Skip to content Skip to sidebar Skip to footer

Benfica: Quase 150 jogadores sob contrato

O Benfica tem neste momento quase 150 jogadores sob contrato, um número claramente exagerado e que poderá colocar em causa a harmonia entre as várias equipas, principalmente na B.

Em termos práticos, entre outras situações adversas, este cenário obriga a uma gestão da equipa B (ultimo escalão da formação, na estratégia do clube) muito perigosa com repercussões que podem implicar a falta de competitividade coletiva e consequente descida de divisão face à enorme exigência da II Liga em Portugal. Hélder esta época já deu minutos a mais de 30 jogadores.

É essencial que a equipa B tenha uma ideia coletiva muito definida, e com margens reduzidas para dois aspetos: 1) A integração de jogadores da equipa A que necessitam elevar níveis de competitividade, com planos específicos e alicerçados nos objetivos da equipa B, que devem ser prioritários; e; 2) A integração de Juniores que mereçam uma oportunidade para dar continuidade noutro nível mais elevado, ao potencial que demonstram na equipa de juniores.

E se a questão do elevado numero de jogadores sob contrato poderá ser corrigida com os empréstimos, que até pode funcionar como uma fonte de rendimento), não deixa de ser impreterível uma avaliação pragmática no que concerne aos elementos que chegam aos 20 anos sem ter demonstrado capacidade para integrar num futuro próximo a equipa principal. Não podemos também esquecer que a estratégia de recurso ao mercado para a contratação de jovens para os escalões da formação terá que ser otimizada.
Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar com o VM aqui!): Manuel Remédios

(function(i,s,o,g,r,a,m){i[‘GoogleAnalyticsObject’]=r;i[r]=i[r]||function(){
(i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o),
m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m)
})(window,document,’script’,’//www.google-analytics.com/analytics.js’,’ga’);

ga(‘create’, ‘UA-71200351-1’, ‘auto’);
ga(‘send’, ‘pageview’);

40 Comentários

  • PedroL
    Posted Janeiro 16, 2016 at 11:09 am

    Ótimo post! Já agora, a titulo de curiosidade, quantos jogadores têm sob contrato os outros grandes?

  • Logen
    Posted Janeiro 16, 2016 at 11:11 am

    Já o disse ser um absurdo ter tantos jogadores sob contrato.
    Não contabilizando elementos com menos 18 anos o Benfica deve e tem que limpar pelo menos 7/8 nomes da sua lista de excedentarios!

  • cards
    Posted Janeiro 16, 2016 at 11:15 am

    o que eu acho é que temos muitos emprestados 30 é muito

    • kanjy6
      Posted Janeiro 16, 2016 at 12:27 pm

      Exactamente!
      Desses 150, 100 são precisos 25 por equipa, em 4 equipas dá 100…
      Mais uns 10/15 emprestados deveriam estar no máximo 115 elementos sob contrato

  • Anónimo
    Posted Janeiro 16, 2016 at 11:17 am

    Mas olhando para todos, dos 150 apenas 30 estão emprestados e cerca de metade tem valor para no futuro poder integrar o plantel principal. Todos nas nossas vidas erramos em certas decisões e um clube com a dimensão do Benfica ter sob contrato apenas 15 jogadores que se revelaram más apostas não é nada de extraordinário. E de notar que as más apostas estão, no meu entender, a reduzir-se de defeso para defeso…

    LCT

    • Sérgio Pereira
      Posted Janeiro 16, 2016 at 12:49 pm

      Qual metade tem valor para integrar o plantel principal no futuro? A metade dos 30 emprestados, ou a metade dos 100 (150 – 30 – os 26 que já pertencem à equipa principal) que estão no clube? Vamos mesmo acreditar que o Benfica conseguirá potenciar a médio/longo prazo 50 jogadores actualmente nos quadros? Ou que 15 emprestados podem voltar e afirmar-se (quando só 6 ou 7 têm reais condições de o fazer)? Vamos ser sérios.

