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Olhanense rouba os primeiros pontos ao Braga no Axa! Grande espetáculo de futebol, com muitos golos, marcado pela mortífera eficácia da equipa Algarvia!

Braga 4 – 4 Olhanense (H. Barbosa 8′, Douglão 49′ e 92′, Éder 83′; Abdi 3′, Ivanildo 25′ e 35′, R. Amorim a.g. 56′)

O Braga conseguiu ao cair do pano um ponto, em sua casa, frente ao Olhanense, num jogo em que praticamente correu sempre atrás do prejuízo. Oito golos marcados no Minho fizeram deste jogo um grande espetáculo de futebol, com as duas equipas a jogarem futebol de ataque, a marcarem muito (o jogo com mais golos da Liga até ao momento), a atirarem bolas aos postes e os guarda-redes a evitarem males maiores. No final um ponto para cada lado premeia a eficácia algarvia e a capacidade de reagir às adversidades mostrada pelos gverreiros.

Quanto ao jogo, os golos surgiram cedo, logo aos 8 minutos já se tinha assistido a dois golos, o primeiro por Abdi a aproveitar um cruzamento da esquerda, e depois por H. Barbosa, depois de ter criado a primeira oportunidade da partida aos 2′, marca aos 8′. O Braga apresentou na primeira parte mais futebol, com posse de bola a chegar perto dos 70%, e as oportunidades começaram a surgir. Douglão, R. Micael e Éder desperdiçaram boas ocasiões para chegar à vantagem, mas foi Ivanildo quem marcou, e logo por duas vezes (um dos lances a bola embate em Douglão e trai Beto). O Olhanense concretizou em golo todos os remates que fez, revelando assim uma enorme eficácia que os levou confortavelmente em vantagem para o intervalo.

No segundo tempo, o Braga cedo entrou novamente na discussão do jogo, com um golo de Douglão após livre de H. Viana. No entanto, quando se pensava que o Olhanense ia recuar as linhas e segurar a vantagem mínima, surgiram duas das figuras deste encontro. Babanco com mais uma arrancada pela esquerda cruza para Abdi, que remata para defesa de Beto, mas R. Amorim no sítio errado faz com que a bola entre pela quarta vez na baliza do Braga. O golo afectou os minhotos, e Maurício atirou pouco depois ao poste da baliza de Beto. Peseiro apostou tudo no ataque, passou a jogar com apenas três defesas, e Éder já perto do final voltou a relançar a partida, a passe de Mossoró (este que pouco antes retribuiu um remate ao poste). Já nos descontos, Douglão pôs fim ao jogo frenético, a finalizar já dentro da área.



Destaques

Olhanense – Grande atitude por parte da equipa de Sérgio Conceição, que mesmo sem os recursos do adversário e a jogar num terreno complicado, não abdicou de colocar vários elementos de ataque, e a jogar futebol positivo, sem se fechar no seu meio-campo. Esta estratégia foi premiada com 4 golos e muitas dores de cabeça criadas a José Peseiro. Acaba por não resistir ao pressing final, mas sai de Braga com um excelente resultado. Abdi e Ivanildo foram dois dos elementos em destaque, e que vieram trazer novamente dúvidas em relação à capacidade defensiva do Braga, ao aproveitarem de forma inteligente espaços dentro da área minhota. Bracali ainda evitou que o marcador tivesse mais golos, e Babanco causou muitas dificuldades ao adversário no lado esquerdo de ataque.

Braga – Os gverreiros não ficam isentos de culpas pela eficácia algarvia, uma vez que além dos dois golos que se podem considerar infortunos sofridos, também sofrem dois golos com algum mau posicionamento defensivo, nomeadamente provocados por Paulo Vinícius e Elderson. A equipa soube correr atrás do resultado, mesmo com alteração do meio campo e esquema tático. Douglão defensivamente foi o melhor elemento, além de ter sido decisivo no ataque (podia até ter marcado mais). Rúben Micael e Rúben Amorim estiveram em bom nível (o primeiro mais perdulário que habitual), Hélder Barbosa foi o melhor elemento na primeira parte, Mossoró entrou bem e assistiu Éder, que deu muito trabalho à defesa do Olhanense.

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