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Visão de Mercado: NBA – “De regresso aos playoffs”: Cleveland Cavaliers e Detroit Pistons

Cleveland e Detroit são duas franchises que têm estado afastadas das decisões, e a recuperar de feridas recentes. Os primeiros ainda mal se refizeram dos estragos do furacão LeDecision, enquanto que os segundos sofrem as consequências de um conjunto de opções questionáveis do seu GM, Joe Dumars. Mas esta pode ser uma época de viragem, e que marca o regresso aos playoffs dos dois conjuntos. Ambas as equipas têm acrescentado jovem talento aos seus rosters (Irving, Waiters, Monroe ou Drummond), e este defeso fizeram movimentos no mercado que podem ser decisivos para esse objectivo (depois dos Nets e Rockets, foram claramente os que melhor se reforçaram).
Cleveland Cavaliers – Em teoria, têm tudo o que precisam para regressar aos playoffs, ainda mais estando na conferência de Este. O ano passado já o podiam ter feito, mas algumas lesões (Irving passou algum tempo fora, e Varejão cedo encostou às boxes) não permitiram que o conjunto progredisse em linha com as previsões. Os resultados não aparecem, os jogadores esmorecem, e cedo se torna mais importante obter uma boa posição no draft do que uma boa posição na tabela. Mas este ano as coisas podem mudar, a free agency foi encarada com seriedade, e com bons resultados. Os Cavs contrataram Jarret Jack, um dos melhores suplentes do ano passado, que traz capacidade ao banco (que tinha poucos recursos), bem como uma dose de experiência que falta a uma equipa recheada de jovens. Earl Clark, que jogou a ser titular em LA, irá acrescentar qualidade à segunda linha, com a sua versatilidade (pode fazer SF e PF) e tiro exterior. E depois, o reforço bomba, o poste Andrew Bynum. Certo, não é certo que Bynum chegue sequer a actuar (ainda está lesionado, e o passado recente não dá confiança), mas com um contrato de apenas 2 anos, é uma aposta de baixo risco. Caso regresse com todas as faculdades físicas intactas, é um jogador que pode dominar, dando a Cleveland uma superioridade na posição interior perante a maior parte das equipas adversárias. Via dratf aterraram Anthony Bennett (a 1ª escolha do draft, resta saber se irá lutar com Clark pela posição de SF ou ser suplente de Thompson a PF) e Sergey Karasev (um notável atirador, que conta até com uma medalha olímpica). A estrela da equipa continua a ser Kyrie Irving, apontado como uma das futuras, a curto prazo, estrelas da Liga. O PG é não só um líder nato, como é muito forte nos momentos decisivos. Contra si, algumas lesões, que têm atrasado o seu desenvolvimento para outro patamar. Dion Waiters é um SG que mostrou firmeza na ausência do referido Irving, e formará com ele um duo terrível. Tristan Thompson deve ser o PF titular (mais forte a defender que a atacar), enquanto que Varejão pode fazer o lugar de poste (ou PF, com Bynum a C), assim se mantenha livre de lesões. O ano passado o brasileiro foi uma máquina de pontos e ressaltos (fez marcas impressionantes nas tabelas), mas teve problemas físicos e perdeu muita da época. Aliás, nos últimos 3 anos, somou apenas 82 jogos, o que não é um bom sinal. Posto isto, há que referir a profundidade do plantel, em especial nas posições de SF (há também Gee, titular o ano passado), PF e C (Tyler Zeller é opção), que permitem diferentes rotações. Jack adiciona muita qualidade ao banco, e pode suprimir as possíveis ausências de Irving. Contra si, joga o factor lesões (Bynum, Varejão e Irving são alvos fáceis), e o excesso de juventude. Nunca se sabe ao certo como os rookies se vão adaptar, ou se os homens de segundo ano conseguem dar o salto. Em qualquer caso, Cleveland tem mais que condições para conseguir algo entre o 6º e 8º posto do Este.
Objectivo: playoffs; o plantel existente e as adições via draft e FA resultam num elenco com qualidade suficiente para alcançar esse objectivo.
Melhor cenário: uma época sem lesões é o melhor cenário imaginável. Caso todo o elenco esteja a 100% (principalmente Irving, Varejão e Bynum) nenhuma equipa vai querer defrontar os Cavs nos playoffs.