    • Anónimo
      Posted Janeiro 16, 2016 at 1:14 pm

      15 dos 30 emprestados, nomes como Bruno Varela, Hélder Costa, Diego Lopes ou César têm qualidade suficiente para fazer parte do plantel. Outros admito que não, mas estaremos cá para ver.

      LCT

    • Sérgio Pereira
      Posted Janeiro 16, 2016 at 2:05 pm

      Varela poderá discutir a baliza com o Ederson em 2/3 anos (a não ser que vão à procura de alguém mais experiente), Marçal tira o lugar ao Eliseu à vontade, Cristante (se voltar, o que parece difícil) pode afirmar-se como o 8 que tanto precisam, Diego Lopes e Mukthar também podem dar alguma coisa dentro de um par de anos. Conhecendo-se os negócios com o Mónaco, duvido que Hélder Costa regresse, César não é nada de especial (apesar de poder servir como 3º central quando Luisão se retirar), restam incógnitas como Guzzo, Murillo e Rodriguez. Estamos ainda muito, muito longe dos tais 15 que supostamente se podem aproveitar.

    • Anónimo
      Posted Janeiro 16, 2016 at 2:38 pm

      Identificação ótima desses elementos, não fazia uma análise melhor. A esses acrescentaria o Pelé, que neste momento não é inferior ao Samaris, o Baldé que tem valor e o Rui Fonte que parece-me ter mais que qualidade para integrar o plantel. Com isto vamos em 13, sendo que jogadores como o Kevin ou o Flávio não incorrem em grandes custos e podem revelar-se boas apostas. O problema são mesmo os Sidneis e os Luis Filipes desta vida, mas a política de contratações parece-me mais coerente, dando cada vez menos azo a que este tipo de jogadores entre no clube.

      LCT

    • Sérgio Pereira
      Posted Janeiro 16, 2016 at 4:24 pm

      Comparar o melhor Pelé ao pior Samaris é sacrilégio, e nem sequer sou do Benfica.

      Varela, Marçal, Diego Lopes e Mukthar. Estes são os que têm reais hipóteses de entrar. São 4 e não 15. Até Diego Lopes e Mukthar são questionáveis, pois implicam uma mudança de tática que inclua um 10, algo que neste momento e para um futuro a curto prazo (considerando as apostas que se estão a fazer nas contrações) não está nos planos. César, Cristante e Hélder Costa aparecem em segundo plano, mas estão dependentes de muitos fatores (até pode acontecer que este Verão deixem os 3 de pertencer aos quadros), e Guzzo, Murillo e Rodriguez dependem muito da evolução. Fonte tem o mesmo problema de Lopes/Mukthar, é melhor a 10 e até pode jogar a segundo avançado mas não tem as características que o Benfica exige neste momento para a posição. Não conheço Kevin nem Flávio, Baldé pelo que vi ontem e em 2 ou 3 outros jogos antes parece ser um bom atleta para os 100 metros, muito trapalhão com a bola e anda grandes períodos de tempo perdido em campo.

      Continuo a não encontrar os 15 jogadores emprestados que conseguirão fazer parte do plantel principal do Benfica. Nem 10, quanto mais 15.

  • stanpanan
    Posted Janeiro 16, 2016 at 11:25 am

    Destes 144, 54 estão na parte dos juniores e juvenis, e ainda alguns na equipa B com idade de junior, estes poderíamos nem contar, de qualquer forma sobram muitos jogadores, talvez uns 10-12 emprestados a mais, e mais uns 6-8 na equipa B sem grande valor que não vejo onde alguma vez possam ter lugar na equipa A… Com equipa A e B faz sentido ter a volta de 40-45 jogadores, e talvez uns 10-15 emprestados (Jogadores que já não podem evoluir na equipa B, não cabem na A e precisam de outros projectos para evoluir), mas nem sempre é fácil gerir jogadores contratados que acabam por não ter sucesso na equipa A e não querem andar a jogar na 2ª liga, e é aqui que o Benfica se perde, andando a arrastar estes jogadores de empréstimo em empréstimo…

  • João Magalhães
    Posted Janeiro 16, 2016 at 11:28 am

    São jogadores a mais, sem dúvida, mas o valor sai inflacionado por haver 62 jogadores não séniores na lista. E só estão na lista jogadores nascidos entre 2000 e 1997, é demasiada gente para 4 gerações. Compreendo que querem prender os jogadores, que na verdade não são contratos, mas sim pré-contrato com possibilidade de renovar contrato mais tarde, mas há ali demasiados jogadores que nunca terão margem para chegar a uma equipa como o Benfica.

