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Juventus imita o Chelsea

Devia ser imposto um limite de activos por clube? Ou esta “política do eucalipto”, tentando antecipar-se à concorrência para enfraquecer adversários e evitar que certos jogadores reforcem rivais, vai atingir números ainda mais absurdos (o Parma, que estava falido, tinha 80 jogadores sob contrato no último ano)?

De há uns anos para cá, o Chelsea vem sendo altamente criticado por ter jogadores espalhados um pouco por toda a Europa. Os blues têm estado muito activos na contratação de jovens talentos, mas depois são poucos os que têm oportunidades de jogar na equipa principal e acabam por andar de empréstimo em empréstimo. Os londrinos não são os únicos a adoptar essa política, pois a Juventus tem, neste momento, 47 (!) jogadores cedidos a outros clubes. É certo que, no caso dos italianos, a maioria são jogadores da formação ou de baixo custo, mas não deixa de ser um número impressionante. 

0 Comentários

  • Pedro Costa
    Posted Setembro 3, 2015 at 1:09 pm

    Limitar os jogadores que um clube pode contratar e centralizar os direitos televisivos são as duas medidas mais importantes e fundamentais para o crescimento da nossa Liga!

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2015 at 1:19 pm

      Concordo contigo Pedro Costa, os direitos televisivos e o marketing se fosse um objetivo dos clubes portugueses,quem sabe daqui a uns anos a nossa liga era das melhores a nível financeiro o que possibilitaria às equipas (pequenas) investir muito mais e só não tornar a nossa liga mais competitiva ( e talvez o alargamento das equipas portuguesas nas competições europeias) como também atrair jogadores e público para o nosso país

      André C.

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2015 at 1:29 pm

      André C

      Percebo onde queres chegar e concordo que isso levaria a um crescimento, agora nunca o campeonato Português será dos melhores a nível financeiro, porque Portugal não tem "estrutura" para isso, ou seja, não tem habitantes suficientes para isso, porque apenas tem 10 milhões de consumidores, portanto concordo que é possível crescer, agora será sempre um campeonato muito limitado financeiramente devido às contingências e limitações (nr habitantes) do País

      As 5 grandes Ligas (Espanha, Itália, França, Alemanha e Inglaterra) têm no mínimo mais de 50 milhões de consumidores, são 5 vezes mais…

    • Pedro Costa
      Posted Setembro 3, 2015 at 1:35 pm

      André C,

      Como o Kafka já explicou (e bem) noutros posts, devido principalmente à dimensão do nosso país, muito dificilmente vamos conseguir competir com as 5 maiores ligas da Europa, por mais medidas que tomemos. Agora, parece-me óbvio que é possível fazer mais do que se faz actualmente para subir o nível médio da nossa Liga, tornando-a mais atractiva tanto para nós como para consumidores estrangeiros.

    • Sérgio Nuno
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:06 pm

      Muito simples, o clube do Pedro Costa deve limitar o número de jogadores que pode ter sob contrato (que tal 20, ok 25 para não dificultar muito) e mandatar a Liga a vender os seus direitos televisivos.

      Já os outros clubes devem ser livres de poder ter sob contrato quantos jogadores quiserem e decidir livremente sobre os seus direitos televisivos.

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:08 pm

      A nossa liga só conseguirá crescer se os clubes começarem a ter mais dinheiro para contratar jogadores de renome, de gabarito internacional, jogadores mediáticos. É uma espécie de bola de neve, que é muito difícil num país como o nosso.

      Bruno

    • AntonioCell
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:14 pm

      O Paulo Futre é que sabia, vão buscar os chineses

    • Flávio Trindade
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:28 pm

      Kafka,

      De facto Portugal nunca conseguirá competir com o top 4 porque mesmo a correr muito bem a Liga Portuguesa nunca terá o apelo mediático das ligas de topo.

      Contudo o mercado não é assim tão pequeno como dizes.
      Além dos 10M no território nacional tens um mercado brutal de língua oficial portuguesa por explorar.

      Nos países africanos de expressão portuguesa a nossa Liga ainda é a mais vista, o Brasil via canais desportivos é um mercado a explorar, isto para não falar noutros mercados emergentes.

