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FIFA confirma tecnologia de baliza no Mundial 2014

Concorda com esta medida?

A FIFA confirmou que será utilizada a tecnologia de baliza no próximo Mundial (e na Taça das Confederações), para confirmar se uma bola entrou ou não. VM – Temos uma opinião bem clara sobre este assunto. Até certo ponto, a tecnologia no futebol é importante. Neste caso parece-nos uma medida adequada e de urgente implementação (fazemos votos para que se alargue a todas as competições, embora seja complicado por motivos financeiros), porque cada vez há menos golos e estar a deturpar a verdade desportiva por uma questão “fácil” de resolver é não respeitar os intervenientes. Damos alguns exemplos, como por exemplo o Inglaterra-Alemanha do último Mundial, em que os britânicos foram goleados mas viram um golo claro não ser validado quando a partida ainda estava equilibrada. Ou em 1966, quando os dois países se encontraram na final e ocorreu um lance semelhante, mas ao contrário. No entanto, não se pode estragar a essência do futebol introduzindo muitos meios tecnológicos. Não faz sentido recorrer a vídeo-árbitro para ver se um jogador estava fora-de-jogo, ou se era penalty ou não (até porque há a tal questão da “intensidade”). Isto não é a NBA, não é futebol americano, não é rugby, até mesmo no ténis, que são modalidades com um ritmo muito mais lento. E um offside duvidoso, supondo que o árbitro assinala, a jogada pára e vai-se verificar. Imaginando que a decisão foi errada, depois como se resolve a questão? Coloca-se os jogadores nas mesmas posições em que estavam, para repor a verdade desportiva? Não faz sentido. Deve haver mais tecnologia no futebol, ou apenas neste caso?

59 Comentários

  • Ricardo Ricard
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 12:38 pm

    Finalmente…e devia ser em todas as competições!

  • LuisRafaelSCP
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 12:38 pm

    Porque não? Em que prejudica o espectáculo? Retira alguma autoridade ao árbitro?
    Penso que apenas traz verdade desportiva, não é o que se quer?

  • Tomas W
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 12:47 pm

    Ate que enfim.
    Concordo em absoluto. Com esta medida e com o chip na bola e nas botas dos jogadores para verificarem o fora-de-jogo.
    A bola dentro da baliza e o fora-de-jogo não são questões de interpretação subjectiva, logo todas as tecnologias que possam ajudar a verificar os factos s-ao bem vindas.
    Apenas não concordo com a utilização das imagens para decidir lances de dúvidas. A interpretação subjectiva dos lances de penalty por exemplo, faz parte do jogo e deve ser mantida como tal.

  • Ricardo Ricard
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:01 pm

    Seria fácil aplicar a video-arbitro nos lances de foras de jogo duvidosos…o arbitro não marcava quando tivesse duvidas e o lance prosseguia,sendo cancelado por video se assim se justificasse.

  • Octavio
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:02 pm

    Esta medida, ontem já era tarde.
    Já não era sem tempo. É que nem dá direito a discussão. É ver se a bola entra ou não. Há linha a dividir. O aparelho toca, confirma-se pela imagem e já está. É golo! Ou não (caso o aparelho esteja avariado.
    E ninguém contesta.

    Apoiado!

  • Miguel Militão
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:05 pm

    Boa tarde,

    Concordo com a medida e só tenho pena que a FIFA demore tanto tempo a implementar o que já foi mais que desenvolvido.

    Relativamente ao "estragar a essência do futebol" não opto por essa visão, pois a meu ver a intensidade de um jogo não perde por 30segs, antes pelo contrário, teria as seguintes melhorias:
    – Comercial (mais tempo de "jogo")
    – Competição (decisões mais correctas e justificáveis, logo competições mais verdadeiras)
    – Menos show off de árbitros, menos pressão (menos gente a criticar facilmente)

    Mas esse é o meu ponto de vista!

    Um ABraço

  • seahorse
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:05 pm

    Mais, sim. Os erros de interpretação de fora de jogo são absolutamente frustrantes num jogo. Penso que se poderia resolver facilmente não com um video árbitro mas simplesmente com chips electrónicos nas T-Shirts. Um simples sinal sonoro pode enviar a indicação ao fiscal de linha ou ao árbitro. Uma luz para que todos vejam ou algo assim.

  • Mike Portugal
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:07 pm

    A tecnologia para verificar se a bola passou da linha (seja a linha de golo ou a linha lateral) já existe, portanto é sempre bem vinda e ajudará a tornar o jogo mais verdadeiro.

