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Internacional japonês reforça Portimonense

Os algarvios precisavam de uma solução para o lado esquerdo da defesa, já que perderam Manafá em Janeiro e Rúben Fernandes (que foi adaptado a essa posição em vários jogos) neste Defeso.

Koki Anzai, lateral esquerdo, internacional japonês, é reforço do Portimomense. Foi o próprio  Kashima Antlers a dar conta da transferência. O defesa, de 24 anos, terá a companhia do compatriota Gonda no elenco alvinegro.

22 Comentários

  • Baia_99
    Posted Julho 9, 2019 at 1:24 pm

    Não sei como é que o Portimonense contrata jogadores internacionais Japoneses quando se paga tão bem no Japão e existe pouca qualidade… mas se o conseguem, bom para eles e para a liga!
    A ver se tem o impacto do Nakijima!

    Saudações DesPortistas

    • Ryovanni
      Posted Julho 9, 2019 at 1:47 pm

      O Teodoro Fonseca (acionista maioritário da SAD) tem lá raízes. Por esse motivo, tem um grande conhecimento do campeonato e futebol japonês. É ele quem traz o Hulk da 2ª divisão japonesa para o Porto, por exemplo. Para além disso, o Portimonense tem protocolos com universidades japonesas, em que os melhores alunos/ jogadores das equipas universitárias têm a oportunidade de treinar e quiçá serem contratados.

  • FCPenta
    Posted Julho 9, 2019 at 1:25 pm

    Shibasaki seria um reforço interessante para o meio campo do Porto, numa óptica mais low-cost, caso falhem os Ntchams e Silikis.

    • AngeloGJ
      Posted Julho 9, 2019 at 1:30 pm

      Já desde a época passada que venho dizendo que o Shibasaki encaixaria que nem uma luva no meio campo do FCP, chegou até a ser associado ao FCP na época passada, para fazer o lugar de Oliver no plantel Shibasaki era o jogador ideal

  • Joga_Bonito
    Posted Julho 9, 2019 at 1:31 pm

    Está-me a parecer que o Japão é o Brasil nos anos 90: talento a preço de saldos. A qualidade japonesa está a subir e os talentos vão aparecer muito mais. E com uma grande população.
    O Benfica devia olhar e bem para este mercado. Até quiçá lá criar uma academia…

    • Estigarribia
      Posted Julho 9, 2019 at 3:21 pm

      Joga_Bonito,

      Nem mais. O mercado asiático, nomeadamente o japonês, é um bom viveiro de talentos. Nakajima, Takefusa Kubo ou Koki Anzai são bons exemplos disso mesmo. Visto que os talentos argentinos e brasileiros começam ficar fora do alcance das equipas portuguesas (ultimamente falou-se que Antony, jovem promessa do São Paulo, poderia seguir para o Sporting ao abrigo do protocolo com o Manchester City), os clubes portugueses têm de procurar outros mercados alternativos. E aí o mercado asiático é o ideal

      E não nos podemos esquecer que o Sporting já teve um japonês no seu plantel principal que mesmo não sendo um fora de série era muito útil (Junya Tanaka) e o FC Porto foi buscar a grande estrela nipónica do momento (Shoya Nakajima). Será Nakajima o ‘novo Hidetoshi Nakata’ ao nível do marketing?. O FC Porto poderia capitalizar a transferência de Nakajima para valorizar a marca no mercado asiático? E o próprio símbolo do FC Porto, sendo um dragão (animal muito valorizado em terras nipónicas), encontra um elo de ligação com o Japão.

