Os vimaranenses nos últimos tempos têm colocado cláusulas expressivas nos seus jovens, e bem, já que assim estão mais protegidos.
O Vitória SC anunciou a contratação de Pedro Cancelo, irmão de João Cancelo. O defesa de 18 anos, que estava no Cova da Piedade, assinou por três temporadas pelos vimaranenses e ficou com uma cláusula de rescisão no valor de 30 milhões de euros.


10 Comentários
Estigarribia
Quem sabe se, um dia, chega ao patamar do irmão. Fez bem o Vitória de Guimarães em contratá-lo se viu que tem ali talento para potenciar. Aliás, o Vitória tem tido um bom scouting. Senão vejamos: Tapsoba e Edwards, por exemplo, são fruto desse mesmo bom trabalho de scouting.
Saudações Leoninas
Antonio Clismo
São as ligações com o Carlos Freitas.
Não é fácil conseguir alimentar 3 equipas séniores ao mesmo tempo, sub23 equipa B e equipa principal. Mas só em jogadores franceses acho que o Vitória conseguia formar uma equipa sozinha.. Em 20 tiros algum há de sair certo..
Di Sanctis
Jogadores franceses, Poha nos A, Rosier, Janvier, Marcel e Jason nos B e Sub 23.Elias Achouri já por cá anda há anos.
Depois chegou o Mahop um jovem camaronês que veio do Nantes.
Os franceses que chegaram, são jovens internacionais pelas seleções jovens da França, não fales à toa!
Chico
Acho que esta insistência na mesma teoria entra na xenofobia.
oMeuUserName
O Tapsoba vai dos júniores do Leixões para os do Vitória, não foi preciso grande scouting… Aliás, foi muito mais mérito do scouting do Leixões que o descobriu no Burkina Faso e trouxe para Portugal. Era o mesmo que dizer que o scouting do Porto teve muito mérito em descobrir o Marega, quando na realidade foi o Marítimo que o foi buscar à Tunísia.
Quanto ao Edwards, não me parece nada fruto de trabalho de scouting, mas parece-me sim demonstrativo do imenso conhecimento que o Carlos Freitas, diretor desportivo, tem. Foi ele quem “revolucionou” a equipa do Vitória esta época e a fez subir o nível, com jogadores como Poha, Edwards, Bondarenko, Evangelista, Bonatini, Bruno Duarte, e outros que ainda não se afirmaram, mas podem vir a fazê-lo, como o Suliman, o Abouchabaka, o Ouattara, entre outros.
Bom exemplo de scouting é o Al Musrati, que o Vitória descobriu na Líbia. Começou bem a época, mas terá sido emprestado por não querer renovar o contrato com o Vitória. Mas esse sim, é bom trabalho de scouting, na minha maneira de ver.
Di Sanctis
O Tapsoba foi indicado ao Leixões pelo José Vilaça, Preparador Físico que treinou a equipa onde o Tapsoba vinha a jogar no Burquina Faso.
O Vitória antecipou-se à concorrência, dado que o Tapsoba era seguido pelo Benfica, Braga e clubes estrangeiros.
Quanto a esses nomes que falas, Carlos Freitas não trouxe, nem iria trazer Bondarenko, pois o ucraniano chegou cedido pelo Shakthar, envolvido na ida de Luís Castro para o clube ucraniano.
Scouting a funcionar é por exemplo, a vinda da jovem promessa inglesa Jadan Reymond, que está no Crystal Palace, e era seguido por vários clubes, como Valência, Benfica, e do holandês Mohamed Sanko, que já foi apontado ao Atlético Madrid e Chelsea, mas que virá para o Vitória.