    Quanto à outra situação que poderia ser resolvida tecnologicamente, o fora-de-jogo, também acho que se poderia usar tecnologia de triangulação para saber IMEDIATAMENTE se algum jogador está em fora-de-jogo no momento de um passe. Ao árbitro caberia apenas ajuizar se o jogador interfere na jogada ou não.

  • hlv
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:11 pm

    concordo a vossa opinião relativamente à introdução de tecnologias no futebol – neste caso será importante, para os foras-de-jogo é impossível.

    na semana passada, no celtic-juventus passou-se mais uma situação de género. com o remate do matri que fez a bola passar a linha mas nem o árbitro de baliza assinalou nada. assinalando o árbitro principal apenas o golo aquando da recarga do marchisio. depois, com base nas imagens televisivas, a uefa atribui o golo ao matri e não ao marchisio. ou seja, assinalou um golo que o árbitro não tinha assinalado, por aquilo que percebi, desrespeitando a soberania deste durante o jogo.

    a questão que se coloca é o que teria acontecido caso a recarga fosse para fora em vez de ir para o fundo da baliza.

    • António Gomes
      Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:56 pm

      A UEFA não pode atribuir golos, se aparece o matri como o marcador é porque o árbitro colocou isso na ficha de jogo.

  • Chileno-14
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:13 pm

    Em certa parte não concordo. Acho que estão a estragar o verdadeiro espirito do futebol

  • Bernardino Moreira
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:18 pm

    Finalmente! E apliquem já a medida a todas as competições de futebol profissional!

    Penso que, no entanto, o video-arbitro não se enquadra no ritmo a que o futebol se joga. O aumento das paragens (então em grandes jogos em que quase cada respiração do árbitro é contestada)levaria à diminuição da qualidade do espectáculo. Por outro lado, sou da opinião de que os árbitros deveriam usar um microfone que fosse transmitido a todo o estádio. Assim todos – jogadores, treinadores, espectadores, roupeiros… – saberiam o que é que o árbitro estava ou não a marcar, e penso que isso seria benéfico.

  • espanhol
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:23 pm

    O fora de jogo é fácil… basta pôr um sensor à cintura/no braço/na bota/onde quer que seja do jogador e passa a ser esse o referencial que determina se um jogador está fora de jogo ou não… Depois é só ter um computador a decidir automaticamente quando é fora de jogo e dar sinal ao árbitro para interromper a partida ou não.

  • Joao Gonçalves
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:23 pm

    Completamente de acordo com esta medida.

    Completamente em desacordo, contudo, na relutância da VM em meter mais meios tecnológicos, principalmente na questão dos Penalties.

    Na questão do fora de jogo é pacifica… o futebol tem um ritmo elevado que não pode ser para se analisar tudo e mais alguma coisa.

    Na questão dos Penalties e muito diferente!

    O Penalty é algo que exige um longo período de tempo para ser convertido… desde a falta em si, até à discussão com o árbitro, o mostrar dos cartão (cartões), preparação do acto da marcação em si e remate é algo que tem um consumo de tempo elevadíssimo.

    Portanto, no futebol profissional, onde tudo é monitorizado ao pormenor, um árbitro com acesso a um monitor em contacto com o árbitro principal e que no espaço de 20-30 segundos pudesse confirmar/desmentir a decisão do juiz principal da partida, faria todo o sentido e digo mais que seria urgente, tanto para se uniformizar certas decisões dúbias (intensidade, mãos, etc…) como que garantir não falsificação de resultados (que os penalties é a coisa mais injusta e complexa do Futebol pois para além de permitir a equipa beneficiada marcar ainda pode obrigar o adversário a perder um elemento de campo e tal acto deveria ser alvo da máxima atenção e certeza).

    Sendo assim estou completamente contra a postura da VM na questão dos Penalties, mas também seria a única situação que vejo a possibilidade tecnológica intervir, para além da situação das linhas de golo, pois todas as outras, tal como a VM diz, travariam o ritmo do próprio jogo.

  • Lourenço
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:24 pm

    Devia haver video-arbitro para foras-de-jogo, penalties, etc duvidosos. A vossa questão seria muito simples de resolver, em caso de dúvida nunca se marcava, e quando a jogada acabasse voltava-se atrás para verificar se tinha sido ou não falta, fora-de-jogo, etc! Era da maneira que se acabava de vez com conversas e discussões sobre arbitragem!! Passava-se apenas a falar do jogo em si!

  • Pedritxo
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:26 pm

    Esta medida peca por tardia.

    Em relaçao a mais tecnologia no desporto, de fato pode tirar alguma essencia ao futebol, mas tambem traia mais confiançao ao desporto , porque ha muita corrupçao(este ultimo caso de centenas de jogos e evidente disso).

