Para permitir uma remodelação no futebol italiano? A escassez de aproveitamento dos jovens italianos no Calcio é um dos fatores mais apontados para a ‘crise’, apelidada de ‘terceiro apocalipse’ pelo ministro do Desporto do país.
Após alguma hesitação, o presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, demitiu-se do cargo. Após renovar o mandato em fevereiro de 2025, o líder máximo do futebol italiano convocou uma assembleia extraordinária eletiva para 22 de junho, deixando as funções aos 72 anos. Recorde-se que Gravina é também uma das pessoas mais próximas de Aleksander Ceferin, sendo o primeiro vice-presidente da UEFA.

