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Guardiola pretende que os jogos passem a ter 6 substituições. «Temos de proteger os jogadores e não o estamos a fazer, apenas a exigir cada vez mais»

Seis é exagerado mas três substituições + uma (ao intervalo ou no prolongamento) não ia alterar a essência do jogo. No entanto a mensagem que espanhol quer passar faz sentido, apesar de que na prática o resultado seja nulo, já que a tendência é que haja cada vez mais jogos.

Pep Guardiola é totalmente contra ao alargamento do Mundial para 48 selecções, como pretende o presidente da FIFA. O treinador do City vincou hoje que isso só afecta a qualidade do jogo, e que se está a ignorar o lado dos jogadores. «Estamos a olhar muito para a quantidade e a esquecer a qualidade. Agora fala-se de um Mundial com 48 seleções… Vamos matar os jogadores. Eles não descansam e têm imensa pressão. Estou a pensar apenas e só neles… Precisam de descansar, relaxar e respirar. Isto é impraticável. Acabamos a temporada, uma semana depois eles vão para o Mundial e três semanas depois já têm de estar a fazer a pré-época na China, Austrália, Estados Unidos…», afirmou. Guardiola foi mais longe e até referiu que a FIFA deveria era permitir “quatro, cinco ou seis” substituições para combater o esgotamento físico dos jogadores. «É por isso que temos de ter plantéis maiores e mais dinheiro para os clubes gastarem. Por que não podemos fazer quatro, cinco ou seis substituições? Tudo seria melhor, havia menos lesões e jogos mais abertos. Temos de proteger os jogadores e não o estamos a fazer, apenas a exigir cada vez mais», destacou o timoneiro dos Citizens.

12 Comentários

  • radiofutebol
    Posted Dezembro 10, 2016 at 12:28 am

    Acho que apenas naqueles jogos em que corre tudo mal é que algum treinador iria meter 6 jogadores novos em campo. É mais de metade da equipa… A sugestão do VM é muito mais realista.

    Mas a verdade é que estas estrelas ganham milhões e apesar de não terem assim tanto tempo para férias, quando penduram as botas é só nadar em dinheiro e não precisam de fazer mais nada o resto da vida. Se quiserem podemos trocar :)

  • Jesus
    Posted Dezembro 10, 2016 at 12:31 am

    6 substituições? Guardiola que bebeste homem? E passavamos a ter tempos de desconto com quando tempo?15 minutos ?

  • Tiago Alves
    Posted Dezembro 10, 2016 at 1:15 am

    Sou muito apreciador das qualidades de Guardiola como treinador, e até concordo em parte com o que diz (6 substituições é realmente exagerado), mas vir dizer isto quando na terça feira contra o Celtic faz apenas 1 substituição é de certa forma incoerente.

    • Diogo Moura
      Posted Dezembro 10, 2016 at 2:46 am

      Só fez uma porque entraram de inicio os jogadores com menos minutos. Ele está a aplicar isto à estrelas que passam a vida a jogar e a viajar sem parar.

    • radiofutebol
      Posted Dezembro 10, 2016 at 3:19 am

      Nem sei se tentaste, mas fizeste-me rir imenso xD

  • Tiago Silva
    Posted Dezembro 10, 2016 at 8:04 am

    Concordo em parte com o Guardiola. 6 substituições é realmente exagerado mas os jogadores têm sido alvo de muito desgaste e a tendência é a de haver cada vez mais jogos e isso irá piorar.

  • Mário Lourenço
    Posted Dezembro 10, 2016 at 9:51 am

    Podiam existir 6 substituições, desde que o jogo não tivesse parar para a substituição, como ocorre na grande maioria dos desportos. Esta coisa de o jogo parar um minuto para um jogador sair a passo e o outro mostrar que tem a camisola por dentro e os pitons correctos é ridícula neste nível…

  • E Jorge
    Posted Dezembro 10, 2016 at 11:22 am

    Por mim seriam 4 subs em jogos normais e 6 subs em finais importantes(Champions, Mundial, Copa América e Euro).

  • Luis bcn
    Posted Dezembro 10, 2016 at 4:28 pm

    6 substituições mas 3 paragens…parece mais correto. Também gostava de ver alguém a controlar tempo tipo basket e futebol americano, quando era pontapé de baliza os guarda-redes tinha 15 segundos para colocar a bola em jogo ou era canto e coisas assim.

  • Luis
    Posted Dezembro 13, 2016 at 12:36 pm

    Na minha opinião, desde que se limitasse o nº de paragens para substituições em 3, devia ser possível fazer substituições a gosto.
    Por exemplo: 3 ao intervalo, 3 aos 60 e outras 3 aos 75, ou o que fosse.

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