    Eu gosto muito de futebol , de jogar e ver, so que toda a gente sabe que ha imensa corrupçao, e aqui ja nem estou a falar de clubes, o meu presidente tambem o deve fazer, portanto, mas as escutas no youtube sao clarissimas, so nao ve quem nao quer, o porto houve uma altura que desvirtou o futebol portugues, mas tambem deve haver momentos em que o benfica tambem o fez.(sou do benfica)

    Corrupçao se nao haver tecnologia adequada e que nao tire muita essencia ao futebol, vai haver sempre, infelizmente faz parte da essencia humana.

  • Ricardo Ricard
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:28 pm

    Sem esquecer as agressões e simulações de agressões…

    • Joao Gonçalves
      Posted Fevereiro 19, 2013 at 2:02 pm

      Esta questão é diferente já que aqui nem era preciso parar jogo nenhum, simplesmente se um 4º árbitro tivesse acesso ao video e em contacto com o juiz principal, simplesmente poderia informa-lo e na 1ª paragem de jogo o árbitro interviria disciplinarmente (tendo em conta que mais de 80% das agressões são feitas quando o árbitro não está a olhar).

    • Ricardo Ricard
      Posted Fevereiro 19, 2013 at 2:25 pm

      Exacto,era dessa solução que eu falava.

  • Nuno
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:47 pm

    Cada equipa deveria ter um número de "protestos", como se passa no ténis.
    O jogo era parado (quando fosse interrompido), a jogada era revista, e o vídeo diria quem tem razão.
    Isto podia aplicar-se a faltas, agressões, foras de jogo…

  • petio
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:49 pm

    Enfim, mais um passo para tirar a essencia ao futebol, daqui a uns anos mais vale tambem mudar o nome da modalidade. Mais uma razao para deixar de ver futebol…

  • Corleonne
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:51 pm

    penso que seja uma medida adequada, e como já referiram faz perder um pouco essência do futebol , mas pronto cada vez mais nos habituamos às tecnologias no nosso dia-a-dia.
    continuem com o grande trabalho vm(já sou leitor do vosso blog à algum tempo mas muitas vezes não comento)

    Abraço ;)

  • Anónimo
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 1:58 pm

    A tecnologia no futebol deve ficar por aqui. Pode ser por vezes complicado para os assistentes ver com clareza se a bola passa na totalidade a linha ou nao (Isto nao desculpa tudo) e a tecnologia entra aqui como forma de proteger a propria regra. Mas nao se pode abusar porque o erro humano faz parte do jogo (a corrupçao deve ser combatida num momento diferernte) e portanto nao tem que existir problema porque o arbitro falhou. Sou contra o recurso a imagens para decidir lances. Excepçao feita aos sumarissimos por actos que nao possam ser vistos pelos arbitros!

    Carlos Alberto

    • Rui Miguel Ribeiro
      Posted Fevereiro 19, 2013 at 5:30 pm

      A corrupção deve ser combatida num momento diferente? Quando? Uns anos após o jogo? O erro dos jogadores faz parte do jogo, os erros dos árbitros contrariam as regras, logo adulteram o jogo.

    • Anónimo
      Posted Fevereiro 20, 2013 at 1:56 am

      Nao meu caro. O arbitro e um elemento do jogo, o futebol e o arbitro sao indissossiaveis. E o arbitro tem que ser uma pessoa, logo falivel. Cada lance e um lance e deve ser analisado de maneira diferente.
      A corrupçao deve ser prevenida e posteriormente combatida pela policia, nao me parece que robots sejam soluçao.
      Atençao, eu condeno a corrupçao, como benfiquista que sou tenho passado um mau bocado com ela!
      Carlos Alberto

    • Rui Miguel Ribeiro
      Posted Fevereiro 20, 2013 at 3:55 pm

      Pois eu também sou Benfiquista e amargo o mesmo. Só digo que um "frango" ou um golo falhado não infringem as regras. Um penalty não assinalado ou um golo em offside violam as leis e o espírito do jogo.

  • Hugo São Bento Pereira
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 2:06 pm

    Eu acho que os leitores estão algo optimistas em relação ao video durante o jogo. Existem várias implicações:
    – Se houver 15 jogadas duvidosas para o árbitro para-se 15 vezes?
    – Em caso de fora-de-jogo, como alguns disseram, ve-se depois da jogada se era ou não? E se for errado, o que acontece?
    – No caso dos pénalties, até pensei que resultasse… mas vamos lá ver o caso do fim-de-semana (Benfica-Academica), uns acham que é pénalti depois de 1000 repetições e outros não? Acham que o video jogo ia parar de se comentar?