      Saudações Leoninas

      • Joga_Bonito
        Posted Julho 9, 2019 at 5:00 pm

        Ainda me faz confusão como é que o filão asiático, norte-africano e subsaariano não é melhor explorado pelos grandes em Portugal. Os antigos países dos PALOPS deviam ser melhor usados.
        E a emigração portuguesa poderia ser um bom factor de implantação de academias. Nos EUA, podíamos aproveitar a emigração lusa para criar academias ou clubes filiais e fazer boa prospecção dos talentos nessas áreas. Até porque o futebol nos EUA sofre de muitos erros na sua formação e penso que a Europa podia trazer um input de novas ideias e de como trabalhar a formação.
        E em áreas como a África, Ásia não sei o que esperam os lusos para apostar. Esperam que esses talentos chegam já à Europa a custar os olhos da cara?

        • Estigarribia
          Posted Julho 9, 2019 at 5:54 pm

          Tens o exemplo do Islam Slimani que foi descoberto pelo Sporting no Norte de África por uma ninharia e que depois rendeu 30 milhões de euros, salvo erro. E com toda a certeza haverá mais ‘Slimanis’ espalhados pelo Norte de África a quererem ‘dar o salto’ para o futebol europeu e a querem mostrarem-se aos grandes clubes europeus.

          E outros mercados que os clubes portugueses poderiam explorar, além desses que referes, são os mercados nórdico, da Europa de Leste, onde muitas vezes se encontram jogadores de grande qualidade e potencial. Os clubes portugueses têm de parar de contratar jogadores brasileiros, de qualidade duvidosa, e fazer mais scouting nesse tipo de mercados se quiserem tirar proveito desportivo e financeiro.

          Falando só dos três grandes, jogadores como Slimani, Marega ou Lindelöf foram descobertos nesse tipo de mercados (o Lindelöf até foi descoberto muito novo no Vasteras) e depois renderam milhões de euros aos seus clubes – Moussa Marega também deverá render uma boa maquia aos cofres azuis e brancos.

          Saudações Leoninas

          • Joga_Bonito
            Posted Julho 9, 2019 at 6:17 pm

            Sem querer tocar nas questões de estereótipos, que sei que é uma questão complexa, e quem segue o VM sabe que não alinho no politicamente correcto, mas acho que no futebol há ainda muito scouting que não é scouting, apenas se limita a ir ler páginas de jornais nas ligas com nome.
            Em vez de fazer prospecção de facto, em todos os lugares, limitam-se a ir aos lugares e clubes com, nomes (muitos que hoje é mais nome que outra coisa) e vão buscar o que anda a ser vendido pelos empresários, onde há sempre muita banha de cobra.
            Ser japonês, árabe, maliano, americano continua a ser mal visto no futebol.
            O Nakajima tem uma excelente técnica e estava aos 24 anos no Qatar. Fosse português e aos 17 anos já estava nos píncaros da imprensa. Por contraponto, qualquer cepo português, mesmo com 2 tijolos nos pés, é logo elevado a um hype descomunal.
            Para mim, todas as raças e países têm o mesmo potencial base. Depois há as estruturas de futebol locais que podem ou não potenciar isso.
            Contudo, ainda hoje o nome de alguns países e clubes passa por cima da avaliação concreta do talento.

            • Estigarribia
              Posted Julho 9, 2019 at 8:33 pm

              Isso que dizes do ‘scouting’ feito nas capas de jornais é a mais pura das verdades. Os clubes portugueses, nomeadamente os mais pequenos, limitam-se muitas vezes, na minha opinião, a ver os jogadores que aparecem nas páginas dos jornais para depois os contratarem. E na esmagadora maioria das vezes são jogadores como dois tijolos nos pés, como disseste, e bem.

              Olhemos, por exemplo, para o Vitória de Setúbal: o clube sadino vê- se que não tem qualquer rede scouting que seja capaz de descobrir jogadores jovens para potenciar na equipa principal. Lá vão descobrindo um Costinha ou um Cádiz, mas são casos muito pontuais e são mais a excepção do que a regra. E olhas para o plantel do Setúbal vez, quase na maioria, ‘troncos e armários’ que impossibilitam um estilo de jogo mais técnico.

