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“Não quero ser pago para estar sentado no banco a ver os outros a jogar”

Na vida de qualquer homem ambicioso existe um momento de viragem, de ruptura, de necessidade de mudança. Para James Milner, a disputar a sua quinta época ao serviço dos atuais campeões em título de Inglaterra, e em final de contrato, esse momento parece ter chegado.

O calendário marcava o dia 18 do mês Novembro de 2010 quando James Milner foi destaque das capas dos jornais desportivos britânicos. Acabava de assinar pelo Manchester City, numa transferência que recheou os cofres do Aston Villa com cerca de 26 milhões de libras. Milner tornava-se, assim, a segunda contratação do defeso dos Citizens, naquela que foi a janela de transferências mais pacífica do clube de Manchester desde a chegada do Sheik Mansour aos quadros administrativos do clube (ao inglês juntaram-se, somente, Edin Dzeko e o irreverente Mario Balotelli). Na altura, com 24 anos, o extremo, com passagens pelo Leeds United, Newcastle e Aston Villa, era, já, uma cara conhecida Premier League, sendo presença regular nos onzes iniciais das equipas por onde passou desde a sua época de rookie, em 2002/2003. Entretanto, começava a assumir-se, cada vez mais, como uma pedra basilar da seleção inglesa e trazia na bagagem a distinção de PFA Young Player of the Year, conquistada na sua última época ao serviço dos Villans, na qual, curiosamente, se assumiu como o box-to-box da equipa de Birmingham, ao invés de atuar na sua posição de raiz, suprindo a vaga deixada por Gareth Barry, colega que viria a reencontrar na sua nova casa.
A experiência no Etihad Stadium seria um desafio para o jovem inglês, pois, o grau de exigência nunca fora tão elevado e a paciência, essa, seria quase remota, ou não estivéssemos, aqui, a falar de um projeto cuja megalomania e excentricidade havia, não só, ombreado, mas superado aquela demonstrada por Roman Abramovich durante os seus três primeiros anos como presidente do Chelsea.
A alinhar, finalmente, numa equipa que pretendia intrometer-se na luta pelo título de campeão, a aventura de Milner em Manchester começou por ser bastante promissora, realizando 32 jogos na Premier League (23 destes a titular e 9 como suplente utilizado), contribuindo consideravelmente para o 3.º lugar alcançado pela equipa na competição. Nas duas épocas que se seguiram, Milner foi presença regular na equipa liderada por Roberto Mancini, pese, embora, o estatuto de “suplente de luxo” que o passou a assombrar.
Todavia, mais surpreendente seria o desfecho da chegada de Manuel Pellegrini ao comando técnico da equipa. Rodeado – e com o lugar no onze inicial vedado – por estrelas como Yaya Touré, Jesús Navas, Samir Nasri e David Silva, o internacional inglês viu-se relegado a um mero elemento de rotação da equipa. Das 31 partidas que disputou na principal competição inglesa, apenas figurou por 12 ocasiões no onze inicial do conjunto de Manchester. Já na Champions League, participou nas seis partidas da fase de grupos da competição, tendo realizado três jogos a titular e outros tantos como suplente utilizado.
Ainda assim, a época menos conseguida do extremo não lhe custou um lugar no lote dos 23 convocados de Roy Hodgson para o Campeonato do Mundo. No entanto, trata-se de uma competição que James Milner quererá esquecer o mais rapidamente possível, pois, a acrescentar à prestação aquém das expectativas da Inglaterra, Milner mal chegaria a suar a camisola da seleção dos três leões, disputando apenas a última partida da fase de grupos (viria a ser substituído aos 76 minutos), frente à Costa Rica, sendo que as pretensões da Inglaterra de se qualificar haviam já caído por terra após duas derrotas frente às congéneres Itália e Uruguai.
O início da época de 2014/2015 não tem corrido mal a Milner. Até ao momento, realizou onze partidas como titular e entrou no decorrer do jogo noutras sete ocasiões, nos vinte jogos oficiais disputados pelo Manchester City, prova de que timoneiro dos Citizens está disposto a dar oportunidades ao inglês para que comprove o seu valor. Ainda assim, James Milner não quer que a situação da época transata se repita e já se demonstrou disponível para fazer as malas no final da época (altura em que termina o seu vínculo contratual com o City), isto, se não começar a atuar com maior regularidade. O comunicado de Milner assentou que nem uma luva à imprensa, que começou já a especular sobre o futuro do inglês, alegando que este poderá abandonar o Etihad já em Janeiro, caso os diretores do Manchester City pretendam qualquer retorno financeiro com a sua saída.
Embora uma aventura no estrangeiro se afigure improvável, dadas as características tipicamente britânicas do estilo de jogo de Milner, rumores têm ecoado a indiciar o interesse de clubes como o Nápoles e a Roma no jogador. Quanto ao Nápoles, a credibilidade destes rumores pode ser sustentada pelo facto de Rafa Benítez conhecer detalhadamente as qualidades e características do jogador, fruto das sete épocas que treinou em solo inglês. Já o interesse da Roma poderá não surgir como uma surpresa, visto que ainda este verão apostou na contratação de um internacional inglês de provas dadas, Ashley Cole.
Ainda assim, o desejo de permanecer perto do olhar do selecionador inglês e de disputar aquela que é considera por muitos a liga mais apaixonante do planeta, poderão contribuir para a permanência do jogador em Terras de Sua Majestade, onde, de resto, não faltam interessados. À cabeça desta lista surgem clubes como o Arsenal e o Liverpool.
O ingresso nos Gunners poderá, no entanto, ver-se gorado pelo facto do inglês pretender assumir um estatuto de destaque na equipa, o que seria improvável na equipa do norte de Londres, já que contam nos seus quadros com inúmeros jogadores que podem atuar nas posições de Milner, estando este obrigado a ombrear a qualidade de jogadores como Cazorla, Walcott, Ramsey, Wilshere, Arteta, Oxlade-Chamberlain e Rosicky, o que dificultaria uma entrada direta para o onze da equipa.
O Liverpool pode, portanto, surgir como um dos favoritos a vencer a corrida pelo internacional inglês, onde se juntaria a um elenco de jogadores de qualidade reconhecida e poderia contribuir com a sua experiência para um meio-campo composto por jovens como Sterling, Coutinho e Henderson, figuras regulares no onze dos Reds.
Todavia, o histórico inglês poderá ter concorrência feroz no concurso por Milner, já que os seus eternos rivais, Everton, e também o Tottenham demonstraram interesse em contar com o jogador nas suas fileiras.

