Numa pálida exibição da Inglaterra, foram os EUA que marcaram o ritmo do encontro até onde as forças conseguiram. Mesmo com um excelente inicio de jogo, coroado com um golo, os ingleses mostraram pouco futebol para um candidato ao título e foi mais do que visto as fragilidades de jogar com dois médios “iguais” no centro do terreno. Para além disso, a baliza inglesa continua órfã de um grande jogador, com Green a oferecer o momento mais ridículo do Mundial, até este momento. Altidore podia ter marcado o segundo golo norte-americano, mas Green e o poste evitaram o 1-2. Na parte final do encontro os ingleses pressionaram mais o seu adversário e Tim Howard teve que se aplicar para deter as ofensivas inglesas.
Melhor em campo para a FIFA – Tim Howard
Emile Heskey – O veterano avançado inglês foi o elemento mais perigoso da sua equipa, não pelos remates que falhou, mas sim pela forma como conseguia segurar a bola ou soltar para Rooney e Gerrard, por exemplo.
Tim Howard – Pese embora a excelente exibição colectiva, o elemento em destaque nos norte-americanos foi o seu guarda-redes. O jogador do Everton evitou por diversas vezes o golo inglês e na parte final do encontro mostrou-se seguríssimo.
Inglaterra – A equipa de Fabio Capello mostrou muito pouco para um candidato assumido. Com um meio campo com dois médios bastante semelhantes, o ataque inglês raramente recebeu a bola vinda de Gerrard e Lampard. Gareth Barry será a chave para uma nova organização do meio campo inglês. A baliza continua a ser um handicap.
EUA – Tal como tinham mostrado na Taça das Confederações de 2009, os norte-americanos apresentaram-se em campo muito bem organizados e criaram muito perigo para a baliza de Green. Altidore deu bastante luta aos defesas ingleses e o meio campo composto por Dempsey, Donovan, Clark e Bradley mostrou-se como o seu ponto forte.