              Na minha opinião, os clubes portugueses não podem cair tantas vezes nos ‘contos do vigário’ e nas ladaínhas do vários empresários e ‘pseudo-empresários’ que andam por aí a leiloar os jogadores como se fosse mercadoria. Os clubes têm que começar a ter mão pesada para com os empresários e começar a negar os jogadores de qualidade duvidosa que lhes são apresentados ou oferecidos.

              Saudações Leoninas

              • Estigarribia
                Posted Julho 9, 2019 at 9:24 pm

                *vês

              • Joga_Bonito
                Posted Julho 9, 2019 at 9:43 pm

                Infelizmente isso deveu-se aos cortes loucos que se fizeram nos clubes pequenos. As dificuldades levaram a que muitos hoje só tenham dinheiro para pagar aos jogadores, treinadores e pouco mais. E mesmo assim…Quantas vezes outros funcionários ficam a reclamar salários. Os departamentos de futebol colapsaram nesses clubes, que passaram a comprar por catálogo. Parece que pedem ao empresário x que lhes arranje um jogador qualquer num catálogo que lhe seja mostrado. O que estiver mais baratinho bem. É por isso que há tanto entulho…

        • offtopicguy93
          Posted Julho 9, 2019 at 6:39 pm

          Desculpem entrar aqui na conversa, mas estava interessante e quero participar.

          Vou apenas referir-me aos EUA, onde de facto há um fraco aproveitamento do possível talento que lá haja. A selecção feminina americana domina o futebol há muitos anos e isso reflecte-se no numero de campeonatos do mundo que têm.

          Aos EUA, creio que falta uma aposta mais seria a nivel de staff para começarem a crescer também no futebol masculino. Se repararem 99% das jogadoras da seleção americana jogam no campeonato americano, por isso, penso que a primeira fase desta mudança seja precisamente pela MLS, onde deveriam colocar regras ao nível da utilização de jogadores formados no país.

          Se eles começarem a apostar forte nos seus jogadores (porque de certeza que existem milhares de talentos para a bola perdidos na america), aliando isso a um staff altamente competente na area da formação de jogadores daqui a 5/10 anos o maior e melhor mercado de jovens pode estar a america. A par da asia claro, pois a tendência nesses países é sempre para crescer e nao para regredir.

          bem haja!

          • Joga_Bonito
            Posted Julho 9, 2019 at 7:46 pm

            Podes intervir à vontade, o VM existe para isso ;-)

            Quanto aos EUA, é um caso complexo. Por um lado há uma grande vontade de investir no futebol, porque parece estranho um país tão competente em quase tudo o que é desportos, estar alheado do futebol, o maior desporto do mundo.
            Além do que disseste, outro problema dos EUA são as estruturas e conceitos de formação.Não há futebol de rua e muitos dos miúdos têm de pagar para jogar em academias caras, um absurdo autêntico.
            Daí decorre logo a exclusão de boa parte da base recrutável. Outro problema é que as academias querem é recrutar mais miúdos que paguem pois elas existem sobretudo para permitirem a pais mais ricos porem os filhos a jogar, não tanto para dar carreiras.Logo, a pressão por resultados é maior, até porque todas pensam que com resultados angariarão mais gente. Em resultado disto, favorece-se um jogo físico, táctico, obcecado com o resultado, que tira tudo o que de bom tecnicamente um jogador pode ter. Porque qualidades como técnica, elegância não se aprendem, mas podem-se perder se cultivadas.
            Chegam aos sistema universitário e mais uma vez a obsessão com o resultado prejudica os jogadores.
            Darei o caso que li algures num site sobre futebol. Um ex-jogador americano e fanático pelo jogo contou que crescia com miúdos sérvios e croatas (2 países com grande tradição e paixão pelo jogo) a jogarem e na rua, todos tinham a típica habilidade de rua.
            Mas apenas ele prosseguiu a carreira, porque teve dinheiro para ir para uma academia e para a universidade. Os seus colegas sérvios e croatas limitaram-se a jogar bola em peladinhas entre amigos aos fins-de-semana.
            Além disso, ele disse que piorou tecnicamente entre a adolescência (15-21 anos) e a idade madura. Quando saiu da faculdade tinha pior técnica do que com 15 anos devido aos problemas que enumerei.
            É curioso que um pais que tem tantos imigrantes, todos vindos de países que amam o futebol, tenha tão pouca paixão e qualidade no futebol. Excluem-se muitos miúdos da captação, além dos erros do sistema liceal e universitário, que está obcecado com resultados e não com criar craques.
            Tem de haver reformas claras nos EUA nesse sentido.
            Até porque se fala que o futebol americano, o hóquei e o basket, estão a perder praticantes, ainda que no caso do basket haja sobretudo menos audiências, mas admito que li isto algures, não estou muito por dentro.
            O futebol é o desporto mais “democrático” no mundo, no sentido de que não tem tantas exigências com o físico e com os gastos inerentes com a prática, ao contrário do ténis ou hóquei, que exigem gastos avultados com o equipamento e pavilhões (no último caso) para jogar.
            Há enorme potencial para crescer nos EUA, mas há erros que devem ser revistos.
            Penso que a criação de clubes de bairro nos EUA (com subsequentes escolinhas de captação e não academias caras onde se paga para jogar) seria uma excelente medida para lançar o futebol nos EUA.
            Duvido que o miúdo mexicano que nasce nos eUA não goste de futebol. Não tem é grandes chances de praticar e grandes perspectivas de carreira.

