Um dos melhores sub-20 da Premier e League e se continuar a apresentar este nível não deve demorar muito a chegar a uma equipa Top 6. Ainda por cima o City necessita de um médio defensivo.
Declan Rice, que tem brilhado ao serviço do West Ham, manifestou, através de um comunicado, a sua intenção de representar a selecção inglesa. O jovem médio, de apenas 20 anos, que nasceu em Londres, até já tem 3 jogos pela equipa principal da Rep. Irlanda, mas como foram em amigáveis está elegível para jogar por outra selecção.
— Declan Rice (@_DeclanRice) February 13, 2019


7 Comentários
Pulga
Como 6 não lhe vejo grande futuro numa equipa da Guardiola. Como central é outra história…
Goncalo Silva
Deveria representar a Irlanda, seria o melhor para os próprios adeptos de futebol no geral. Gostamos sempre de ver maior qualidade nas seleções inferiores, e assim até tem menor concorrência. Ainda por cima já tendo representado a seleção irlandesa, não vejo qualquer motivo para uma mudança.
Joga_Bonito
Por isso o mau grande ídolo no futebol será sempre Diego Armando Franco Maradona! A sua paixão pela sua Argentina, uma equipa de pinos em 1986 com excepção de Diego e a forma como a levou ao título é épica! Único!
Tiago Silva
É um belo 6, encaixaria muito bem no City de Guardiola e sem dúvida que poderia ser uma mais-valia na seleção inglesa, mas se já representou a Irlanda não pode mudar, seria uma falta de respeito.
100Clubismo
Continua o arraial. Às vezes surpreende-me a sobranceria e falta de perspicácia de certos jogadores.
Na selecção inglesa, seria só mais um e teria, durante um bom tempo, dificuldades em impôr-se. Para além disso, não o acho (ainda) superior a Eric Dier.
Na Irlanda seria a estrela da companhia, um jogador superlativo e destacado. Para além disso, ele já fez três jogos. Já se comprometeu. A FIFA têm mesmo de rever esta regra.
Ah, e se ele pensa que jogar por Inglaterra vai dar-lhe mais notoriedade, não vai. É igual ao litro.
Joga_Bonito
Subscrevo. Nunca entenderei esta mentalidade de mercenário, que além de imoral, é contraproducente. O caso mais paradigmático são os jovens do Norte de África, da África Subsariana e do Brasil.
A Europa está a ficar lotada de jovens que querem todos lá jogar, desprezando as equipas desses países. No caso do Brasil, todos assumem que é muito difícil lá chegar, mas com esta atitude o que está a acontecer é que o Brasil vai ficar sem jogadores dentro de 10 anos.
Isto é um roubo, sem tirar nem pôr. Que benefício pode esperar o Brasil em formar, criar jogadores, para outros virem busca-los, decerto comprando esses jogadores? A selecção não é uma coisa de escolha, nasce-se num país e pronto.
Países como o Brasil gastam recursos, tempo e dinheiro e depois são roubados do que produzem. Então, para quê formar?
O mais ridículo é que estes jogadores nem se dão conta que se todos pensarem assim, as equipas da Europa ficarão lotadas e eles nem jogarão lá, nem nos países de origem.
Podem vir com argumentos que queiram, mas isto é imoral, é lesivo para o futebol e aliena as pessoas deles.
Nem há muito tempo víamos um futebol fantástico no Mundial. Uma das causas para a decadência do futebol nos mundiais é precisamente esta instrumentalização das selecções.
Todos querem ir para as equipas de topo, porque sabem que não fazendo nada de especial, têm destaque na mesma.
Dantes, tinhas de dar o litro e jogar muito para ir sequer sonhar com o Brasil. E chegando lá tinhas de jogar muito para ganhar lugar no 11.
Numa equipa pequena tinhas de dar o litro para apurá-la para o Mundial. E no Mundial tinhas de dar o litro para ela brilhar e tu brilhares.
É por isso que se viam grandes espectáculos.
Hoje basta aparecer em frente às câmaras, numa equipa com visibilidade que já tens garantido um hype descomunal.
Não admira que se jogue tão pouco nos mundiais e as únicas que se vê a jogar bem são aquelas que têm fome de fama, ambição, como o Japão, Bélgica ou os jovens de França, à procura de afirmação.
Não entendo como há quem defenda esta liberalização das naturalizações, elas são imorais e sobretudo lesivas para o futebol e a produção de espectáculos.
André Dias
Será que um possível Brexit sem acordo teve influência nesta decisão?