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OFICIAL: A nova equipa de João Almeida

Boa decisão? Financeiramente terá sido a melhor e desportivamente também parece ser uma boa escolha. A UAE vai querer manter-se no topo do ciclismo, mas apesar da presença de Majka ou McNulty, só tinha Pogacar para as Grandes Voltas, o que vai permitir ao português ter um papel de protagonismo, a menos que Ayuso dê já um salto competitivo. 

João Almeida vai correr na UAE Team Emirates na próxima época, tendo assinado um contrato até 2027. O ciclista português, que já fez dois Top 6 no Giro, deixa assim a Deceuninck – Quick Step, onde estava há 2 anos, e junta-se a uma equipa que esta época venceu o Tour com Pogacar. Recorde-se que a UAE Team Emirates nos últimos anos contou com os lusos Rui Costa e os irmãos Ivo e Rui Oliveira.

11 Comentários

  • kiterioVFC
    Posted Agosto 6, 2021 at 8:48 am

    Excelente notícia! Significa que muito dificilmente será algum dia chefe de fila num Tour, mas pode ter equipa para ganhar um Giro.

    Penso que poderá também evoluir e muito mais como ciclista nesta equipa.

    Vamos João!

  • porra33
    Posted Agosto 6, 2021 at 10:02 am

    Bota lume!!
    A UAE é uma das quatro melhores equipas da actualidade ( juntamente com Quickstep, INEOS e Jumbo) e por isso o João vai manter-se na elite do ciclismo!
    Quanto ao seu papel, acho seguro que partirá como aposta para a geral pelo menos numa das grandes voltas por ano, principalmente o Giro e depois na Vuelta será um logo se vê, dependendo da prestação e do Tour que Podgacar fizer. No Tour será certamente descartado porque para ir lá seria para ser um gregário de luxo de Podgacar e sinceramente até ao momento não tem sido coisa que lhe tivesse feito falta. Manter Formolo, Ulissi, Majka, De la Cruz e McNulty num papel de apoio ao João e ao Podgacar e poderemos ter a UAE a lutar pelos 3 grandes voltas.
    Se quisesse ter hipótese de disputar um Tour, uma EF ou uma Movistar teriam sido mais apropriadas, mas para mim o João jogou pelo seguro em dois aspectos, no aspecto desportivo e no aspecto financeiro e fez bem. Acho que o grande contingente português na UAE lhe irá facilitar a integração, e começará a justificar o investimento em breve.
    Agora que consiga um pódio na Vuelta para se despedir da Quickstep que tanto lhe deu da melhor maneira!

    • João Ribeiro
      Posted Agosto 6, 2021 at 3:12 pm

      O João não irá correr a Vuelta. Estará presente na Volta à Polónia e deve ser aposta para as clássicas canadianas e para a Lombardia nesta fase final de época.

  • DNowitzki
    Posted Agosto 6, 2021 at 10:45 am

    Sai do Remko e vai para o Tadej?

  • Louco de Lisboa
    Posted Agosto 6, 2021 at 11:16 am

    Boa notícia. Esperemos que a UAE se reforce com alguns gregarios para que no proximo Giro tenhamos João Almeida a lutar pela rosa.

  • Filipe__Santos
    Posted Agosto 6, 2021 at 11:30 am

    Difícil de analisar, e lá se vai o meu desejo de o ver na EF.

    João Almeida precisa de um bloco que o “eleve” nas altas montanhas, se o objetivo for lutar por pódios no Giro e até na Vuelta. A UAE tem Majka ou McNulty, mas esses vão estar sempre orientados para ajudar Pogacar no Tour.
    Depois há ainda outra questão que pouco abona para as perspetivas do João: Pogacar é um canibal. Não vai ser um daqueles voltistas que se foca no Tour e depois pouco mais tenta ir buscar. Ou seja, provas de uma semana para o João liderar, não vão ser assim tantas quanto isso…

    Por outro lado, em tudo o que não é “tática de estrada”, a decisão parece acertada.
    -Um contrato que garante uma estabilidade anormal para um ciclista, numa equipa que respira saúde financeiro, sucesso, e confiança para o futuro.
    -Um contexto em que ser ciclista português até lhe traz vantagem: Rui Costa é quase um “capitão de equipa”, e para além do veterano, há ainda os irmãos Oliveira, pelo que poderemos ter situações em que há um autêntico bloco português em ação.

    Aguardemos

  • Bayern de Monchique
    Posted Agosto 6, 2021 at 11:47 am

    Dentro das equipas do World Tour é uma opção bastante lógica:
    – O contrato só pode ser bom (basta ver o que ofereceu a UAE ao Hirschi na época passada).
    – Tem um bom contingente português que facilita bastante na integração.
    – Entra numa equipa que tem apenas um verdadeiro líder para GC (McNulty pode tornar-se num muito bom voltista a médio prazo e Ayuso ainda é cedo) pelo que terá grandes hipóteses de liderar no Giro ou Vuelta em 2022 e 2023 se tudo correr bem.

    Para além disso, a UAE tem-se vindo a reforçar bastante bem nos últimos dois anos e tem uma equipa bastante homogénea e talentosa. Falta, no entanto, aquele gregário que fica com o líder na última subida e que o deixa a 4 ou 5km do final, que fecha espaços e/ou mete ritmos confortáveis. Algo que tanto a Jumbo ou INEOS têm nos seus grupos.

  • NR7
    Posted Agosto 6, 2021 at 11:52 am

    Não há uma resposta certa, visto que só o tempo o dirá, mas existem muito bons indícios para crermos que sim, tanto desportivamente como financeiramente. Desde logo, é percetível que a UAE está a querer criar um conjunto que lhe permita manter-se como uma das melhores equipas do mundo, a par da Deceuninck-Quick Step, Team Jumbo-Visma e INEOS.

    Ainda assim, além do fenómeno Tadej Pogacar, não existe um outro ciclista que se possa dizer que seja favorito a liderar alguma das grandes voltas. Mesmo com uma possível contratação de Marc Soler (além das presenças de Majka e McNulty) ou de uma ascensão meteórica da grande promessa Juan Ayuso, será mais do que normal que o português seja uma verdadeira aposta da equipa, pelo menos durante os primeiros anos. Além disso, ele não será a principal figura mediática da equipa e isso poderá jogar a favor do próprio.

    As reticências sobre se o João se tornará mais um “gregário” do esloveno ou apenas uma segunda opção de liderança num Tour são válidas. O facto do DD ser espanhol e ter igualmente na equipa a maior promessa espanhola é mais um fator relevante para a equação, principalmente a médio e longo prazo, porque não há dúvidas de que se cumprir com o que promete irá ter um grande apoio para liderar numa das Grandes Voltas.

    De qualquer das formas, parece realmente ser uma boa decisão, tanto desportivamente como financeiramente (5 anos de contrato não são para qualquer um, além daquilo que provavelmente receberá). Portanto, é esperar que corra tudo pelo melhor!

    • NR7
      Posted Agosto 6, 2021 at 11:54 am

      Esqueci-me de referir a importância que a armada portuguesa poderá ter na rápida integração e no excelente apoio que poderão dar ao João.

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