Vaslui 1-0 Sporting (Zmeu 29´)
Destaques
Sporting – É uma derrota que não coloca em causa a campanha dos leões na Liga Europa, mas que em termos de moral e confiança poderá deixar marcas (veremos como a turma leonina reage contra o Leiria). O clube leonino perdeu a triplicar neste jogo: a possibilidade de aumentar o Ranking da UEFA e assegurar desde já o 1º lugar no grupo; a oportunidade de dar continuidade à série vitoriosa; e o argentino Rinaudo. Por outro lado, este jogo provou o que o VM evidenciou no defeso, os reforços leoninos são de qualidade mas o seu passado clínico podia complicar a vida a Domingos. Hoje, o treinador do Sporting não contou com vários elementos devido a lesão e nesta fase complicada (jogos com Leiria, Braga e Benfica) isso poderá ser decisivo.
Carriço – Voltamos a referir que não será de todo surpreendente que amanhã esteja na convocatória de Paulo Bento, mas hoje, voltou a denotar todas as suas enormes lacunas. Batido facilmente pelo ar, pelo chão, no confronto físico e em velocidade, foi claramente uma das piores unidades em campo.
Schaars/Matias – Nunca conseguiram “pegar” no jogo, e provocaram um “buraco” no meio campo leonino com a sua falta de intensidade.
Bojinov/Capel – O búlgaro jogou em câmara lenta (talvez lesionado) mas demonstrou a sua qualidade técnica com um gesto técnico (chapéu) já perto do intervalo; já o espanhol nunca conseguiu (à excepção de duas jogadas já na 2ª parte) incutir velocidade e foi mesmo um dos elementos mais apagados dos leões.
Vaslui – Marcou, fechou as linhas, defendeu e enervou os leões. Bello na frente incomodou sempre a dupla Carriço-Rodriguez, Sanmartean espalhou alguma qualidade, e Papp na defesa esteve seguro.
Domingos – Fez o que se perspectivava. Poupou três elementos (Patricio, J. Pereira e Wolfswinkel), tentou contrariar as adversidades com a entrada do holandês e de Rubio, mas os leões estavam completamente desligados da partida e nunca conseguiram contrariar uma evidente falta de agressividade, intensidade, velocidade e atitude.
André Santos – Muito passivo, pouco agressivo e sem capacidade para jogar a médio defensivo num 4-3-3. Há muito referimos (com ou sem Rinaudo) que os leões necessitam de um trinco.
Carrillo – O elemento menos mau do Sporting. Voltou a pecar pelo excesso de individualismo, mas acabou por ser o único a tentar desequilibrar (proporcionou alguns momentos técnicos de grande nível) e a incutir alguma velocidade ao jogo leonino.