            • Estigarribia
              Posted Julho 9, 2019 at 8:48 pm

              Bom comentário, Joga_Bonito. Li-o com atenção e achei muito interessante.

              Isso que disseste do futebol de rua é a mais pura das verdades. Hoje em dia os clubes, seja em que país for, tentam quase ‘robotizar’ os miúdos nas Academias de formação e não os deixam explanar toda a sua habilidade ‘nascida e criada’ no futebol de rua. Jogadores como Maradona, Messi, CR7, Ronaldinho ou Pelé começaram no futebol de rua, onde conseguiram desenvolver, inicialmente, as suas capacidades futebolísticas. O que seria de Maradona se tivesse sido ‘robotizado’ numa Academia de formação? Provavelmente poderia ter sido um jogador muitíssimo diferente daquele Maradona que conhecemos até aos dias de hoje.

              Atenção que eu não sou contra as Academias de formação, mas acho que os clubes portugueses, nomeadamente, não podem deixar morrer o futebol de ruas nas suas academias e deveriam criar recintos desportivos que permitissem aos jogadores jogar o SEU futebol de rua. É muito importante para os jovens jogadores jogarem futebol na rua, imitarem os seus ídolos, seja os livres de CR7, as fintas de Leo Messi, as habilidades do Ronaldinho ou, por mais estúpido que possa parecer, o ‘Drible da Foca’ do Kerlon. Portanto, eu peço aos clubes, nomeadamente em Portugal, que não matem o futebol de rua se queremos ter mais Robbens, Maradonas, Messis ou Ronaldos num futuro próximo ao invés de ‘troncos e armários’ totalmente ‘robotizados’.

              Saudações Leoninas

              • Joga_Bonito
                Posted Julho 9, 2019 at 9:48 pm

                Sem dúvida. Mas acho que lentamente se está a mudar as coisas. Li há coisa de uns meses que Singapura, um dos lugares no mundo com maior densidade populacional e pouco espaço, decidiu criar em alguns prédios andares extra que são em essência campos de futebol. A ideia é dar às crianças espaço para brincarem numa cidade-estado super populosa. Também disseram que estão a pensar em criar aí relvados que simulem os relvados irregulares e ruas esburacadas que criaram os magos da bola. A ideia é criar um futebol de rua, espontâneo e livre, dentro de prédios, porque há pouquíssimo espaço para brincar. Algumas escolas europeias podiam fazer o mesmo e recriar o ambiente e buracos irregulares do futebol de rua.
                O problema não é tanto uma academia em si, mas sim um futebol de plástico, robótico, onde os miúdos fazem aquilo por por pressão e não por gosto.
                uns dos adjuntos que subiu com o klopp disse uma vez que estas gerações estão muito mimadas. Estão habituadas a treinar em pavilhões com ar condicionado, com equipamentos limpinhos, mal se sujam. Não sabem jogar à bola de forma pura, suja-ndo-se, caindo, levantando-se, habituando-se a controlar a bola nas situações mais insólitas.
                Esse é que é o problema. Levar o futebol para a modernidade, sem matar a sua essência e o que gera a genialidade.

