A saída parece ser inevitável, a dúvida é perceber por onde passa o futuro do ex-Milan. O internacional italiano, apesar da indefinição no meio campo encarnado, não parece ser opção para Rui Vitória, tendo jogado apenas nos descontos da partida frente ao Galatasaray.
O rumor já não é novo, mas hoje o Tuttosport volta a insistir no interesse do Torino em Bryan Cristante, médio do Benfica. De acordo com o jornal italiano, a lesão de Joel Obi vai forçar os Toro a procurar mais uma alternativa para o meio campo, sendo que o jovem benfiquista é a prioridade.
Faz sentido? Cantos, cruzamentos, tudo será diferente. – A Federação Norte-Americana de futebol quer proibir os jovens de jogadores de cabecearem, de modo a travar o crescente números de lesões cerebrais que tem afetado o desporto do país. A ideia, de acordo com a US Soccer, passa por banir os cabeceamentos por parte de crianças até aos 10 anos. Também os jovens entre os 11 e 13 ficam limitados durante os treinos. A Federação quer igualmente alterar as regras ao nível das substituições, adoptando uma medida parecida à do Rugby em que permite que um jogador que sofreu um choque de cabeça possa ser substituído temporariamente, de maneira a ser devidamente avaliado.



0 Comentários
Assis
Exato cabecear uma bola é preigoso, mas futebol americano é tudo normal andaram à fazerem placagens em miudos sujeitos a partirem a espinha.
Kafka I
Não fales do que não sabes…o debate no Futebol Americano já existe há muito e bastante polémica neste momento com o Futebol Americano por causa dos perigos que a modalidade incorre
Briguel Bola de Ouro
Não sou treinador de formação mas acho que o jogo aéreo é das coisas menos importantes na formação futebolística de um jogador até aos 10 anos.
Alguém com formação nesta área que possa dar a sua opinião?
Vcg
Caro Assis, permita-me questionar sobre o que é a Espinha…
Ontem comi um pargo grelhado, mas vinha com a Espinha intacta…
Depreendo que se queira referir a coluna vertebral, é que os espinha nem os jogadores de futebol americano têm…
Visconde de Alvalade
Kafka o que eu sei é que já têm morrido jogadores em campo e que a muitos quando chegam ao 45/50 anos parecem autênticos vegetais pois muitos dos seus neurónios morreram ou estão a morrer devido a choques dados no campo e as regras continuam praticamente o mesmo. O Assis limitou-se a constatar uma evidente incoerência entre os americanos do futebol a serio e do outro futebol em que se placa com a cabeça e jogo está sempre parado. Ponham os olhos no rugby
Anónimo
Até aos 10 anos quase não se usa a cabeça no futebol..
An dré
Anónimo
Kafka, que interessa se há debates há muito tempo ou não?… O que interessa é que o desporto continua a ser jogado e os jogadores a sofrerem traumatismos atrás de traumatismos. Acho que não é preciso saber muito pra saber que existe debate… Não acredito que seja uma bola de futebol, principalmente jogada por miúdos de 10 anos, que vá causar grandes lesões, comparado com o futebol americano.
Humberto Cruz
Kafka I
Visconde
Mas qual incoerência???? diz-me lá tu qual é a incoerência?
Incoerência era se a medida fosse adoptada no Futebol, e no Futebol Americano fô-se um total "deixa andar" quando é precisamente o contrário que se passa com várias medidas a serem tomadas e debatidas no Futebol Americano para salvaguardar a saúde dos praticantes…
MART
Briguel bola de ouro eu sou treinador de futebol escolas 10 anos e apesar de achar uma regra um pouco estranha não é muito difícil de a respeitar. Os miúdos daquela idade ou não sabem cabecear uma bola ou simplesmente quando a bola vem mais alto fogem ou tentam por o pé. Naquela idade gostam mais de correr com a bola no pé fazer passes e desmarcação remates. Não ligam muito a cabeceamento. Espero ter ajudado algo na sua dúvida cumprimentos
Ninja
Estão todos a passar ao lado do evidente.
Isto é um caso claro do "soccer" a levar por tabela do crescente debate relativamente às lesões cerebrais na NFL. Duvido que a frequência dos cabeceamentos ou a própria intensidade do mesmo (a bola amortece bastante o impacto) provoquem o que quer que seja… Ainda assim a relevância do treino do cabeceamento nesta idade sera negligível.
Está para breve um filme com Will Smith que poderá popularizar a questão deste lado do atlântico.
Ninja
Volto a frisar que isto é efeito NFL com uma pergunta: Quantos jogadores de futebol profissional têm lesões cerebrais no fim da carreira? Podem inserir os centralões e PLs à vontade na vossa busca.
Pois.
Ninja
Volto a frisar que isto é efeito NFL com uma pergunta: Quantos jogadores de futebol profissional na europa e america do sul têm lesões cerebrais no fim da carreira? Podem inserir os centralões e PLs à vontade na vossa busca.
Pois.
joao pim
Eu também sou treinador de futebol de formação e de futebol sénior. O movimento técnico no jogo em si raramente é usado mas em treino deve sempre ser praticado pois insere-se numa gama de gestos técnicos que se aprendem nesta fase. Espero ter esclarecido qualquer duvida
Pedro Pinto
O grande número de lesões cerebrais não vem de cabecearem bolas, mas sim de andarem às cabeçadas uns aos outros na NFL. Ganhem é juízo.
Kafka I
É precisamente por existir há já algum tempo um enorme debate na América devido ao quanto nefasto é o Futebol Americano, que estas medidas de precaução estão a ser tomadas …
Não falem do que não sabem
Pedro Pinto
Então, no teu entender, é comparável o "nefasto" do futebol americano ao cabeceamento de uma bola de futebol?
Eu joguei futebol americano e joguei futebol. Fui, e fiz, placagens, e cabeceei muita bola. Sei bem do que falo.
