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I Liga: Três semanas de paragem é muito tempo

A I Liga está de regresso depois de umas longas três semanas de paragem. Em Portugal, ao contrário dos principais campeonatos europeus, o fim-de-semana a seguir aos compromissos internacionais foi dedicado a uma ronda da Taça de Portugal, pelo que nesta fase parece que já nem nos lembramos que o Sporting é líder, que o Benfica perdeu os últimos dois jogos para o campeonato ou que o SC Braga está no 2.º lugar.

À entrada para a 8.ª jornada, o Sporting segue com 4 pontos de vantagem sobre os rivais, tendo goleado por 4-0 Tondela e Vitória de Guimarães nas duas últimas jornadas, ao que se juntaram os 7-1 na Taça frente ao Sacavenense. Pela frente o conjunto de Rúben Amorim tem agora o Moreirense, uma equipa que ainda não venceu fora de casa esta época e que viu o seu último jogo para a Liga ser adiado, não competindo no campeonato há já praticamente um mês, além de somar ainda algumas lesões importantes. Por outro lado, vai ter pela primeira vez no banco César Peixoto, o novo treinador dos Cónegos, e poderá sentir-se o efeito da famosa ‘chicotada psicológica’ no seio do plantel minhoto.

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O campeão nacional FC Porto encontra-se numa posição desconfortável, já a 6 pontos da liderança, e quererá dar continuidade à vitória na última jornada frente ao Portimonense. Será o primeiro dos candidatos ao título a entrar em campo, e logo contra uma equipa com a qual se tem dado bem, já que saiu vitorioso em todos os últimos 9 jogos frente ao Santa Clara. Ainda assim, a deslocação aos Açores poderá deixar de sobreaviso Sérgio Conceição, já que os dragões ainda só venceram 1 das suas 3 deslocações na Liga esta época.

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Já SC Braga e Benfica partem em igualdade pontual no 2.º lugar e terão diferentes desafios. Os bracarenses recebem o Farense depois de 5 vitórias consecutivas, mas os algarvios, apesar da posição delicada na classificação, parecem também em subida de forma, só tendo perdido por 1 vez nas últimas 4 partidas. Já o conjunto de Jorge Jesus vai fechar a jornada e enfrenta uma deslocação sempre complicada, defrontando o Marítimo nos Barreiros. Os encarnados perderam a liderança com duas derrotas consecutivas e têm revelado muitos problemas defensivos, ao que se juntam complicações agora com a COVID-19 que podem deixar jogadores importantes de fora, mas os insulares estão também numa má fase, com 3 derrotas e um empate nos últimos 4 jogos.

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Nos outros confrontos, destaque para um duelo de históricos entre o Boavista e Belenenses SAD, jogo que vai pôr frente-a-frente a pior defesa e o pior ataque da Liga, e para a estreia de Ricardo Soares no comando técnico do Gil Vicente, que tentará dar a volta ao mau momento dos de Barcelos, que ocupam o último lugar da Liga e não vencem há 2 meses.

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VM-Desporto
Author: VM-Desporto

10 Comentários

  • Tiago Silva
    Posted Novembro 26, 2020 at 12:02 pm

    Concordo, estas paragens gigantes não fazem bem a ninguém. E equipas que foram eliminadas das Taças, ficam 3 semanas sem qualquer jogo. Depois regressam ao campeonato sem qualquer ritmo claro. Os jogos das Taças deveriam ser numa altura com o calendário mais apertado.

  • Antonio Clismo
    Posted Novembro 26, 2020 at 12:41 pm

    Estou curioso para saber onde vão conseguir enfiar os jogos da Taça da Liga… O Sporting que aproveite até Janeiro para ganhar pontos porque depois as coisas vão normalizar entre os clubes todos.

    Não estou a ver o FC Porto, Benfica e Braga a conseguirem fazer 9 jogos num mês sem perderem pontos aqui e ali.

    • hortalica
      Posted Novembro 26, 2020 at 1:18 pm

      O SCP até ao fim do ano tem boas possibilidades de ganhar os 4 jogos que faltam, sendo a visita a Famalicão a mais difícil, mas defensivamente o Famalicão poderá passar mal com este SCP.

      O Benfica e Braga (se passarem os 8avos da LE) vão fazer 4 jogos a meio da semana (2x8avos + 2x16avos) em pouco tempo, enquanto o FCP fará apenas 2 (8avos), mas como serão em ambos os casos (provavelmente) contra equipas complicadas (o FCP de certeza), não vai dar para rodar tanto (principalmente o Braga e SLB que podem dar-se ao luxo de rodar na LE). Acho que Fevereiro (e um bocado de Março) podem vir a ser muito exigentes para os 3 clubes nas competições europeias. Pena o SCP apanhar o Braga no inicio de Janeiro.