      Ou seja há potencial para melhorar e muito as receitas de tv com benefícios óbvios para a Liga e para os clubes e por inerência na melhoria qualitativa do nosso campeonato.

      Mais receitas trazem também melhores jogadores e melhores espetáculos.

      Haja vontade!

    • Pedro Costa
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:32 pm

      Sérgio Nunes, é precisamente por opiniões como a sua que a nossa Liga não evolui…

    • João
      Posted Setembro 3, 2015 at 7:32 pm

      A nossa liga para ser competitiva precisa para além da centralização dos direitos televisivos, reduzir o número de clubes para dez e fazer um campeonato a 4 voltas (38 jornados).
      O mercado português é pequeno, para a centralização dos direitos trazer benefícios o "bolo" tem de ser dividido por um número menor de clubes.

      O nosso país tem as infraestruturas, não faz é nenhum sentido um país com 10 milhões de habitantes ter uma liga com 18 clubes, quando a Rússia tem uma liga com 16.

    • Sérgio Nunes
      Posted Setembro 3, 2015 at 7:34 pm

      Pedro Costa

      Querer impôr coisas aos outros é sempre fixe, já quando os outros nos impõem coisas é que não é nada fixe.

      É precisamente por opiniões como a sua que o nosso país não evolui quanto mais a nossa Liga.

    • Pedro Costa
      Posted Setembro 3, 2015 at 7:58 pm

      Sérgio Nunes,

      Apenas expressei a minha opinião sobre este tema. Todas as pessoas que responderam, que por acaso concordaram todas comigo, justificaram as opiniões com argumentos para contribuir para a discussão. Se não tens nada de produtivo para acrescentar à discussão, abstém te de comentar

    • Sérgio Nunes
      Posted Setembro 4, 2015 at 5:29 pm

      Pedro Costa

      Continuas com a mania de querer impòr coisas aos outros, eu é que sei se abstenho ou não de comentar, mas, em relação à "qualidade" da minha resposta, deverias ter percebido o alcance da mesma.

  • Sombras
    Posted Setembro 3, 2015 at 1:13 pm

    Este número também é muito inflacionado pelo final das co-propriedades em Itália, cuja resolução foi várias vezes feita pela Juventus comprando os restantes 50% do passe e emprestando ao clube onde os jogadores já actuavam, para não perder os direitos sobre os jogadores. Isto foi um factor, que aliado ao facto dos jovens da Juventus andarem a rodar um pouco por toda a Itália (uma situação semelhante ao Barcelona por exemplo) fez com que o clube engrossasse, e muito, os seus quadros.

  • Kafka I
    Posted Setembro 3, 2015 at 1:14 pm

    Isto é tão mas tão ABSURDO, e há imenso tempo que defendo a limitação do número de jogador sob contrato

    Para mim seria 30 jogadores para clubes sem equipa B, e 40 jogadores para clubes com equipa B, e isto seria imposto não internamente mas a nível Mundial pela FIFA para ser válido para TODOS os clubes no Mundo, para Benfica, Porto, Chelsea, Juve (entre outros) acabarem de vez com esta politicas do eucalipto..

    Agora a culpa maior disto não é dos clubes que apenas utilizam as regras em vigor, a culpa maior é da FIFA/UEFA que não querem pôr travão a isto, implementando regras para se acabar com esta fantochada..

    • Daniel Rosa
      Posted Setembro 3, 2015 at 1:35 pm

      Mas para isso era necessário que as leis laborais serem mais flexiveis. Ou então o mercado teria de ser muito mais criterioso. Porque um clube muito mais dificilmente adquire uma promessa se depois não a puder meter a rodar caso ela ainda não esteja pronta para a equipa principal. Por ex o Ricardo Carvalho só ja em boa idade passou a titular do FCP até então andou em empréstimos para evoluir. Ainda assim eu concordo completamente com esta medida, provavelmente em vez de 30 seriam 35.

      Daniel

    • Tomé Brito
      Posted Setembro 3, 2015 at 1:38 pm

      Subscrevo a 100%! É totalmente absurdo ter 80 jogadores contrato como o Parma tinha? Como é que isso pode ser possível?

