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Euro’2024: Querem dar luta

Há seleções que chegam ao Euro’2024 com a pretensão de ter destaque, até pela boa matéria-prima que apresentam.

Uma delas é a Albânia, que vai participar num campeonato da Europa apenas pela 2.ª vez, depois de ter surpreendido ao vencer o seu grupo na qualificação. Em 2016 os albaneses caíram nos grupos, vencendo um jogo e perdido dois, mas desta vez apresentam-se com um grupo mais forte e já com vários jogadores experimentados na elite, nomeadamente Armando Broja, Asllani, Hysaj, Bajrami, Djimsiti ou Kumbulla, pelo que esperam fazer melhor figura. O problema é que estão inseridos no grupo da morte, com Espanha, Itália e Croácia, e só com um brilharete poderão avançar dos grupos. Já a Hungria vive o melhor momento em largos anos, tendo tido duas prestações positivas em 2016 (venceu o grupo de Portugal) e 2021 (empates com França e Alemanha, tendo ficado a minutos de eliminar esta última), brilhado na Liga das Nações com duas vitórias sobre a Inglaterra e outra sobre a Alemanha e feito uma excelente qualificação, vencendo o grupo sem derrotas. O seu maior valor é claramente Dominik Szoboszlai, que tem um grande registo na seleção e já é capitão, mas cuidado também com Kerkez, Nagy e Sallai, sendo que o melhor setor será a defesa, liderada por Orbán e Szalai e o gigante Gulácsi na baliza. No Grupo A com Alemanha, Suíça e Escócia as esperanças para chegar aos oitavos são legítimas. Depois, a Turquia volta a prometer bastante, mas terá finalmente de juntar o talento aos resultados, depois de em 2021 ter sido a grande desilusão do Euro. Apesar das baixas de Soyuncu e Kabak, há jogadores de renome em todos os setores, como Bayindir, Demiral, Çelik, Çalhanoglu, Kökçü, Kahveci ou Tosun e ainda os jovens talentos Arda Güler e Kenan Yildiz, que prometem ser duas das sensações da prova, matéria-prima mais que suficiente para pelo menos passar a fase de grupos. Por fim, a Ucrânia sofreu para estar presente na Alemanha, superando os play-offs frente a Bósnia e Islândia, e está inserida no grupo E com Bélgica, Roménia e Eslováquia. Um grupo que abre boas perspetivas quanto a seguir em frente, especialmente se tivermos em conta todo o talento ao dispor de Sergiy Rebrov. Desde a baliza, com dois grandes valores em Lunin e Trubin, passando pela defesa com Matvienko, Mykolenko ou Zabarnyi, o meio-campo com o polivalente Zinchenko, o jovem Sudakov ou os experientes Stepanenko e Malinovskyi até chegar ao temível ataque com nomes como Mudryk, Tsygankov, Yarmolenko, Dovbyk e Yaremchuk, há muito por onde escolher, sendo que o sucesso passará sobretudo pela melhor forma de encaixar de tantos craques.

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Author: VM-Desporto

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