    Acho que a tecnologia de baliza faz sentido e sinceramente não sinto falta das outras tecnologias e sendo do Sporting já fui beneficiado e prejudicado muitas vezes, e é a vida.

    • Ricardo Ricard
      Posted Fevereiro 19, 2013 at 2:26 pm

      No caso dos fora de jogo o arbitro só poderia marcar foras de jogo que não deixassem duvidas.

  • Hugo Noronha
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 2:14 pm

    como já disseram acima "mais um passo para tirarem a essência do futebol". Enfim.

    Off Topic: VM, gostaria de saber porque não posso nem comentar nem gostar das vossas publicações no face. Agradecia um esclarecimento. Obrigado

  • Pedro Miguel Garcia
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 2:14 pm

    Eu tenho uma dúvida. As tecnologias não podem ser prejudiciais? Por exemplo na Final do SuperBowl deste ano tínhamos uma equipa mais forte e depois de uma quebra de electricidade foi a equipa contrário que se superiorizou. É claro que neste caso foi uma quebra de 30mins mas será que isto não pode acontecer?

    Eu concordo em absoluto com a tecnologia na linha de golo, no entanto, não quero ver um jogo a parar a cada lance de ataque para ver se é fora de jogo.

  • Sérgio Franco
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 2:19 pm

    Concordo plenamente com esta medida, mais do que os fiscais da linha de baliza. De resto, creio que as regras estão bem como estão.

  • nuj
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 2:25 pm

    sigam o exemplo do rugby. Verdade desportiva a 100%.
    E deixem-se de exageros: não existem 20 jogadas graves e passíveis de dúvida por jogo…sejamos sérios.

  • João
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 2:31 pm

    Não sei porque se diz que se perde essência do futebol com a introdução de tecnologia. A essência do futebol, no meu ponto de vista são duas equipas de onze jogadores que tentam introduzir uma bola na baliza da equipa adversária. Os árbitros só existem, porque é necessário haver alguém que com autoridade, para que as regras do jogo sejam cumpridas. Ora se existem meios que conseguem ajudar o árbitro a tomar a melhor decisão, penso que deviam ser aproveitados. Como tal sou completamente a favor da tecnologia na linha de golo, já que é um sistema que permite avisar o árbitro no imediato se a bola entrou ou não.
    Quanto aos foras-de-jogo só aceito tecnologia se for um sistema que funcione da mesma forma, ou seja, que avise imediatamente o árbitro ou o fiscal de linha de que determinado jogador está fora-de-jogo, o que penso não ser tão fácil de desenvolver, como aqui se tem dito. Para um jogador estar fora-de-jogo qualquer parte do corpo (à excepção dos braços)do jogador atacante tem de estar à frente de qualquer parte o corpo(à excepção dos braços) do penúltimo defensor na altura do passe. Portanto teria de ser um sistema que para além de conseguir determinar a posição de cada parte do corpo de cada jogador em campo, teria de ser capaz de detectar o momento preciso em que o último passe foi feito, bem como se a bola veio de um jogador da equipa atacante ou da equipa defensora. Para além disto tinha de ser capaz de detectar a linha de meio campo e de ignorar um jogador que esteja fora de campo a ser assistido, por exemplo. Por último também deve saber determinar se o avançado fez-se ao lance ou deixou seguir para um colega. Ou seja, muitas variáveis. Não duvido que um dia isto possa ser feito, mas creio que irá demorar muito tempo e vai ser preciso muito dinheiro para desenvolver um sistema destes.
    No que respeita à consulta de vídeo pelo árbitro principal ou por um árbitro externo de lances duvidosos, sou a favor, mas tem de ser um sistema gerido com muito cuidado e estudado de forma bem minuciosa. Este sistema para mim deve ser usado apenas em lances chave e que suscitem bastantes dúvidas. Sou contra um sistema tipo ténis em que os jogadores têm 2 challenges por exemplo. Acho que a decisão de recorrer ao sistema deve partir do árbitro, que deve ter bom senso para o usar em lances que suscitem muitas dúvidas e em que uma equipa se sinta claramente prejudicada, mas evitar usá-lo ao máximo, pois pode levar a abusos por parte dos jogadores. Será sempre complicado porque se o árbitro decidir num lado ver as imagens e no outro já não querer ver, uma das equipas vai sentir-se prejudicada à mesma, pelo que o sistema a utilizar tem que ser muito cuidadoso. Para a consulta do vídeo ser feita sem interferir com a intensidade do jogo, nem cortar nenhum lance a meio, o árbitro deveria ter um botão no relógio, por exemplo que enviasse um sinal de um lance de dúvida e que na próxima paragem o vídeo iria ser consultado. Se este sinal deve ser visível a todas as pessoas no estádio seria uma questão a ser estudada.

