeira parte que na segunda – que imprimiu sobre o Chelsea, acabou por ser a chave. E conseguiram fazer o mais difícil e contra o qual costumam sempre lutar: as entradas a dormir em jogo. Tem sido frequente o Villa ter de correr atrás do resultado. Hoje estiveram sempre muito concentrados desde o início do jogo e, aí, tenho que dar o crédito a Lambert. Nisso, e na entrada do Albrighton que, basicamente, virou o jogo. Só tive pena de ainda não ter sido desta que o Callum Robinson se estreou. É um nome a seguir nos próximos anos e que antevejo ser um novo Agbonlahor/Ashley Young (Graham Burke, Jack Grealish e Jordan Graham, como, aliás, escrevi aqui: https://visaodemercado.blogspot.pt/2013/05/come-on-you-lions-o-clube-que-lerner.html)
Destaque para o trabalho interessantíssimo do Chelsea na defesa das bolas paradas, a colocar a linha defensiva “excessivamente” alta e a não dar qualquer hipótese a que as torres do Villa causassem estragos e também para o Benteke a oferecer muito mais ao jogo e à equipa que apenas golos. O trabalho de ponta de lança também é isto. Duas vitórias consecutivas em casa, algo que não acontecia desde Agosto de 2010, depois de 15 dias parados, e de uma primeira parte do melhor dos últimos anos contra o Norwich.
Diogo Marques
nao entendo a fotografia, alguém me explica?
João-Pedro Cordeiro
No caminho para o balneário, frustrado pela expulsão, o Kompany mandou um pontapé numa parede à entrada do tunel. O resultado foi aquele: buracos na parede.
Diogo Marques
obrigado*
Rúben Cardoso
Delph a fazer uma exibição ao nível do que tem feito esta época. Dos melhores médios a actuar em Inglaterra, é excelente em praticamente todos os aspectos do jogo, e hoje coroa a exibição com um belo golo. E o Benteke sozinho consegue pôr a defesa toda do Chelsea em sentido.
Deu pena ver o Torres em campo hoje, que coisa horrível.
João-Pedro Cordeiro
BRISBANE ROAD
À hora do Hull – Man City jogava-se, em Londres, o jogo grande da League One. O Derby de Londres entre Leyton Orient e Brentford, duas equipas que lutam pela subida directa para o Championship. Sempre que Marcelo Trotta marcou, o Brentford nunca perdeu. Marcou em 11, para 10 vitórias e 1 empate. Quando, aos 45 minutos, em cima do intervalo, o Brentford chegou à vantagem, por Trotta, chegava o verdadeiro desafio para os O’s: contrariar esta estatística. Desde 94-95 que o Orient não está na segunda liga do Futebol inglês, tendo ficado à porta dos playoff de acesso ao Championship tanto em 2010-2011, como em 2012-2013.
Mas, este ano, o Orient parece apostado em conseguir, finalmente, lutar pela subida de divisão. Com um inicio de campeonato arrasador, os O’s conseguiram 10 vitórias e 2 empates nas 12 primeiras jornadas do campeonato e, só uma derrota em Coventry (ou em Northampton, tendo em conta os problemas com o estádio do Coventry City) parou esta máquina. Foram 16 jornadas na primeira posição, mas o Orient não foi abaixo. À 37ª jornada lutam com Wolves e Brentford pela subida directa, mas esta derrota deverá ter sido um duro golpe nesta pretensão. Com dois jogos a mais que os rivais, está a 2 pontos do Brentford e a 3 do Wolves. Está, ainda assim, com o lugar de playoff praticamente garantido, visto ter mais 22 pontos que o MK Dons, a equipa que está em 7º lugar.
O jogo acaba por ter um resultado meio injusto, não traduzido pela estatística final do jogo. Com Mooney e Cox em especial destaque, o Orient causou sempre mais perigo junto da área do Brentford e dominou quase sempre o jogo, contra um Brentford muito agressivo e que até ficou a jogar com 10 jogadores desde o minuto 50. Apesar de tudo, a outra oportunidade de golo flagrante, até pertenceu ao Brentford, quando Alan Judge, emprestado pelo Blackburn, rematou ao poste. O Orient pode queixar-se da sorte, ou falta dela, mas tem de estar feliz com a sua exibição. O Brentford aproveitou o empate do Wolves para se colocar a apenas um ponto da liderança.
