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Benfica passa pelas brasas, mas consegue evitar descalabro!

PSV Eindhoven 2-2 Benfica (Dzsudzsak 17´e Lens 25´; Luisão 45´+3 e Cardozo 63´g.p.)
Os encarnados passaram um mau bocado na deslocação a Eindhoven, depois do PSV ter marcado dois golos ainda antes da meia hora. Luisão, sempre presente nos momentos decisivos, voltou a ser talismã, com um golo acrobático mesmo em cima do intervalo.

O Benfica até podia ter marcado primeiro, mas Gaitán e Saviola desperdiçaram duas boas oportunidades de golo. Na resposta, surgiu a primeira ameça do PSV, mas depois, Dzsudzsak e Lens não perdoaram. A dupla de craques do PSV dominou a defensiva encarnada durante os primeiros 45 minutos, sempre com a velocidade como ponto forte. Já em tempo de compensação, Luisão, depois de uma falha de Isaksson, marca um excelente golo que trouxe maior tranquilidade ao jogo encarnado, até aí bastante aflitivo (especialmente a defesa). No segundo tempo, o Benfica controlou mais a ofensiva do PSV, que acusou e muito o golo de Luisão e conseguiu acertar nas marcações a Dzsudzsak e Lens. A 30 minutos do fim, César Peixoto (na sua melhor jogada de encarnado ao peito), arranca pelo flanco esquerdo e é derrubado por Marcelo. Cardozo não falhou da marca dos 11 metros e a eliminatória ficou decidida por completo. Até final da partida, alguns contra-ataques para o Benfica (sem grande perigo) e um remate de Dzsudzsak para defesa de Roberto. 

Destaques:

Luisão – Muitas dificuldades na defesa, mas no momento decisivo não falhou, sendo que o seu golo permitiu ao Benfica ultrapassar o PSV. 

César Peixoto – Depois de uma péssima exibição na Figueira da Foz, Peixoto, realizou a melhor exibição de encarnado ao peito, sobretudo pela excelente segunda parte, onde ganhou uma grande penalidade e esteve irrepreensível no apoio à defensiva. 

Roberto – Desta vez não baqueou na baliza encarnada e foi decisivo quando Dzsudzsak surgiu isolado. 

Jardel – Passou por grandes sufocos na primeira parte, sempre com Lens a dar trabalho. Falhou claramente no 1º golo e mostrou-se bastante nervoso. 

Maxi Pereira – Não fez muitas incursões pelo lado direito e, tal como Jardel, passou por grandes dificuldades para travar Dzsudzsak. Teve uma falha que poderia ter sido fatal, quando permitiu ao húngaro isolar-se perante Roberto. 

Javi Garcia/Carlos Martins – Importantes para o desafio de Eindhoven, transmitindo tranquilidade e qualidade ao futebol encarnado. 

Dzsudzsak/Lens – As principais referencias do PSV não estiveram com meias medidas e quase que colocavam a equipa holandesa nas meias finais, depois de uma excelente primeira parte.

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