Anónimo
Kafka, aparentemente sabes mais do que todoa por saberes que existe debate em relação ao futebol americanos. Quem é que não sabe disso?… A questão é que futebol americano e cabecear uma bola de futebol não tem comparação possível, no entanto a proibição vai aparecer no futebol. Espero saber o suficiente para poder comentar sobre o assunto, avalia lá se faz favor…
Humberto Cruz
Nuno R
O país do "futebol" e hoquei no gelo…
Kafka I
Nuno R
É precisamente por neste momento estar a haver um enorme debate na América devido ao Futebol Americano e aos problemas que muitos ex-jogadores estão a ter, que isto se esta a alastrar para as restantes modalidades, neste caso o futebol
Nuno R
Escusas de responder o mesmo a todos
Os putos nos EUA têm níveis de treino absurdos (muito por culpa dos papás, e de treinadores ambiciosos) que provocam lesões numa idade em que estas não deviam acontecer, nomeadamente decorrentes de excesso de esforço (e naquela idade o corpo regenera mais rápido, logo para ter uma lesão de esforço imagine-se a carga de treino que é precisa).
A questão que se põe é: este tipo de lesões cerebrais devem-se a jogos ou treinos? Não duvido que haja putos a fazer séries de 50 cabeçadas seguidas, ou mais, em treinos. Fará bem pior que um punhado de cabeceamentos espaçados, durante um jogo.
ou então, é abolir o futebol até aos 10 anos e fazer regressar o futebol de salão
PedroL
Exatamente.
A maior parte destas lesões ocorrem nos treinos e não nos jogos. E há varios estudos que demonstram que a concussão, pequena, mas a longo termo tem efeitos mais nefastos do que apenas uma concussão que te deixa KO.
Numa idade tão jovem o crânio não está completamente desenvolvido e está mais vulnerável, sendo até mesmo "moldável" por uma série de traumas consecutivos.
Concordo plenamente Nuno R
Diogo Palma
Também acho que enquanto as crianças estão numa fase de crescimento tão precoce não podem ser sujeitas ao mesmo tipo de treino/jogo que os adultos praticam pela simples razão que ainda estão em crescimento e em desenvolvimento.
As bolas de jogo é que poderiam ser adaptadas para a faxa etária destas crianças sendo mais leves e menos rijas.
PedroCastela
Exactamente o meu ponto de vista Diogo.
O crescimento saudável e equilibrado das crianças é a prioridade, por isso, as bolas adaptadas são a solução.
Proibir o cabeceamento é ridículo. É mais uma americanice.. Como tantas outras!
coach407
E são… ou achas que jogam com a mesma bola que os seniores?
Pedro Miguel S.M. Rodrigues
PedroCastela,
Primeiro informação, só depois comentário.
O Kafka I tem sido bastante claro e até se tem repetido, tomara…
Não se trata de "americanice", trata-se de algo com fundamento científico. Coisa que os americanos até gostam de dar importância… Americanices dizem os ignorantes… Está bem, está…
Julien
Coach407
Não, não são… As bolas são exatamente iguais ( são tão pesadas e rijas, que é o que está em discussão, como a dos seniores), a única coisa em que diferem é o tamanho. .4 até aos infantis e .5 dos iniciados para cima.
Anónimo
As bolas não são iguais, são mais pequenas. Mas quanto à rigidez, muitas vezes nos escalões jovens são ainda mais duras, por se tratarem de réplicas e não de bolas oficiais. Eu joguei em escalões de formação recentemente e também na seleção nacional, a minha cabeça ainda se lembra da diferença em cabecear numa e noutra…
Pérola do Atlântico
PedroCastela
Pedro Rodrigues, modera o teu discurso sff. O insulto gratuito não te fica bem.
E constrói raciocínios, não te limites a tentar criticar ao desbarato.
Primeiro, as bolas são as mesmas (lá como cá..), mas de tamanho diferente. O que eu digo, é que devem ser estudadas com base na física, dinâmica, tração, peso/massa, etc, etc, etc, e DESENVOLVER uma bola adaptada às tenras idades, pois ainda não há. Ou achas que as grandes marcas desportivas (Nike, adidas, etc) não o conseguiriam fazer? Pensa lá assim, não é difícil..
E sim, quando falo em americanices, sei do que falo. Ou tens dúvidas que existem? Tenta fazer umas céleres pesquisas, vais descobrir coisas fantásticas. Mas acima de tudo, poupa-me à tua demagogia.
Ninja
Volto a perguntar: quanto jogadores de futebol tiveram lesões cerebrais em fim de carreira?
Podem até voltar atrás no tempo, à época dourada da bola de couro bem pesadinha e respondam-me.
Excesso de zelo motivado pelo escândalo da NFL, que esse sim é um caso clássico de uma "americanice": a do abafar tudo quando há dinheiro envolvido.
PedroL
Oh Ninja,
Mas tu achas que isto é sobre lesões em "fim de carreira", ou mesmo durante?
Isto são lesões a longo prazo. Que afetam os atletas mais tarde, quando estes já nem são atletas há uma longa data. Lesões cerebrais, anormalidades cerebrais, perda de memória.
Há uma correlação entre "cabecear" e lesões no tecido nervoso mais exterior do cérebro.
Isso é um facto. Agora as implicações dessas lesões é algo que está a ser avaliado ainda. A verdade é que a utilização de "capacetes esponjosos" mostra não ter qualquer efeito protetor, porque o problema advém da rápida (microscópica atenção!) aceleração e rotação do cérebro no interior do crânio com a colisão.
Pedro Miguel S.M. Rodrigues
PedroCastela,
Obrigado pelo conselho, fico agradecido, mas dispenso. A casa onde vivo é bem mais americana/britânica do que portuguesa em vários aspectos portanto, felizmente, tenho um bom e profundo conhecimento da realidade americana e, em geral, do mundo anglo-saxónico. Como tal, sei perfeitamente distinguir o que são "americanices" de outros fenómenos vindos desse burgo muito mais avançado do que o nosso.
