No grupo B a Escócia venceu a Roménia por 34-24, num jogo em que a Roménia mostrou todo o poder no seu pack de avançados demolidor e quase surpreendeu os Escoceses. Na outra partida do grupo Argentina e Inglaterra defrontaram-se no jogo mais esperado do dia e realizaram uma partida que ficou aquém das expectativas, com o resultado final a fixar-se em 13-9 a favor dos britânicos. Destaque pela negativa para a exibição de Jonny Wilkinson, que falhou vários pontapés, algo que não é habitual num dos melhores chutadores da história do rugby.
Relativamente ao grupo C, a Irlanda aplicou o seu favoritismo ao vencer os Estados Unidos por 22-10. No outro jogo do grupo, a Austrália, um dos principais candidatos ao título venceu uma forte Itália por 32-6, depois de terem recolhido aos balneários para descanso igualados a seis. Na segunda parte os wallabies arrasaram, não dando hipóteses aos seus adversários.
No grupo D, Fiji venceu a Namíbia por 49-25 em mais um agradável jogo para os amantes da modalidade da bola oval, e por fim entrou em campo a campeã do mundo África do Sul, que se estreou na competição da melhor maneira, vencendo o País Gales por 17-16, naquele que foi o melhor, mais equilibrado e emotivo encontro que este campeonato do mundo nos proporcionou. O triunfo dos springboks surgiu com o ensaio de François Hougaard. Aos 65 minutos, após ter entrado para o lugar do super veloz Bryan Habana.
Após estas partidas, destaque para as exibições de Japão e Roménia, dois dos “underdogs” presentes neste campeonato do mundo, igualmente para as exibições de: Shalk Burger (SA), James Arlidge (JAP), Vincent Clerc (FRA), Toby Faletau (WAL), Quade Cooper (AUS) e Veroniki Goneva (FIJ), e ainda para o magnífico encontro entre África do Sul e País de Gales.
Francisco Paiva


