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Ayuso conquista Tirreno-Adriático

A mostrar que é forte candidato ao Giro? É verdade que não tinha grande concorrência, mas disse presente na etapa rainha e já vai com 3 provas arrebatas este ano (podiam ter sido 4 não fosse um erro no último km da Faun-Ardèche Classic).

Juan Ayuso conquistou o Tirreno-Adriático, uma das principais provas de uma semana da temporada. O ciclista espanhol, da UAE, ficou à frente de Filippo Ganna (que surpreendeu na montanha) e de Antonio Tiberi. Derek Gee e Jai Hindley, que também vão estar no Giro, completaram o Top 5. Destaque ainda para Jonathan Milan, que venceu duas etapas e mostrou que pode ser candidato na Milão-San Remo.

2 Comentários

  • Paulo Roberto Falcao
    Posted Março 16, 2025 at 5:55 pm

    Depois de tanto fogo de artifício ficou clara a hierarquia da equipa UAE. Pogacar é o líder da equipa, e este ano decidiu correr o Tour e a Vuelta, e depois têm um líder para a restante prova chamado Juan Ayuso. João Almeida fica como terceiro cavalo, e pior fica como gregário de um dos dois. Quem venceu o pulso do Tour do ano passado foi Ayuso, ao ameaçar sair, e ao ter tido condições para renovar contrato nas suas condições. A equipa sabe que tem ouro, o jovem mais talentoso dos próximos anos.

    João Almeida deve ponderar em opções para o futuro, depende das suas ambições. Talvez uma mudança de equipa fosse boa, mas por vezes ser garganeiro, e querer ser líder de uma equipa mais pequena, acaba por correr mal. Os exemplos do passado de Orlando Rodrigues e de Rui Costa estão aí, mas por outro lado percebe-se que o seu caminho na UAE fica mais estreito com a ascensão de Ayuso, e com Pogacar em modo Merckx.

    • Bayern de Monchique
      Posted Março 17, 2025 at 8:36 am

      Também acho que perdeu algum espaço mas continuo a achar que só depende dele – tanto para um lado como para o outro.

      Este ano tem mostrado uma capacidade a subir diferente de outros anos portanto só dependerá dele estar nos momentos certos das corridas (tem de ser mais agressivo na roda). Por outro lado depende só dele se quer continuar a ter o papel que tem dentro da UAE ou se almeja, como disseste, outros voos.

      Continua a ter bastante credibilidade no pelotão e tenho dúvidas que não conseguisse um bom contrato como líder noutra equipa. Três nomes à cabeça: Movistar, que carece de outro GC rider para além de Enric Mas; INEOS, longe de outros tempos sim, mas continua a ter um bom grupo e a saída de Thomas abrirá algum espaço; (gut feeling) perceber as ambições da Tudor a médio prazo. Quem sabe?

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