Ademais, ademais, como já foi aqui referenciado, já há estudos científicos que colocam esta questão em cima da mesa. O argumento da experiência de "imensos jogadores profissionais na Europa e quejandos e nada lhes acontece" vale tanto como usar esse argumento da experiência e tradição para vários campos do pensamento humano e da experiência humana. Isto é uma área onde ou há estudos científicos que desmentem, ou confirmem, tudo o que seja fora disto e não tenha base empírica, é mera conversa de café da boca para fora.
Por isso, é essa a base da argumentação e não outra qualquer que possas tentar puxar para aqui…
Anónimo
Pedro Rodrigues, o burgo americano e o nosso não se comparam sequer, e dizer que um é muito mais avançado que o outro, além de demagógico é redutor. Coisas boas e más nos dois burgos.
Quanto aos estudos que referes seria bom para todos aqui ter acesso ás conclusões dos mesmos, é que estudar o impacto de uma prática especifica pode até nem levar a conclusão nenhuma ou então gerar mais duvidas do que as que existiam antes do estudo.
Quanto ao assunto em si, a prática desportiva deveria ser sempre regulada de forma a que não se cometam exageros que custam muito caro ao jovens praticantes.
Há desportos bem mais radicais do que o futebol em termos de consequências físicas que podem trazer aos praticantes, por exemplo a ginástica tem muitas modalidades que deixam sequelas a qualquer praticante de alto nível.
Pessoalmente conheço e conheci muitos praticantes de futebol, alguns com mazelas para a vida mas nunca na cabeça, parece-me rebuscado regulamentar o soccer desta forma, proibindo de todo a prática de uma técnica essencial ao jogo. Principalmente nos EUA. Se o esforço é transversal gostava de perceber que aspectos técnicos serão proibidos treinar até determinada idade no futebol americano por exemplo, ou no motocross muito popular e em que se começa muito cedo também.
Bouça Nova
André
AHAHAHAH!!!
Um bocado off-topic Pedro Miguel S.M Rodrigues
Se a casa onde vives é bem mais americana que portuguesa devias saber que algo como o fundamento científico não tem relevância alguma nos States quando está dinheiro envolvido! Afinal de contas é o unico país do mundo ocidental desenvolvido que ainda não aceita o FUNDAMENTO CIENTÍFICO para admitir que o aquecimento global é real e está a acontecer entre outros temas. Alias, chegam ao cumulo de insultar a comunidade científica!!
Portanto desculpa la se nos, "os ignorantes" dizemos que são americanices.
Paulo
comentários sem o menor numero de conhecimento de causa; de pessoas que se calhar nem lidam com futebol deste escalão etário. Onde ocorrem inúmeras situações em que as crianças sofrem lesões cerebrais. Agora , também me parece que a medida peca por exagerada e que pode ser resolvida com a simples adição mandatoria de um capacete protetivo mais pequeno do que o usado por Peter Cech.(header band)
So para os menos informados , um estudo feito pelo Children’s Hospital no Colorado as lesoes cerebrais no “Soccer” sao equiparáveis as lesões do futebol Americano (6.2 vs 6.3 para idades compreendidas entre os 5-18)
Ninja
Correlação não é causalidade.
Não compreendo como é que se pratica o desporto na europa há mais 80 anos em larga escala e este debate nunca surgiu.
Das duas uma: ou os americanos estão a treinar mal os miúdos ou nós somos uma cambada de incompetentes.
Dada a falta de jogadores profissionais de futebol na actualidade que tem este tipo de lesões no fima da carreira acho que a resposta é demais evidente.
joao miguel
Isto vindo dum país em que se joga futebol americano, hóquei e onde se patrocina montes de combates de MMA.
Kafka I
Mais um que fale do que não sabe, não adianta de facto
João Dias
Kafka I,
Vais-me desculpar mas só por ele não concordar contigo já dizes que não sabe do que fala…
Respeitem quem tem uma opinião diferente da vossa sem estar a tentar diminui-la ou descredibiliza-la.
Neste país lida-se muito mal com o contraditória. É na política, é no futebol…
Kafka I
João Dias
Quando perante uma noticia destas, a única coisa que alguém tem para dizer, não é sequer falar da noticia, mas sim dizer "que noutros desportos também se faz isto e aquilo" é de alguém que não sabe do que fala, até porque se ele soubesse do que fala, não vinha dizer que "é o País do Futebol Americano", porque sabia o que esta a ser neste momento feito e debatido na América relativamente ao Futebol Americano, onde inclusive até há organizações mais extremistas que pedem que acabem de vez com a modalidade (obvio que nunca vai acabar porque é o desporto Rei deles…)
Pedro Miguel S.M. Rodrigues
Kafka I,
Admiro a tua paciência, mas por vezes é melhor não dar conversa aos ignorantes…
Nuno R
O Kafka, pessoa que respeito muito, anda nervoso.
E se eu estiver a mentir, corrija-me, não há problema.
Mas isto não vale tudo, há linhas que não se podem passar… eu até gosto muito do Kafka, tenho muito respeito por ele, tenho muito respeito pelos seus comentários, mas ele anda muito nervoso… não vale a pena…
Oh Sousa Martins, oh Sousa Martins, ponha ordem nisto!!!
Luís Neves
Joao concordo em absoluto contigo. La estava eu a caminho do trabalho e decidi ler a caixa de comentários do VM. Não e que me deparo com um comentario de resposta em 90% dos comentários do kafka a dizer "nao fales do que nao sabes". Nao sabendo invalida a minha opinião de concordar ou nao. Se eu souber que ja estão a debater uma coisa invalida o facto de eu achar que jovens (de zonas problematicas) perdem oportunidades da vida por um lesao quando iriam receber bolsas universitarias por um desporto ser muito violento e depois vejo os americanos preocupados em mudar o futebol.