    Fica aqui a minha opinião sobre um tema muito complexo, que eu penso que deve ser discutido e estudado, mesmo que muitas destas coisas se provem ineficazes, em vez de rejeitado logo à partida, sem querer saber quais os benefícios que a tecnologia pode dar ao jogo

  • João Santos
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 2:34 pm

    "que são modalidades com um ritmo muito mais lento". Se tivermos a falar por exemplo da Liga Portuguesa não. Se estivermos a falar da Inglesa aí estou completamente de acordo

  • Rodrigo
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 2:56 pm

    Concordo com o VM. As tecnologias devem ser introduzidas neste tipo de lances, onde a analise e objectiva e quando o olho humano nao consegue visualizar a verdade.
    No entanto, em lances subjectivos, onde ha a questao da intensidade (penaltys) ou da intencionalidade (penaltys, maos na area ou agressoes) nao devem ser equacionadas.

    Por fim, gostava de ver novas tecnologias nos foras-de-jogo, mas como diz o VM nao acho possivel isso ser possivel. Para-se a partida e depois se nao estiver fora-de-jogo faz-se o que? Nao acho viavel…

  • O Mesmo Gajo
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 3:00 pm

    Vamos começar a entrar na geração dos centrais com 1,80m, rápidos e evoluídos tecnicamente!

    Hoje em dia o suor é mais valorizado do que a magia e assim se ganham competições. Desta feita privilegiam-se os atletas aos magos e mesmo os que o são, têm de ter muito forte a componente atlética (Ronaldo, Messi, Neimar) e daí que para os tentar parar, não se pode depositar a esperança no centrais toscos com 1,90m de outros tempos.

    Alguns dos centrais referidos no post, hoje em dia teriam um papel fundamental se tivessem menos 10 anos, contudo alguns deles não se tornaram "lendas" aos 20 anos, por isso, creio que há esperança nos centrais do futuro, não me parece que o desporto rei, tenha ficado órfão nesse sector!

  • Frederico Gomes
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 3:01 pm

    A meu ver esta tecnologia pea por tardia. Inserir os árbitros de baliza teve duas finalidades, ver se a bola entrou ou não e marcar penalties que o arbitro nao consiga ver daquele angulo. Ponto. Estas duas seriam resolvidas pela mesma solução. Um monitor no 4º árbitro (ou seja alguem treinado para as regras do futebol que em 30 seg vê o lance), situação que nos acontece muitas vezes em casa onde já vimos a repetição do lance 3 vezes e o jogo ainda nem sequer recomeçou pelo que me parece a situação mais eficaz a curto prazo.

    Quantos aos foras de jogo, existe sempre a dúvida e nesse caso é mesmo o treino dos arbitros de linha que permitirá alterar essa situação pois nesse aspecto quem mexe mais com a linha é o emblema que está a jogar e isso tem de ser combatido..

  • Rui Miguel Ribeiro
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 3:05 pm

    Ao contrário do VM eu acho imperativo o recurso ao video durante o jogo (o que não vai acontecer).
    É óbvio que o recurso ao video seria limitado e não serve para corrigir offsides mal assinalados. Seria ridículo e impossível.

    Contudo, um offside deixado passar podia ser corrigido, podia clarificar-se se um lance é penalty ou não, se houve ou não uma agressão.

    A questão do ritmo nem se coloca. Teria de haver parcimónia no recurso ao video. Penso que num jogo normal, não seriam mais de 2/4 vezes. Concerteza que se perderia menos tempo do que no anti-jogo e eliminar-se-ia muita da batota que se vê no futebol.

    Quanto ao caso em concreto, o tecnologia de baliza será certamente melhor do que ter 6 (!!!) árbitros (?) num jogo.

    • Senhor Patrao
      Posted Fevereiro 19, 2013 at 3:26 pm

      Concordo completamente consigo Rui Miguel Ribeiro.

      Claro que se me disserem "ah, o jogo ia estar sempre parado, estavam sempre a pedir para ir ver o video", parece ridículo.
      Mas parando para pensar, e não para tentar transformar logo uma possível realidade num absurdo, vejo que o recurso ao video é fundamental.

      Não seria mais que auxiliares a darem indicações para o árbitro. "O jogador atirou-se para o chão", "sim, ele foi puxado", "sim, é pontapé de canto".
      Tal como este consulta os assistentes sem recurso a video sem o jogo perder a intensidade, o mesmo aconteceria se estes tivessem recurso a video, com a diferença que seriam exactos, e não estariam a supor.

