Concorda?
Karl-Heinz Rummenigge, presidente do Bayern Munique, acredita que a crise provocada pela pandemia da covid-19 vai colocar um travão nas transferências milionárias e nos salários exorbitantes. “Todas as crises trazem uma oportunidade. Nos últimos tempos, os salários e as transferências alcançaram níveis doentios. O novo coronavírus e a crise que ele provoca vão pelo menos colocar um travão no que se estava a assistir”, escreveu o antigo avançado no editorial da «Rekordemeister». “A oferta e a procura vão regular o mercado e estabelecer um novo equilíbrio”, acrescentou.


18 Comentários
Kacal
Talvez. É nisto e no aquecimento global, a poluição diminuiu imenso. Há sempre coisas positivas a retirar de tudo e aqui não é excepção. Mas claro que importante é superar tudo isto, depois pensa-se no resto.
Marik
Isso da poluição, infelizmente, não é assim tão linear. Quanto isto tudo passar e a normalidade voltar, a produção vai aumentar imenso para compensar esta fase de quebras, e aí a poluição vai ser superior ao que seria numa altura normal.
Para além disso, todos os países, UE, etc. vão ter que tomar medidas de muitos milhões para impulsionar a economia, e um dos sítios onde vai ser mais fácil cortar é precisamente em verbas que estariam alocadas para o combate às alterações climáticas e descarbonização da economia.
Kacal
É possível Marik, diria até provável. Mas facto é que a poluição diminuiu e portanto haverão melhorias no fim disto tudo, que não se capitalize e aproveite trabalhando a partir daí nesse sentido, é outra história.
troza
Por outro lado, com a redução da poluição quantas empresas não poderão ser obrigadas a permitir teletrabalho reduzindo o movimento nas grandes cidades? Diminui a população, aumenta a qualidade de vida de muita gente (eu deixo de perder duas horas e tal em viagens) sem prejudicar a produtividade.
Mike-UK
a minha empresa em 3 semanas teve um aumento de produtividade com o teletrabalho e esta’ neste momento em cima da mesa a hipotese de deixar ao criterio do empregado trabalhar a partir de casa 2 dias por semana.
Esse sera’ o evento mais curioso a sair desta pandemia: a aceitacao unanime da mais valia do teleworking (nao e’ algo ainda muito bem visto em alguns sectores).
E o que temos
Era bom que assim fosse, mas alguma população empresarial em portugal principalmente os quadros de chefia ainda olham para o teletrabalho como um demónio à solta
B.Jardim
Estupidamente.
Porque para muitos poupa se tempo perdido nos transportes e trânsito.
Além disso, hoje em dia é facílimo manter a comunicação.
No meu caso, até fico a trabalhar até mais tarde, porque perco noção das horas, ou porque posso conciliar outras atividades como cozinhar, enquanto algo fica a processar no meu pc.
Rosso
Precisamente. Pode ser a prova que faltava que nem sempre é preciso trabalho presencial. Imagine-se, por exemplo, o quanto isso pode diminuir o tráfego de acesso aos grandes centros urbanos, e consequentemente, a poluição automóvel (além de outras vantagens).
Kacal
Exactamente o ponto onde queria chegar, concordo totalmente. Subscrevo Rosso!
Kacal
ISTO! Resumiste da forma perfeita, subscrevo troza.
Barinho
Sinceramente se tudo continuar igual ou até pior, só demonstra que a suposta espécie mais inteligente à face da Terra é o verdadeiro vírus deste planeta e que podemos contar com mais tentativas da natureza se livrar de nos.
Que isto seja um “abre olhos”.
E o que temos
Um virus nao é um ser vivo. Não cometam as gafes da diretora da DGS por favor.
Kacal
Ora nem mais Barinho, até pode não mudar nada mas seria uma enorme estupidez que não aconteça porque isto é realmente um “abre-olhos” e devia ser a origem de uma nova era nesse sentido. A ver vamos.
Af2711
Dizem que haverá um teto salarial, assim como acontece na MLS.
Rev7
Péssima ideia a todos os níveis. Nunca na vida a Europa pode copiar a MLS. Não faz sentido nenhum copiar um modelo inferior.
TOPPOGIGGIO
Modelo inferior? Creio que o Af2711 não se estaria a referir ao “produto” (futebol praticado) mas sim ao lado financeiro. E olha que a MLS (muita gente fala mas não vê) já não são só mancos (ainda que os haja)…
Af2711
Exatamente, Toppogiggio.
Para mim nem é um modelo inferior ou superior, apenas diferente. Cada campeonato tem suas particularidades a nível de restrições de contratações.
Até penso que pode ser o grande impeditivo da liga não atrair mais jogadores de qualidade, mas os clubes são geridos de forma profissional, com critério.
Sobre o “produto” como referiste, concordo. De 2015 para cá os clubes norte-americanos começaram a parar de olhar o passado e investem mais no futuro (Almirón do Atlanta para o Newcastle foi o melhor exemplo).
HeberPrincipe
Este é outro que acredita nas maravilhas do mercado livre e sem controlo