Se querem comecar por algum lado percebo que comecem por algo mais periférico como o futebol (no caso deles) mas isso nunca pode invalidar eu ter a minha opiniao.
Essa tua resposta kafka foi a pai desculpa la: "nao pode ser porque eu digo que e assim, e nao fales do que nao sabes"
Comentas tantas vezes e bem e depois ficas-te por ser repetitivo mesmo quando isso nao acrescenta nada.
Desculpa a frontalidade mas e verdade
João Dias
Esta postura do Kafka I e do Pedro Miguel faz lembrar aqueles jotinhas políticos que:
-Se não fores pela coligação és comuna que não vê a realidade
-Se não fores pela esquerda és um apoiante convicto da Direita
Em Portugal é assim… quantos de nós já não fomos atacados aqui no blog só porque não concordamos com a maioria…
Haja respeito pela diversidade de opiniões!
Kafka I
Luís Neves
Convinha leres primeiro é que parece que não leste, até porque eu não estou nem de acordo nem em desacordo com a opinião de quem dá como resposta "isto é o País do Futebol Americano".. e porquê
1 Não só porque no Futebol Americano estão a ser tomadas e debatidas medidas para salvaguardar a segurança das crianças e dos adultos que practicam esta modalidades
2 Mesmo que nada tivesse a ser feito na NFL, uma coisa não invalida a outra, ou será que se alguém é apanhado a roubar num supermercado, pode chegar a tribunal e dizer "Sr Juiz eu fui apanhado a roubar, mas não se esqueça que neste País há pessoas que matam outras e isso é bem pior que roubar, portanto deixe-me lá ir em liberdade"
Isto para mim nem sequer é opinião, para mim argumentos destes "isto é o País do Futebol Americano" é falar do que se não sabe, e criticar só porque fica bem criticar….
Mas peço desculpa se ofendi alguém..não foi essa a intençaõ
Anónimo
O kafka deve ter visto o novo trailer do filme do will smith e agora é expert nas lesões cerebrais causadas por jogar futebol americano…
Humberto Cruz
Kafka I
João Dias
Mas que opinião mesmo? a única coisa que eu fiquei a saber por alguns aqui, "foi que na América se joga Futebol Americano", porque a opinião sobre o que acham desta regra não foram capazes de a dar
Mas pronto é a tal coisa, agora podemos roubar em Portugal, afinal de contas "este é o Pais onde se matam pessoas e isso é bem pior"…que bela argumentação esta nem preciso de advogado
Anónimo
A questão não é a diversidade de opiniões. Se é um facto que também está em discussão nos EUA a violência e danos que o futebol americano pode causar, vir alegar que só por serem o país do futebol americano não devem tentar minimizar as lesões causadas pelo futebol não é um argumento e nem sequer reflete uma opinião no assunto.
Uma coisa é opinarem sobre a medida em si, se os miúdos usam sequer a cabeça, se devem ser mudadas as bolas ou as regras. Outra é descredibilizarem o problema só porque lá se joga futebol americano e hóquei.
O Kafka nem disse que concordava ou não com a medida, disse apenas que o argumento do futebol americano não é válido, porque este está tb a ser investigado.
Agora a Holanda não se pode preocupar em reduzir os problemas privocados pelo álcool, só porque a erva é legal?
Pérola do Atlântico
Jose Vilela
João Dias não aproveite este assunto para se fazer de vitima porque a diferença é que eles falam do que sabem, do que vêem e do que lêem, não chegam aqui e disparam uma carrada de disparates como certas pessoas, nem falam de cor, nem falam de assuntos/atletas que nunca viram.
Se o senhor é atacado é porque em muitos assuntos que não domina em vez de procurar a informação correcta chega aqui e fala de cor, como foi agora sobre a Nigéria, ou então sobre o Ronaldo, só 2 exemplos recentes.
João Dias
Kafka I,
És muito crítico em relação a muitos aspetos do nosso país a nível desportivo mas, paradoxalmente, és o protópio do português médio em mentalidade: desrespeito pela opinião contrária, deselegância a mostrares o teu desagrado com a ideia dos outros e diminuição dos outros só por te contraiarem…
Ou não sou que sou um Gobbels como já disseste?
Teres-me dito isso mostra o quão estou certo no meu 1° parágrafo do meu comentário…
Jose Vilela
Joao Dias quer aqui transcritas todas as suas afirmações xenófobas em relação a muitos jogadores de certos países, mais concretamente a jogadores Espanhóis e Holandeses ?
Já agora o que é que o senhor aprende na sua Universidade ? É que esta frase "Ou não sou que sou um Gobbels….." deixa muito a desejar.
Kafka I
Pérola Atlántico
Obrigado, foi isso mesmo que eu quis dizer
Kafka I
João Dias
Mas tu leste o que eu escrevi? mas que opinião é que vocês deram??
Vamos lá recapitular…
Assunto Post "proibição de usar a cabeça até aos 10 anos no Soccer na América"
Resposta "Na América joga-se Futebol Americano"
Se achas que isto é uma opinião então esta bem, não vale a pena continuar esta discussão
João Dias
José Vilela,
Erro de escrita. Faltou uma palavra…nunca te aconteceu?
E tu sabes o que é xenofobia, ao menos? É muito lindo tu estares a tentar atacar os outros sem saberes o que as coisas significam…
E tu és aquilo que eu tão bem retratei: o típico português médio que desata ao ataque se outra pessoa não concorda…
E quanto à Universidade… tomara tu teres o meu nível cultural que não se restringe só ao futebol.
É que a irracionalidade e raiva apoderaram-se de ti por causa de meras discussões futebolísticas…
Kafka I
João Dias
Por fim, queres mesmo discutir mentalidades? a sério? pensa lá bem se queres discutir mentalidades comigo?
