Benfica – Anunciou a renovação de contrato com os guarda-redes Bruno Varela (até 2018) e Rúben Alfaiate (2014) e os defesas Alexandre Alfaiate e Pedro Rebocho, ambos até 2015. Curiosamente e ainda no âmbito da formação, Hélio Sousa revelou esta tarde a lista de convocados para o duplo embate da selecção de sub-16 frente à Dinamarca (20 e 22 de Novembro em Vendas Novas), onde o destaque é a presença de 10 jogadores encarnados. VM – Uma prova do que o Visão de Mercado vem mencionando nos últimos 2 anos. O Benfica apostou forte na formação nos últimos anos (investe mais que os rivais) e agora passou a dominar as convocatórias das selecções mais jovens. Se o Sporting até 1994, inclusive, tem os melhores jogadores, a verdade é que daí para baixo o domínio em termos de qualidade/quantidade pertence agora aos encarnados (talvez pela 1ª vez nos últimos 30 anos). Já esta equipa de juniores dos leões se excluirmos os elementos que nasceram em 1994 é manifestamente fraca (vão valendo alguns estrangeiros), e a de Juvenis apesar de ter mais quantidade não apresenta nenhum fora de série (como os da geração de 1993-94). Esta força do Benfica nas camadas jovens vai ter mais peso e ser mais evidente para todos quando a geração de 95-96, principalmente o talentoso Romário Baldé, aparecer em competições mais perto das profissionais. A que se deve esta mudança de panorama em relação ao futebol jovem? O Sporting acabou na excelente geração de 1994 (Tobias, Bruma, Chaby, Iuri e Carlos Mané) e depois deixou de formar? E o próprio FC Porto, que nos anos 90 e até metade da última década tinha sempre um papel decisivo (muitas vezes era a equipa mais representada) na selecção nacional, agora como prova a péssima equipa B “parou” ao nível da formação? Irá o Benfica dar espaço ao nível profissional para estes jovens evoluírem e se destacarem?
Portugal – As declarações de Pinto da Costa não passaram em claro a Paulo Bento é a FPF. O seleccionador nacional referiu que não interfere no trabalho dos outros e acusou o líder portista de ter algo contra a FPF ou gostar mais da Federação
da Colômbia: “Não me meto no trabalho dos dirigentes e, por isso, não
admito ingerências no meu trabalho nem dos meus próprios dirigentes,
quanto mais de um presidente que não trabalha comigo. Houve jogadores com a mesma importância (de João Moutinho) que jogaram, um 90 minutos (James Rodriguez), outro 80 (Jackson Martínez), um pouco mais longe, com uma diferença horária maior.
Por isso, parece-me que ou alguém tem algo contra a FPF e terá de
resolver esse problema ou gostará mais da federação colombiana.” Humberto Coelho, vice-presidente da FPF, afirmou ainda que Portugal tem que aproveitar o prestígio alcançado e relembrou que, por exemplo, a Espanha foi jogar ao Panamá e a Argentina à Arábia Saudita. O dirigente da FPF referiu também que os jogadores saem valorizados das partidas internacionais:
“Sabemos da importância dos jogadores e do prestígio que tem jogar pela
selecção, designadamente no mercado de transferências. São esses
jogadores que fazem as maiores transferências.” Quem fica a ganhar com a chamada dos jogadores às selecções nacionais (os clubes ou a FPF)? Como os leitores
sabem, partilhamos da ideia de que os jogadores aumentam a cotação do
mercado quando chegam à selecção, mas o que nos interroga é: se a própria
federação reconhece isso, porque razão não aproveita este tipo de
amigáveis para convocar jogadores do Paços, Académica, etc, para ajudar
esses clubes?
da Colômbia: “Não me meto no trabalho dos dirigentes e, por isso, não
admito ingerências no meu trabalho nem dos meus próprios dirigentes,
quanto mais de um presidente que não trabalha comigo. Houve jogadores com a mesma importância (de João Moutinho) que jogaram, um 90 minutos (James Rodriguez), outro 80 (Jackson Martínez), um pouco mais longe, com uma diferença horária maior.
Por isso, parece-me que ou alguém tem algo contra a FPF e terá de
resolver esse problema ou gostará mais da federação colombiana.” Humberto Coelho, vice-presidente da FPF, afirmou ainda que Portugal tem que aproveitar o prestígio alcançado e relembrou que, por exemplo, a Espanha foi jogar ao Panamá e a Argentina à Arábia Saudita. O dirigente da FPF referiu também que os jogadores saem valorizados das partidas internacionais:
“Sabemos da importância dos jogadores e do prestígio que tem jogar pela
selecção, designadamente no mercado de transferências. São esses
jogadores que fazem as maiores transferências.” Quem fica a ganhar com a chamada dos jogadores às selecções nacionais (os clubes ou a FPF)? Como os leitores
sabem, partilhamos da ideia de que os jogadores aumentam a cotação do
mercado quando chegam à selecção, mas o que nos interroga é: se a própria
federação reconhece isso, porque razão não aproveita este tipo de
amigáveis para convocar jogadores do Paços, Académica, etc, para ajudar
esses clubes?
Ricardo Carvalho – O central português poderá estar a caminho do AC Milan. De acordo com a imprensa espanhola, Adriano Galliani está em Madrid a negociar a transferência de vários jogadores, entre os quais Ricardo Carvalho. Saída inevitável do Real? Poderá rumar ao AC Milan e mostrar a qualidade que habituou os adeptos portugueses, do FC Porto e Chelsea?