                • Estigarribia
                  Posted Julho 9, 2019 at 10:52 pm

                  Aliás, os clubes podiam ter um campo pelado nas suas academias. Não há melhor campo para recriar o futebol de rua como um campo pelado, na minha opinião.

                  Saudações Leoninas

                  • Joga_Bonito
                    Posted Julho 9, 2019 at 11:48 pm

                    Sem dúvida. Uma solução tão simples e os clubes parecem achar que para gerar um jogador tem que se ter 5494619 técnicos, instalações xpto e ar condicionado…

                    • NunoLFC
                      Posted Julho 10, 2019 at 10:44 am

                      Só para dar algum input na história dos EUA. Há um problema grave com a tentativa de implementar o “futebol”nos EUA. O público. O teu americano standard não gosta de futebol. O americano standard não aceita que um jogo não-americano seja bom. Porque só o que é americano interessa. O desinteresse pelo futebol é cultivado pela sociedade americana, e é visto como um desporto de raparigas (que não têm capacidade para jogar o futebol “a sério” por ser extremamente físico.

                      Enquanto esta mentalidade não mudar, vai ser muito difícil o futebol nos EUA crescer.

                    • Joga_Bonito
                      Posted Julho 10, 2019 at 12:19 pm

                      Isso é outra questão interessante. Penso que os EUA, porque têm uma cultura rica desportivamente, tentam em cada desporto novo emular o que fazem nos seus desportos tradicionais.
                      Por exemplo, defendem o transporte do modelo do basket para o futebol, com ideias absurdas como as franchises, ligas fechadas, que são incomportáveis no futebol mundial, pois todo ele está ligado entre si por n de competições. Além do que os clubes são símbolos e ninguém pode mudar esse apego.
                      Isto deve-se a que os EUA ainda não perceberam que têm de criar para o futebol nos EUA a sua cultura própria, não decalcá-la do basebol ou basket.
                      A falta de clubes de raiz complica o apego ao jogo.
                      Outro aspecto que é o físico que mencionaste é o físico.
                      Os EUA estão habituados a ter superproduções físicas nos seus atletas. Um desporto que limita as substituições impede isso. O futebol nos EUA é ainda dominado pelo paradigma da obsessão física. Ainda há dias alguém mencionou aqui que no colege há substituições ilimitadas. Isto favorece os troncos que só sabem pressionar e excluiu os Aimares desta vida, que marcam a diferença pelo passe e condução, não pelo pressing constante ao abraçarem o futebol na sua especificidade, na sua cultura própria, terão dificuldades em singrar.
                      Enquanto os EUA n

                    • Joga_Bonito
                      Posted Julho 10, 2019 at 12:41 pm

                      Errei ao misturar o último parágrafo.
                      O que quis dizer foi:

                      Isto favorece os troncos que só sabem pressionar e excluiu os Aimares desta vida, que marcam a diferença pelo passe e condução de bola, não pelo pressing constante. Enquanto os EUA não abraçarem o futebol na sua especificidade, na sua cultura própria, terão dificuldades em singrar.

  • T. Pinto13
    Posted Julho 9, 2019 at 2:02 pm

    Muito bem o Portimonense a trabalhar no mercado japonês.
    Já conseguiram frutos da aposta neste mercado e outros clubes deviam de seguir o seu exemplo.

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