  • Ricardo
    Posted Janeiro 16, 2016 at 11:52 am

    Era tão bom fazer uns 60 milhões com esses 30 jogadores que estão emprestados.

  • Nuno R
    Posted Janeiro 16, 2016 at 12:01 pm

    Como se diz aqui são números estratosféricos.
    Indica preocupação em prender os jovens a contratos profissionais, algo que faz sentido nos dias de hoje, mesmo sabendo que o aproveitamento desportivo e financeiro vai ser reduzido.
    Mas o que espanta são os emprestados, uns nem sequer chegaram a conhecer o Colombo, e provavelmente nunca o chegarão a fazer. É a malta que poe o mercado a rodar, porque é preciso colocar as divisas em andamento, é o pessoal usado nos empréstimos que enfraquecem os já de si fracos adversários internos.
    Agora é como na feira, mais uma volta, regulação, mercado livre, etc e tal.

  • Bhagwan
    Posted Janeiro 16, 2016 at 12:11 pm

    Meu Deus! E há gente suficiente para controlar e gerir tantos jogadores (a nível contratual, burocrático…)? Que máquina de lavar jogadores.

    • Anónimo
      Posted Janeiro 16, 2016 at 1:32 pm

      Acha que 150 funcionários é complicado de gerir a nível contratual e burocrático? Em média mesmo para empresas com 500 + funcionados o departamento de recursos humanos é pequeno. Dou lhe um exemplo… no meu ultimo emprego a empresa tinha à volta de 400 funcionários e nos RH só éramos 6… e não havia problema nenhum. E não pense que só por serem jogadores de futebol se torna mais complicado, é tudo igual, o sistema já está mais que estabelecido e padronizado. E sinceramente 150 jogadores sobre contrato não me parece de todo excessivo, e não compreendo esta insistência nos últimos meses com o número de jogadores sobre contrato nos clubes grandes. É mais que normal, 100 podiam fazer o mesmo trabalho que os 150 fazem agora, como muita gente defende, mas a questão aqui não está apenas relacionado com o que cada jogador sobre contrato pode dar aos clubes desportivamente, mas sim financeira ou estrategicamente, seja como lucro numa futura venda, rendimento mensal por empréstimo, moeda de troca num futuro negócio, etc.

      RF

    • Sérgio Pereira
      Posted Janeiro 16, 2016 at 2:15 pm

      Tendo em conta que o Benfica é uma mega instituição desportiva que conta com várias modalidades colectivas e individuais, e que estes 150 jogadores de futebol distribuídos por 4 escalões são apenas uma gota no enorme oceano de gente que a instituição emprega (atletas e não só), tem toda a razão senhor RF. Eu não conheço é muitas empresas que ao mesmo tempo têm 1 funcionário de 40 anos a apertar um determinado parafuso + 3 funcionários de 20 a aprender como se aperta esse mesmo parafuso + 1 ou 2 funcionários de 30 anos emprestados a outra empresa mais pequena apertando o tal parafuso, todos à espera que o funcionário de 40 se reforme ou que recebam propostas de outras empresas para irem para lá apertar parafusos.

    • Manuel
      Posted Janeiro 16, 2016 at 4:37 pm

      Para gerir 150 jogadores basta uma pessoa desde que tenha um bom programa de gestão de RH. E provavelmente até lhe sobra tempo. Eu sei do que falo.

      Teoricamente, o maior problema seria acompanhar profissionalmente tantos jogadores, observá-los, estudá-los, compilar estatisticas, etc., fazer uma gestão de carreira de cada um. Mas lá está, com um bom programa vocacionado para isso é tudo muito mais fácil.
      Os treinadores e adjuntos das equipas de formação funcionam também como gestores de carreira por isso não acho que seja um grande problema. Reuniões periódicas entre os responsáveis com bom apoio informático resolvem muita coisa.