Pior cenário: Bynum passa mais um ano no estaleiro, Varejão mantém a média de jogos fora, os miúdos acabam por ser fiascos e Irving volta a não dar o “salto”. O resultado, uma posição abaixo do 9º posto.
X-factor: Andrew Bynum; quando as expectativas em relação a um jogador são baixa ao ponto de nem se esperar que contribua com tempo de jogo, estamos perante um x-factor. Caso contrarie os seus detractores, é um upgrade de qualidade imenso.
Detroit Pistons
Detroit atacou em força o mercado, e trouxe ajuda a uma equipa que, realisticamente, precisava de ajuda. O roster continha alguma qualidade, mas também alguns erros de casting, e jogadores caros que pouco acrescentavam. A começar pela posição de base, para a qual chegaram Chauncey Billups (um regresso) e Brandon Jennings. O segundo deve ser titular, e embora não seja um playmaker por excelência, é um marcador de pontos nato. O primeiro traz experiência, e a liderança há muito precisa, faz as duas posições de base, e ainda consegue umas jogadas decisivas (ou não fosse o mr. Big Shot). Sai assim Brandon Knight, que parecia ser parte do futuro da franchise, mas cujas qualidades não convenceram. Caldwell-Pope chegou via draft, e espera-se que dê outra potência ao ataque. Jennings e Rodney Stuckey (que parou na sua evolução) devem ser os titulares, mas o rookie pode ganhar o lugar de SG a meio da temporada. Mas o grande reforço foi Josh Smith, que sendo um dos FA mais pretendidos, aterrou em Detroit. É questionável se J-Smoove é o mais adequado para complementar a dupla Monroe-Drummond (assumida como alicerce da reconstrução), ou se seria mais benéfico criar uma equipa à imagem de Memphis, mas o facto é que estamos perante um atleta notável, excelente defensor, e que também é uma força no ataque. O seu critério de tiro é dúbio (lança muito, e mal, de fora, em vez de atacar o cesto), e passando a maior parte do tempo a SF, é natural que saiam mais bombas do que seria recomendável (Jennings é outro que adora lançar em vez de passar). Mas Smith é também forte a PF, por isso veremos como Maurice Cheeks roda os seus grandes. Os já referidos Monroe e Drummond formam um duo de respeito, o primeiro é ofensivamente muito forte, enquanto que o segundo já provou ser uma força defensiva. Kyle Singler (bom atirador), Luigi Datome (mais um lançador, vindo de Itália), Jonas Jerebko e o veterano Villanueva (lembranças de negócios ruinosos) devem fazer parte da rotação. Em jeito de conclusão, Detroit reforçou-se com qualidade e critério (Billups por exemplo, dá mais do que números), criou um cinco inicial muito forte, reservou algumas boas opções para o banco, e obteve um jogador de top (Smith, pelo menos em teoria, é um jogador de franchise), receita que normalmente chega para um recorde positivo. A adição de Smith dá outra dimensão defensiva, e as suas torres gémeas podem ser um problema difícil de resolver por oponentes menos preparados para lidar com frontcourts fortes. Contra si, alguma inexperiência (inclusive na posição de treinador), excesso de jogadores apaixonados pelo seu tiro, e a incógnita de não se saber se as peças encaixam na perfeição. Mas jogando à altura das suas potencialidades, uma posição nos oito primeiros é quase uma certeza.
Objectivo: playoffs; os reforços foram cirúrgicos, e com o intento de aumentar a qualidade da equipa, e já.
Melhor cenário: Jennings aprende a partilhar a bola, Smith faz dieta de lançamentos longos, e cada um faz o que faz melhor. Um recorde positivo, e uma posição de playoff completam o ramalhete (fazendo mesmo dos Pistons um dos adversários a evitar pelos Heat devido ao poderoso frontcourt. Drummond deve assumir um papel de destaque na Liga).
Pior cenário: muitos tijolos, cortesia de Smith, Jennings e Cia. Billups não exercer a sua liderança em campo, por estar lesionado, também é um cenário plausível, e nada bom. Assim, ficar fora dos playoffs não é impossível.
X-factor: Caldwell-Pope; A posição de SG a mais tremida (Stuckey não é nada de especial), e caso o rookie entre com tudo, pode terminar a transformação do cinco inicial em algo de temível.

Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar no VM aqui!): Nuno Ranito

13 Comentários

  • João A
    Posted Outubro 16, 2013 at 6:41 pm

    Gostei do que li dos Pistons, embora não sei se chega para Playoffs pois neste momento não sou capaz de confiar sequer no Chauncey Billups, um jogador que na minha opinião tem a sua experiência a sobrevalorizá-lo em demasia (em Nova Iorque era dos que mais contribuía para o festival estúpido de triplos da equipa que deu vitorias frente aos Heat e na altura derrotas contra equipas pessimas), quanto mais confiar em Jennings ou Smith. Depois há o problema de que a seguir aos 5 que deverão fazer os titulares (assumindo Stuckey), há uma grande quebra de qualidade, mesmo assumindo o Caldwell Pope como um jogador com futuro e o Singler e o Billups como bons suplentes (que são, sim). O 5 individualmente é de grande qualidade, Monroe é excelente neste momento como puro 5, só podia defender um pouco melhor, Drummond está a finalizar bem, super atlético, na minha opinião muito melhor defensor que Anthony Davis. Jennings e Smith a nível de talento nunca foi problema. Stuckey pronto… estagnou. O problema é que os 5 juntos também não combinam bem. PG, SG e SF todos que gostam de ter a bola e não gostam de receber e lançar, ou pelo menos não é o forte do jogo deles. Uma equipa com dois jogadores interiores de respeito como Drummond e Monroe devia ter mais que um puro shooter.

    Vamos ver como corre, é sem duvida das equipas que estou mais curioso para ver e das maiores incógnitas para a próxima época. Mas na minha opinião acho que se as coisas começarem a correr mal e tendo em conta a matéria prima envolvente, pode dar em descalabro.

    • Simoes
      Posted Outubro 16, 2013 at 7:05 pm

      o billups saiu do knicks a duas epocas, n entendi essa :O

    • João Antunes
      Posted Outubro 16, 2013 at 7:40 pm

      Se acompanhavas os Knicks nessa altura, com o Toney Douglas também a base, certamente que percebes, é só puxar pela memória. Mas não puxes muito que honestamente não era bonito de se ver!

    • Simoes
      Posted Outubro 16, 2013 at 7:50 pm

      lolol ficaste ofendido? tambem nao entendi :)
      o billups so teve uma epoca nos knicks, e admito que ja ai usassem bastante o triplo, mas esse uso disparou ainda mais nas ultimas epocas, dai nao associar muito o billups a chuva de triplos dos knicks.

      relaxa

    • João A
      Posted Outubro 16, 2013 at 8:45 pm

      nada disso, deve ter sido simplesmente falha na comunicação. em 2010-2011 foram a 2ª equipa mais triplos tentados, a seguir aos Magic. Na altura o Billups fazia tudo menos pôr "mão" nisso. Lembro-me nomeadamente de uma altura em que tiveram muito boas vitórias, nomeadamente os Heat, mas depois perdiam dois jogos com Cavs, dois jogos seguidos com Pacers, etc etc.

  • Sombras
    Posted Outubro 16, 2013 at 6:52 pm

    Os Detroit Pistons representam para mim uma simpatia diferente, pois foram a equipa campeã na primeira edição da NBA que eu acompanhei, no já longínquo ano de 2004, e sempre foram liderados pelo jogar que era a estrela da companhia e infame camisola 1: Chauncey Billups. É portanto com muita felicidade que assisto ao seu regresso ao sítio em que foi feliz e será, o grande reforço de Detroit, não a nível meramente desportivo, mas mais no sentido espiritual e moralizador (com as devidas distâncias, numa comparação com o futebol seria como Del Piero regressasse à Juve). Penso que com o boost espiritual e todos os reforços, irão chegar aos play-off, salvo lesões.

