Numa final muito física, com intensas trocas de bola, Đjoković demonstrou que é neste momento claramente superior a Nadal e derrotou o espanhol por 6-2, 6-4, 6-7 (3), 6-1. Foi o 1º US Open na carreira do sérvio (já tinha perdido duas finais), o 4º Grand Slam, e principalmente o finalizar (ainda falta o Masters e a Taça Davis) de um ano impossível de repetir, com um domínio quase total. VM – Uma final que faz a inveja dos melhores maratonistas do Mundo, tal foi a capacidade física apresentada pelos 2 rivais, mas que prova que Đjoković consegue não só igualar Nadal com o seu estilo de jogo de devolver todas as bolas como acrescentar a isso recursos técnicos e tácticos claramente superiores ao espanhol. Contudo, e apesar da 10ª vitória do ano de Đjoković e a 6ª consecutiva diante de Nadal, este US Open devia ter sido de Federer, já que o suíço nas meias-finais merecia ter vencido o sérvio e provou (tal como já o tinha feito em RG quando o derrotou) que nesta fase é o único tenista do Mundo que consegue igualar e ser superior ao actual nº1 Mundial – o problema está a nível psicológico quando defronta Nadal e mesmo em encontrar motivação para continuar a lutar por torneios e objectivos. Poderá Đjoković chegar aos 10 Grand Slams de Nadal? Até quando irá durar esta hegemonia do sérvio? Será o namorado de Jelena Ristic um dos 5 melhores tenistas de todos os tempos?
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