      O número não me impressiona e não acho exagerado já que são várias as equipas e os emprestados não custam dinheiro pois os salários são pagos pelos clubes receptores.

      Naturalmente que há entradas e saídas constantes, faz parte do processo, mas com alguma hábito e rotina as coisas têmobrigação de correr sobre rodas. Importante é que a produtividade de cada colaborador do Benfica aumente todos os anos e para isso é importante ter um bom e contínuo apoio informático.

      Penso que em termos financeiros não dão prejuízo, já que há sempre algumas pérolas que dão para os fracassos. Mas esses números não saem, e ainda bem, já que farão parte da gestão interna da empresa.

    • Anónimo
      Posted Janeiro 16, 2016 at 4:59 pm

      Caro Sérgio Pereira, por acaso até encontra situações muito parecidas ao seu exemplo (excelente já agora) em outros sectores além do futebol. Um dos casos mais simples é o das incubadoras de empresas, muitas empresas já de tamanho considerável usam os seus próprios recursos para ajudar empresas mais pequenas ou ainda em fase embrionária (Startups por exemplo) a arrancar ou a evoluir, normalmente via partilha de conhecimentos ou mesmo serviços de consultadoria ou assistência, gratuitos ou feitos por valores bem mais baixos que os de mercado. Ou seja, existem muitas empresas que têm um funcionário de 40 anos que é especialista em apertar parafusos, com alta eficácia e eficiência, como hoje em dia existe uma "trend" muito considerável de "knowledge sharing" e como cada vez mais as empresas preocupam-se em preparar o seu futuro, contratam estagiários, ou "apertadores de parafusos juniores" com salários mais baixos, neste caso são contratados 3, de um "recruitment pool" de 30, estes três são os que têm melhor formação, e apresentam as competências desejáveis para apertar parafusos, e que aparentemente têm maior margem de progressão (dos tais 30 inicialmente "filtrados"). Adiante, como esta empresa tem um capital elevado, e tem interesse em investir em empresas especialistas em apertar parafusos, que no futuro poderão vir a ser utilizadas como parceiras ou mesmo serem absorvidas, vai emprestar 1 ou 2 funcionários ( dos seus 150 sobre contrato) a uma empresa mais pequena, com menor expressão do mercado, para investir no futuro dessa mesma empresa, e assim, ajudar a mesma a desenvolver-se, sem ter grande impacto financeiro na "big picture". Claro que no fundo todos os outros "apertadores" de parafusos estão a espera que o funcionário de 40 anos se reforme, pois ele é o sénior e tem um salário muito superior a todos os outros, alem de trabalhar na empresa líder de mercado. Espero que não se importe de ter utilizado o seu argumento como exemplo. E espero que este pequeno exemplo seja suficientemente claro. No fundo, isto acontece nas grandes empresas em todos os sectores de negócio, sejam essas empresas a Google, a GSK, a KPMG,a BP, o Real Madrid, Chelsea, Benfica, Sporting, Porto etc. No fundo todas as grandes empresas de todos os distintos sectores, que é o caso do Benfica, Porto e Sporting.

      RF

    • Sérgio Pereira
      Posted Janeiro 17, 2016 at 8:36 pm

      Caro RF, tenho que dizer que aprecio a sua dedicação em desconstruir o meu exemplo, e concordo com o que diz… em quase tudo, pois existe aqui uma diferença muito importante. Continuando no mundo dos exemplos, a Google pode "emprestar" devs a uma startup que se dedique a aperfeiçoar o algoritmo dos resultados do motor de busca, com o objectivo de essa startup desenvolver o seu trabalho e dar bons resultados. Mas a certa altura, se essa startup conseguir alcançar os objectivos, a Google terá de a comprar/absorver, sob o risco de o algoritmo ser aproveitado por alguém da concorrência (Bing, Yahoo, DDG, etc.). Quanto aos devs "emprestados", podem voltar à casa-mãe ou começar outra missão numa nova startup.

