Benfica e FC Porto marcam território como há muito não se via. Contabilizam grandes penalidades, cartões mostrados e por mostrar, e até um ou outro fora-de-jogo. Ainda só estamos na 7.ª jornada, mas bem vistas as coisas, até podemos agradecer o facto de os “túneis” estarem bem iluminados.
No Sporting, José Eduardo Bettencourt lança um derradeiro e lancinante apelo à unidade, num clube sem estratégia, em que até os “opinadores” televisivos são como a sua equipa de futebol.
Em Braga, mais de 3 milhões de euros de resultados positivos no último exercício da sua SAD, naquele que é apenas o prenúncio para o que está para vir, logo que contabilizados os milhões da Liga dos Campeões.
Quatro clubes, três formas de viver e uma de sobreviver, neste futebol português que continua divertido, ou não tivéssemos uma Federação ao arrepio da lei e uma competição (Taça da Liga) patrocinada por uma entidade que não está reconhecida pelo estado português.
PS – O post (ver aqui o original) é da autoria de Pedro Sousa, conceituado jornalista da RR onde concilia os relatos com a edição do programa Bola Branca. Além disso é conhecido pelas suas narrações dos jogos internacionais da Sport Tv e igualmente pelo seu contributo no simulador de futebol, Pro Evolution Soccer. Considero pessoalmente que Pedro Sousa é muito provavelmente o melhor relatador português da actualidade e apesar de não ter o reconhecimento devido do grande público (mais habituado a seguir opinion makers da TV, que mais não fazem do que procurar um pouco de protagonismo e pouco ou nada acrescentam de novo, como acontece de segunda a sexta à noite na RtpN, SicN e Tvi24) é indiscutivelmente um dos poucos (juntamente com Carlos Daniel e Ribeiro Cristóvão) conhecedores do futebol português, um dos poucos que o sabe interpretar e um dos poucos que consegue fazer a devida futurologia do mesmo.


