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Aimar e “Cebola” Rodríguez: Um pelo que representa, outro pelo que custou, são neste momento a grande preocupação de Benfica e Porto, respectivamente

O que têm em comum “Pablito” Aimar e “Cebola” Rodríguez? Além do facto de terem nascido em países da América do Sul, encontram-se ambos em final de contrato, situação que possibilita a sua saída, sem nenhuma compensação financeira para os seus clubes, no próximo defeso.
Pablo Aimar chegou à Luz em 2008, proveniente do Saragoça, tendo custado cerca de 6.5 milhões de euros aos cofres do clube encarnado. Apesar de algumas lesões e da sua muito discutida capacidade física, foram várias as vezes em que foi posta em causa a sua incapacidade de aguentar 90 minutos a bom nível, ou de realizar dois jogos por semana, a realidade é que o argentino, na plenitude das suas capacidades, é daqueles que por si só, valem o preço do bilhete e curiosamente (apesar do avançar da idade) tem fortalecido os seus indícies físicos e neste momento é indiscutívelmente uma das grandes figuras do actual Benfica. Já, Cristian Rodriguez custou ao Porto 7 milhões de euros, por apenas 70% do seu passe e apesar de algumas exibições de bom nível na sua 1ª temporada nunca conseguiu justificar todo o investimento que constituiu a sua contratação pelos azuis e brancos.

É possível a saída de ambos no final da presente temporada (principalmente de Cebola, já que Aimar estará muito perto de renovar pelos encarnados), e caso esse cenário se verifique, parece claro que será um duro golpe em ambas as Instituições (o argentino por ser uma das figúras dos encarnados e o uruguaio pelo elevado valor pago pelo seu passe, a que se junta um dos salários mais elevados do plantel portista nas últimas quatro temporadas). Como se explica que Benfica e Porto não tenham ainda conseguido resolver os processos relativos a Aimar e Cebola? Será o argentino a grande referência do actual Benfica? E no que diz respeito ao uruguaio, caso venha a sair a custo zero, é a prova de que o Porto perdeu

 
A. Carvalho

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