– Excesso de avançados e extremos? Cardozo (caso não seja transferido), Rodrigo, Saviola, Nelson Oliveira, Hugo Vieira e Melgarejo (que pode jogar nos 2 lugares) são os avançados à disposição de Jesus, Gaitán (ainda não foi vendido), Yannick Djaló, Nolito, Bruno César, Ola John e, quem sabe, Salvio, os extremos. Isto, não considerando Djaniny, Derlis Gonzalez, algumas contratações que estão previstas, e emprestados como Urreta, Mora, Kardec, Jara, etc. Sabendo que o treinador do Benfica não costuma fazer grande rotatividade do plantel, vai existir espaço para jogadores insatisfeitos na Luz por um lado, por outro parece claro que são elementos a mais para tão poucas vagas.
– Os encaixes financeiros necessários vão resultar na saída de jogadores “nucleares? O Benfica (como todos os clubes portugueses) necessita de realizar encaixes, um deles ao que tudo indica será a saída de Gaitán, mas outros elementos como Javi e Cardozo (jogadores fundamentais no clube da Luz nos últimos anos) podem igualmente sair. Caso isso venha acontecer, deve haver uma aposta na prata da casa ou contratar alguém para os substituir?
Quem irá substituir Emerson? Se em avançados e extremos o Benfica apresenta inclusive um excesso de opções, a posição de lateral esquerdo revela-se como fulcral neste defeso. Capdevila não agrada a Jesus, enquanto que Emerson não agrada a quase toda a crítica. Luís Filipe Vieira terá como prioridade a contratação de um defesa esquerdo de qualidade. Rojo já foi abordado, mas esta posição pode ser até alvo de 2 reforços.
Mais portugueses em 2012-13? Na temporada passada, o plantel do Benfica tinha 7 portugueses, contudo, pouco ou nada foram utilizados. Para o novo ano desportivo, interessa aos encarnados por um lado contratarem mais portugueses ou então promoverem os emprestados, de forma a ocuparem todas as vagas da Liga dos Campeões, por outro veremos se é desta que Vieira cumpre a sua promessa de fazer do clube da Luz o principal fornecedor da selecção.
Por último, que política ser implementada na equipa B? Os encarnados já adquiriram jogadores com vista à formação da equipa B (uns de maneira oficial, outros não oficialmente, inclusive portugueses), mas é certo que não vão ficar por aqui. Sendo evidente que não faz sentido colocar jogadores com idade superior a 22/23 anos ou que já foram emprestados a equipas da I Liga na Liga de Honra (como David Simão, Jara, Nuno Coelho, etc). Qual deverá ser a política? Funcionar como um espaço para os excedentários, ser um lugar para potenciar juniores de 2º ano e jovens portugueses? Ou um “trampolim” para elementos da América do Sul (como acontece com os uruguaios já contratados)?

