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Marítimo B: A equipa mais “experiente”

Esta foi a equipa que menos dificuldades de entrosamento teve na preparação da temporada, pois falar deste Marítimo é falar da única equipa secundária que se manteve no activo durante os últimos anos em Portugal. Sendo assim, muitos dos jogadores deste plantel já transitam da época passada, num plantel que é comandado por José Barros, que sucede a Juca no cargo. As primeiras 5 jornadas mostraram uma equipa muito consistente (que tem tido o 4x3x3 como sistema base), que raramente se desequilibra em campo independentemente do momento do jogo, muito à imagem da primeira equipa. Se fora de casa o conjunto insular nem sempre tem conseguido encontrar a melhor forma para chegar ao golo, já no Funchal têm sido dominadores, praticando um futebol de posse que garantiu os 6 pontos. 
Para a posição de guarda-redes a rotatividade parece ser palavra de ordem: Cárin (ex Pontassolense) e José Sá (ex Júnior) serão as duas opções para a baliza, mas a vinda de Ricardo Ferreira e Wellington da 1ª equipa em muitos jogos fará com que os 2 primeiros nem sempre tenham a oportunidade de jogar. Na defesa, o quarteto mais vezes escolhido tem sido com Armando à direita, Igor Pita à esquerda, Ricardo Alves e Gegé como dupla de centrais. Já no meio campo, os jogadores mais utilizados têm sido Sérgio Marakis, Romeu Ribeiro e Nuno Rocha (cabo-verdiano que também pode descair numa ala); todos jogadores que transitam da época passada, aos quais tem sido acrescentado o talento de Ruben Brígido (que parece ainda não se ter imposto totalmente na primeira equipa). Para o ataque, os escolhidos (para alem de Nuno Rocha) têm sido: o “extremo” Gonçalo Abreu (já com 26 anos), que também é opção para Pedro Martins, João Viera (1.89 m) que na época passada foi várias vezes chamado para os treinos da equipa principal, o cabo-verdiano Kukula, formado no Marítimo e na sua primeira temporada como sénior e ainda André Ferreira, normalmente suplente. Destaque ainda para as possíveis vindas do nigeriano Ibrahim Obayomi, jovem avançado centro contratado no verão para a equipa principal.
Que classificação conseguirá esta equipa? Continuarão a fornecer vários jogadores de qualidade ao conjunto principal, como tem acontecido no passado? Será este o exemplo a seguir no que toca à relação entre a 1ª e 2ª equipa?

Rúben Pinheiro

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