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Espírito guerreiro importado do râguebi assusta Squadra Azzurra!

Itália 1-1 Nova Zelândia (Iaquinta 29´g.p.; Smeltz 7´)

A Nova Zelândia alcançou mais um grande resultado para o seu fraco historial no futebol, depois de mais um empate a 1 golo, frente aos campeões do Mundo. A Squadra Azzurra tentou de tudo para chegar ao 2º golo, mas a resistência dos All-Whites (ou será All-Blacks?) mais a segura exibição de Paston confirmaram um dos resultados mais surpreendentes da história dos Campeonatos do Mundo. Os neo-zelandeses marcaram o golo na única jogada na área italiana durante a 1ª parte, enquanto que os italianos falharam diversas oportunidades de golo, marcando apenas através de uma grande penalidade duvidosa. Na 2ª parte, Marcelo Lippi cedo esgotou as substituições e a Azzurra jogou melhor, no entanto, as oportunidades de golos esbarraram na defensiva neo-zelandesa ou nas mãos de Paston. Quase a terminar partida, novo susto para Marchetti, com Chris Wood a rematar bem perto do poste esquerdo.

Melhor em campo para a FIFA – De Rossi

Destaques

De Rossi/Montolivo – Não é pelos médios defensivos que a Itália tem falhado no Mundial. De Rossi e Montolivo voltaram a mostrar-se em excelente forma, com o jogador da Fiorentina a ter os remates mais perigosos por parte da formação italiana.

Mark Paston – O veterano guarda-redes neo-zelandês esteve muito bem entre os postes, defendendo os perigosos remates italianos, o que contribuiu decisivamente para o empate final.

Itália – A formação de Marcelo Lippi está em renovação e isso dificulta na formação de uma equipa sólida e competitiva, no entanto, os italianos dominaram a partida e criaram mais perigo do que o habitual (a oposição também não era das mais fortes). Falta a esta Itália o cinismo que a notabilizou, mas o futebol praticado parece ser o suficiente para ultrapassar um dos grupos mais acessíveis do Mundial.

Nova Zelândia – Os All-Whites sentem-se como peixes na água ao jogarem no seu sistema habitual. Ricki Herbert construiu uma equipa competitiva e guerreira, que sabe aproveitar como ninguém as raras ocasiões de golo criadas. Os seus jogadores estão muito bem rotinados nos processos defensivos e isso foi observável nesta partida, já que as principais ocasiões de golo da Itália surgiram através de remates de longa distância. Uma participação, que, neste momento, está a ser memorável para a Nova Zelândia.

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