Tadej Pogačar venceu a Strade Bianche pela 4.ª vez na carreira. O ciclista esloveno, apesar de estar a iniciar a época, nem precisou de desferir um forte ataque para fazer os últimos 79km sozinho. O fenómeno Paul Seixas, que numa primeira fase foi o único a responder ao campeão do Mundo, chegou em 2.º a um minuto, enquanto Isaac Del Toro completou o pódio. Destaque para para o dia da UAE, que, além de ter metido dois ciclistas no Top 3, ainda colocou Jan Christen no 6.º lugar.
𝐏𝐎𝐊𝐄𝐑 𝐃𝐄𝐋 𝐑𝐄𝐘. ♠️♦️♣️❤️🌈
Tadej Pogacar regresa intratable como siempre y se adjudica su cuarta #StradeBianche, récord absoluto en solitario, con 78 km de prodigiosa cabalgada.
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— Eurosport.es (@Eurosport_ES) March 7, 2026


4 Comentários
Paulo Roberto Falcao
Mais do mesmo.
Suspeito que este pódio, com esta e outra ordem, se verá algumas vezes nesta temporada. Paul Seixas, que recorde-se é luso francês, é um fenómeno, e este ano vai ser a sua época de afirmação. Del Toro terá um dilema, mais tarde ou mais cedo: sair ou não sair da UAE. Pogacar imperial como o Rei.
Filipe22
Tal como já foi falado noutros posts sobre o João Almeida, acho que neste momento esta é a equipa certa para o Isaac. A equipa tem as condições todas, colegas fortes para o acompanhar nas provas e há corridas para todos, o Pogi não vai a todas
Paulo Roberto Falcao
O problema chama-se ambição. Duvido muito que um ciclista do calibre de Isaac Del Toro passe os próximos anos a ser segundo tenor de Pogacar, mais tarde ou mais cedo quererá vencer o Tour, vencer as grandes clássicas, os monumentos, e enquanto estiver na sua equipa a sua função será ser outra. Duvido muito que ele aceite ser isso que tu achas que ele vai ser, na cabeça dele ele vai achar, tarde ou cedo, que deve ser o número um.
Diogo Filipe
Que brincadeira para Pogacar, vai ser mais um ano a ganhar tudo. Mesmo no Milan San Remo e Paris Roubaix não sei se Van der Poel o vai conseguir parar…
Fiquei muito impressionado com Paul Seixas. Aos 19 anos pedalar desta maneira e com esta mentalidade, cuidado com este miúdo! A França tem motivos para sonhar… Será mesmo o “Chosen One” mais de 40 anos depois?