Jogadores com muito potencial, e que podem se revelar grandes jogadores para o futuro vitoriano.
oMeuUserName
Encaro esse comentário como complemento ao meu, com bem mais conhecimento de causa do que eu. Em nada desmentes o que disse, tirando o Bondarenko, que sim, faz sentido ser visto dessa maneira. Mas tudo o resto foi “obra” do Carlos Freitas, e parece-me uma boa obra. Além de que essas jovens promessas que falas, parecem-me também obra do Carlos Freitas, e não de qualquer scouting. Aliás, se os jogadores já estariam verdadeiramente referenciados e a ser seguidos por esses clubes todos, não era preciso grande scouting para os descobrir, mas sim uma grande capacidade de persuasão para os levar a escolher o Vitória. Para mim, um bom scouting é o que encontra diamantes escondidos por aí, e não o que consegue contratar bons talentos conhecidos por todos, porque isso é responsabilidade da direção do clube, não do scouting. Por isso falei do Al Musrati como exemplo, visto que foi descoberto na Líbia e revelou-se bom jogador. Mas se algum clube agora for contratar o Youssoufa Moukoko ao Dortmund, por exemplo, não tem um grande scouting necessariamente, visto que ele é conhecido em todo o lado por quem anda dentro do mundo do futebol, tem de ter é uma grande capacidade de contratação, e isso não é responsabilidade do scouting.
Di Sanctis
Scouting reforçado sobretudo no estrangeiro, com a inclusão de um scout português radicado em França, e que trabalhava no PSG (era amigo pessoal de Antero Henrique). Dai que cheguem alguns nomes do mercado gaulês ultimamente, e vão chegar duas promessas, um inglês, e outro holandês, ambos de equipas de premier league como se sabe.
Equipas de formação a serem alvo de mudanças técnicas que se impunham, é preciso sim mais qualidade no reforço dessas equipas, e um regresso a uma rede de prospeção nacional para esta mesma formação, que se perdeu desde a saída de Rui Leite em 2015.
Agora para a equipa principal, é necessário aliviar a folha salarial, dispensar jogadores que auferem muito, e fazem pouco, casos de Mikel Agu e Ola John à cabeça, para além de tentar que haja interessados nos excedentes Célis, Rincón, Welthon, para citar os mais onerosos.
Quanto a aquisições, jogadores de qualidade a custo 0 (excluindo contrato de assinatura), Cláudio Ramos, Josué, António Xavier e até Vieirinha, jogadores que gostam do Vitória e com raízes na Cidade, e contratar jovens de qualidade como por exemplo Nilton Varela ou Ricardo Mangas, Lincoln, Chiquinho do Estoril, ou Derik Lacerda, ou o Yuri Alberto do Santos, seriam bons movimentos numa perspetiva de ter jogadores para rentabilizar desportiva e financeiramente a médio prazo.
Depois acredito que o Carlos Freitas consiga persuadir alguns jogadores que possam se mostrar na Liga Portuguesa, casos Jon Stankovic, Tankovic, Alvaro Vadillo ou um Yaya Sanogo ou até o regresso de Wolfswinkel ao futebol português para a frente de ataque, de forma a dotar a equipa de mais qualidade.
Richrad
Comentário muito interessante Di Sanctis.
Este presidente do Vitória parece demonstrar uma “vontade” tremenda em colocar o clube de novo ao topo, e isso, significar ser melhor que o seu rival, Sporting de Braga.
A chegada do Carlos Freitas é exemplo, com uma aposta em nomes jovens à imagem do que o mesmo tinha feito em Florença. Acredito que no fim da temporada, o Vitória caso consiga alcançar o lugar europeu, “limpar” a folha salarial com nomes claramente execendentes ao plantel, que consiga na próxima temporada construir uma exelente equipa para outros patamares.
Bem que é preciso, o Vitória é dos clubes de Portugal que tem obrigação de andar lá em cima.
Antonio Clismo
O Vitória bem que podia ohar para as divisões inferiores e contratar jogadores que já se viu que estão talhados para voos superiores:
Lateral esquerdo: Leonardo Lelo (Olhanense)
Médio Centro: Manuel Garruço (Anadia)
Extremo: Jota (Sp Espinho)
Começavam pela equipa B e no espaço de um ano estariam a render na equipa principal.