Dínamo Zagreb 0-2 FC Porto (Lucho 41′ e Defour 90′ +1)
FC Porto – Não foi possível (devido às fragilidades do adversário) perceber como é que a equipa vai reagir sem Hulk. Mesmo assim em termos ofensivos, Varela foi pouco acutilante, Jackson demonstrou alguma displicência e James voltou a estar pouco activo. Destaque para a opção de Vítor Pereira por Miguel Lopes (que fez uma exibição q.b.) em detrimento de Danilo e principalmente para esta entrada dos azuis e brancos na LC (começar com 3 pontos, e logo com uma vitória fora, é muito importante).
Helton – Melhor unidade em campo. Disse presente nas oportunidades do Zagreb e ainda serviu de maneira brilhante James e Kléber na 2ª parte. O colombiano e brasileiro não responderam da melhor maneira às duas assistências do guardião portista (um dos 5 melhores do Mundo em termos de visão de jogo).
Alex Sandro – Mais uma 1ª parte de grande nível. Sem Hulk, parece ser o lateral esquerdo o principal desequilibrador dos azuis e brancos. Foi decisivo no 1-0 e deu sempre qualidade ao corredor esquerdo.
Otamendi/Maicon – Algumas falhas ao nível da concentração (principalmente do brasileiro) sem consequências é certo, mas que perante outro tipo de adversários podiam provocar dissabores.
Defour/Lucho – Boas exibições dos médios portistas. O belga, na posição de médio defensivo demonstrou competência, e ainda fechou o jogo com um golo cheio de classe; já o argentino acrescentou ao golo (no seu jogo 50 na LC) uma maturidade importante. Decisivo na maneira como o Porto circulou a bola e geriu a vantagem.
Dínamo Zagreb – O tipo de equipas “à Platini”. Apenas este novo modelo permite que clubes com tão pouca qualidade estejam presentes na LC. Muitas limitações em termos ofensivos (Sammir tem de fazer tudo sozinho), e decisões ao nível da saída de bola desde a defesa dignas de infantis. A juntar à falta de qualidade dos croatas, o guardião Kelava acabou por ser um dos protagonistas do encontro ao somar vários erros “gritantes” (um jogo de pés a fazer lembrar Ivica Kralj).


