Luís Tralhão deixou o comando técnico do Torreense. O treinador conduziu o emblema de Torres Vedras à conquista da Taça de Portugal, sendo que também venceu na 1.ª jornada da Liga Europa, mas a prestação na II Liga estava aquém das expetativas. Para o seu lugar foi escolhido João Nuno, que na época passada esteve à frente do Estrela da Amadora.

6 Comentários
DNowitzki
Este ganhou a Taça, levou a equipa às competições europeias, onde já obteve um triunfo, e é despedido passados dois meses.
O Borges ganha bola há 16 ou 17 meses e está de pedra e cal.
Qual é o errado?
Antonio Clismo II
Quanto às obras prometidas no Estádio é que nada…
Foi um ano ótimo em termos de liquidez no clube, o mais provavel é fugirem e o dinheiro desaparecer e no final lá fica o velhinho Manuel Marques a cair de podre, como a maioria dos estádios em Portugal
RicardoT
No verão entraram 20 jogadores e saíram 15.
Esperamos milagres.
Hunter S. Thompson
É que não há tempo de consolidação nenhum nos projetos em Portugal, é sempre a andar, siga.
manel-ferreira
O que se fala é que ele já tem acordo com um clube da Primeira Liga (Famalicão ou Estoril), portanto isto será mais mútuo acordo do que propriamente despedimento. Provavelmente devem ter-lhe prometido isso no Verão, que o deixavam sair em caso de convite da Primeira.
Flavio Trindade
Ficou a um golo de uma época perfeita e mesmo assim venceu a Taça de forma totalmente inesperada.
O futebol é isto. Momento.
Podia e se calhar devia ter saído logo após a final da Taça.
O Torreense apostou forte para subir esta época e deixar uma boa imagem na estreia europeia (e está a faze-lo).
Na minha opinião é um dos mais fortes candidatos.
Mas isto seria sempre uma missão impossível, seja para o Tralhão seja para o Guardiola.
Uma equipa de Segunda Liga, vence a Taça, vai para a Europa, é história em todo o lado. O problema nunca seria técnico, porque lá está, o Torreense tem equipa suficiente para estar numa posição confortável.
O problema seria sempre mental.
Como lidar com as expectativas dos jogadores, como lidar com o interesse mediático, como recuperar a equipa após os desaires.
Apesar de tudo foi notável o trabalho do Tralhão em Torres Vedras.
Também estou inclinado a concordar com o Manel e que o divórcio se deveu ao timing e foi mais amigável do que aquela chicotada básica.
O Torrreense coloca outro técnico para atacar o que é realmente importante que é a subida de divisão, e o Tralhão sai de cena para um dos bons clubes da Primeira Liga (Estoril ou Famalicão valem muito mais do que a classificação indica).
E depois desta missão impossível acredito que ele esteja muito melhor preparado.
Continua a ser um dos episódios mais bonitos da história recente do futebol português por isso desejo sinceramente toda a sorte para o Torreense e para o Luís Tralhão para o futuro.