Ou será que tenho de te relembrar a tua mentalidade retrógada ao nível de pensamentos de outros séculos, onde as pessoas eram analisadas em função do local onde nasciam? Será que tenho de te recordar que vivemos num Mundo aberto, numa Europa livre, integrados na comunidade Europeia, da livre circulação de pessoas, bens e serviços onde se deve destacar o mérito das pessoas pelo que elas são e fazem e não destacar as mesmas só porque nasceram na mesma área geográfica que nós (a tua mentalidade)
Queres mesmo discutir mentalidades? Ainda dizes tu que tens um grande nivel cutural, se tens então devias evoluir na tua mentalidade, viajar conhecer o Mundo e outras culturas, fazia-te bem para mudares essa mentalidade
joao miguel
Vamos ter calma pessoal. Admito que não sei de todos os factoa sobre todos os desportos mas isso não me invalida de dar uma opinião, é isso que é a discussão e a aprendizagem.
Agora, se acho que è uma parvoice pegada este tipo de medidas quando se apoiam desportos altamente violentos e como tal não gosto dessa medida.
Eu jogo futebol desde os meus 7 anos, jogeui durante anos futebol de competição até aos juniores e joguei a avançado. Cabeceava imenso, sempre cabeciei e levei cabeçadas e cotoveladas. Nunca me aconteceu nada.
Agora, quando se jogam desportos altamente violentos como a NFL que criam lesões de arrepiar e o hóquei em que á imensa pancadaria acho que não é nos cabeceamentos que está o problema. E sim, oa miúdos mais novos também praticam estes desportos.
Só isso meus amigos.
João Dias
Mentalidade retrógada é a de quem baixa o nível no sentido de descredibilizar e ostracizar a opinião dos outros…
Muitas pessoas neste país têm uma incapacidade crónica em discutir sem baixar o nível. E só mesmo neste país.
Tenho familiares fora do país, conheço muita gente estrangeira (com particular incidência para alemães,suiços, holandeses e dinamarqueses) e consigo discutir com eles sobre os mais diversos temas com elevação, respeito e boa disposição.
Só cá no burgo é que verifico que pessoas como tu e muitos outros que conheço pessoalmente sentem necessidade de ostracizar, denegrir e hostilizar a opinião dos outros. Aliás, a opinião e a pessoa que a detém…
João Dias
José Vilela,
Os dois. Já tens mestrado? Mais preocupante ainda…. Como é que é possível que um mestre lide tão mal com opiniões opostas? De certeza que não tirou Filosofia, Direito ou todas essas áreas que lidam com várias visões acerca de um tema em específico…
Kafka I
João Dias
Queres falar de baixar o nivel? e de ostracizar os outros?
Podemos começar por falar na forma como ostracizas em particular os Espanhois e tudo o que não seja Português…podemos começar por ai…
João Dias
Então começamos…
Alguma vez ostracizei uma pessoa por não concordar com ela? Não. Sabes porquê? Porque sou uma pessoa agradável, elevada, educada e elegante a discutir com os outros.
Já o mesmo não se pode dizer de muitas outras pessoas…
Jose Vilela
O típico português sou eu ou é o Kafka ?
João Dias eu já tirei o meu curso, mestrado e ja trabalho e nunca meti rótulos as pessoas só porque elas vieram doutros países como o senhor faz até porque fiz Erasmus( coisa que para o senhor deve ser uma afronta). Nem lhes vejo as portas só porque elas não são do mesmo país que eu.
O senhor é que fala aqui constantemente do que não sabe e dei-lhe 2 exemplos mais recentes, não sou eu que anda aqui a desejar o mal a muitos clubes da 1ª liga só porque o seu não tinha capacidade para lá estar.
E hoje aproveitou esta discussão com o Kafka que por acaso até tem razão, porque por se praticar futebol americano nos States não quer dizer que eles não possam aplicar medidas de prevenção noutros desportos, só irá ser incoerente se eles aplicarem ás outras modalidades e deixarem as mais violentas na mesma, mas isso decerto que o senhor Joao Dias não conseguiu atingir preferiu sim atacar a pessoa com joguinhos, mas depois diz que é muito civilizado, que grande coerencia.
Pedro Miguel S.M. Rodrigues
Só agora vi a parvoíce que está para aqui feita…
Quem é menos dado à argumentação e não compreende os comentários alheios, facilmente dispara com inutilidades estilo misturar política com desporto. Entre outros pormenores de oratória que enfim, dispensa-se…
Apenas digo ao Kafka I para não alimentar mais isto porque não vale a pena. Está-se a perder uma boa oportunidade para discutir cientificamente este dado. O que é um valente desperdício… Mas pronto, a qualidade da discussão é apenas um espelho da qualidade da sociedade onde se vive. Por isso…
Kafka I
Pedro Rodrigues
Tens toda a razão, estou a ser parvo por alimentar esta discussão parva…
João Dias
Disseste tudo, Pedro…
" A qualidade da sociedade onde se vive"…
Pedro Miguel S.M. Rodrigues
Kafka I,
Remeto a discussão para o comentário que acabei de fazer e que espero que seja aprovado entretanto lá para o fundo da página.
João Dias,
Agradeço a indirecta, mas claramente não compreendeste o ponto… Enfim…
Kafka I
Eu não vou dizer mais nada, neste Post se ofendi alguém, peço desculpa aos visados pois não foi minha intenção…a ideia que quis transmitir foi bem explicada pelo user "pérola do Atlântico"
Anónimo
Kafka I,
Realmente estas a atacar todo mundo que ironiza com a notícia e atacas sem qualquer argumento válido, neste post ninguém falou de nada que não saiba apenas ironizou o facto de quererem proibir as cabeçadas enquanto patrocinam coisas piores. O comentário não tem informação suficiente para saberes se ele sabe ou não sabe de alguma coisa, ele apenas ironizou e com alguma razão porque realmente é engraçado.
Costumas fazer comentários melhores, hoje faltou te um pouco de boa educação, acontece, todos nós erramos e como ja pediste desculpa, ta tudo bem.