      Como em tudo, no meio termo está a solução. Compromisso é fundamental. Um golo fora de jogo poderia ser anulado. Já um fora de jogo mal tirado, não iria dar origem a uma repetição de jogada como é óbvio.
      Havendo dúvidas de penalti, quanto todos em casa vemos que é ou não é na repetição, porque não pode o arbitro ver (sendo que é ele que toma a decisão)?

      E não existiria perda de intensidade a meu ver. Poderia-se reduzir o tempo que jogadores estão no chão a fazer fita e jogar com o relógio, no caso de se ver que era simulação. A média de penaltis controversos por jogo deve ser de um em cada cinco jogos, e o mesmo com golos em fora de jogo.

      E eu, como benfiquista, perderia todos os meus argumentos de café do gênero "já nos roubaram neste golo do Maicon em fora de jogo", ou "esta expulsão do Matic já se esperava, apito dourado!"

      Numa época com tantos escândalos desportivos e tão pouca honestidade, acho que limitar o uso das tecnologias, quando estas nos podem ajudar, no mínimo ridículo.

      Como é que eu sei que não vai para a frente? Porque futebol movimenta muito dinheiro. E pessoas com muito dinheiro querem mais. E dinheiro é influência. E influência é poder e controlo ;)

    • Pedro Rodrigues
      Posted Fevereiro 19, 2013 at 3:41 pm

      Concordo plenamente, nunca percebi a resistência à evolução positiva no sentido de retirar o máximo possível do erro da arbitragem como parte do jogo. Os árbitros são humanos e erram, mas isso não é de forma nenhuma benéfico. Aliás, eu vou ainda mais longe, parece-me perfeitamente adequado existir um "quinto" árbitro, fechado numa sala com acesso às imagens e em comunicação com o árbitro principal, para o poder auxiliar, por exemplo.

      Outra questão é a das perdas de tempo. Isso era tão facilmente resolvido parando efectivamente o relógio quando se pára o jogo, como acontece na maioria dos desportos. Deixávamos de ver fitas, de ver atrasos em seguir a bola e passávamos a ver mais futebol.

    • Rui Miguel Ribeiro
      Posted Fevereiro 19, 2013 at 5:24 pm

      Exactamente meus caros: o poder, a influência, o controle e a corrupção leva a resistências incomensuráveis à introdução da tecnologia. Veja-se o exemplo do Platini que inventa todas as desculpas para rejeitar liminarmente a medida. É mais do que suspeito.
      E aqueles que argumentam com a pureza do futebol dizem uma imbecilidade. Então a pureza do futebol é a batota, a corrupção, o tráfico de influências? Claro que não é.

    • Bruso
      Posted Fevereiro 19, 2013 at 6:42 pm

      Dizes que só poderiam ser utilizados 2/4 vezes. E se houvesse um caso polémico quando já tivesse sido ultrapassado essas 4 vezes?? E quais os critérios para recorrer às imagens televisivas?? Seria a equipa prejudicada a pedir o requerimento ou seria o árbitro a decidir??

      Da mesma maneira que um avançado falha um golo de baliza aberta um árbitro pode falhar ao assinalar um penalti. O avançado falhou um golo, o árbitro falhou numa oportunidade de golo. Em ultima instância nunca é o árbitro que mete a bola lá dentro.

      Imagine-se agora este caso:
      O Cardozo falha um golo de baliza completamente aberta e no contra ataque há um lance polémico na área do Benfica e o Proença marca penalti, e o adversário marca. O Jesus, o Vieira, os adeptos, a imprensa ficam uma semana a falar do erro do árbitro, que não deveria ter assinalado penalti. No entanto ninguém pensa que se o Cardozo tivesse feito o golo não teria havido penalti…
      É normal ser mais fácil criticar os intervenientes do jogo que não são da nossa equipa, mas é uma das razões para haver tanta polémica à volta dos árbitros.