    Já Cleveland tem um elenco muito jovem e de grande qualidade e progressão, liderado por Irving que é neste momento um dos melhores jogadores da liga, também têm tudo para os play-offs. Já agora, parece-me que os Cavs estão a preparar a cama, como se diz na gíria, para o regresso do seu filho prodígio que foi para uma grande cidade ganhar a vida, e regressará à terra que o viu nascer e crescer, e onde se sente verdadeiramente em casa: evidentemente, LeBron James, sendo que isto não passa de mera especulação.

  • Fábio Teixeira
    Posted Outubro 16, 2013 at 10:35 pm

    East:

    1- Miami Heat
    2- Indiana Pacers
    3- New York Knicks
    4- Brooklyn Nets
    5- Chicago Bulls
    6- Cleveland Cavaliers
    7- Detroit Pistons

    West:

    1- San Antonio Spurs
    2- Los Angeles Clippers
    3- Oklahoma City Thunder
    4- Houston Rockets
    5- Golden State Warriors
    6-
    7- Memphis Grizzlies

  • SardaoDaNoite
    Posted Outubro 16, 2013 at 11:38 pm

    Duas equipas que são o oposto uma da outra. Uma tem dois jogadores no backcourt que constituem o futuro do franchise, a outra tem dois jovens promissores no frontcourt. Uma que apostou em dois jogadores que às vezes são muito bons e outras muito maus e outra que tem dois jogadores no frountcourt que ou são muito bons ou estão lesionados. Mas isso não passa tudo do reino da curiosidade, na verdade nas questões pertinentes que tocam ao desenrolar e desfecho da época que se avizinha, o caminho que cada equipa irá percorrer não podia ser mais distinto.

    Cleveland, finalmente parecendo erguer-se das cinzas do incêndio que foi a free agency de 2010, possui uma futura super-estrela, Kyrie, e vários jovens de qualidade à sua volta, Bennett, Thompson e Dion Waiters. A juntar a isso, há Anderson Varejao, o fantástico poste brasileiro que quando está saudável é uma fantástica máquina de ressaltos, Jarrett Jack que por pouco não foi o sixth man da época passada e, nem mais, Andrew Bynum, o portentoso poste de profissionalismo duvidoso, saúde periclitante e fantásticos cortes de cabelo que está em Cleveland este ano para tentar confirmar de vez a sua capacidade de dominar o jogo interior. A chave do sucesso da época de Cleveland (o objectivo é criar uma equipa coesa que aproveite o ano para ir aos play-offs e crescer competitivamente) passará pela capacidade dos preparadores físicos e departamento médico em manter a equipa em alta rotação mantendo-se saudável, pois se os jogadores jogarem tudo o que os seus corpos lhes permitam o sucesso fica mais próximo, caso contrário Cleveland terá que aguentar mais um ano de lotaria (não que isso este ano seja algo mau, se conseguissem Andrew Wiggins tinham equipa para daqui a 2-3 serem campeões).

    Os Pistons voltam à alta roda do basquetebol americano com uma equipa reforçada com duas apostas "de risco". Greg Monroe e Andre Drummond, o último principalmente, têm um tremendo potencial e capacidade para dentro de um ou dois anos dominarem qualquer frontcourt que se oponha a Detroit, Kentavious Caldwell Pope é um rookie que preenche os actuais requisitos favoritos dos treinadores para a posição, triplos, defesa e atleticismo e que eventualmente assumirá o lugar como titular, Rodney Stuckey é, como diz o artigo, tremido por vezes. Mas é nas duas posições que sobram que tudo pode correr mal, a fama de Brandon Jennings é conhecida por todos, um jogador de baixa percentagem de tiro, individualista e com tendência para se achar Michael Jordan, no entanto, é um jogador de valor e que se fizesse o que o treinador lhe pede seria um point guard bastante útil a várias equipas, talvez de Top-15, pode ser que a companhia de Chauncey Billups o ajude a crescer. A outra posição é a de small forward e Detroit gastou o seu dinheiro da free agency para trazer… um power forward. Josh Smith é um fantástico defensor e com potencial para ser um fantástico jogador overall, mas a sua tendência em abusar de lançamentos a meia distância, longos ou até triplos, um jogo tipicamente de small forward impede-o de dominar os outros 4's da Liga, então os Pistons pensaram em adaptar o seu estilo de jogo à posição 3, mas aí é que entra o problema, pois Josh Smith é mau quando aposta nesse tipo de jogo, podendo correr-lhe tudo bem ou extremamente mal, esperam os fãs da cidade-motor que este ano o seu jogo melhore (bastante) e se torne no jogador que todos esperam que ele seja. Como tal, é uma equipa que pode chegar longe no futuro se as peças encaixarem todas mas, para já, o objectivo passa pelo regresso aos play-offs e a criação de um sistema de jogo fiável, que não exponha muito as falhas de Josh Smith e Brando Jennings.