João-Pedro Cordeiro
KING POWER STADIUM
Este ano, em Leicester, mandam os da casa. Estando a fazer uma má época, o Blackpool tinha uma tarefa praticamente impossível em Leicester. Mas, com 45 minutos decorridos, os fãs dos Tangerines nem acreditavam: O Blackpool vencia por 1-0. Teria sido, a vitória frente ao Millwall da jornada passada, o tão desejado ponto de viragem? Afinal, até à semana passada, incorriam numa série de 19 jogos sem vencer. O Leicester, esse, estava há 15 sem perder, com o melhor record da liga em casa e, onde a única derrota que ocorreu, remonta a Novembro.
O domínio foi completo dos Foxes. Do início ao fim. Mas, só mesmo uma segunda parte à campeão, permitiu que os homens de Nigel Pearson selassem a vitória. O Blackpool aguentou até onde pôde, e conseguiu, acabando por sucumbir perante a enorme pressão do Leicester nos últimos 10 minutos. Wes Morgan acabou por marcar o seu primeiro golo da época na altura certa, dando finalmente a vantagem aos Foxes que, cinco minutos depois, mataram o jogo pelo jovem Kevin Phillips. Antes disso, aos 60 minutos, um grande golo de Mahrez deu o empate ao Leicester.
A vantagem de 17 pontos sobre o 3º lugar já não deverá deixar fugir a subida automática à Premier League. Principalmente, tendo em conta o domínio completo que tem sido a época do Leicester, não cometendo os mesmo erros do ano passado. Esta é uma equipa de Premier League. Já a época do Blackpool tem sido especialmente difícil depois das saídas de Matt Phillips, Tom Ince ou Stephen Crainey. Curiosamente, a equipa do Blackpool até começou muito bem a época com apenas 2 derrotas em 14 jogos. A partir daí, bom, praticamente não aconteceu outra coisa.
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A vitória do Burnley em casa frente ao Leeds, bem como o empate do Derby, a zero, em Reading, parecem definir cada vez mais os dois primeiros e os dois que irão subir directamente à Premier League.
Na luta pelo playoff, destaque para a vitória dominadora do QPR, com Ravel Morrison em especial destaque. Morrison teve dois jogos iniciais para esquecer pelo QPR mas, entretanto, tem sido decisivo, juntando golos a boas exibições e poderá ser a chave para trazer o QPR de volta à Premier League. Wigan e Forest vão em sentido contrários. O Forest parece ter implodido e os maus resultados sucedem-se. Empate a zero, em casa, frente ao Doncaster deixa a equipa de Nottingham num assustador 6º lugar com apenas 1 ponto de vantagem sobre Reading e Brighton. Já o Wigan vai em 8 vitórias consecutivas e, os dois golos de McClean, ajudaram a vencer o Ipswich em Portman Road por 3-1. Mesmo com dois jogos a menos que a maioria dos adversários por um lugar no playoff, o Wigan está no 5º lugar.
Quando, na semana passada, Rhodes marcou finalmente frente ao Burnley e terminou uma série consecutiva de jogos sem marcar, ficava o aviso: soltaram o bicho. E, no seu regresso a Huddersfield, o escocês fez um hat trick, ajudando o Blackburn a terminar uma série de três derrotas seguidas. Com a sua estrela a ajudar, tudo se torna mais fácil.
Na luta pela descida, os últimos são cada vez mais últimos. Charlton empatou a zero com Millwall e tanto Barnsley como Yeovil perderam por 3-0. As coisas parecem, ainda assim, menos mal para os homens do The Valley, visto terem menos três jogos que Barnsley e Yeovil e menos 4 que Millwall. Aposta pessoal? Barnsley, Yeovil e Millwall descem.