    • DC
      Posted Fevereiro 19, 2013 at 6:50 pm

      Concordo em absoluto com a vossa opinião acerca do recurso as imagens no futebol, é a única forma de combatermos a corrupção a que, infelizmente, assistimos. Só tenho uma coisa a apontar, na questão das perdas de tempo, o senhor Pedro Rodrigues propõe que se pare o jogo como se faz por exemplo na NBA, mas então diga-me uma coisa: imagine que a 1 min do final do encontro o jogo está empatado, ambas as equipas necessitam dos 3 pontos e uma está no ataque em busca do golo que lhes trará a vitória, agora imagine que essa mesma equipa perde a bola (faltam apenas 8s) e um jogador da outra equipa fica isolado, segundo as regras atuais, o árbitro deixaria a jogada acabar e ai sim terminaria com o encontro. Mas tendo o jogo o tempo limitado pelo relógio o árbitro teria de acabar o jogo mesmo que a bola estivesse a 50 cm da baliza! Pode-me dizer que no futsal ou basket também é assim e não há discussões. Mas não podemos ignorar as dimensões do campo, no futsal/basket é possivel chutar/lançar da outra ponta do campo com relativo perigo, mas no futebol tal não é possìvel… Pergunto-lhe então como resolveria este caso?

    • Pedro Rodrigues
      Posted Fevereiro 19, 2013 at 8:46 pm

      De uma forma geral os árbitros deixam seguir o jogo se se tratar de uma potencial (e mesmo este conceito é muito vago e subjectivo) situação de golo, mas não creio que isso seja uma regra… Ainda a semana passada no jogo do Real com o Manchester o árbitro interrompeu o jogo aquando de um pontapé de canto para o Manchester e essa parece-me uma situação em que se justificava este seguir segundo os costumes acutais…
      Parece-me que as vantagens em termos de jogo jogado ultrapassariam em muito essa potencial desvantagem que aconteceria numa pequena percentagem de jogos e que, de todas as formas não seria uma situação justa, pois aplicar-se-ia igualmente a qualquer equipa na mesma situação. Assim, se tal situação sucedesse (e estamos a falar de uma minoria de jogos) os jogadores já saberiam quais são as regras e que se não fizeram o remate a tempo já não conta.

    • Rui Miguel Ribeiro
      Posted Fevereiro 20, 2013 at 12:00 am

      Bruso: Leu mal. Eu disse que em condições normais não será necessário haver mais do que 2, 3 ou 4 consultas das imagens video num jogo. Se for preciso mais, ter-se-á de fazer mais.
      De resto, incorre num erro frequente que é o de igualar a situação de um jogador que falha um golo com a do árbitro que sonega um penalty. Aquela é uma situação normal do jogo; nada nas regras proíbe as defesas, cortes passes ou remates falhados. Contudo, se o árbitro valida um golo em offside, ou não assinala um penalty, está a violar as regras e a falsear o resultado. Os dois não são sequer comparáveis.

    • Bruso
      Posted Fevereiro 20, 2013 at 10:52 am

      Para quem está dentro de campo deveriam ser. O árbitro é humano e vai sempre falhar. Mesmo recorrendo ao video vão haver interpretações diferentes. Este ultimo penalti a favor do Benfica mesmo depois de ver e rever há tantas interpretações diferentes para o mesmo lance. Mesmo que o árbitro tomasse uma decisão com recurso ao vídeo, a equipa prejudicada ia ter sempre uma interpretação contrária. Eu sou jogador de futebol e sou completamente contra a introdução do video árbitro. Só sou a favor do video na linha de baliza. Apartir daí colocar o vídeo não teria utilidade nenhuma.

    • Rui Miguel Ribeiro
      Posted Fevereiro 20, 2013 at 3:53 pm

      Nada feito. Temos opiniões diferentes.

      Eu sou de opinião que o penalty sobre Gaitan é evidente. Outros há que vêem com óculos de cor (não estou a falar de si) e aí não há video que valha.

    • Bruso
      Posted Fevereiro 20, 2013 at 7:15 pm

      Pois é. Haverá sempre polémica independentemente dos meios. Claro que introduzindo o video árbitro haverá menos erros do ponto de vista técnico mas tornará o jogo mais chato.
      Pegando no exemplo da NFL. Eu comecei a ver o jogo do Super Bowl mas fartei-me daquelas longas paragens para os árbitros decidiram…

  • GF
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 3:20 pm

    Desportos mais lentos que o futebol? O futebol é o desporto mais injusto, com descontos de tempo irreais, e em que o sistema apela cada vez mais ao pragmatismo e ao abrandar do jogo completamente ao contrário de qualquer um dos acima referidos. Na NBA ainda se assistem a más arbitragens e no ténis também se limita um pouco o acesso à tecnologia, mas o futebol está bem no fundo do poço em relação a qualidade humana de julgamento, regras e utilização de tecnologia comparativamente com qualquer uma dessas acima referidas, isto na minha opinião. Ainda assim, sendo um desporto simples, em termos de estratégias, tácticas e regras, é com alguma naturalidade o mais famoso e visto no mundo. Falando nisto, seria um bom post do VM falar acerca do que faz o futebol realmente um desporto tão popular, estaria extremamente interessado. Cumprimentos.