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2015 at 1:46 pm

      Eu percebo o que estas a dizer, mas internamente ter só 40 jogadores para clubes com equipa A e B é um "abuso", pensando que o plantel A tem que ter 25 jogadores, ficarias com 15 jogadores da B, mais alguns despromovidos da A, de vez em quando, para uma competição com 46 jogos e ainda há a Premier League International Cup !!
      Joel M

    • Rafael Vicente
      Posted Setembro 3, 2015 at 1:52 pm

      Kafka não concordo com os teus números. Para mim devia haver um limite de 50 jogadores seniores (com mais de 18 anos) sob contrato, para quem tem equipa B. E de 30 para quem não tenha.

    • scp_fan
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:01 pm

      Kafka,
      40 jogadores com contrato profissional para clubes com equipa B é curto! Curtíssimo mesmo!
      Se tiveres 22 no plantel principal. Só poderás ter 18 nos B e não podes ter nenhum júnior com contrato profissional.
      Clubes sem equipa B: 40 Jogadores (máximo de 10 jogadores emprestados)
      Clubes com equipa B: 60 Jogadores (máximo de 10 jogadores emprestados)

      SL

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:04 pm

      Concordo com todos, talvez 30 jogadores fosse demasiado curto, ainda assim talvez 35/40 fosse o valor mais em conta

    • Alexis
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:06 pm

      Joel M e qual e' o proposito das equipas B? Nao e' de servir de plataforma para os jovens valores poderem competir a um nivel que as camadas jovens ja nao oferecem? Entao ter 15/20 sob contrato profissional mais 10/5 ainda com contrato de formacao seria assim tao descabido?
      Quanto aos despromovidos da equipa A, vejamos: Se a equipa A so pode convocar 18 para o jogo, entao sobram 7 para ser "despromovidos" caso a equipa B tenha a necessidade…

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:08 pm

      E ainda há que ver o que fazes com os jogadores juniores, que ja tem contrato profissional, acho que o Benfica tem mais de 10 !! Esses, pela lógica tambem contam e se os clubes não formularem contratos profissionais, lá eles vão para o estrangeiro . . .
      Joel M

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:20 pm

      Alexis, mas tu achas que os jogadores de formação ja nao tem contrato profissional, quando estão na B ?? Já nos juniores alguns tem, quanto mais na equipa B. . . Se fosse assim os clubes, como City, Barcelona, Arsenal ia nos buscar todos de graça ! Já com contrato profissional é dificil segurar os jovens promessa, quanto mais os "contratos de formação"
      Joel M

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:27 pm

      Subscrevo inteiramente Alexis

      Na teoria as equipas B foram criadas para servir de plataforma à integração dos juniores, logo sempre que houvesse falta de jogadores na equipa B, ia-se buscar aos Juniores, simples

    • Bras
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:28 pm

      E porque não esses 30 mas apenas jogadores acima dos 21anos? Acho que em espanha ou inglaterra os clubes apenas podem inscrever 25jogadores acima dos 21anos

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:30 pm

      Concordo mais com os numeros do scp_fan, mas é sempre dificil saber o numero perfeito. . .
      Para mim, 25 jogadores da A+20 jogadores da B+10 no maximo para emprestados+ 15 para juniores= 70, mas estes números são sempre subjetivos !!!
      Eu acho que por outras medidas consegue-se reduzir o nº de jogadores no clube, como:
      1) Limite para 30 jogadores inscritos na equipa A, para a Liga Portuguesa;
      2) Limite para 25 jogadores inscritos na equipa B, para a 2 Liga;
      3) Limite para 15 jogadores emprestados.
      E com o tempo ir diminuindo, para os clubes lentamente irem resolvendo os casos, mas isto é a minha ideia
      Joel M

  • karabatic13
    Posted Setembro 3, 2015 at 1:15 pm

    Eles comem tudo e não deixam nada.

  • Anónimo
    Posted Setembro 3, 2015 at 1:16 pm

    Na liga italiana isso é muito frequente. Neste site, https://bleacherreport.com/articles/2392044-12-european-clubs-with-the-most-players-out-on-loan, pode ver-se que no top 10 clubes com mais jogadores emprestados, no ano passado, 7 eram italianos
    Nesta lista, Sporting estava em décimo.

