Os encarnados deslocaram-se ao Luxemburgo para defrontar a sua filial daquele país. Uma partida de sentido único (o Hamm fez um remate, bastante por cima da baliza), com a equipa de Jorge Jesus a ter mais dificuldades em ultrapassar a defensiva contrária nos primeiros 45 minutos. Os golos só apareceram do segundo tempo, já com os habituais titulares em campo. Onze inicial: Paulo Lopes, Yannick Djaló, Miguel Vitor, Jardel, Melgarejo, Javi Garcia, Carlos Martins, Ola John, Enzo Pérez, Hugo Vieira e Kardec. O Benfica terminou com os seguintes elementos: Artur, Maxi Pereira, Garay, Luisão, Luisinho, Witsel, Bruno César, Gaitán, Nolito, Saviola e Cardozo.
O encontro começou com um cabeceamento de Kardec ao poste e algumas incursões perigosas de Ola John. Aos 20 minutos, o holandês dispôs mesmo de uma das melhores ocasiões de golo, mas permitiu a defesa do guarda-redes adversário. Os encarnados iam pressionando a defensiva contrária, contudo, apenas um remate de Miguel Vitor (perto do poste) e um falhanço incrível de Enzo Pérez (isolado, atirou por cima) é que levaram perigo à baliza do Hamm.
Maxi Pereira – Tal como na partida anterior, o uruguaio foi o melhor em campo. Entrou ao intervalo e cedo mostrou para o que vinha. Várias incursões no ataque, boas combinações com Gaitán e um golo cheio de oportunismo.
Yannick Djaló/Enzo Pérez – Deram alguma dinâmica ao lado direito do Benfica (alguns bons cruzamentos), mas pouco mais (vê-se claramente que não é a “praia” de Djaló). Se no plano defensivo não houve qualquer problema, já no capítulo ofensivo poderiam ou deveriam ter feito mais, tendo em conta o adversário.
Melgarejo/Ola John – O paraguaio foi o autor do primeiro remate do jogo, contudo, pouco mais se viu em termos ofensivos. Ola John trouxe grande dinamismo, mostrou a sua técnica e foi o melhor elemento do Benfica no primeiro tempo.
Carlos Martins/Bruno César – Foram os pensadores do jogo do Benfica em ambas as partes. O português bem tentou flanquear o jogo e rematar por diversas ocasiões, mas o brasileiro teve mais sucesso (foi dos seus pés que nasceu o segundo golo).
Nolito/Gaitán – O espanhol marcou um excelente golo e fez uma assistência, enquanto que o argentino criou grandes desequilíbrios, mas nem sempre decidiu bem.
Kardec/Cardozo – Cada um jogou 45 minutos. Kardec rematou por uma vez ao poste e raramente ganhou um lance à defensiva contrária, enquanto Cardozo foi mais eficaz e marcou um golo no seu único remate.
Hugo Vieira/Saviola – Duas exibições pouco conseguidas na frente de ataque do Benfica.
Breves – Luis Leon Sanchez foi bem sucedido na fuga do dia do Tour e venceu a 14ª etapa. Sérgio Paulinho também esteve na fuga, mas terminou na 6ª posição. Mais uma etapa com as principais dificuldades a mais de 40km da meta, emboscada de pioneses na estrada (cerca de 15 furos) e tranquilidade para Wiggins. Moreno Moser (Liquigas) foi o mais forte na 6ª etapa da Volta à Polónia e conquistou a camisola amarela. Tiago Machado terminou na 10ª posição e está no 7º lugar da geral, enquanto Bruno Pires desceu para 14º. Ricardo Mestre venceu o Troféu Joaquim Agostinho pela 2ª vez consecutiva, depois de se impor na última etapa da prova. John Isner (Newport), Tipsarevic (Estugarda), David Ferrer (Bastad) e Marin Cilic (Umag) venceram as provas do ATP 250 da semana, enquanto Serena Williams (Stanford) e Sara Errani (Palermo) venceram no WTA. Jorge Lorenzo venceu o GP de Itália em Moto GP e aumentou a vantagem para Dani Pedrosa (185 contra 166 pts), que foi segundo. Dovizioso terminou na 3ª posição, enquanto que o campeão do Mundo, Casey Stoner foi 8º e já está a 37 pts do topo. Portugal termina o Europeu de Andebol, sub-20, na 5ª posição, com Rui Silva a ser eleito o melhor central e melhor marcador da competição. Principais destaques?