  • Estigarribia
    Posted Novembro 26, 2020 at 12:48 pm

    Só mesmo neste futebol português é que há jogos de Taça depois dos compromissos das selecções nacionais. Para quando mudanças a sério na calendarização dos jogos?

    Saudações Leoninas

  • Chico
    Posted Novembro 26, 2020 at 2:34 pm

    Que banhada! Calendarização péssima. Depois admirem-se que as pessoas se vão deslingando do futebol e as receitas diminuam…

  • Joga_Bonito
    Posted Novembro 26, 2020 at 4:10 pm

    O meu comentário será um pouco polémico, mas para mim a questão não é que as competições devam parar se as selecções estão a competir. Acho sim é que tudo devia parar, porque o que não falta é acusações de cabalas de clube A ou clube B de que a selecção lhes leva os melhores jogadores quando estão num bom momento do campeonato e que querem favorecer o rival A ou B.
    Eu acho que se queremos ter um futebol competitivo nas selecções e nos clubes, os jogos deviam sim parar aquando dos encontros das selecções.
    O errado aqui é a natureza destes jogos, porque a Liga das Nações é uma pseudo-cpompetição, não tem interesse nenhum, é um sorvedouro de tempo e interesse dos adeptos e só serve para dar de mamar ás federações.
    Sou contra que os clubes sejam indeminizados pelos jogadores que se lesionem, porque primeiro que tudo representar uma selecção devia ser uma honra, não um contrato. O segundo motivo é que quando um jogador é desconhecido na sua liga e vai a uma selecção e por conta de brilhar nela quintuplica o seu valor não vejo nenhum clube a pagar parte dos lucros á selecção que teve grande mérito nessa valorizaçaõ. Esta palhaçada de indemnizações só mostra a deriva comercial em que se contra o futebol, tudo é um negócio, como se não houvesse valores absolutos.
    Posto isto, de forma a harmonizar as duas parte, defendo que se ponha fim á Liga das Nações e se pare apenas para as fases de apuramento dos Euros, Copa América, CAN, etc e para os Mundiais. Um período por ano em que só se jogava para as selecções seria o melhor para todos. Tem também de haver um número limite de amigáveis por ano (nesse mesmo período de paragem) que delimite o número de jogos que os jogadores jogariam pelas equipas nacionais. Assim sendo, evitavam-se jogos inúteis, cujo foco é apenas dar de mamar às federações e que ainda por cima nos propociona tantas vezes ausências de ultima hora de jogadores que são coagidos a apresentar lesões para escaparem às selecções. Com tudo isto os clubes queixavam-se menos das selecções, porque já não tinham argumentos e os seus jogadores rendiam nas selecções, jogando e dando espectáculo e depois voltavam aos clubes. É preciso pôr fim a este circo que se tem visto nas selecções, este futebol-negócio está a matar o verdadeiro futebol.

    • Rui Miguel Ribeiro
      Posted Novembro 26, 2020 at 4:29 pm

      Ir à selecção é uma honra para o jogador, não para o clube. Se um jogador tiver uma lesão grave, pode parar meses e o clube fica a ver navios. Por outro lado, as federações arrecadam milhões a que poucos clubes podem aceder. Finalmente, os jogadores recebem das federações, pelo que não percebo que os clubes sejam os únicos a perder.

      • Joga_Bonito
        Posted Novembro 26, 2020 at 5:08 pm

        Mas também há situações em que os clubes lucram e muito com as selecções. Tem de haver uma reforma das selecções mas não pode ser a sua subalternização aos clubes. E os clubes lucram muito em prestígio com os jogadores nas selecções e só os valorizam lá.

        • hortalica
          Posted Novembro 27, 2020 at 8:48 am

          No Mundial cada clube ganha uns bons milhares de euros por cada jogador convocado (no europeu nem sei). Depois chegar a uma fase final e ser convocado (se jogar ainda mais) aumenta o prestigio e valorização do jogador.

          Em quase todas as fases finais há sempre um ou dois jogadores que brilham muito e conseguem ser vendidos devido (apenas) ao que fizeram nessa competição, pois antes não era assim tão notados. O Navas, Mina e Arshavin chegaram onde chegaram graças a uma fase final muito boa na selecção. O Arshavin é talvez o caso mais “sortudo”, ele fez um europeu soberbo e meia europa ficou interessada nele, o Zenit nessa altura não era uma equipa top russa (só começou a ficar top russa mais tarde com os investimentos) e o Zenit saiu a ganhar claramente com essa competição.

  • MILKA
    Posted Novembro 26, 2020 at 6:15 pm

    Não discordo da paragem. Fui fundamental para Porto, Braga e Benfica darem descanso aos jogadores que foram internacionais e recuperar para jornada europeia.

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