Mercedes vai dar já preferência a Russell caso Antonelli lidere a corrida? É uma das dúvidas para amanhã.
George Russell venceu a corrida Sprint do Grande Prémio da China. O piloto da Mercedes ainda perdeu a posição para Hamilton numa fase inicial mas depois conseguiu estabilizar na liderança. Charles Leclerc fez 2.º, enquanto Lewis Hamilton completou o pódio. Max Verstappen, por sua vez, ficou fora dos pontos. Já no que respeita à qualificação para amanhã, Kimi Antonelli tornou-se no 1.º piloto italiano desde 2009 a conseguir a pole. O jovem da Mercedes ficou à frente de Russell, que teve problemas no início da Q3. Hamilton e Leclerc vão sair da 2.ª linha e Piastri e Norris da 3.ª. Verstappen foi apenas 8.º.


3 Comentários
Daervar
Esta época poderia ser um deleite para os olhos, mesmo com os Mercedes tão claramente à frente, mas não consigo levar a sério as novas regras. Assistir a ultrapassagens que parecem tiradas de um jogo arcade em que se mete um boost é demasiado infantil para o meu gosto. Já pensei que depois de me habituar poderá começar a ter alguma piada mas pq raio hei de tentar apreciar algo que é contra natura ao que sempre achei ser uma competição automóvel?
Ando há anos a ver as provas em diferido, sem problema algum, e estive mesmo, mesmo tentado a subscrever o serviço oficial no ano passado com toda a emoção no último par de meses. Agora dou por mim a nem ver as ditas provas, já só sigo pelos resumos. Bah
Hunter S. Thompson
Consigo perceber, sinceramente. É que nem parece haver qualquer esforço nas ultrapassagens e a gestão de energia, então…
Neville Longbottom
Esse é precisamente o ponto, haver mais lutas e ultrapassagens (e evitar os comboios DRS). Era isso que uma boa parte dos fãs pedia. O que assistíamos era apenas a ultrapassagens nas 3 zonas da pista preparadas para o efeito. A mim o que me tira do sério é o boost de energia, tentaram tornar a F1 mais mainstream mas toda a gente percebe que ainda é muito cedo para que o motor a combustão deixe de ser o “core”. Então fez-se este “híbrido” mas que não trouxe de volta aquilo que, penso eu, seria o ideal, ou seja, a habilidade dos pilotos a fazer a diferença e a diluição do efeito do carro. Seria sempre complicado que todas as equipas se preparassem da mesma forma para 2026 (a Mercedes um passo a frente, etc), mas até o Russel com este carro é ultrapassado. Moral: agora nem a habilidade dos pilotos nem o carro.