    Commander Shepard

  • Rodolfo Trindade
    Posted Setembro 3, 2015 at 1:19 pm

    Deveria ser uma prioridade a limitação de jogadores sob contrato.

    Assim os clubes de maior poderia financeiro além de "estragarem" jogadores, tiram possibilidades às outras equipas de ter bons activos nos seus clubes e inflacionam os preços.

  • Anónimo
    Posted Setembro 3, 2015 at 1:19 pm

    Não sei se viram o Parma e a enormidade de jogadores que eles tinham nos quadros. E com isto falo também de Inter, Milan e muitos clubes italianos que tinham regimes de co-propriedade com milhares de jogadores e montes de jogadores emprestados fora.

    É por isto que a situação financeira de muitos clubes é fraquissima e foi também esta uma das razões para o parma descer.

    João Miguel

  • Alexis
    Posted Setembro 3, 2015 at 1:20 pm

    Sem duvida deveria ser imposto um limite ao numero de atletas sob contrato! E este limite deveria ser imposto pela UEFA e nao apenas pela LPFP ou congeneres de outros paises.. Deveria ser uma obrigatoriedade para todos os clubes da Europa!
    Penso que limitar um clube a 40 atletas seria mais que suficiente! Poderiamos alargar a 45 para os clubes que possuem equipa B, mas mais do que isso nao!

    Assim sem duvida os bons valores estariam espalhados por mais clubes, promovendo a concorrencia.

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2015 at 1:30 pm

      Concordo, o número que dei 30 talvez seja curto, 40 é mais adequado, mas nunca mais de 40

    • André Dias
      Posted Setembro 3, 2015 at 1:56 pm

      A minha sugestão seria 35 jogadores para clubes sem equipa B (25 mais 10 emprestados) e 50 para clubes com equipa B (25 no plantel principal, 25 na equipa B). Pode parecer demais mas não esqueçamos que em Portugal as equipas B competem numa liga muito longa.

    • JSC
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:02 pm

      Penso que não se pode limitar as pessoas sob-contrato, apenas se poderia limitar as inscrições nas respectivas ligas.

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:31 pm

      JSC

      Caso a lei laboral não o permitisse, penso que era fácil de contornar a lei e como? simples na minha opinião

      A FIFA limitando o número de jogadores emprestados a nível Mundial a por exemplo 5 jogadores, ou seja com essa regra os clubes eram livres de ter 100 jogadores sob contrato, no entanto apenas podiam inscrever 30 jogadores e apenas podiam emprestar 5, logo os outros 65 jogadores seriam obrigados a ficar no plantel sem poder jogar nem ser emprestados

      E perante este cenário, NENHUM clube no MUndo iria contratar mais do que os 35 jogadores, porque acima de 35 jogadores não os podia inscrever nem emprestar, apenas os tinha lá encostados logo contornava-se a lei laboral para o pretendido

  • André Dias
    Posted Setembro 3, 2015 at 1:26 pm

    Critica-se o City por ter comprado Sterling e Bruyne por exorbitâncias e critica-se o United por ter comprado o Martial por 50-80M. Mas depois também se critica o Chelsea e a Juventus por comprarem miúdos antes de custarem o exagero que os clubes de Manchester pagaram. Preso por ter cão e preso por não ter.

    Qualquer clube de grande dimensão quer ter os melhores jogadores possíveis. Em Portugal os 3 grandes secam o nosso campeonato, muitas vezes sem aproveitar o que roubam aos clubes de menor dimensão. Na Alemanha o Bayern é o grande eucalipto. Em França temos o PSG a fazer de Bayern e em Espanha temos Real Madrid e Barcelona a comprar os melhores a nível mundial.

    São estratégias para montar o melhor plantel possível e não há muito que se possa fazer em relação a isso. Mesmo limitando o número de jogadores por equipa (40 ou 50, por exemplo), há formas de contornar isso. O Barcelona, só esta época, vendeu 3 ou 4 promessas com cláusulas de recompra. É uma espécie de empréstimo mas mais caro e sem ocupar uma vaga no plantel.