O interesse do Tottenham não é de agora, tendo alegadamente entrado em contacto com o Manchester City em Maio para apurar a disponibilidade do clube em vender o jogador. Ainda assim, Milner correria o risco de se terminar numa situação semelhante à que se encontra, visto que o meio-campo é a zona do terreno na qual os Spurs estão melhor servidos.

Por sua vez, seguir, novamente, as pisadas de Gareth Barry poderá ser uma aposta acertada para a carreira de James Milner, colocando-se o Everton numa posição promissora quanto ao possível destino do jogador. Em Goodison Park, não só, teria maior facilidade em entrar para o onze da equipa, como encontraria um nível de exigência com o qual está mais familiarizado. Juntando-se a jogadores como Eto’o, Lukaku, Ross Barkley e Mirallas, poderia aprimorar aquele que é, já, um dos conjuntos mais temíveis da Premier League, que comandados pela inteligência e astúcia de Roberto Martínez poderiam seriamente almejar por um lugar na classificação que garantisse a qualificação para a tão cobiçada “Liga Milionária”.
Ainda assim, o interesse do Aston Villa, e o sentimento de nostalgia advindo desta cobiça, poderão desviar Milner para Birmingham, onde é idolatrado e poderia relançar a sua carreira sem pressão, ainda que o nível competitivo não seja o desejado para um jogador com o currículo do inglês.
Mais importante, ainda, para o ato final desta “novela” será a posição tomada pelo Manchester City e por Manuel Pellegrini, pois Milner já demonstrou desejo em permanecer em Manchester, sendo que o interesse é recíproco, pois, face às supostas investidas e pretensões de diversos clubes, os diretores do clube pretendem renovar o quanto antes com o jogador e evitar que este seja aliciado por projetos alheios.
A verdade é que com Milner não existe o risco de um erro de casting. Qualquer clube que conte com o seu concurso sabe o que receberá: determinação, consistência, lealdade e trabalho de equipa. Estas são as bandeiras do jogador que sempre se mostrou um exemplo de entrega em campo por todos os clubes que se passou. Em troca, o internacional apenas exige reconhecimento e, acima de tudo, minutos de jogo.
Os próximos meses ditarão se o internacional inglês encontrará as condições que pretende no Etihad Stadium ou se, por outro lado, no final da época ou, até mesmo, em Janeiro, veremos Milner a carregar um outro escudo ao peito.

Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar com o VM aqui!): Pedro Pateira

0 Comentários

  • Ricardo Ricard
    Posted Novembro 29, 2014 at 11:46 am

    Agora que já tem mais uns milhões é fácil falar…Está muito tapado no City,ele que venha para o Benfica por 80mil por mês e muito amor à camisola!

    • Daniel Martins
      Posted Novembro 29, 2014 at 12:51 pm

      Faz tanta falta no Benfica como a fome.

    • Ricardo Ricard
      Posted Novembro 29, 2014 at 1:08 pm

      Claro,no Benfica só jogam estrelas feitas pelo mestre,este ano a Champions é nossa,no minimo é desta que ganhamos a Liga Europa!

    • João Lains
      Posted Novembro 29, 2014 at 1:24 pm

      O Milner foi sempre um aluno exemplar durante a sua infância. Além disso é uma pessoa resoluta e não teria problemas em vingar noutra área.

    • Ricardo Ricard
      Posted Novembro 29, 2014 at 1:37 pm

      João,o que queres dizer com isso?

    • Filipe Santana
      Posted Novembro 29, 2014 at 2:16 pm

      "Milner was described as a "first class" student at his school; he left with 11 GCSEs and an award for his performance in physical education. Milner also showed talent in cricket, sprinting and long-distance running." Fonte: wikipedia.

      Ricardo Ricard, o que o João quis dizer é que, ao contrário de muitos jogadores que, se não soubessem dar pontapés numa bola, estariam hoje a trabalhar nas obras, o Milner era um aluno promissor que poderia vingar em muitas áreas, inclusive não ligadas ao desporto. Assim sendo, o futebol não era a única saída dele, mas foi a que ele escolheu, pelo que é normal que se sinta frustrado por não estar a ter todo o sucesso que queria.
      Se bem que, a meu ver, alguém que chegue a ser suplente no City já tem, para mim, o estatuto de pessoa altamente bem sucedida no mundo do futebol, mas isso já é outra discussão.

    • Daniel Martins
      Posted Novembro 29, 2014 at 2:17 pm

      No Benfica deste ano tens lá muito poucas estrelas, daí teres ficado pelo caminho no grupo da Champions. E ainda vais chorar muito quando o mestre se for embora. Quanto ao Milner, o que falta no Benfica é qualidade individual, Talento futebolístico. Não é suor e correrias.

    • João Lains
      Posted Novembro 29, 2014 at 3:00 pm

      Não é da Wikipedia que eu tomei conhecimento desta história, mas o excerto serve para suportar aquilo que eu disse.

      O Milner só se tornou futebolista profissional porque era o seu grande sonho, porque o seu percurso escolar abria lhe muitas possibilidades em tenra idade. Portanto neste caso específico, acho que a alusão ao seu salário é um pouco injusta.

      Compreendo que ele não seja um jogador espectacular e por isso não reúna muitos fãs, mas é um rapaz trabalhador e um bom companheiro de equipa.

      Para rematar, alguém digno do nosso respeito.

