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Luís Filipe Vieira afirma que o Benfica precisa de continuar a vender e baixar a massa salarial, mesmo que isso signifique perder competitividade

O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, afirmou hoje que o clube  da Luz precisa vender e baixar a massa salarial, mesmo que isso signifique a perca de competitividade, dizendo não perceber como alguns clubes conseguem resistir a transferir jogadores. Num discurso algo contraditório para quem na última semana de Agosto afirmou que tinha recusado várias propostas estratosféricas, mas dos mais realistas que assistimos nos últimos tempos, Vieira afirmou: “Às vezes fico surpreendido com alguns artigos de opinião que vou lendo em alguns jornais, à segunda-feira o futebol português não é viável e à quarta perdemos o meio campo, que se calhar não devíamos ter vendido, que foi tudo mal planificado, que foi um erro. Mas será que esses jornalistas ainda não perceberam os tempos que estamos a viver? É claro que temos de vender. Vender, comprar menos e formar mais. Vender e baixar a massa salarial, mesmo que isso signifique sacrificar a nossa competitividade”. Salientado que não percebe como é que alguns clubes, que “apesar de terem prejuízos milionários em anos consecutivos conseguem resistir a vender jogadores. Seguramente que devem ter encontrado uma fórmula mágica”, referiu. Estará o presidente encarnado a preparar os adeptos para o mercado de Janeiro: não entra ninguém e sai mais “uma pérola”? Como se explica que Vieira tenha admitido publicamente que recusou várias propostas tentadoras no fecho do mercado (já depois da saída de Javi) e agora afirme que o clube da Luz necessita de vender? Que clubes são visados pelo presidente do Benfica? Nota final para finalmente aparecer alguém com um discurso equilibrado no futebol português (algo que o VM já refere há muito e lembra aos adeptos que pedem laterais, médios e avançados): a situação financeira dos clubes é delicada, e nesta fase é absurdo exigir determinadas contratações, muito pelo contrário, o caminho é claramente “vender, comprar menos e formar mais”.

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