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«O foco deve ser a 6ª grande penalidade inexistente a favor do FC Porto», diz Jesus

Jorge Jesus não deixou André Villas Boas sem resposta. Retirando importância ao desentendimento com Luís Alberto no final do jogo com o Nacional, o treinador do Benfica defendeu que «o foco do fim-de-semana deve ser a sexta grande penalidade inexistente a favor do FC Porto». Terá razão o técnico encarnado? Recordamos que os azuis e brancos esta época já venceram 3 jogos por 1-0 sempre com penalidades segundo os experts algo duvidosas (Beira-Mar) ou mesmo inexistentes (Naval e Setúbal). Ou esta é apenas uma forma de escamotear a agressão de Jesus focando as atenções noutros casos?

Sobre as declarações de ontem de André Villas-Boas, nas quais o técnico portista utilizou de um modo depreciativo o termo “graúdo” ao referir-se ao técnico encarnado. Jesus respondeu: «Nunca tratei o treinador do FC Porto por miúdo, mas sim por jovem treinador. Se ele se sente ofendido, não fui eu que o ofendi. A carreira de treinador não se faz em um ou dois anos. O graúdo já tem 20 anos de uma carreira que não é fácil. Não é como começa, mas sim como acaba», frisando: «Não tenho por hábito denegrir qualquer colega de profissão». Quem se vai ficar a rir no final da carreira? Jesus ou Villas-Boas?

Por último, o técnico encarnado considera que «o que aconteceu no final do Benfica-Nacional já foi discutido». «Foi uma discussão entre um jogador das duas equipas, em que o treinador do Benfica interveio em defesa do seu jogador. Não foi mais do que isto. Não vale a pena tentarem condicionar seja o que for», avisou, atirando: «No jogo do FC Porto – Beira-Mar o árbitro foi condicionado». Terá Villas-Boas condicionado o árbitro como afirma Jesus e o presidente dos aveirenses? E no caso da agressão de Jesus, já foi tudo discutido ou está tudo por discutir?

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