      No futebol, a grande instituição empresta jogadores a instituições de menor dimensão. Esses jogadores emprestados ajudam temporariamente essas instituições, de preferência para que elas (instituições) e eles (jogadores) se desenvolvam. No entanto, quando a missão chega ao fim, os jogadores emprestados podem voltar à casa-mãe, ser de novo emprestados ou ser vendidos. Quanto às instituições menores, têm de esperar que na época seguinte sejam de novo presenteados com jogadores de instituições maiores, e que tenha acontecido um certo crescimento que lhes possibilite uma autonomia para arranjar os seus próprios jogadores.

      Aqui está a grande diferença entre os exemplos: no futebol, a instituição maior não pode (deve) comprar/absorver a instituição menor a quem empresta, nem sequer está muito interessada num desenvolvimento tal que coloque a instituição menor ao nível da instituição maior, pois continuam a ser instituições diferentes que até podem ser rivais directos numa qualquer competição. Por isso até se pode argumentar que existe interesse para os clubes grandes terem um plantel vasto que permita emprestar jogadores excedentários para clubes menores, fortalecendo-as em todos os jogos… menos naqueles contra o clube que emprestou os jogadores.

      E assim temos contratações às paletes, não só do Benfica mas de tantos outros grandes clubes nacionais e internacionais, originando estes casos de simpatia hipócrita, e provocando um eterno limbo a imensos jogadores que até se poderiam afirmar como algo mais, mas como andam de um lado para o outro época após época não conseguem assentar. Já para não falar que quando um clube grande tem de reserva, para a mesma posição, 2 ou 3 jogadores emprestados + 2 ou 3 jovens em formação, todos à espera de substituir o dono actual da posição, e quando chega a hora da verdade o mais provável é nenhum deles conseguir o lugar porque se vai contratar alguém melhor a outro lado. E dos 4 a 6 que estavam à espera, o cenário mais comum é 1 ficar como substituto (titular se for mesmo bom) e poder dar lucro passado umas épocas, 1 continuar de um lado para o outro até ser vendido ou sair a custo zero, 1 ou 2 serem vendidos por tostões e 1 ou 2 não darem qualquer lucro. Isto, aqui, é para mim o que prova a actual péssima gestão de activos dos clubes grandes, o que não ajuda em nada as exorbitantes dívidas dos nossos grandes. Alguém ganha muito dinheiro com estas situações, agora os clubes? Lucro desportivo podem conseguir, financeiro… duvido muito.

  • Anónimo
    Posted Janeiro 16, 2016 at 12:19 pm

    Menos desemprego, mais impostos, mais contribuições para a segurança social. Viva o Benfica!
    Agora menos a serio; se o Gaitan sair, contractarmos o Zivkovic e para o ano jogarmos com um 10, passamos a ter os seguintes nomes para duas posiçoes: Salvio, Gonçalo Guedes, Jonas, Zivkovic, Carcela, Pizzi, Cervi e talvez ainda o Diogo Jota. 3 terão de saltar. Ainda faltam os miudos que deverão ser emprestados.
    Não tenho nada contra desde que contractem um ponta dos que marcam muitos golos e jogam à bola, outro 10 para alem do Joao Carvalho, um 8 para concorrer com o Renato, um defesa esquerdo e um trinco para titular. Venham eles!
    joao

  • João Arem
    Posted Janeiro 16, 2016 at 12:29 pm

    E os do Orlando (EUA). Julgo que Rafael Ramos e Estrela, já não estão sob contrato?

  • Anónimo
    Posted Janeiro 16, 2016 at 12:32 pm

    Penso que existe alguma falta de critério no Benfica em relação à compra e aposta de jovens jogadores, ora vejamos o caso dos extremos no benfica. Existem neste momento no plantel principal 5 extremos (Gaitan, Pizzi, Guedes, Carcela e Salvio) depois ainda temos Victor Andrade, Taarabt, Nuno Santos e Bilal Ould-Chikh na B e Ola John emprestado. Depois existe o Cervi contratado e querem (ou já compraram) o D. Jota e Zivkovic.