Um abraço,
Luhane Gagnaux
Nuno Pereira
Há um episódio de South Park muito bom sobre o futebol americano que satiriza o q se está a passar nos estados unidos em relação aos desportos praticados pelos mais novos
PedroCastela
Não percebo esta história do Cristante.. Tem de haver algo mal contado. Muito mais do que andar enrolado com a filha do Moniz como se especulou.
Um tipo que custou uns bons milhões, não é aposta? Porquê? Porque não há minutos para ele? O que o talisca tem a mais que este italiano? Todos lhe passam à frente, e ele não é propriamente um calhau com olhos sem qualidade..
Não percebo mesmo. Para mim como foi uma contratação do Rui Costa, está encostado.. O Rui tem sido sucessivamente desrespeitado e posto de parte por esta estrutura. Apenas lá está por ser um símbolo do Benfica. Mas isto é só a minha opinião, não tenho factos de suporte..
Alexis
Concordo plenamente! Aliás o Rui só lá está porque da "votos" ao LFV e porque se é afastado de vez, os sócios não perdoam LFV…
Aliás, espero bem que o Rui angarie pessoal competente na área da gestão e que concorra à presidência… Percebe mais… Muito mais de futebol que o LFV…. É cada vez está mais afastado, não se entende realmente…
Anónimo
Cristante até pode nem ter capacidade para ser titular do Benfica como a maioria de nós pensa que tem, mas já foram testadas várias soluções de parceiros ao Samaris e Cristante nunca foi?
Se calhar estávamos mais fortes com Cristante a dar cobertura ao Samaris…mas pronto é embirrações que não se explicam….
JP
Manuel Remedios
Do que se viu no ano passado custa acreditar como é que se encosta um jogador com qualidade de passe e posicionamento. Pode não ser muito rápido, mas para isso é que o futebol é um jogo de equipa. o que uns não têm, outros podem compensar.
Do ponto de vista financeiro é empatar 6 M€ sem justificação aparente.
Até pode ser que não se aplique o suficiente nos treinos, mas na minha opinião é absurdo que nem na equipa b jogue.
JSC
Os americanos não gostam de contusões cerebrais e todos os desportos têm imposto medidas para as evitar.
Mas por exemplo quem não se lembra do alvaro Pereira (ou situações dentro da área com o guarda-redes) levar uma que até ficou abanando. O futebol não revela(nem impõe) muita preocupação por estas situações comparado com os desportos americanos.
Nuno R
Acho que ninguém gosta de contusões cerebrais.
Daí a proibirem um tipo de jogada…
Há questões de equipamentos que se podem usar, etc…
E os estudos sobre boladas na tola, referem-se a jogos ou treinos? é que por exemplo, os problemas dos pugilistas a nível de lesões cerebrais não eram tanto consequência dos combates em si, mas da pancada que apanhavam nos treinos, muitos dos quais não usando capacete.
Ou seja, pior que dar 10 ou 15 cabeceamentos num jogo, fará pior uma série de 20 ou 30 cabeçadas consecutivas num treino.
Já agora, boladas nos ditos podem provocar cancro testicular…
JSC
Lembro-me perfeitamente desse caso do Álvaro Pereira, ele estava completamente alterado, em qualquer desporto americano não era permitido regressar ao campo. sempre que há uns acontecimentos destes nos deportos americanos existe o chamado "concussion protocol" em que os atletas não são aprovados para exercício/contacto físico enquanto uma equipa independente de médicos o disser.
No entanto, na NFL o ano passado aconteceu o caso do Edelman na Superbowl, em que ele foi permitido jogar quando claramente estava afectado. Há dois anos o Paul George, contra Miami.
Existem as chamadas conquilhas, um guarda-redes da minha equipa usava (nem sei se é permitido ou não, mas acho que sim).
Nuno R
Conquilhas é no museu da cerveja.
Os GR de futsal usam coquilhas :)
Não sei se os de futebol de 11 também usam, nem sei o nível de conforto de usar uma coisa dessas e correr, na tecnologia actual.
JSC
Tens razão, conquilhas eu prefiro com limão.
Pedro
Quem está a dizer que é ridículo os EUA pensarem nestas medidas para o futebol enquanto que lá se praticam desportos muito mais violentos tem razão, não é "falar do que não se sabe". Basta ver que os americanos podem ter muitos ex-atletas com problemas cerebrais, mas futebolistas não devem ser de certeza. Aliás, basta pensar em quantos ex-futebolistas é que se conhecem com problemas cerebrais…muito poucos.
Anónimo
Carlos Secretário. Não consegue distinguir o azul do verde. Nem reconhece o Acosta.
Hugo Mendes
Pedro Miguel S.M. Rodrigues
Já o disse e repeti… E repeti…
Este desperdício de Cristante é, futebolisticamente, totalmente inexplicável e incompreensível. O mesmo para o Djuricic.
Nem falo do dinheiro que ambos envolveram, isso já se começa a tornar um hábito no consulado do LFV, com uma ajuda valente durante os anos do JJ. E como a maioria dos sócios/adeptos não se interessa em saber se o Benfica está falido ou perto disso… Portanto…
Futebolisticamente, não faz sentido o desperdício de um jogador com o talento de um Cristante ou até de um Djuricic. Não faz ainda mais sentido quando ambos poderia ser a base e pilares importantes de uma mudança táctica, de sistema e de modelo, que pudesse evoluir o Benfica para um sistema/modelo mais assente no meio-campo e posse de bola contínua e evolutiva, em vez de não ter meio-campo e andar aos repelões, dependente das iniciativas do Gaitán (veja-se a capa da Bola desta semana que fala da "nicodependência" que é um facto).
Mas não, desperdica-se Cristante (e Djuricic) para que resultado alternativo? A nódoa aberrante do Talisca? A nulidade do Pizzi? Enfim, mau demais…
Manuel Remedios
Concordo.
Não dá para perceber.