    Enquanto os tubarões forem emprestando os miúdos, que ainda não têm espaço na equipa, para serem aposta noutro clube não vejo problema na situação. Claro que era melhor para os jovens jogarem várias épocas no mesmo clube por uma questão de estabilidade, mas no final de contas foram eles que optaram por assinar o contrato com o tal tubarão que os empresta épocas sem fim.

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2015 at 1:36 pm

      Não concordo nada em especial com o 3º parágrafo e porquê? Simples, os clubes até podiam vender com cláusula de recompra, no entanto quando o jogador x fosse para ser vendido esse clube só o ia comprar se esse jogador fosse mesmo necessário e porque? porque a limitação de jogadores sob contrato a isso obriga

      Se o Chelsea só pudesse ter 30 jogadores sob contrato, estaria sempre no limite, portanto até podia vender o Matic ao Everton com cláusula de recompra, mas o Everton no ano seguinte se quisesse vender o Matic o Chelsea só o comprava se ele fosse de facto fundamental, porque com apenas 30 jogadores sob contrato ninguém ia comprar jogadores só para estarem por estar no plantel, como hoje em dia o Chelsea faz, que compram por comprar nada mais

  • André Dias
    Posted Setembro 3, 2015 at 1:52 pm

    Os clubes não compram por comprar. Compram para ter o futuro assegurado. Se os jovens que têm sob contrato confirmarem o seu potencial eventualmente terão lugar no plantel. Os que não conseguirem evoluir serão vendidos ou entrarão num ciclo de empréstimos até terminarem contrato.

    Concordo que devia existir um limite de jogadores, nem que fosse para parar de ver o meu Benfica a comprar às paletes.

  • I.C.E.
    Posted Setembro 3, 2015 at 2:06 pm

    Nem era preciso "viajar" tão longe. Por exemplo, o FC do Porto o ano passado emprestou 27 jogadores e para além destes tinha contrato com os elementos da A e da B o que daria um número pornográfico de jogadores. A melhor maneira de o evitar seria colocar um limite máximo de contratos que um clube pode ter.

  • Wonderkid
    Posted Setembro 3, 2015 at 2:11 pm

    É a mesma "conversa" do post da Visão do Leitor de ontem do Nuno R: não interessa criar estas regras, só os "grandes" é que ficariam a perder… o espectáculo futebolístico que se lixe! It's all about the money.

  • Pedro de Castro
    Posted Setembro 3, 2015 at 2:22 pm

    Chelsea e Juventus não são, de longe, os únicos clubes a fazer isso na Europa. Real Madrid e até o Benfica (houve uma época, antes da criação da equipa B, em que se chegou a falar que havia mais de 50 jogadores que tinham ligação ao clube, nem todos eles contratualmente, mas contando com percentagens de passes, etc…) É uma maneira de garantir bons jogadores muito jovens ou ainda em idade de afirmação a preços relativamente baixos e, consequentemente, com baixos niveis de risco. Acaba por não ser mau negócio para equipas da "segunda e terceira linha" europeias, que podem garantir bons jogadores em empréstimos de uma (e às vezes duas) época(s), jogadores com vontade de se mostrar e que aproveitam campeonatos mais fracos para o fazer, como o Holandês ou o Português, por exemplo, e que acabam por fazer muitos minutos numa Liga Europa, numa pré-eliminatória da Champions, num campeonato, aproveitando para evoluir muito mais do que jogando numa equipa B ou numa equipa de reservas. Acaba por ser bom para todas as partes este tipo de negócios: osclubes com grande poder financeiro vão "distribuindo" por clubes mais fracos à procura de talentos, esses clubes investem esse dinheiro para melhorar as suas condições de formação ou para garantir melhores jogadores, tornando-os mais competitivos. Quanto aos jogadores, quer desportivamente, quer financeiramente, é sempre bom poder assinar um contrato com um clube como a Juve, Barça, Real, Benfica, Porto, Chelsea, etc.

  • Rafael Vicente
    Posted Setembro 3, 2015 at 3:15 pm

    Agora que vi o Branescu na lista, lembro-me de há uns anos ele era um guarda-redes super promissor no FM. O que é feito dele?

  • YNWA
    Posted Setembro 3, 2015 at 3:52 pm

    So por curiosidade.O Chelsea tem 33 jogadores emprestados,juntos custaram 135 milhões de euros.