    Feitas as contas estamos a falar de 10 extremos com contrato (a meu ver quase todos eles com potencial) e possivelmente mais 2 extremos (e certamente estarei a deixar jogadores com qualidade da B ou juniores).
    Esta política, só irá "queimar" muitos destes jogadores e acaba, também, por ser prejudicial para o Benfica que para dar minutos a mais jogadores corre o risco de estagnar alguns dos jovens que tem.

    O que quero dizer com isto é que na minha opinião esta estratégia do SLB acaba por não ser uma estratégia com critério mas sim comprar tudo o que tem potencial, quando deveria existir era uma aposta em alguns jogadores e depois trabalhar esses jogadores de forma a que fosse possível tirar proveitos no futuro. Assim acho que é mais compramos 10 e vamos ver se 2/3 dão para aproveitar.

  • André Dias
    Posted Janeiro 16, 2016 at 12:44 pm

    Eu, como benfiquista, estou farto de criticar esta política de comprar às paletes. Não é benéfico para ninguém, a não ser para quem use estes negócios para lavagem de dinheiro.

    A equipa B devia ter 30 jogadores, no máximo, a contar já com os jogadores da equipa A que precisam de minutos para ganhar competitividade. Mas isto só lá vai com regras impostas pela FPF, UEFA e/ou FIFA. O Benfica não é o único caso, há por essa Europa fora vários clubes que fazem o mesmo.

    • Manuel
      Posted Janeiro 16, 2016 at 4:38 pm

      Porque é que não é benéfico para ninguém? Já pediu a opinião dos jogadores que são afinal os grande interessados?
      E quem é que faz a lavagem de dinheiro?

    • André Dias
      Posted Janeiro 16, 2016 at 7:14 pm

      Duvido que algum jogador beneficie de jogar 2-3 anos na equipa B para sair depois para uma equipa qualquer em vez de subir à equipa A.

      Quanto à lavagem de dinheiro, não tenho qualquer fundamento para fazer tal afirmação, mas depois de ver dezenas de negócios que envolvem dezenas jogadores que não acrescentam nada à equipa do Benfica, só posso concluir que alguém anda a ganhar dinheiro às custas do clube.

  • Nuno R
    Posted Janeiro 16, 2016 at 1:05 pm

    E ainda faltam(?) alguns nomes…
    Harramiz (Farense) ainda é do Benfica?
    E o reforço Alan Benitez já terá assinado?

  • Ivo Esteves
    Posted Janeiro 16, 2016 at 1:48 pm

    Demasiado jogadores isto é uma facto, sendo uma grande parte para não dizer quase todos, dos emprestados nunca irão fazer parte do plantel principal do Benfica.

    Mas atenção, eu consigo perceber este tipo de aposta por parte do SLB. Compra sempre uns quantos jogadores com bastante procura seja em Portugal ou ligas periféricas, ou com algum potencial, para depois emprestar 1,2,3 anos sem encargos salariais (ou mínimos) e ainda com algum retorno pelo pagamento do emprestimo e no final com uma possível venda. Se é ético, saudável e positivo para o jogador, não, óbvio. Mas é uma forma de o Benfica ir buscar uns 5M todos os anos. Penso que qualquer jogador consegue perceber se vai se aposta ou não! Mas eles vão querer sempre assinar, porque o prémio e o salário é muito apelativo e pode ser a última entrada para o comboio.

    No que refere aos restantes jogadores, em particular os da formação, se assim não for, não existe outra forma de os manter e salvaguardar possíveis aliciamentos de outras equipas. Mas também acho que existem muitos jogadores que tb eles nunca serão aposta e deviam sair.

    Também gostava de saber quantos têm os restantes clubes a titulo de curiosidade, mas acredito que terão uma dezenas a menos.

  • Anónimo
    Posted Janeiro 16, 2016 at 1:54 pm

    Para lançar a polémica… sou só eu que acho que se tenta tirar partido dos empréstimos a clubes do mesmo escalão de forma directa? Ou seja, enfraquece o adversário quando joga contra si já que não pode contar com esses jogadores?

    Nem vou entrar em teorias da conspiração mas podia sugerir pressão indirecta sobre o jogador do género "conta lá aí os detalhes da vossa equipa, olha que para ano estás cá".