    • Anónimo
      Posted Novembro 29, 2014 at 4:09 pm

      O Milner põe o Enzo ou qualquer um outro médio do Benfica no bolso. Coitadinhos dos Rubens Amorins, Samaris e Cristante ao pé deste craque. Os Fernando e os Javi Garcias que eram uns craques cá em Portugal foram lá para o City e são bons…reservas, já o Milner já somou mais de uma centena de jogos no City (e várias dezenas como titular) e foi presença assídua na seleção inglesa nos últimos anos. Enfim dizerem que o Milner é um jogador de suor e correrias é o mesmo que dizer é o mesmo que dizerem que o Pirlo só serve para bater bolas paradas. Haja o mínimo de noção.

      João

    • Ricardo Ricard
      Posted Novembro 29, 2014 at 4:30 pm

      Mas o rapaz dificilmente ganharia o dinheiro que já ganhou se tivesse outra profissão… O que não quer dizer que tenha sido esse o motivo para ele seguir o futebol, acredito que não.

    • Filipe Santana
      Posted Novembro 29, 2014 at 4:34 pm

      João Lains, nem eu assumi que tivesse sido, não quis ofender a qualidade das tuas fontes comparando-as com a Wikipedia…

    • Daniel Martins
      Posted Novembro 29, 2014 at 5:05 pm

      João, técnica, criatividade, inteligência e posicionamento. São para mim as 4 principais características de um jogador de futebol, e o Milner é banal em todas elas. No modelo de JJ, em que os dois médios centrais têm de saber dominar tanto a bola como a ocupação de espaços, Milner seria um downgrade para qualquer um deles. Sim porque eu acredito que tanto Samaris como Cristante em pouco tempo passarão de "bestas" a "bestiais". Comigo só jogaria a lateral direito. A mim não me interessam números nem as equipas onde jogam, só avalio os jogadores pelo que eles fazem e não fazem dentro do campo. E o Milner para mim é o típico médio inglês que é sobrevalorizado porque joga num campeonato onde 90% dos treinadores ainda acha que o físico é mais importante que o talento.

    • Kafka I
      Posted Novembro 29, 2014 at 5:48 pm

      Daniel Martins

      Tudo dito, subscrevo na integra o teu comentário

    • João Lains
      Posted Novembro 30, 2014 at 3:12 pm

      Filipe Santana, não ofendeste de maneira nenhuma, até soubeste explicar melhor aquilo que eu pretendia.

  • Anónimo
    Posted Novembro 29, 2014 at 11:56 am

    Grande texto!
    Eu por acaso até acho o melhor destino para o Milner seria o Chelsea, para ocupar o lugar de Ramires que também deverá sair.
    O Milner é um grande jogador, tenho pena a sua carreira tenha ficado até agora um pouco aquém do seu potencial.

    Flu fly flu

  • zecarlos_fan1
    Posted Novembro 29, 2014 at 11:59 am

    O Milner é um belíssimo jogador. Nos chamados jogos grandes tem sido quase sempre titular o que comprova a sua utilidade para a equipa. acho que encaixaria muito bem no liverpool ou no everton

  • André Lobo
    Posted Novembro 29, 2014 at 12:33 pm

    Eu acho é que é um caso de estudo os minutos de Milner no City, não porque sejam poucos, são, tendo em conta a sua valia, imensos e completamente injustificados.

    Na época passada compreendia que jogasse alguns minutos em jogos dificeis para segurar o resultado, que entrasse algumas vezes na rotação, afinal de contas é esforçado, muito forte fisicamente e polivalente.

    Esta época é recorrentemente titular, no centro ou na ala, Milner joga constantemente. Tendo em conta as suas limitações técnicas, o facto de não ser criativo, de ser pouco inteligente a jogar, isso constitui para mim um mistério. Vale pelo fisico e pela entrega, isso não tem ou não devia ter lugar no City.