  • Nuno
    Posted Setembro 3, 2015 at 4:17 pm

    Pela primeira vez tenho de discordar do efeito eucalipto.

    Quem não acredita que o futebol é um negócio, é melhor acordar porque não estamos no séc. XX

    Ser capitalista é investir, alguns negócios correm bem, outros não, caso contrário não existia a palavra prejuízo nos livros de gestão.

    As minhas razões porque não concordo com o eucalipto:
    – A formação de jogadores implica uma protecção desses mesmos activos, sejam eles 30 ou 60 contratos, e como os contratos não podem ser de 1 ano, acaba-se no final de 2 anos ter 60 contratos
    – Por efeito eucalipto assume-se que seca tudo à volta, mas no caso do Chelsea, não é em Inglaterra, é na periferia, já que internamente os clubes não são estúpidos e sabem a relação benefício/competição em perderem um jogador (dai não terem conseguido comprar o central ao Everton e ao invés à 2 anos o Liverpool ter vindo buscar um jogador semelhante ao SCP por 1/3 do seu potencial valor)
    – É preferível a posse total ou parcial do passe de jogadores apenas por clubes do que estender os lucros/riscos do futebol a terceiros fora do negocio de futebol. A pressão passa do clube-jogador para clube-jogador-empresa externa.
    – Sugestões de limitar o direito ao trabalho a 40 jogadores é e será sempre ilegal
    – O que torna as ligas fortes ou fracas é a forma como são organizadas e protegidas. Por proteger, especialmente nas ligas periféricas, não é ter mais regulamentos, é ter mais dinheiro para distribuir e ter melhores dirigentes em todo o lado.
    – Mudança do paradigma do adepto/dirigente eleito. Em Inglaterra fala-se de futebol e negocio, em Portugal fala-se de árbitros, fruta e colinho. Acredito que novas mentalidades nos clubes (presidentes de clube eleitos e SAD's profissionais efectivas) e cortar de vez com a sispeição com o vídeo árbitro limitava as discussões e permitia uma maior projecção da Liga e do negocio, libertando os dirigentes para a focalização do que é importante e tornando a liga inovadora e apetecível televisivamente
    – um clube rico num pais rico será sempre forte. Um clube forte num pais pobre só será rico se for muito competitivo nacionalmente e internacionalmente. Dai o FCP apostar na Champions porque só assim tem o respeito e a credibilidade internacional, porque quem faz as vitórias são os jogadores+treinadores e são eles que fazem o negócio. Só assim de entende que o FCP consiga vender os jogadores ao preço que entende o o SLB desesperar por vender o Gaitan pelos valores que pretende. Nos negócios, assim como no status, nem sempre ter mais sócios ou mais eclético cria nos parceiros o respeito e confiança de que está a fazer um bom negócio. É o sucesso.
    – A formação e desenvolvimento de jogadores também é incutir boas decisões de carreira, bons passos profissionais. Se os jogadores aceitam ganhar 10 vezes mais mas terem menos sucesso profissional, é uma opção. Muitos de nós gostariam de receber uma fortuna durante 4 anos e depois não terem de trabalhar mais na vida… Outros preferem ou vivem a felicidade de forma diferente. Além disso, nunca em nenhum pais um tribunal impedirá alguém de ter melhores condições de trabalho

    Concordo que as equipas podem ser eucaliptos que estragam o negócio, mas apenas se os outros deixarem, ou seja, jogadores como Atsu deixar o FCP para ir para o Vitesse apenas para ganhar mais dinheiro, clubes como o Belenenses/Setúbal/Acadêmica que aceitam jogadores emprestados apenas porque não tem dinheiro para pagar os ordenados. Clubes internacionais emergentes como o FCP ou Atlético sabem bem o caminho, comprar os melhores internamente os melhores que os grandes não querem e os mais inteligentes que sabem que para terem sucesso não é irem para um segundo plano numa equipa que sabem à partida que não jogam. E também sabem que sem dinheiro não o conseguem.

  • Nuno R
    Posted Setembro 3, 2015 at 5:46 pm

    Laissez faire laissez passer!!!!!!

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