Se Ola Jonh teve oportunidades, porque razão Cristante e Djuricic não têm?
É muito dinheiro empatado.
Não se pode acertar sempre, mas neste caso arrisco-me a dizer que o Benfica não está a ter uma boa gestão destes ativos. São jovens é certo, ainda há tempo de serem lançados, mas continuar a ignorá-los desta forma não é bom para eles.
Vão ser vendidos por truta e meia, sem retorno do investimento, e depois ainda se vai ficar com a sensação que foram maus negócios (tipo Bernardo).
Alexis
Pedro, concordo consigo. Mas ressalvando que ambos, para terem rendimento (isto é, contribuírem para vitorias sólidas), o esquema tático teria de mudar. E para isso, Jonas teria de sair da equipa (o que é impensável, neste momento). Nenhum dos dois tem intensidade ou "vontade" para assumir o nosso meio campo. Um duplo pivot Samaris-Cristante, com Djuricic a 10 seria o melhor para eles. Não seria nada mal pensado que começassem a trabalhar este sistema tático. Relembro que Jonas não vai para novo, e se queremos aproveitar a próxima Perola do Seixal (falo de João Carvalho), terá de ser neste esquema (aliás, equipa B, a da International youth cup e UEFA youth Champions legue, juniores… Todos usam está tatica).
Gosto do 4-4-2 (para o nosso campeonato é o ideal em 80% dos jogos) mas precisamos de um verdadeiro 8. E gosto do 4-2-3-1, principalmente em jogos Europeus (e para esta tática, temos material).
Acima de tudo a direcção terá de abrir os cordões à bolsa por um defesa esquerdo, um #8, e o Zivkovic (espero bem que o "agarrem").
P.S: será que o Talisca e Pizzi têm mercado? Dava jeito vendê-los…
Anónimo
Totalmente de acordo, para além de já termos todos visto que RV não tem unhas para o 4-2-4 de Jesus. O resultado é isto, jogadores encostados inexplicavelmente e um futebol pouco ou nada consistente que depende sempre do artista para resolver.
E eu a pensar que, ao menos, com a saída de JJ passaríamos a contar com um futebol mais apoiado e equilibrado, e o que temos é uma versão rasca do sistema anterior…
Bouça Nova
Pedro Miguel S.M. Rodrigues
Alexis,
Totalmente de acordo. Só discordo de um único ponto. Compreendo porque se argumenta que é impensável que Jonas saia. Contudo, só é indispensável porque ele é dos poucos que mantém o esquema táctico a balançar numa fina corda sem rede de segurança por baixo. Isto é… Em primeiro lugar está a equipa. E se para a equipa tiver que evoluir tacticamente para um modelo/sistema mais consistente, especialmente, a pensar numa evolução europeia sustentada, então, sacrifique-se quem tem que se sacrificar. Lamento, mas um jogador não faz uma equipa. A equipa é mais importante e o Benfica irá sobreviver bem sem Jonas como irá sobreviver bem sem Gaitán. Custa no início, mas a vida futebolística continua, não é nenhum desastre. É preciso é um plano consistente e estruturado e que os adeptos compreendam para que tal seja possível.
Aqui vem a minha total concordância contigo: o Benfica terá que evoluir tacticamente para aproveitar o que aí vem do Seixal. E se se desperdiça os talentos que aí vêm por causa de um modelo/sistema táctico caduco e falido como o que veio do JJ, então, a tal ideia da formação vai por água abaixo e é tempo perdido com as correspondentes perdas financeiras escusadas. É desta forma que vejo a aposta na dita "formação": que a equipa evolua tacticamente para um novo modelo/sistema, numa aposta integrada com os escalões de formação, para que a transição, pelo menos, em termos do modelo/sistema táctico seja mais suave e não tenha que ser necessário os míudos estarem a aprender um novo modelo/sistema táctico só por teimosia/cobardia do treinador da equipa principal.
E com este último parágrafo concordo inteiramente com o contributo do Bouça Nova. Nada mais a acrescentar.
Pedro Miguel S.M. Rodrigues
Alexis,
Quanto a vender Pizzi e Talisca há sempre mercado. Prefiro que se venda por pouco e se despache esse peso salarial, quer seja pequeno, médio ou grande, para que se abra espaço para que seja contratado um "8" mas um "8" experiente, não me importo que seja quase trintão ou já nos trinta isto porque acho que deve ter uma dupla função: jogar na equipa principal e ser o "mentor" de um futuro "8" que esteja a vir do Seixal (estilo João Carvalho, ou outros, não ligo ao nome, ligo só à qualidade, ser português é só um bónus bem vindo) e assim ajudar a integrar e ensinar, porque a experiência é insubstituível…
Pedro R.
Na formação principalmente em miúdos das idades referidas em vez de proibir o cabeceamento pode-se estudar o uso de uma bola adaptada a estas idades. Mais pequena, com alguma espuma, etc. Quanto à substituiçao temporária sou totalmente a favor em casos de choques com algum impacto
Pedritxo
Cristante e Djuricic estao a ser mais do que queimados, e para mim adepto, nao gosto nada disso, principalmente quando vejo pizzi e talisca a ter minutos a 8, e inexplicavel.
O jogo do benfica poderia crescer com eles.
Quanto ao assunto dos cabeceamentos, acho bem essa medida, principalmente nos EUA,China e esse tipo de paises, que as crianças sao levadas ao extremo em tudo o que fazem ,se forem preciso poe o miudo a fazer 100 cabeceamentos , e os papas apoiam isso.
O futebol e pouco afeto a mudanças, mas ha certas mudancas que merecem ser discutidas e aprovadas.
Tiago Reis
Ok, falta agora proibir socos e pontapés em todos os desportos de combate. Que eu saiba, seja aos 10 ou aos 20 anos, levar pancadas na cabeça não dá saúde. Proíbam também o atletismo, pois correr maratonas desgasta as articulações. Dá medalhas mas não dá saúde. Proíbam ainda o hóquei em patins, pois a bola pode atingir a cabeça. E proíbam o skate, muito propício a todo o tipo de quedas. Enfim, proíbam tudo. Por amor de Deus, dediquem-se à pesca, mas cuidado com os tubarões.