  • Rui
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 3:27 pm

    Não percebo porque retira essencia ao futebol… sinceramente, a essencia do futebol é marcar golos, e quando se marcam não serem assinalados isso sim retira essência ao futebol. E já que se possuem meios para tal verificação não vejo problema algum nisso.

    Ainda em relação aos fora de jogo, concordo com a VM que nao deveria ser monitorizado regularmente por vídeo. No entanto, acho que se poderia recorrer ao Vídeo em situações de golo em que há tempo suficiente para recorrer à visualização de imagens e evitar que golos em fora-de-jogo fossem assinalados.

  • Rui Lopes
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 5:08 pm

    A questão do fora-de-jogo é a mais simples de resolver. Os árbitros assistentes mantinham a função de assinalar os fora-de-jogo mas apenas quando tivessem a certeza. Em lances duvidosos simplesmente não assinalariam nada e deixavam a jogada seguir. Cá fora, alguém responsável por verificar os lances daria indicação ao árbitro, em tempo útil, se a jogasse devesse ter sido interrompida por fora-de-jogo. O árbitro parava o jogo, assinalava o fora-de-jogo e prosseguia-se normalmente sem perder tempo.
    Ainda é mais simples do que a tecnologia da linha de golo.

  • Santos
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 6:23 pm

    Concordo e já vem tarde a meu ver.
    Medida da FIFA, o que vem contrariar a UEFA e o sr Platini(vamos ver se agora alguma da máfia acaba).

    Como muitos dizem, também concordo com o recurso à televisão para lances muitas vezes decisivos. Se podem castigar alguém com base nas imagens televisivas, porque não podem anular um golo ou valida-lo, marcar uma grande penalidade ou mostrar o respectivo amarelo por simulação?
    Demoraria tempo? A SportTV costuma meter a linha amarela poucos segundos depois do lance, bastava um arbitro (até pode ser o 4º arbitro) informar pelo material auxiliar que já dispõem. (Isto no caso dos foras de jogo)
    Quanto a agressões, são as tais situações de perceptivas, para uns há, para outros não. Neste caso seria mais difícil de decidir, mas com recurso à televisão duvido que houve tantos casos em campo, pois os jogadores sabem que os estão a ver melhor.

  • Bruso
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 6:35 pm

    Eu não concordo com esta tecnologia. Estão a investir tanto numa tecnologia que seria facilmente substituida por câmaras ao longo da linha. Seria muito mais facil de aplicar e muito mais barato. Caso fosse aplicado, em caso de duvida o árbitro apenas teria de recorrer ás imagens para confirmar.

  • Daniel
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 7:14 pm

    Esta medida para mim é a única que faz sentido em adaptar ao futebol. Quanto ao video arbitro não resolve nada pq numa falta vai continuar haver intervenção humana. Pode haver mais que uma interpretação. Veja se o exemplo dos programas de analise desportiva, mesmo com imagens televisas alguns arbitros consideram falta outros não. Acho que os erros fazem parte da essencia no futebol, erros dos arbitros, dos jogadores e dos treinadores. Alguem dá importancia a um cesto falhado no basquetebol aos 5 minutos de jogo? Agora imaginemos um golo falhada aos 5 minutos de um jogo que termina 0-0. Alguém falava em parar o jogo 30 segundo, quer tornar o futebol uma seca? Já não chega as substituiçõe? os jogadores a fazer fita nas lesões? Será que alguém gosta de ver isso?

  • André A
    Posted Fevereiro 19, 2013 at 9:04 pm

    Concordo plenamente, mas acho que para não haver video-arbitro é necessário um maior controlo fora do jogo. Punir tentativas de enganar o arbitro como simulações, lances em que se usa a mão e acabam por dar golo…Pode não alterar o resultado do jogo, mas se um jogador for punido a sério pode ser que pense duas vezes antes do o fazer.

  • Mário Dias
    Posted Fevereiro 20, 2013 at 10:02 am

    É impossivel não estar de acordo com esta medida!! Parece-me um dispositivo que dá resposta imediata nos lances, não provocando paragens para visionamento/verificação!
    E o que vai acontecer aos árbitros de baliza?! Vão deixar de existir, correcto?!

  • Dani
    Posted Fevereiro 20, 2013 at 10:03 am

    Concordo a 100% com a VM. Não faz sentido retirar a intensidade, mas será que não é possivel que da mesma maneira que um chip mostra se foi golo ou não, tb não possa haver um chip que mostre se foi offside ou se a bola saiu das 4 linhas? Assim não era necessário parar o jogo…

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