    Vou mais longe dizendo que a jogar na ala, Milner em Portugal talvez só jogasse no Sporting, e porque é para mim uma lacuna o companheiro de Nani. De resto e mesmo não sendo o maior apreciador de um jogador como Salvio, ele é inferior a todos os outros, então a Nani, Gaitán e Brahimi é até insultuoso comparar.

    Podem afirmar que ele não é bem um extremo, não o é, mas também não é bem um 8 e no City foi muito mais jogador de faixa do que de centro, não percebo o gosto que tanto têm por ele e acho que o Arsenal era o ultimo clube onde o veria jogar.

    • João Lains
      Posted Novembro 29, 2014 at 1:00 pm

      Sabes qual é a diferença entre um extremo e um médio-ala?

    • André Lobo
      Posted Novembro 29, 2014 at 1:34 pm

      Sei, mas acho que o futebol é muito mais complexo do que discutir as coisas dessa forma. Onde é que ele poderia jogar nos três grandes? Seria muito provavelmente na faixa, talvez no modelo de Jesus que pede um 8 com carateristicas fisicas mais acentuadas, quando digo isto não é ser grande e forte, é ser um jogador que tenha uma capacidade fisica assinalável, como tem Enzo Pérez.

      Ainda assim, fosse onde fosse Milner não tem qualidade para jogar nos grandes portugueses.

      Impressiona-me um jogador deste estilo, em que o fisico é fora do normal e o resto é banal ou fraco grande parte das vezes seja tão valorizado. A tomada de decisão dele e a sua capacidade técnica estão muito aquem do exigivel para um clube como o City.

    • Daniel Martins
      Posted Novembro 29, 2014 at 2:12 pm

      O André Lobo já disse tudo. Na minha opinião, Milner no Benfica só jogaria a lateral direito. No Porto, nem isso.

    • Kafka I
      Posted Novembro 29, 2014 at 2:14 pm

      André Lobo, eu concordo na tua definição do que é o Milner, não passa de um jogador esforçado e fisicamente forte, ponto…fica-se por aí enquanto jogador de futebol…sempre o achei um jogador normalíssimo e sem qualidade para estar numa equipa grande que tem de vencer todos os jogos…

  • Fábio Teixeira
    Posted Novembro 29, 2014 at 12:46 pm

    Está aqui o médio defensivo ideal para o sistema de jogo da Inglaterra.

    • João-Pedro Cordeiro
      Posted Novembro 29, 2014 at 2:57 pm

      Agree. Alias, foi nessa posição que fez um jogao não me lembro agora contra quem. Sem wilshere e com carrick fora de forma era a melhor opção.

  • Gabriel Berigo
    Posted Novembro 29, 2014 at 2:14 pm

    Não gosto do futebol dele..

  • João-Pedro Cordeiro
    Posted Novembro 29, 2014 at 2:58 pm

    Nao ha muitos jogadores que definam tao bem a minha visão e gosto pelo futebol como o Milner. Quem me dera que houvesse dinheiro em Villa Park para o ter de volta.

  • João Lains
    Posted Novembro 29, 2014 at 3:03 pm

    Preferia o Milner a este Gerrard.

    Ninguém aprecia o seu estilo de jogo porque ele não é um jogador capaz de nos surpreender. Quando é lançado em campo, já sabemos o que vai dar. Mas já provou ao longo da sua carreira (quase 500 jogos!) que é muito útil.

  • Pedritxo
    Posted Novembro 29, 2014 at 4:01 pm

    Milner e daqueles jogadores que nao consegue ser consensual(ou o acham banalissimo ou gostam dele), eu acho-o um bom jogador, nao e exuberante, nao e espetacular, mas e preciso em todas as equipas, uma especie de andre almeida, mas com um pouco mais de qualidade.

  • Frank Rijkaard
    Posted Novembro 29, 2014 at 9:16 pm

    Se Milner fosse adaptado a trinco tal como Rodgers fez com Gerrard, "jackpot". Em Inglaterra o ideal era ir para o Everton, ou então, para frança! Na minha opinião encaixava muito bem no PSG.

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