Norte-americanos podem fazer uma gracinha? É verdade que os adversários não eram propriamente supra-sumos, mas a equipa de Pochettino faz duas exibições de deixar água na boca, principalmente nas primeiras partes. A velocidade e irreverência de Balogun, hoje a fazer de Pulisic, deu cabo da defesa australiana, os laterais voltaram a mostrar nas duas metades do campo e McKennie supera-se sempre pela seleção. Já a Austrália não conseguiu repetir a receita que fez sucesso frente à Turquia, mas mostrou uma faceta diferente, mais atrevida, quando teve de partir atrás do resultado e acabou a ser algo infeliz (teve muitas chances de golo e da forma como o jogo estava um 2-1 abria todas as possibilidades).
Os Estados Unidos bateram a Austrália por 2-0 e já estão nos 16 avos de final do Mundial. A turma de Pochettino voltou a rubricar uma grande 1.ª parte e resolveu o jogo antes do intervalo graças a um auto-golo de Burgess (boa jogada de Balogun) e um tento de Freeman perto do intervalo. No 2.º tempo a Austrália deu mais luta e ficou perto do golo em várias ocasiões, mas não conseguiu relançar a partida.
XI EUA: Freese, Freeman, Richards, Ream, Robinson; Mckennie, Adams, Tillman, Dest, Pepi, Balogun.
XI Austrália: Beach; Circarti, Souttar, Burgess; Italiano, O’Neill, Okon-Engstler, Bos; Leckie, Velupillay, Toure.