Orlando Taipa
Está visto que o próximo Mário Jardel não será norte-americano
Rodolfo Trindade
Comentário top haha
Anónimo
Bonito vai ser quando os miúdos fizerem 11 anos e nao souberem cabecear uma bola. Os treinadores vão po los a fazer 200 cabeceamentos p/dia, aí é que vao surgir as lesões cerebrais
-Cabeço
Pedro Miguel S.M. Rodrigues
Fica o contributo para a discussão, retirado dos baús já com um pouco de pó dos bookmarks do browser…
"I am staring at images of human brains. Damaged human brains. One, in particular, fascinates me. It looks similar to a textbook MRI scan of a concussed brain, yet the injuries it shows were not caused by the sort of collision – eight-ounce glove on exposed jaw, rutting head on rutting head – that leaves a crowd gasping and a player unsure whether their next step will be a lurch forwards or a stumble sideways. No. This brain was damaged by simply heading a football. A lightweight, modern football.
We are all aware some old-time players – most notably and tragically Jeff Astle, the former West Bromwich centre-forward – suffered degenerative brain disease from repeatedly heading leather balls. But while modern footballs are lighter and more waterproof, research by scientists at Purdue University in Indiana suggests they may not negate the dangers from heading hard shots and high punts."
Como é citação, vale a pena ler o resto do artigo em – https://www.theguardian.com/football/blog/2015/nov/01/football-heading-brain-damage
Para uma opinião cientifica pejada de notas e referências, de 2001, como continuação de conversa, ver em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC161559/
Continuando no percurso histórico, notícia de 2013 sobre um outro estudo, sendo que a notícia tem o link para o estudo que é possível consultar. Ver em: https://news.nationalgeographic.com/news/2013/06/130614-soccer-heading-concussion-brain-injury-science/
Quem quiser discutir este tema de forma empírica, aqui tem a oportunidade…
Kafka I
Excelente Pedro, é o comentário mais sensato de TODOS os 86 que estão nesta caixa e o que visa efectivamente um acrescento à ideia do Post e que todos deviamos ler antes de acharem que tudo não passa de "Americanices"
Pedro Miguel S.M. Rodrigues
Caro Kafka I,
Como retirei dos bookmarks nem sequer andei a pesquisar de forma genérica se há mais. Se houver, então, é só colocar aqui e se realmente comprovarem o contrário, então cá estou eu para dizer que esta medida pensada é parvoíce. Até lá, é trabalhar com a literatura científica que se tem. Pouca? Admito, mas é o que há…
Não sei se será o mais sensato de todos, compreendo, mas creio que também há tão ou mais sensatos em cima. O que me fez impressão é como ainda é possível haver pessoas que vão pelos estereótipos que entram pela TV e programas de TV, e Hollywood, e não sei mais o quê; em vez de se informarem e ler uma quanta literatura. Não só o post como o blogue em geral ficaria a ganhar. Mas isto digo eu…
Rodolfo Trindade
Não digo que o Cristante fosse um titular indiscutível, mas pelo menos já deveria ter o triplo de minutos que a nulidade do Talisca.
Não consigo compreender.
Artur
A eventual proibição de cabeceamentos para jogadores menores de 10 anos parece-me claramente um exagero tão típico por aqueles lados. No entanto, admito perfeitamente que seja pertinente o estudo de eventuais lesões provocadas pelo jogo de cabeça. Um utlizador postou tb a situação do antigo jogador do WBA e das eventuais lesões cerebrais, mas convém referir que esta situação se passou nos anos 60 e parece-me q terá havido uma grande evolução nas bolas utilizadas.
Pedro Miguel S.M. Rodrigues
Caro Artur,
Realmente, houve esse caso do jogador do WBA e realmente há que reconhecer que existiu uma evolução, muito positiva, até para o jogo jogado, das bolas utilizadas.
Contudo, o pormenor maior continua presente. Sendo uma área ainda muito pouco estudada, dá mais azo a conversa de café. Mas os estudos científicos que recomendei a leitura apontam para uma causalidade. Concordo que ainda é cedo para dizer, com total clareza, que a causalidade implica danos cerebrais a longo prazo. Mas não é de admirar pois não se pode esperar que o cérebro e os seus componentes fiquem intactos depois de anos e anos a terem choques frequentes, quer em jogo quer em treino, com uma bola de futebol normal….
Artur
Entendo perfeitamente que se existem indícios de uma causalidade, então que se estude mais profundamente esta questão. No entanto, a minha opinião é q esta medida a ser tomada já, carece de fundamentação científica. Convém não esquecer que o futebol é uma actividade física, e qd preticada de modo continuado terá sempre um impacto menos positivo no corpo humano, seja no cérebro, nas articulações,…. Além de q me parece ser bastante fácil apontar uma série do outras actividades desportivas que terão maiores riscos neste aspecto. Q medidas serão tb tomadas no futebol americano e no rugby? Nas artes marciais?
touny71
EPA esta mediada é só ridícula.. Está cientificamente provado que os embates de cabeça no futebol americano estão diretamente ligados a lesões cerebrais e demências, no entanto não há qualquer tipo de medidas nos jogos de formação, e muito menos nos jogos universitários e profissionais. Ou seja, um jogador com 30 anos pode ter passado 15 a 20 anos a sofrer embates fortíssimos, cabeça com cabeça jogadores a atirarem todo o peso do seu corpo contra adversários com varias dezenas de quilos. No entanto há a preocupação em restringir as cabeçadas numa bola que pesa 200 gramas, enfim, fico sem palavras. Quem promoveu esta ideia deve também ter apoiado o boicote às vacinas porque podiam causar autismo.