    Todos os clubes têm emprestados mas de facto com um número destes dá que pensar…

    Quem acredita que é só negócio então vive no país das maravilhas…

    NC

    • Nuno R
      Posted Janeiro 16, 2016 at 4:37 pm

      Não descobriste a pólvora.
      E assim ha anos

    • D10S
      Posted Janeiro 16, 2016 at 5:48 pm

      O Benfica têm jogadores emprestados a 3 clubes na 1ª liga, Paços, Tondela e Braga.

    • Anónimo
      Posted Janeiro 16, 2016 at 6:29 pm

      Não se trata de descobrir a pólvora, apenas de constatar algo que ninguém quis fazer: meter o dedo na ferida.

      Facto: o adversário fica mais fraco quando se enfrentam.

      Facto: Um jogador emprestado tem sempre pretenções de voltar à "casa mãe", portanto, caso haja "pressão", em 90% dos casos irá ceder.

      D10S:

      Pode ter, mas assim de repente lembro-me do belenenses (Dálcio). Outros casos destes haverão.

      NC

    • coach407
      Posted Janeiro 16, 2016 at 7:44 pm

      Um numero destes? De 30, no máximo 6 estão na primeira liga. Até o Braga acho que tem mais.

      Há o Murillo, Balde, Rui Fonte, Fabio Cardoso, Pele e Guzzo. Não é muita quantidade nem muitos clubes para descobrir as táticas (enfim discutir a honestidade das pessoas sem estar minimamente dentro do assunto. Parte-se logo do pressuposto que é culpado. Bem dizem que a maldade está na cabeça das pessoas de quem opina sobre a dita maldade das outras pessoas. Se calhar era o que tu farias mas não partas do pressuposto que os outros fazem o mesmo que tu)

  • Mister JóJó
    Posted Janeiro 16, 2016 at 2:00 pm

    Taarabat, Djuricic, Elbio Alvarez, Jim Varela, San Martin, Luis Filipe, Marçal, Steven Vitoria, Pélé, Farina, Diego Lopes, Mukhtar, Rojas, Bébé, Murillo, Candeias, Djaló, Derley, Lolo.

    Tudo contratações que foram escusadas, seja pelo jogador dificilmente alguma vez ter nivel para a primeira equipa, ou por não ter caracteristicas para o 4-4-2 do Benfica (Djuricic, Mukhtar, Diego Lopes), ou por não ter profissionalismo (Taarabat). Tanto dinheiro enterrado (muito provavelmente) em tachos para empresários.

    E até se pode referir o Pizzi e o seu amigo mexicano, que juntos custaram 23 milhões de euros ao Benfica (onde é que alguma vez valem isso) e do mexicano só se tem metade do passe.

    • Carlos Gonçalves
      Posted Janeiro 16, 2016 at 4:02 pm

      tem é que fazer a mesma aposta Às vendas.

      ou acha que se vendem jogadores para monacos valencias e atleticos por milhões e depois isso nao tem o reverso da medalha?

    • Manuel
      Posted Janeiro 16, 2016 at 4:41 pm

      Foram contratações escusadas na sua opinião, mas só depois de contratarmos e conhecermos os jogadores é que se sabe.
      Isso de adivinhar o Euromilhões à 2ª feira é muito fácil para quem não faz nada e só tem opiniões para oferecer.

  • Carlos Gonçalves
    Posted Janeiro 16, 2016 at 4:01 pm

    entao? simples. espetam-se esses jogadores todos nos outros clubes da primeira liga e logo se vê. qual o problema?

    para a grande maioria nenhum problema certamente.

  • Nuno R
    Posted Janeiro 16, 2016 at 4:36 pm

    Para ter uma ideia, aquando da renovação do maxi em 2012, o Benfica teve de comprar uns mecos agenciados pelo paco casal, que claro nunca deram em nada.
    É assim que funciona

  • André
    Posted Janeiro 16, 2016 at 7:55 pm

    Retirando 4/5 jogadores da B e 10 dos emprestados fica equilibrado. Penso que apesar de estar acima do que deveria, não é assim tão grave

Deixa um comentário