Amorim não fez bluff e deixa Gyökeres, que pareceu ficar limitado contra o Sturm Graz, no banco.
O Sporting vai começar frente ao Rio Ave com: Adán, Esgaio, Diomande, Coates, Inácio, Nuno Santos, Hjulmand, Morita, Edwards, Paulinho e Pote. Já os vilacondenses fazem alinhar: Magrão; Pantalon, Aderllan Santos e Patrick; Costinha, Guga, Amine e Sávio; Joca, Fábio Ronaldo e Leonardo Ruiz.


4 Comentários
Veridis Quo
Uma lesão grave no Gyo ou no Hjulmand e basicamente acaba qualquer aspiração maior do Sporting. O plantel é muito curto. Os reforços elevaram o nível, mas se eles saem, vimos o ano passado o quão banal é o plantel. É voltar à dependência de Paulinho, é Pote a saltar de posição, é uma dupla Morita-Bragança que não se complementa…
Falta claramente outra opção na frente e outro médio que acautelasse isto.
Pormenor Tatico
Eu avisei que não podemos ter um plantel tão curto, isso vai-se notar a meio da época, se não nos reforçarmos em Janeiro, com os rivais fracos, temos aqui uma hipótese, mas parece que a querem deixar escapar, lesiona-se alguém e não temos opções no meio e frente, fomos buscar um puto para a direita, não se percebe esta gestão…
Neville Longbottom
Pode-se nao concordar com a gestao (ou com a estratégia), mas nao perceber, custa-me.
O Sporting podia ter comprado 2 pontas-de-lanca com o dinheiro que largou pelo Gyökeres. Tínhamos 3 (ou até 4) hipóteses com o Paulinho e o Rodrigo Ribeiro. Mas a preferencia foi por uma verdadeira mais valia. Podemos sempre argumentar que com 10 milhoes arranjavamos 2 grandes pontas de lanca, mas talvez isso fosse apenas verdade há 6/7 anos quando o Bas Dost, por exemplo, assinou. Depois disso, pontas-de-lanca caros (como o Zé Luis) floparam por cá.
A direcao preferiu comprar caro e certeiro do que ganhar mais opcoes no plantel. Isso já foi inclusivamente defendido pelo treinador. Esta é a sua maneira de pensar.
Claro que podemos nao concordar, mas a gestao é clara.
O Comendador
O Keres claramente deu “um jeito” na hora de fazer o golo. Viu-se nas imagens e Amorim a não querer arriscar. Resta aos outros fazerem pela vida e justificar o ordenado.
SL