  • SardaoDaNoite
    Posted Outubro 16, 2013 at 11:38 pm

    Perdoem-me o off-topic mas adivinhem quem proferiu as seguintes declarações numa entrevista no dia de hoje: «I want to be a free agent. I think everybody in the NBA dreams to be a free agent at least one time in their career. It’s like you have an evaluation period, you know. It’s like if I’m in the gym and I have all the coaches, all the owners, all the GMs come into the gym and just evaluate everything I do. So yes, I want that experience.». That's right, Carmelo Anthony, já o tinha dito no post dos Knicks, os nova-iorquinos que não contem muito com a sua presença depois deste ano.

    • Nuno
      Posted Outubro 17, 2013 at 9:28 am

      O que tem? Ele podia accionar mais um ano de contrato, não o vai fazer. Este ano, para os Knicks, é mantê-lo feliz, mais do que ganhar jogos. Quanto a eventuais destinos, o tipo de jogador que é, para lá e NY, só iria para um "clássico" (LA, Boston), ou para uma cidade "fixe", como Orlando ou Miami (duvidoso, pois já lá está um alfa dog).

    • SardaoDaNoite
      Posted Outubro 17, 2013 at 9:50 am

      Orlando é mais uma cidade familiar por causa da Disneyland do que propriamente uma cidade fixe, pelo que não o vejo a ir para lá. Dallas é uma hipótese muito forte para ele e Miami seria necessário sair alguém do big 3, não é realista. Aposto nos Lakers, parecem-me uma equipa feita para ele, tem o legado, tem os holofotes na sua direcção, tem o Kobe Bryant para lhe passar a tocha.

  • Miguel Silva
    Posted Outubro 17, 2013 at 9:26 am

    Relativamente aos Cavs penso que estão a entrar no bom caminho e a renascer verdadeiramente depois da era LeBron, agora obviamente que precisam de tempo.

    Acreditando no melhor cenário (os jogadores importantes no elenco a conseguirem escapar das lesões, concordo por inteiro com o artigo – ninguém vai querer defrontar os Cavs nos Play-off). Irving é absolutamente fantástico, Jack é uma adição muito inteligente, os postes têm muita qualidade (Bynum, Varejão, Thompson e até Zeller já demonstrou qualidades, mais Bennett, que estou muito expectante sobre o que poderá render neste primeiro ano). Waiters também é um jogador que aprecio e CJ Miles e Earl Clark são jogadores úteis em qualquer rotação. Fico muito surpreendido se falharem os play-off.

    Quanto aos Pistons, penso que tem uma abundância extrema de qualidade individual, quase tanto como receio que tenham em falta de química entre eles. Billups pode ajudar, mas Jennings e Josh Smith na mesma equipa é quase a dupla menos recomendável da Liga… Ainda assim qualidade não lhes falta e isso poderá sempre sobrepor-se. Caldwell-Pope parece-me uma escolha de draft muito acertada e não partilho da ideia de que Stuckey não seja nada de especial (É irregular, mas interessante). Quanto à dupla Monroe-Drummond é potentíssima e vai causar estragos a muitas equipas certamente.

    No geral, penso que os Pistons estão muito, mas muito mais fortes do que o ano passado e também não acredito que falhem os play-off, por isso vão certamente proporcionar jogos interessantes na primeira ronda frente a uma das primeiras quatro equipas da Conferência.

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